Após meses sem um no dia seguinte surgiu uma entrevista para representante comercial. Fui dar um trato na cara, cortar o cabelo. O carro perfeito para representar a nova empresa. Meu nome é Roberto e eu não sou um modelo de desfile, moreno claro, 1m69, corpo magro, 42 e um pai solteiro exemplar, o filho mora com a mãe. Eu estava no centro da cidade e cai uma chuva que ninguém esperava. Chego em casa vejo o carro, todo sujo já era quase 6 da tarde e para piorar em cidade pequena onde eu iria levar o carro para lavar. Por sorte perto de casa, morava o Júlio, que tinha um pequeno negócio de lavar carros. Eu sempre deixava meu carro com ele. Júlio, um jovem rapaz com seus 30 e poucos anos, branco, olhos castanhos claros, 1,70, peito bem espalhados, não era o cara de academia, mas um corpo bem definido. Eu já tive experiências com homens e já bati muita punheta pensando em Júlio. Porém, nunca dei indicações e sabia que ele é hétero. Continuando, fui até a casa dele. Ele estava tomando uma cerveja, descansando do dia de trabalho. -- Júlio, meu parceiro. Preciso de um grande favor, eu pago a mais. Amanhã, eu tenho uma entrevista de emprego e meu carro não pode chegar na empresa neste estado. -- Oh seu Roberto. -- Já falei, não me chame de seu Roberto, me sinto com 100 anos. -- Desculpa, Roberto. O meu ajudante foi embora e eu estou com a mão machucada. -- Você me orienta e eu faço o que você falar. -- Então pode ser. -- Já estou pronto. Eu aliviado. Ele estava só com um short branco e sem camisa. Eu com um shorts normal mas que delineava bem meu rabo, não é um bundão, mas gostoso. Teve um momento que a mangueira o molhou e aquele shorts branco marcava a cueca e a rola. Então ao final do trabalho eu estava secando e fiquei de bunda arrebitada, viro repentinamente e o vejo com a mão sobre o shorts. Ele todo sem graça. -- Olha se quiser pode vir trabalhar aqui como meu ajudante. -- Não chego aos seus pés de perfeição, mas aqui no para choque não consegui passar o pano. Nisso, ele chega por trás pega minha mão e faz uma manobra e dá certo. Nisso, ele deu uma encoxada que senti o volume da rola. A cena foi rápida. -- Você me salvou. Vou pra casa que deu sede. -- Não seja por isso, toma uma cerveja, é por conta da casa. O local era fechado. Mas ele deu uma ideia. -- Vamos beber lá na sala, assim ligo e vejo o resultado do jogo e tem um ar-condicionado. Eu com a camisa molhada a tirei e segurava na mão e fomos para dentro da casa. Quando chego na sala ele feito me dá uma agarrada por trás me apertando. -- Cara não dá para controlar que rabo gostoso você tem...Eu sei que você gosta. -- Toda vez que eu trazia meu carro aqui queria isso... Ele então me vira, me abraça deliciosamente. E eu passo a língua na sua orelha pescoço, sinto sua barba deliciosa, e vou descendo. Mordisco seus mamilos, o peito no peitoral me dava mais tesão. Com as mãos vou abaixando o shorts e cueca e vejo um pau perfeito.Cabeça rosada, grossa, e tamanho ideal, uns 16cm ou 17cm. Ele continuava em pé. Passei a língua na cabeça e fui engolindo. Ele gemia de tesão. Abraçava aquelas coxas grossa peludas. E mamava com gosto. Ele foi para o sofá e o tratei como rei. -- Que tesão de boca... mas eu quero é comer seu rabinho. A minha namorada não dá o cu. Quero o seu. Eu mamava e nossos olhos fixos. Então, ele se levanta me coloca de quatro. -- Posso te comer? -- Sou teu ajudante e sua putinha. Ele abaixa meu tronco e me faz ficar com a bunda arrebitada, eu já totalmente pelado. Sem medo de ser feliz molha a cabeça o pau, esfrega na portinha. Nisso para deixar ele mais louco, pisco na rola. -- Não faz isso. E então, sinto a cabeça da rola entrar. -- Tenho um gel no carro. -- Não dá pra esperar.. ele passa mais cuspe. Gel raiz. Parecia quando dei a primeira vez. Um misto de dor e prazer... Eu de quatro. Apertada o pau dele de dor e ele entra tudo.... Ai não podia voltar atrás...Eu rebolava. Ele socava com tesão.... -- Que rabo, você tem...Eu gemia baixinho. Foi então que não aguentei e cai deitado e ele em cima... Sentir aquele corpo em mim... -- Eu vou gozar.. -- Isso meu tesão... goza De propósito ele aumenta a socada. -- Isso, não para.. Quando eu gozo instintivamente, dou uma travada no pau dele. -- Puta que pariu,,,,agora eu vou gozar.. Ele sentindo aquele aperto gozou. Que louco, eu sentia as veias do pau jorrando o leite. Ele todo suado, no tesão nem lembramos de ligar o ar-condicionado. Júlio se levantou, pegou na minha mão e me levou ao banheiro. E ele começou a se explicar. -- Você é um cara legal. Te respeito.. isso é um segredo. -- Relaxa. Isso fica entre nós. Você é um tesão na cama.Ou no chão. Rimos e nos despedimos.
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