Durante uma fase da minha carreira, tive que trabalhar atendendo clientes no interior de São Paulo. Isso iria durar uns seis meses, portanto decidi alugar uma casa em um cidade que ficava mais ou menos no centro da região que eu cobriria. A casa era bem legal, confortável, com piscina e até sauna.
Por um tempo, fiquei sem carro, então acabei usando muito o Uber para me locomover. Numa das viagens conheci um motorista muito bom e atencioso chamado Marcelo. Ele era muito gentil e educado, com um jeito delicado que logo me fez desconfiar que ele possivelmente era gay. Estava na faixa dos trinta anos, devia ter 1,70m, magro, em forma, cabelos castanhos nem curtos, nem muito compridos, sorriso bonito, pouca barba, na verdade quase imberbe, rosto de adolescente.
Seu serviço como motorista foi tão bom que acabei contratando-o por fora do aplicativo para me levar aos compromissos. Depois de praticamente um mês, acabamos nos tornando bem amigos. Eu sou uns 10 anos mais velho que ele e sentia que esse fato exercia um certo fascínio sobre ele. Marcelo gostava de ouvir minhas histórias e parecia querer absorver minha experiencia de vida como se fosse um aluno.
Quem leu meu outro conto sabe que eu participei de um menage com um casal no qual rolou uma sacanagem bi, portanto, a essa altura da minha vida, já não tinha mais preconceitos em relação a sexo. Dito isso, comecei a olhar para Marcelo com outros olhos. Comecei a ter fantasias com ele e me masturbava com frequência pensando nelas, embora achasse pouco provável que viesse a realizá-las, pois não sabia como criar um clima, além de temer que ele não levasse numa boa.
Numa sexta-feira, terminados os trabalhos da semana, convidei Marcelo para tomarmos um chopp na tarde de Sábado. Ele topou e combinamos de ele me pegar em casa por volta das seis da tarde.
Marcelo chegou um pouco antes e ficou aguardando eu acabar de me vestir. Nesse meio tempo, o céu fechou e uma tempestade absurda caiu sobre a cidade impossibilitando nossa saída.
- Marcelo, pelo visto vamos ter que tomar uma cerveja aqui mesmo - disse a ele.
- E’ o jeito - ele respondeu rindo.
Peguei duas cervejas, depois mais duas, depois mais duas de forma que ambos ficamos bem “altos”.
Mostrei a casa toda ao Marcelo e ele ficou impressionado com a sauna. Disse que nunca tinha experimentado mas tinha curiosidade.
Disse a ele:
- Não seja por isso, pode usar a vontade!
- Poxa, obrigado, mas não tenho nem roupa pra isso - Marcelo respondeu.
Abri um armário, tirei dois roupões e toalhas e entreguei a ele.
- Toma. Pode se vestir ali no quarto.
Colocamos os roupões e fomos para a sauna. La’, conversamos muito, principalmente sobre mulheres e sexo.
Em um certo momento, dado o calor, eu abri completamente o roupão e coloquei uma toalha sobre minha pélvis. Marcelo fez o mesmo e pude ver rapidamente seu pau antes de ele cobri-lo. Estava meia bomba, assim como o meu. Marcelo era todo depilado, inclusive na região do penis. O ambiente da sauna aumenta muito a minha libido, um verdadeiro afrodisíaco. Depois de ter visto aquilo então… Já não estava mais conseguindo me conter e depois de várias cervejas minha timidez tinha ido para o espaço.
- Esse papo de sexo e esse clima da sauna me atiçaram. Se não fosse essa chuva acho que teria que transar hoje de qualquer jeito - disse a Marcelo.
- Nossa, tem razão, Fábio. Desculpa aí, não sei se você notou meu estado.
- Sim, deu pra ver - respondi rindo. Só pra você não ficar constrangido achando que é só com você, olha só’!
Ao dizer isso, tirei a toalha e exibi meu pau já quase totalmente duro.
Marcelo arregalou os olhos e sorriu surpreso. Notei que ele não tirava os olhos. Ver que ele estava manjando meu pau e aparentemente curtindo foi me deixando cada vez mais excitado e em poucos segundo meu pau ficou completamente duro apontando para o céu.
A bebida ajudou muito nessa hora. Estávamos soltos e caímos na risada. Coloquei os braços atrás da cabeça, abri as pernas e fiquei ali calmamente me exibindo para o meu amigo.
- Você não tá duro, não?! - perguntei sorrindo.
- Eu não, imagina!
- Duvido! - disse isso e velozmente puxei a toalha que cobria Marcelo.
