Gosto de exibir minha esposa, mignon, branca, cabelos pretos compridos, rosto lindo e delicado, boca carnuda, seios grandes com auréolas grandes e rosadas, bucetinha lisinha, grelinho saliente, cuzinho apertadinho, que ela deixa peludinho, como eu gosto. Adepta de calcinhas e biquínis fio-dental e, o que me deixa, e os que reparam, loucos, usa plug anal. Não tenho tara de vê-la transando com outro homem, apenas de exibi-la. E foi assim que a safada me fez de corno, como diz o título, sem querer, querendo. Fomos a um hotel, onde ela desfilou durante o dia, com seu biquíni indecente e seu plug anal, abaixando, agachando, deitando e levantando, pra se exibir, deixando os caras loucos e as mulheres possessas de raiva (uma delas a abordou no banheiro e disse que se ela se inclinasse mais uma vez pro lado do marido dela, daria uma surra nela!). Bem, tudo em paz, nada de violência aconteceu e à noite fomos jantar dentro do próprio hotel, na área dos restaurantes, que ficam ao lado das piscinas. Como os garçons demoraram para nós atender, ela foi até o balcão do bar pra fazer o pedido, coisa que achei estranho. Eu notei que ela conversou com um cara que estava sentado numa banqueta no balcão, durante o tempo em que permaneceu lá. Quando ela voltou, estava com um sorriso típico de mulher quando leva uma cantada e gosta. Perguntei o que conversaram, ela disse que ele tinha visto o show que ela deu à tarde na piscina e que notou o plug. Ela disse que tudo bem, que usava para ser visto, mesmo. O assunto acabou, ela fez o pedido e voltou. Eu fiquei intrigado, senti que a conversa tinha sido mais longa, que ela tinha ficado excitada com a situação e que estava me escondendo algo, mas fiquei na minha. A comida chegou, jantamos e estávamos retornando pro quarto, quando eu percebi que ela olhava pra trás, procurando, obviamente o cara do balcão. Perguntei se ela tinha ficado interessada no cara, se queria se exibir pra ele, que se fosse isso, eu toparia, mas sem nenhum tipo de contato físico. Ela disse que sim, que gostaria e me perguntou como poderia ser. Eu disse que iríamos para a área das piscinas, que naquele horário estava deserta e não tão iluminada, ela ficaria nua, exibindo a buceta e o cu, de quatro ou com as pernas abertas, e ele bateria uma punheta, MAS sem contato entre os dois. Notei uma certa decepção nela, mas ela topou. Então voltamos e ela foi até ele fazer a oferta. Voltou mais decepcionada ainda, dizendo que ele só iria se, pelo menos ela chupasse seu pau. Eu falei: filho da puta, tem a oportunidade de bater uma punheta ao vivo pra uma mulher perfeita e ainda faz exigência?!. E completei: esquece, vamos embora. Pra minha surpresa, ou nem tanto, ela me disse: "ai amor, deixa, um boquete não é nada demais, ele não vai meter no meu cuzinho, nem na minha buceta, nem deixo ele gozar na minha boca!". Como eu senti, a putinha havia ficado interessada nele e a conversa no bar tinha sido maior do que ela me contou. Enfim, como se diz, mulher quando quer, ninguém segura. Se eu não concordasse, ela daria um jeito de fazer e, o pior, sem eu saber, então muito puto e com ciúmes, aceitei. A puta rapidamente acenou para ele e fomos para a área das piscinas. Chegando lá, ela tirou uma almofada da cadeira, colocou no chão e ajoelhou. Abaixou as alças do vestido, e os seios saltaram pra fora. Abaixou a bermuda do cara e o pau dele, de tão grande e duro, fez com que ela precisasse se levantar um pouco mais pra alcançar a cabeça e começar a chupá-lo, o que ela fez com muita vontade, alternando com batidas do pau na cara e nos peitos e com tapas na cara, que ela também pediu que ele lhe desse. Não sei precisar quanto tempo durou aquilo, mas foi suficiente pra ela terminar com o rosto borrado de batom, vermelho dos tapas e molhado da porra que ele gozou. Eles se vestiram e fomos, ele para a área dos restaurantes e nós para o nosso quarto. A vadia nem pra se limpar, deitou na cama e dormiu. Dia seguinte, decidi enterrar o assunto, tomamos café e fomos pra piscina. Percebi que ela estava irritada, puxava assunto com ela e não respondia. Finalmente resolvi perguntar o que estava acontecendo. Ela disse: "quer mesmo saber? Ontem, quando fui ao balcão do restaurante, não foi coincidência, eu vi que o Guilherme, sim, esse é o nome dele é esse, estava lá. Eu o vi na piscina, à tarde, o achei lindo e notei o volume na sunga dele. Quando ele foi ao banheiro, eu disse pra você que ia ao banheiro e fui atrás dele. Eu o alcancei na entrada do banheiro dos homens e disse que gostaria de ver o pau dele ao vivo. Ele me disse que eu era louca, que a esposa dele estava no banheiro das mulheres e logo estaria ali. Então eu falei pra ele dar um jeito de ficar sozinho pra nos encontramos. Foi isso que eu fiz acontecer à noite. Sorte sua que o pau dele não era tão grande quanto eu queria, pois se fosse como eu tinha imaginado, eu teria dado pra ele, você aceitando ou não! Ou seja, se ela encontrar um caralhudo por aí, já era.
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