Faz tempo que não escrevo nenhuma história, não por falta de putarias que acontecem comigo, mas não queria ficar me repetindo. Bom, vamos a história. Tenho 38 anos, casado, moro em Fortaleza, trabalho numa grande empresa de segurança. Sempre escolhi trabalhar a noite porque nas madrugadas é que o bicho pega. A empresa tem uma política de troca de locais de trabalho. A mais nova mudança foi agora na segunda-feira na semana que começa o Carnaval. Me mandaram para um prédio de escritórios numa área fora da área comercial. Fui ser parceiro de um pernambucano marrento pra caralho. Quando bati o olho pensei, vai ser dois meses de se precisar socar uma vai ter que ser escondido num dos banheiros durante a ronda.
Vou chamar o macho de Diego, não é um sujeito de muito papo, as noites começaram a ficar monótonas. Conversa era somente o trabalho e pouca coisa da vida pessoal. Descobri que ele, era casado, tinha dois filhos, e morava num bairro bem afastado do meu.
Até que na quinta-feira, voltando da ronda, já passava das duas da manhã, acho que não fiz barulho e peguei ele olhando no celular e apertando o pau. Dei uma parada pra observar e vi que era uma pica de respeito, parecia bem grossa.
Dei uma tossida e ele rapidinho saiu fora do que estava vendo no celular e tentou disfarçar o pau duro. Pensei, olha aí a brecha para ver se o macho curte uma brincadeira. Puxei papo: complicado essa de não ter muito o que fazer. Ele respondeu: é! Falei: parece que você, estava se divertindo e eu cortei o barato. Vi que ele ficou sem graça, continuei: pois é, nessas horas e espiar algo que dê tesão e bater aquela no capricho. Ele ficou me olhando sério, sem dizer nada. Queria ver se ele entrava no jogo ou não: já mudei bastante de lugar de trabalho, segurança é isso aí, hoje a gente está aqui, amanhã transferem a gente e assim vai. Já tiver parceiros que a gente até fazia umas brincadeiras, outras vezes os novos parceiros de outro trampo já não topavam. Ele continuava me olhando sério. Fui para o tudo ou nada: tu não curte? Ele me olhou e disse: curte o quê? Falei: umas brincadeiras de leve de passa tempo entre as rondas? Ele não respondeu, levou a mão na calça da farda preta e apertou o pau. Falei: ainda está durão. Ele me olhando com cara de macho marrento, apertou o pau com força pra desenhar na calça e disso: já que você curte vem cá continuar o que eu estava fazendo.
Nem pensei duas vezes aproximei a minha cadeira da dele e já fui segurando na rola do cabra, dura pra caralho, não muito grande, mas grossa de encher a mão. Ele abriu o zíper da calça da farda colocou a rola pra fora e falou: já que quer passar o tempo tá aí pra tu brincar e se divertir. O cabra deve ter uns 40 anos, morenão, acho que 1,76, um pouco mais baixo que eu, uns 80kg, um jeitão de macho que colocava respeito. Mas eu estava lá e queria mais é uma putaria de leve. Dei umas bombadas de punheta na rola dele. Ele olhou pra mim e pra rola, querendo dizer: cai de boca. Não perdi tempo, me ajoelhei na frente dele pra rezar naquela piroca escura e grossa. Estava com cheiro e gosto já de suor de pica. Chupei com gosto, coloquei toda na boca, chegando até os ovos. Fiquei mamando, mas o puto empurrava minha cabeça até engolir toda ela. Ele dizia: engole essa pica, porra! Aproveitei e desafivelei a minha calça da farda, e coloquei meu pau para fora. Mamava e batia uma na minha pica. Senti que o puto enfiava a mão atrás da minha calça em direção ao meu cu. Pensei, esse puto vai querer me comer! Até que a mão dele encontrou o meu cu e senti o dedo dele tentando entrar na minha toba. Isso me deu um tesão da porra. Duas coisas que eu gosto é de cunete no meu rabo e dedo tentando entrar no meu cu. Não vou dizer que sou virgem no cu, mas na maioria das vezes acabo chupando e sendo chupado, ou fodendo um cu de macho, Bem poucas vezes levei no rabo, mas sentia que essa madrugada meu cu seria bem usado. Não deu outra. Depois de mamar muito naquele caralho grosso ele se levantou e falou: abaixa a calça e fica de quatro que vou meter no seu cu! O macho era bem objetivo, com poucas palavras já dizia o que queria. Ajeitei a mesa, colocando o que tinha nela para o lado, fiz o que o macho mandou, baixei meu dorso na mesa, e abri bem minhas pernas. Ele deu umas punhetas na pica, passou cuspe nela e no meu cu. Senti a cobra procurando a entrada, ajudei com minha mão. Coloquei ela bem na portinha. Ele pressionou, senti ela entrando e rasgando meu cu. Tentei levar a mão na barriga dele para tentar barrar a penetração, mas ele, segurou na minha mão com força e disse: não era brincadeira que você queria, então agora aguente. O macho me segurava com força e a danada foi entrando, até que ficou toda atolada no meu cu. Começaram as estocadas, ele quase tirava e depois socava, parecia que ia estourar meu rabo. Mas chegou um momento que a dor se transformou em tesão, ele falava: quer pica? Toma pica!. Bombou pra caralho no meu cu, até que estava chegando no horário da ronda dele, Ele tirou a pica do meu cu, se sentou na cadeira e falou: vem cá e fica de quatro que vou te dar leite na boca. Fiquei e ele numa punheta nervosa, socou, socou até que disse, abre a boca e engole a pica, vou gozar. Obedeci ao macho, senti o leite sendo esguichado na minha garganta, Leite quente e grosso. Mamei até não sair mais porra. Ele ainda parrento, disse: deixa ela limpinha. Nem precisava pedir. Agora nestes dois dias que se seguiram a gente arrumou um esquema sem precisar ser uma rapidinha. Tô curtindo pra caralho levar pica na toba todas as noites.