Anal virou algo que eu pedia de propósito, já sabendo o que esperar, mas ainda doendo um pouco no começo e compensando com um prazer doido. Isso foi tipo umas 3 ou 4 semanas depois da primeira vez. Meu cuzinho já tinha se recuperado, mas eu ficava lembrando da sensação de estar travada com o nó lá dentro, cheia de porra quente, e aquilo me deixava molhada só de pensar. Minha irmã (eu ainda morava com ela nesse época) tava trabalhando, saiu cedo, e eu soube que teria a casa toda pra mim até por um tempo. Preparei tudo com mais calma dessa vez: tomei banho, usei bastante lubrificante (comprei um tubo daqueles de farmácia, gelzinho frio que esquenta depois), enfiei dois dedos no cu devagar pra abrir e relaxar, e passei óleo nas coxas pra não arranhar tanto com as patas dele. Dps de me tocar um pouquinho enfiando os dedinhos, acabei o banho e fui pro e chamei o Black, tranquei a porta do pra garantir e deitei na cama dessa vez (melhor que no chão, mais confortável pros joelhos).
Fiquei de bruços, com uma almofada grande embaixo da barriga pra empinar a bunda bem alto, pernas abertas, e outra almofada pra apoiar os braços. "hoje é no cuzinho de novo, tá pronto?". Ele veio cheirando, lambeu minha buceta primeiro (eu tava pingando de tesão), depois subiu pro cu como se já soubesse o caminho. A língua dele ali foi delícia: quente, enfiando fundo, babando tudo, me deixando relaxada e gemendo baixinho. Lambia em círculos, depois tentava por a língua pra dentro, tipo me fodendo com ela. Fiquei rebolando, empurrando a bunda pra trás, sentindo meu buraquinho abrir mais fácil dessa vez. O pau dele saiu rápido da capa, a pontinha. Eu me posicionei melhor, abaixei a cabeça e empinei mais. Ele subiu, patas nas minhas contas, corpo peludo quente nas minhas costas, arfando no meu ouvido. Cutucou primeiro na buceta, escorregou, espirrou pré-gozo quente, mas eu guiei com a mão: segurei a base grossa e coloquei a pontinha no cuzinho. "devagar, Black... entra no cu da sua cadelinha..."
A pontinha entrou mais fácil dessa vez, ainda apertado, queimando um pouco, mas a dor era gostosa, tipo um fogo que vira prazer. Empurrei a bunda pra trás devagar, sentindo ele entrar centímetro por centímetro, grosso pra caralho, esticando as paredes do meu cu.Gemi alto quando ele foi até o meio: "Ai porra... tá fundo...". Ele começou a bombear, movimentos curtos e rápidos, socando fundo, batendo lá dentro. Eu sentia cada veia pulsando, o pau inchando mais dentro de mim, preenchendo tudo. A dor inicial sumiu rápido, virou uma sensação de plenitude louca, quente, animal. Rebolava junto, gemendo e lembro de dizer "machuca meu o cuzinho pfv... fode forte...". O nó cresceu na base, batendo, inchando mais. Eu relaxei o máximo, respirei fundo, e quando ele empurrou forte, o nó passou, travou tudo de uma vez. Pressão enorme, me abrindo ao limite, mas dessa vez sem tanto medo, só prazer explodindo. O pau latejou forte lá dentro, jorrando porra quente direto no meu cu, jato atrás de jato, enchendo tudo, parecia q ia transbordar pelas beiradas. Gozei forte com isso pq eu tava me tocando na bct, tbm me tremendo toda, bct piscando, babando na almofada. Meu corpo inteiro dava uns espasmos, eu gemia manhosa.
Ficamos travados uns 10-12 minutos de novo, eu sentindo cada pulsação, a porra quente se espalhando, o nó pressionando pontos que me faziam gozar fraquinho várias vezes. Quando amoleceu e saiu com um som molhado barulhento, veio um rio de porra grossa meio transparente escorrendo do meu cuzinho aberto, pingando na cama, misturada com lubrificante e um pouquinho de muco (nada de sangue dessa vez, graças a deus). Meu cu tava inchado, vermelho, latejando, sensível pra caralho e doendo. Desabei de lado na cama, bunda pra cima ainda, ofegante.
O Black ficou lambendo devagar, enfiando a língua no cu aberto pra limpar o resto da porra, sugando tudo, e isso me fez gozar de novo, tocando o clitóris devagar enquanto ele lambia fundo. Eu coloquei as duas mãos na bunda e abri bastante pra deixar meu cu nem arrombada e ele lamber o máximo que conseguia. Fiquei ali uns 30 minutos, sentindo pulsar, todo dolorido mas satisfeita, com cheiro forte de sexo, porra e cachorro. Sorri pensando "agora sim, perdi o cu de vez pro meu Black...".
Depois disso, anal virou parte da nossa "rotina", não todo dia, mas quando eu tava com vontade de sentir ele me dominando totalmente, de ser preenchida de outro jeito. Dói sempre um pouco no começo, mas o prazer depois... nada compara. Essas memórias me deixam molhada até hoje. Se alguém quiser, conto como era quando eu pedia anal de propósito, ou quando tentava gozar junto com ele lambendo enquanto travado kkk. Sem vergonha nos comentários! Beijos sujos e cuzinhos arrombados da Sam<3
samoliver