Comendo uma puta na madrugada

Era umas três da manhã na avenida Central, luzes vermelhas piscando, cheiro de cigarro e perfume barato no ar. Ela estava encostada no poste, saia curtinha de lycra preta subindo até quase mostrar a calcinha (que aliás nem estava usando), batom vermelho borrado de tanto beijar vidro de carro a noite toda. Cheguei com o carro devagar, baixei o vidro. Ela se mudou rebolando, se inclinou mostrando os decotes que mal segurava os peitos:— Cem pra chupar, meio pra foder, quinhentos se quiser sem — disse ela com voz rouca de quem já fumou muito e gozou um pouco naquela noite.

— Trezentos então. Entre. Ela abriu a minha porta, mandou jogar a bolsa no banco de trás e já foi abrindo calçada enquanto eu dirigia pro motel mais próximo. A mão dela era quente, experiente, apertava e alisava a minha rola por cima da cueca antes mesmo de eu estacionar. No quarto nem deu tempo de tirar a roupa direito. Ela me empurrou na cama, subiu em cima, deixou a saia pra cima e sentou de uma vez. Estava molhado pra caralho, escorregou tudo de uma vez até encostar os pelos (ela não depilava tudo, deixava uma risquinha preta que eu achei foda).

— Caralho, que pau gostoso…

— gemeu enquanto subia e descia batendo a bunda com força na minha coxa.Segurei a cintura dela com as duas mãos bem forte, e metendo de baixo pra cima, estocadas fundas fazendo os peitos balançarem na minha cara. Ela gemia alta, sem fresco, xingando:

— Me fode, vai, mete essa rola toda, porra! Virei ela de quatro, tirei o cabelo, e meti forte por trás batendo a pélvis na bunda dela até ficar vermelha. O barulho da pele estalando enchia o quarto junto com o barulho molhado da buceta dela engolindo tudo.

— Quer gozar dentro?

—perguntou ofegante, olhando pra trás com cara de puta safada.

— Quero, caralho. Aumentei o ritmo das estocadas, e segurei firme a cintura, meti até o talo e gozei forte, enchendo ela enquanto ela rebolava pra trás pra espremer até a última gota. Senti ela tremer, apertar o pau com a buceta e gozar junto, gemendo alto e xingando:

— Isso, goza tudo dentro da putinha, vai… porra que gozada gostosa…Depois caiu de lado na cama, com as pernas abertas, e o gozo escorrendo pela coxa, rindo com o ar de quem acabou de ganhar o dia.— Valeu os nômades, hein…

— disse limpando a boca com o dedo.Eu só sorri, joguei as notas na mesa e falei:

— Se quiser repetir você me acha na mesma esquina ou nesse telefone, Ela piscou, pegou a bolsa deixada um cartão e saiu rebolando, deixando a porta aberta e o cheiro de sexo no ar, peguei seu cartão e li Angélica "puta 24 horas por dia"


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


254020 - Comi um gay numa praia deserta - Categoria: Gays - Votos: 7
226252 - Amiga da faculdade - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
221319 - Enfermeira atenciosa - Categoria: Heterosexual - Votos: 10
207817 - Tive a minha fantasia realizada - Categoria: Fantasias - Votos: 3
207292 - Karen mamou minha pica na estrada - Categoria: Fantasias - Votos: 3
202140 - A primeira foda com Karen - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
201650 - Comendo a vizinha gostosa casada - Categoria: Traição/Corno - Votos: 21
201105 - Vizinha - safada assistindo minha punheta - Categoria: Exibicionismo - Votos: 17
200648 - Com a prima Ana - Categoria: Incesto - Votos: 14

Ficha do conto

Foto Perfil kumberman44
kumberman44

Nome do conto:
Comendo uma puta na madrugada

Codigo do conto:
254400

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
11/02/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0