Surgiu um cacete de uns 17cm, todo depilado, reto, cabeça rosada. Fiz questão de olha-lo fixamente assim como Marcelo olhou para o meu. Claramente, ele gostou. Estava excitado, com a respiração forte. Alternava o olhar entre os meus olhos e o meu caralho.
Comecei a alisar meu pau devagar, gemendo baixo. De vez em quando, eu acelerava um pouco a punheta e depois voltava a alisar devagar olhando para o Marcelo. Ele começou a fazer o mesmo.
Em dado momento, tomei coragem, me levantei de onde estava e me sentei ao lado do Marcelo, encostando coxa com coxa. Nos nos olhávamos enquanto batíamos punheta. A essa altura eu já sabia que Marcelo estava, como eu, entregue ao tesao absoluto.
Olhei fundo nos olhos do Marcelo e disse:
- Pega!
Sua respiração acelerou e ele moveu timidamente a cabeça dizendo que não.
- Vem, relaxa, pega um pouco! - disse isso enquanto colocava minha mão sobre a coxa esquerda do Marcelo.
Peguei a mão esquerda do Marcelo e coloquei sobre a minha virilha. Ele aceitou e começou a massagear a parte interna da minha coxa. Eu fiz o mesmo com ele.
A medida que a minha mão subia pela coxa do Marcelo em direção ao seu saco, Marcelo me imitava já sem esconder o desejo de agarrar o meu cacete duro que nem pedra.
Finalmente, agarrei o saco dele, enchi a minha mão com aquelas bolas lisinhas. Pequei a mão do Marcelo e coloquei no meu saco assim como eu estava fazendo. Logo estávamos masturbando o pau um do outro, coladinhos lado a lado. Passei minha coxa direita sobre a coxa esquerda dele e fui aproximando meu rosto do dele, quase colando as bochechas. Ele apenas virou a cabeça para o meu lado e encostou de leve seus lábios nos meus. Lambi a boca dele, ele fez o mesmo e passamos a roçar nossas línguas enquanto nos masturbavamos. Mais alguns segundos e estávamos dando um beijo de língua intenso.
Levantei-me, parei em pé em frente ao Marcelo, coloquei um pé sobre o banco onde ele estava sentado, deixando meu caralho na altura do seu rosto. Segurei a cabeça dele com as duas mãos puxando-a em direção ao meu pau. Ele resistia. Eu forçava mais enquanto ia aproximando meu quadril do rosto dele até que ele nao resistiu mais e abocanhou meu caralho.
- Isso, chupa gostoso essa tora! Tá gostoso? - perguntei gemendo.
- Tá uma delícia!
Desliguei a sauna pois o calor estava muito intenso. Nossos corpos transpiravam de calor e tesao.
Voltei até onde Marcelo estava sentado e disse:
- Agora é minha vez!
Abri bem as pernas do Marcelo, chupei um pouco aquelas bolas deliciosas, deslizei a língua pela vara toda e caí de boca. Comecei a mamar aquela rola enquanto o Marcelo se contorcia e gemia alto.
El deitou no banco, eu joguei as pernas dele pra cima e linguei o cuzinho que piscava de resao na minha boca. Fiquei brincado ali, deslizava a língua do cu para as bolas, depois para o pau, mamava, voltava para o cuzinho e repetia tudo de novo.
Virei meu corpo, subi sobre o Marcelo que continuava deitado, coloquei meu pau de novo na boca dele e começamos um 69.
Ele retribuía perfeitamente tudo que eu fazia nele. Lambeu meu saco, chupava minhas bombas que elas até doíam, mas era ótimo. De repente, senti a língua dele alcançando meu cu. Aquilo me fez urrar de prazer. Abafei o urro caindo de boca no pau dele, mas ainda assim, eu chupava e gemia.
Mudamos a posição para não gozarmos tão cedo, pois ambos queríamos prolongar aquilo o máximo possível. Marcelo sentou-se no chão, encostado no banco. Eu vim por cima dele e comecei a esfregar um pau no outro. Marcelo segurou apertado nossos paus juntinhos enquanto a gente se beijava na boca e eu passava minhas mãos pelos peitos e pelo abdômen sarado dele. Ficamos roçando os paus é nos revezando na masturbacao. Uma hora eu segura os dois paus bem grudados, apertava-os bem, depois Marcelo me substituía.
Sugeri irmos ao meu quarto. Marcelo só acenou que sim com a cabeça. No caminho, parávamos para nos beijarmos e nos esfregarmos. A pegacao estava animal, então disse no ouvido do Marcelo:
- Quero te comer, safado. Você é uma delicia!
- Você é que é, seu filho da puta. Nunca fiz isso. - respondeu Marcelo.
