Pecado em Família — Il parte.

[Após a primeira relação sexual]

Quando saí do quarto dos meus pais, depois de ter feito sexo com papai, tranquei a porta do meu quarto e desabei na cama.

A vergonha ardente subia pelo meu rosto, queimava as orelhas, fazia meu estômago revirar. Eu me olhava no espelho como se fosse outra pessoa: quem era aquela garota de olhos arregalados, com os lábios ainda inchados dos beijos dele? - Meu coração batia tão forte que doía o peito; os pelinhos dos braços estavam arrepiados, como se meu corpo inteiro gritasse o que minha mente tentava calar.

Foi uma mistureba de terror, prazer, e uma tristeza estranha, como se eu tivesse perdido algo inocente dentro de mim para sempre.

Demorei muito para conseguir sair. Quando finalmente fui à cozinha preparar um lanche, porque tinha fome, minhas pernas tremiam. Mamãe veio me ver mais tarde; fingi estudar, mas as letras do livro dançavam na página.

Depois, a Roberta pediu clipes para o trabalho dela da faculdade, e eu respondi com voz rouca, evitando olhar nos olhos dela.

Naquela noite, deitei na cama sentindo o cheiro do papai, ainda na minha pele. Chorei baixinho no travesseiro, dividida entre o desejo de apagar tudo, com a lembrança insistente de como o corpo dele havia se encaixado no meu.
Isso é muito louco, ver meu pai pelado, pior, ele transando comigo, ou eu transando com ele, sei lá. Estou tão confusa, que me perco nas ideias. Minhas mãos estão tremendo ao lembrar, caralho velho.

[O dia seguinte]

Chegar à cozinha e ver papai sentado à mesa, lendo o jornal como em qualquer outro dia, pra mim foi como tomar um soco no estômago. Queria desaparecer da face da terra. Se pudesse cavar um buraco no piso e sumir, juro, eu faria.

Não foi fácil! Meu rosto queimava de tanta vergonha; eu mal conseguia erguer os olhos para ele para os lados.

Ele deu bom-dia com a mesma voz calma de sempre, de todas as manhãs. Ele tomando café na xícara do Palmeiras, com aquela normalidade, isso me enfurecia, e me aliviava ao mesmo tempo — enfurecia, porque parecia que nada tinha mudado para ele; aliviava porque, pelo menos, não estava sendo exposta.

Mamãe estava lá também, pronta para trabalhar. Terminei de comer em silêncio, o estômago embrulhado, não sei como não vomitei.

No elevador, nós três juntos, o ar era denso. Na garagem, entrei no carro dele com o coração perto de sair na garganta, daí fomos embora, e eu tremendo de vergonha.

Dirigindo, o papai era o mesmo de sempre. Eu, bocuda e ansiosa para esclarecer as coisas, não aguentei, o questionei:

— “Pai, precisamos conversar!” — Sobre o quê, Isabel?

A calma dele me irritou tanto que quase chorei de raiva. Falei baixo, voz tremendo:

— “Sobre nós… sobre ontem.”

Ele bufou um pouco, mas parou o carro no posto de gasolina, e perguntou, olhando nos meus olhos pela primeira vez:

— “Você está arrependida?”

Puta merda, meu cérebro travou. Uma onda enorme de vergonha me inundou; baixei a cabeça, sentindo lágrimas nos cantos dos olhos.

Respondi: — “Arrependida? Talvez.”

Mas também não. Eu não sabia nomear o que sentia — era um nó de culpa misturada com saudade do toque dele. Medo de que ele me odiasse por ter gostado, medo de que eu mesma me odiasse.

Conversamos pouquinho; combinamos falar mais à noite, por que meu horário de entrar no colégio estava no limite.

No colégio, na sala de aula, boiei a aula inteira. Minha mente voltava obsessivamente, para a sensação dele dentro de mim, o cheiro da pele dele, o som da respiração pesada. Sentia um vazio no peito e, ao mesmo tempo, um calor proibido entre as pernas. Olhava o relógio a cada minuto, desesperada para voltar para casa.

[A tão esperada conversa com papai]

Papai chegou cedo. Eu estava no MSN, coração acelerado, esperando Roberta sair. Quando sentamos no sofá, a tranquilidade dele me irritava profundamente — como ele conseguia ficar tão calmo? Eu falava sem parar, tentando justificar, acusar, explicar. Ele ouvia. Até que perguntou:

— “Você gostou?”

