Elaine era uma mulher que virava cabeças por onde passava. Aos 51 anos, ela tinha o corpo de uma deusa amazônica: cavalona, com curvas generosas que faziam qualquer homem salivar. Sua bunda era enorme, redonda e firme, balançando a cada passo como um convite ao pecado. As coxas grossas, musculadas por anos de trabalho no sítio, roçavam uma na outra quando ela andava, criando um atrito que a deixava sempre um pouco excitada. Seus seios fartos, pele morena e cabelos longos pretos completavam o pacote – uma brasileira autêntica, fogosa e irresistível. Ela era casada com Eduardo, um homem de 54 anos, bem-sucedido no agronegócio, que a amava profundamente. Mas, por trás desse amor, Eduardo nutria uma tara secreta, uma obsessão que o consumia: ver sua esposa sendo possuída por um homem negro e dotado. Não era ciúme ou traição; era puro fetiche, uma depravação que o fazia gozar só de imaginar Elaine gemendo sob um pau preto enorme, esticando suas entranhas, marcando-a como uma vadia submissa. Eduardo tentou esconder isso por anos, mas o desejo crescia como uma erva daninha. Noites inteiras ele se masturbava pensando nisso, assistindo pornôs de sexo interracial, imaginando Elaine gritando de prazer enquanto um negão a fodia sem piedade. Finalmente, numa noite de vinho e confissões, ele abriu o jogo para ela. "Amor, eu te amo mais que tudo, mas... eu sonho em te ver com um homem negro, bem dotado. Me excita imaginar você se entregando, gozando no pau dele." Elaine ficou chocada. Seus olhos se arregalaram, e ela negou veementemente. "Você tá louco, Eduardo? Eu sou sua esposa, não uma puta qualquer! Nunca faria isso!" Ela se sentiu traída, mas no fundo, uma faísca de curiosidade acendeu – afinal, ela ouvia as fofocas sobre homens negros e seus dotes lendários. Mas orgulho e fidelidade falaram mais alto. O assunto morreu ali, ou pelo menos foi enterrado. Eles moravam num sítio isolado no interior do Paraná, um paraíso verde com plantações de café e gado. Para ajudar nos trabalhos pesados, contratavam Manoel, um homem negro de 50 anos, forte como um touro, com braços musculosos e uma presença imponente. Manoel era viúvo, vivia numa casinha no fundo da propriedade, e as mulheres da região cochichavam sobre ele: "Aquele negão tem um pau de cavalo, menina. Já vi ele mijando no mato – é grosso como meu braço!" Elaine evitava olhar para ele, mas às vezes, quando o via suado, sem camisa, carregando fardos, sentia um formigamento entre as pernas. Eduardo, claro, fantasiava com Manoel o tempo todo. "Será que ele é mesmo dotado? Imagina ele arrombando a Elaine na minha frente..." Era uma tarde quente de verão, o sol batendo forte no sítio. Eduardo e Elaine estavam na varanda da casa principal, ela de shortinho jeans apertado que mal continha sua bunda gigante, ele lendo o jornal. Manoel trabalhava no celeiro, consertando uma cerca. De qrepente, o paraíso virou inferno. Três assaltantes mascarados invadiram o sítio, armados com revólveres e facas. Eram bandidos locais, desesperados por dinheiro rápido. Eles amarraram Eduardo numa cadeira na sala, as mãos atrás das costas, e arrastaram Elaine para o centro do cômodo. "Cadê o cofre, seu ricaço? Fala logo ou a gente acaba com vocês!" Eduardo, aterrorizado, apontou para o quarto. Mas os bandidos não estavam satisfeitos. Um deles, o líder, um cara magro e sádico, olhou para Elaine com luxúria. "Olha só essa cavalona... Bunda enorme, hein? Vamos brincar um pouco antes de ir embora." Elaine tremia, lágrimas escorrendo pelo rosto. "Por favor, não... Me deixem em paz!" Mas os assaltantes riam. Eles viram Manoel se aproximando, atraído pelo barulho, e o capturaram também, amarrando-o ao lado. "Ei, negão! Você trabalha aqui? Que tal uma diversão? Vamos forçar essa puta a foder com você na frente do maridinho corno." Eduardo gelou, mas no fundo, uma ereção involuntária surgiu em suas calças. Era o pesadelo – e o sonho – virando realidade. Manoel, olhos baixos, murmurou: "Não, senhores... Eu não quero problemas." Mas o líder apontou a arma para a cabeça de Elaine. "Ou você