Chegando no quarto, empurrei Marcelo na cama com a barriga pra cima. Peguei um creme para as mãos no banheiro, besuntei meu pau e cuzinho do Marcelo. Joguei as pernas dele pra cima e encostei a cabeça lambuzada do meu pau na entrada do cuzinho dele. Marcelo ficou um pouco tenso e disse:
- Nunca fiz isso, Fábio. Não sei se vou conseguir.
- So relaxa e curte meu pau encostado no seu cu. Não tá gostoso?
- Sim, tá um tesao, seu puto - respondeu Marcelo.
Enquanto esfregava a cabeça do meu pau no cuzinho liso dele, peguei no pau do Marcelo e comecei a bater pra ele no ritmo em que eu forçava levemente a entrada. Estava louco de tesao, acho que nunca vi um pau tão duro quanto o dele. Aos poucos, ele foi aceitando e relaxando esfíncter e o meu caralho foi deslizando dentro do rabo daquele tesudo gostoso. Comecei a bombar e o pau dele não ficou mole nem um segundo. Ele realmente estava sentindo um tesao louco no cu e eu adorando ver aquele pau duro babando enquanto eu o comia que nem um cavalo. Marcelo gemia e falava todo tipo de putaria:
- Vai, me fode seu filho da puta. Você sempre quis isso, né? Então come meu cu, tá uma delícia!
Eu dava uns tapas de leve no rosto dele, depois enfiava um dedo na boca daquele gato que estava entregue e tinha virado minha fêmea. Eu fazia questão de enterrar o caralho todo no cu dele até senti a sua bunda encostar em mim. Ficava um sentindo aquele contato pele com pele, meu pau todo agasalhado naquele cuzinho quente. Depois, tirava quando o pau todo e enterrava de novo de uma vez só. Era uma delícia comer o Marcelo alisando seu peito, seu abdômen, seu pau. Ele dava o cu e batia punheta. As vezes parava e eu continuava a bater pra ele no mesmo ritmo que comia seu cu. De repente, me veio uma vontade incontrolável de gozar.
- Ahh, vou gozar, seu puto - disse urrando de tesao.
- Tira e goza em cima de mim, me dá leite.
Tirei o pau correndo e despejei um caminhão de porra por toda a barriga e peito do meu novo amante.
Feito isso, cai de boca no pau do Marcelo, pois ele ainda nao tinha gozado. Enquanto chupava, minhas mãos espalhavam a minha porra por todo o corpo do Marcelo. Ele fazia o mesmo e às vezes nossas mãos se tocavam nessa tarefa. Mamei ate ele encher minha boca de porra, então me deitei sobre ele e o beijei na boca dividindo com ele sua própria porra. Foi um beijo gostoso, com sabor de sexo selvagem.
Ficamos ali na cama um tempo, abraçados, eu com a cabeça descansada sobre o peito dele.
Depois de uns 10 minutos, nos levantamos e fomos tomar uma ducha. Durante o banho, nossos paus deram sinal de vida de novo. Demos banho um no outro , explorando nossos corpos mutuamente. Mais beijo na boca, mais esfregação, mamamos um ao outro debaixo do chuveiro. Marcelo me virou de costas, eu me apoiei na parede do box ele começou a lamber minha bunda enquanto segurava meu pau duro. Lambeu meu cu com vontade, depois se levantou, me agarrou pelas costas com o pau encaixado do meu rego. Começou a beijar meus ombros e meu pescoço, então sussurrou no meu ouvido:
- Você comeu meu cu como se eu fosse uma fêmea, seu puto safado. Nunca trepei com homem.
- Nunca trepou, mas sempre quis, eu sei. Queria oi não queria? - perguntei a ele gemendo.
- Queria, já tinha batido punheta pensando em você. Mas quero mais e você sabe o que eu quero agora, né? - disse Marcelo como quem estava desesperado para ir a forra.
Fechei a torneira sem dizer nada e o puxei para o quarto novamente. Deitei na cama abri as pernas e disse:
- Vai, lambe meu cu antes que bem você estava fazendo no banho.
Marcelo nao esperou pedir duas vezes e começou a me chupar muito gostoso. Chupava meu pau e lambia meu cu. Tava uma delícia!
Quando estávamos a ponto de bala novamente, ele pegou o creme, lubrificou meu cu e o seu pau e comeceu me penetrar. Não curto muito ser passivo, mas confesso que foi gostoso retribuir o prazer que aquele gato delicioso tinha me proporcionado. A certa altura, agarrei firme a bunda dele enquanto ele socava em mim
- Vai, me come gostoso, filho da puta!
Gozamos de novo, descansamos mais um pouco e falamos sobre tudo o que tinha acontecido. Marcelo passou aquele final de semana comigo em minha casa, quando fizemos de tudo. Certamente a minha melhor foda.