Eu: Boa noite senhor, gostaria de uma bebida para relaxar ?
Ele: uau, se eu soubesse dessa recepção, teria vindo antes. Claro q aceito
Eu: por aqui, senhor... Vou te conduzir até seu acento.
Peguei ele pela mão e fui andando a sua frente para ele poder ver bem a raba q ele ia deixar marcada essa noite.
Assim que sentei ele no sofá, dei um sorriso e fui a geladeira pegar uma bebida e levei a ele estilo garçonete, encima de uma bandeja .
Assim que levei, mordendo os lábios já morrendo de tesão, eu disse a ele:
Eu: quero que o senhor fique bem a vontade ( desamarrando sua gravata desabotoando os primeiros botões de sua camisa social ) e aproveite bem o show.
Dito isso, botei na TV uma música que eu acho muito sensual que se chama :
Yago Opróprio ft Tupi - Proposta
E assim que eu apertei o play, comecei a dançar bem gostoso pra ele e bem devagar, interagindo sempre.
Ia em sua direção, me abaixava, passava a língua na sua bochecha, rossava meu cu no seu colo, rebolava de 4... Não era mais eu ali, era a vadia das mais vadias q eu conhecia. Teve uma hora, q cheguei em sua frente, botei minha bunda na sua cara e joguei a calcinha para o lado botando meu cuzinho bem encostado em seu nariz, q para minha surpresa, ele deu uma lambida q me arrepiou de ponta a cabeça.
Nisso, eu nem havia reparado, ele já estava todo nu com a piroca veiuda pulsando com aquele cabeção roxo extremamente melado e com um cheiro do jeitinho que eu gosto.
Me aproximei se sua pica, olhei em seus olhos e logo perguntei:
Eu: o senhor está sendo bem tratado ?
Então, ele simplesmente suspirou um pouco desnorteado sem conseguir dizer uma palavra, como se estivesse em transe extremo.
Eu estava pensando em dançar mais um pouco, mais o tesão já havia consumido nos dois em um estágio que não tinha mais como aumentar.
Eu dei uma abocanhada na piroca dele, botando todo seu mel na boca e deixando aquela marca de batom vermelho na sua cabecinha brilhosa, ele com a mão em meus cabelos, fez minha boca de buceta e meteu até me engasgar.
Ele: vai, sua vadia.. mostra pra mim como vc é com os outros na rua.
Abri um sorriso e mamei com maestria sem tirar meus olhos do dele.
Ele: oq você vai me dar de presente hoje, em ?
Eu levantando lentamente: uma coisa que você quer muito.
Vou dar meu cuzinho todo meladinho pra vc enfiar essa piroca gostosa.
Então, ele me pegou pelo braço com brutalidade, levantou, me jogou de 4 no sofá abriu minha bunda, expondo meu cu bem apertado e rosado e caiu de boca enfiando a língua até o mais fundo possível, me fazendo gemer silenciosamente e piscar meu cu e minha buceta em um nível surreal, eu já havia perdido as contas de quantas vezes eu já tinha gozado até aquele momento.
O que me restava era uma buceta escorrendo mel que ele também havia limpado vorazmente.
Depois de brincar com meu cu, ele começou a enfiar um dedinho e começando um vai e vem bem gostoso... Meus gemidos se intensificaram de puro tesão.
Levantando, ele começou a esfregar a cabeça levemente na portinha do meu cuzinho, até que não demorou muito para entrar tudo, pois o tesão já havia dislatado meu cuzinho todo, fazendo com q fosse fácil meter.
Ele começou a estocar bem devagar segurando e apertando minha bunda carnuda , intercalando com tapas bem fortes de deixar seus marcas ali mesmo.
Não demorou muito para ele estocar com força e começar a meter ferozmente... A dor já não existia ali, apenas o prazer e os orgasmos múltiplos por ter aquela piroca dentro do meu cu.
Eu robolei muito naquela pica, do jeito que papai gosta.
Me surpreendi, pois ele aguentou firme por quase 30 minutos metendo loucamente.
Por fim, ele anunciou que o gozo estava a chegar, foi quando tirei aquele pau do meu cu, me ajoelhei e abocanhei sua piroca para tomar todo seu leite novamente, como daquela última vez.
Uma quantidade de porra que me levou a contestar se era possível todo aquele leite sair de um ser humano só.
Não me dei por satisfeita, depois de beber todo seu leite, peguei seu pau e espremi até sair a última gota de porra. Só aí, quando a última gota saiu, pude ter paz.
Após me levantar, demos um beijo típico de porno com muita língua e saliva, até que caímos no sofá e aproveitamos o nosso momento, exaustos e sem forças para absolutamente mais nada.
Fora da lagerie ilustrativa.