fode ela agora, ou eu atiro. E você, corno, vai assistir tudo." Os bandidos desamarraram Manoel parcialmente, só as mãos, e o obrigaram a tirar a roupa. Quando ele baixou as calças, o quarto ficou em silêncio. Seu pau era monstruoso: mesmo mole, era grosso como uma lata de refrigerante, pendendo até o meio das coxas, com veias pulsantes e uma cabeça inchada. Elaine engoliu em seco, os olhos fixos naquela aberração. "Meu Deus... É enorme..." Os assaltantes riram. "Vai, negão! Arromba essa égua!" Eles empurraram Elaine para os joelhos, forçando-a a pegar no pau de Manoel. Suas mãos mal fechavam ao redor da grossura. Ela relutou, mas a arma na têmpora a fez obedecer. Começou a masturbá-lo devagar, sentindo-o crescer, endurecer, virando um cacete de 25 centímetros, preto e reluzente de pré-gozo. Eduardo assistia, o coração acelerado. "Não... Por favor..." Mas sua voz era fraca, e seu pau latejava nas calças. Ver Elaine, sua esposa fiel, manuseando aquele pau negro imenso o deixava louco de tesão. Manoel, agora excitado apesar do medo, gemia baixo. "Desculpa, dona Elaine... Mas... Ahh..." Os bandidos a obrigaram a chupar. Elaine abriu a boca o máximo que pôde, engolindo a cabeça grossa, a língua rodando na glande salgada. Ela engasgava, babava, mas o sabor – terroso, masculino – começou a mexer com ela. Sua buceta, traidora, umedeceu. "Chupa mais fundo, puta! Engole esse pau preto!" Um bandido segurava sua cabeça, forçando-a a engolir mais, até a garganta arder. Manoel segurou seus cabelos, instintivamente fudendo sua boca, o pau esticando seus lábios rosados. Então, os assaltantes a jogaram no sofá, de quatro, a bunda empinada como uma oferta. O short foi rasgado, revelando calcinha fio-dental enfiada no rego da bunda gigante. Manoel, agora possuído pelo desejo, posicionou-se atrás dela. "Vai, negão! Enfia tudo nessa cavalona!" Eduardo via tudo: a ponta do pau de Manoel roçando a entrada da buceta de Elaine, que estava molhada apesar do pavor. "Não... Eduardo, me ajuda..." Mas quando Manoel empurrou, devagar, esticando-a centímetro por centímetro, Elaine soltou um grito misto de dor e prazer. "Aaaah! Tá me rasgando! É grande demais!" O pau negro invadiu suas paredes, preenchendo-a como nunca antes. Eduardo gozou nas calças só de ver – a visão da sua esposa sendo arrombada por aquele monstro preto era pura depravação. Manoel começou a meter, devagar no início, mas acelerando. Suas bolas pesadas batiam nas coxas grossas de Elaine, o som de carne contra carne ecoando na sala. "Que buceta apertada, dona... Tão gostosa..." Elaine mordia os lábios, tentando resistir, mas o prazer veio como uma onda. Cada estocada acertava seu ponto G, fazendo-a rebolar involuntariamente. "Não... Ahh, fode mais fundo! Não para!" Os bandidos aplaudiam, um deles se masturbando. "Olha o corno! Tá duro vendo a mulher virar puta!" Eduardo, humilhado e excitado, murmurava: "Vai, amor... Goza no pau dele... Seja a vadia que eu sempre quis." Manoel a fodia com força agora, as mãos apertando aquela bunda enorme, deixando marcas vermelhas. Ele puxava os cabelos dela, arqueando suas costas, metendo até o talo. Elaine gozou primeiro, um orgasmo violento que a fez tremer, esguichando no pau negro. "Aaaai! Tô gozando! Seu negro safado!" Manoel não aguentou mais. Com um urro, ele gozou dentro dela, jatos quentes de porra enchendo sua buceta, escorrendo pelas coxas grossas. Elaine caiu exausta, mas com um sorriso safado nos lábios. Os assaltantes, satisfeitos com o show, pegaram o dinheiro e fugiram, deixando os três ali. Manoel se vestiu envergonhado, mas Elaine o olhou diferente. "Foi... Incrível." Eduardo, libertando-se das cordas, se aproximou e a beijou. "Eu te amo, amor. Ver você assim... Me fez gozar como nunca." Naquela noite, eles transaram como animais, revivendo a cena. O desejo de Eduardo se realizou, e Elaine descobriu um lado depravado que amava. Manoel? Bem, ele virou visitante frequente, e o sítio nunca mais foi o mesmo – agora, um ninho de taras interracial.
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