— Trezentos então. Entre. Ela abriu a minha porta, mandou jogar a bolsa no banco de trás e já foi abrindo calçada enquanto eu dirigia pro motel mais próximo. A mão dela era quente, experiente, apertava e alisava a minha rola por cima da cueca antes mesmo de eu estacionar. No quarto nem deu tempo de tirar a roupa direito. Ela me empurrou na cama, subiu em cima, deixou a saia pra cima e sentou de uma vez. Estava molhado pra caralho, escorregou tudo de uma vez até encostar os pelos (ela não depilava tudo, deixava uma risquinha preta que eu achei foda).
— Caralho, que pau gostoso…
— gemeu enquanto subia e descia batendo a bunda com força na minha coxa.Segurei a cintura dela com as duas mãos bem forte, e metendo de baixo pra cima, estocadas fundas fazendo os peitos balançarem na minha cara. Ela gemia alta, sem fresco, xingando:
— Me fode, vai, mete essa rola toda, porra! Virei ela de quatro, tirei o cabelo, e meti forte por trás batendo a pélvis na bunda dela até ficar vermelha. O barulho da pele estalando enchia o quarto junto com o barulho molhado da buceta dela engolindo tudo.
— Quer gozar dentro?
—perguntou ofegante, olhando pra trás com cara de puta safada.
— Quero, caralho. Aumentei o ritmo das estocadas, e segurei firme a cintura, meti até o talo e gozei forte, enchendo ela enquanto ela rebolava pra trás pra espremer até a última gota. Senti ela tremer, apertar o pau com a buceta e gozar junto, gemendo alto e xingando:
— Isso, goza tudo dentro da putinha, vai… porra que gozada gostosa…Depois caiu de lado na cama, com as pernas abertas, e o gozo escorrendo pela coxa, rindo com o ar de quem acabou de ganhar o dia.— Valeu os nômades, hein…
— disse limpando a boca com o dedo.Eu só sorri, joguei as notas na mesa e falei:
— Se quiser repetir você me acha na mesma esquina ou nesse telefone, Ela piscou, pegou a bolsa deixada um cartão e saiu rebolando, deixando a porta aberta e o cheiro de sexo no ar, peguei seu cartão e li Angélica "puta 24 horas por dia"