A pergunta me acertou como um tapa. Senti o rosto queimar; ri de nervoso, inquieta, coração disparado. Queria sumir. Não respondi. Mas por dentro gritava: “sim, gostei. Gostei tanto que me odeio por isso.”

A maturidade dele, a forma como lidava com o tabu sem desmoronar, me fazia sentir pequena, imatura, dependente. Fiz papel de boba. E, no fundo, isso doía mais do que qualquer outra coisa.

[Segunda relação sexual com papai]

O beijo veio de um olhar longo, intenso. Quando ele tocou minha cintura, senti um choque elétrico — desejo puro misturado com medo. A pegada dele ficou mais firme; as palavras, mais quentes.

Quando perguntou; se seria errado transar ali na sala, meu corpo respondeu antes da mente: deitei no sofá sem dizer nada.

O beijo foi voraz. Senti o pau duro dele contra minhas coxas e um arrepio subiu pela espinha. Ele era cuidadoso, atento, diferente de qualquer garoto. Percebeu meu encantamento e me levou para o quarto deles.

— “Você não faz ideia do quanto te quero” — ele sussurrou.

Naquele instante, esqueci que era sua filha. Só existia desejo. Enquanto ele chupava meus peitos, descia beijando minha barriga, lambia minha virilha, eu olhava o teto pensando: “Como algo tão errado pode ser tão bom?” Gemia alto, puxando os cabelos grisalhos dele, perdida entre prazer e culpa.

Quando chegou minha vez de chupá-lo, senti uma mistura de submissão e poder — era eu quem o fazia gemer agora. Quando ele me penetrou, cada estocada era uma confirmação: estávamos quebrando tudo. O orgasmo veio forte, quase doloroso de tão intenso. Depois, deitados, conversamos. Chorei um pouco, aliviada por ele me abraçar sem julgamento. Tomamos banho juntos; o carinho dele me fazia sentir protegida e, ao mesmo tempo, condenada.

[Terceira relação sexual com papai] –

Chovia forte. Transamos no meu quarto. Já era o terceiro dia seguido e eu começava a admitir para mim mesma: estava viciando naquilo. Na sensação de ser desejada por ele, de ser a única que o fazia perder o controle. Chupei ele com vontade; quando ejaculou na minha boca e mandou engolir, senti uma onda de obediência misturada com repulsa e excitação. Engoli um pouco. O sabor salgado ficou na língua por horas, como uma marca.

[Quarta relação com papai] –

No carro, de manhã, rapidinha no banco traseiro. O risco de serem vistos aumentava a adrenalina. Quando gozou no jornal, senti um alívio egoísta — não queria carregar a marca dele na pele o dia inteiro no colégio. Mas, ao mesmo tempo, uma pontada de tristeza por ser “só mais uma transa”. Ele me deu duzentos reais; aceitei sorrindo, mas por dentro sentia um vazio estranho.

[Quinta relação sexual com papai]

Na cozinha, começo de noite. Ele me carregou no colo, beijando como se eu fosse a única mulher no mundo. Debrucei na mesa; a posição exposta me deu vergonha e tesão ao mesmo tempo.

Quando a língua dele tocou meu clitóris, gemi alto, suplicando mais.

Eu disse a ele, e nem acreditei que falei isso:

— ‘Enfia forte! Empurra, meu…’ - As palavras saíam sem filtro.

Quando ele gozou sobre mim, senti uma explosão de prazer e, logo depois, uma ternura imensa invadiu meu ser, meu corpo. Outra vez, não o porquê, disse isso:

— “Sou uma boa filha, não sou?” - Perguntei quase chorando de emoção.

Ele me tirou da mesa, me abraçou forte. Naquele momento, senti que, apesar de tudo, ele me amava — e eu o amava de um jeito torto, proibido, mas real. Tomamos banho juntos. Chorei baixinho no ombro dele, aliviada e destruída ao mesmo tempo.

— As fotos abaixo, são antigas, eu digitalizei, mas não ficam perfeitas. A última foto, é a do sítio.

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Foto 1 do Conto erotico: Pecado em Família — Il parte.

Foto 2 do Conto erotico: Pecado em Família — Il parte.

Foto 3 do Conto erotico: Pecado em Família — Il parte.

Foto 4 do Conto erotico: Pecado em Família — Il parte.


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239652 - Pecado em Família — I parte. - Categoria: Incesto - Votos: 89

Ficha do conto

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Nome do conto:
Pecado em Família — Il parte.

Codigo do conto:
254792

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/02/2026

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