Ooi gente, pra quem não me conhece ou não lembra de mim, eu sou a Paula, tenho 1,70 de altura, sou morena, olhos verdes, com a pele dourada de sol, meus seios são médios, cintura fina, bunda grande e coxas grossas, gosto de me descrever antes de começar o relato pra vcs conseguirem imaginar certinho como eu sou, adoro saber que sou a causa do tesão alheio, e por isso adoro ser uma vagabunda na cama, causar tesão em quem me deixa com tesão. A um tempo atrás vim contei como foi a primeira vez que fui feita de putinha por dois machos incríveis. Dessa vez o relato é um pouco diferente, provavelmente um pouco mais logo, já que a história em si é um pouco mais complexa. Tudo começou quando eu estava na faculdade, ia todo dia de ônibus para a cidade vizinha, já que mesmo tendo carteira morria de medo de dirigir, eventualmente voltava de carona, com algum colega ou até mesmo com um professor que tinha casa na cidade onde eu morava, geralmente quando voltava com outros colegas ou mesmo com o professor haviam mais pessoas junto, então era bem tranquilo, mas teve uma noite, uma noite que acendeu o estopim para dar início a esse relato. Era semana de provas, fiz a minha prova rapidinho, não era nem 20:30 e eu estava liberada, nesta noite encontrei o professor no corredor, e perguntei se ele iria para a minha cidade na quela noite e se teria carona, já que eu não queria esperar até quase 23:00 para ir pra casa, até ai, nada fora do normal, o trajeto não dava nem 30 min de carro, mas eu não esperava que dessa vez estivéssemos só nós dois no carro. Entrei no carro no estacionamento e começamos a conversar, eu sempre fui muito extrovertida, nunca tive muito freio na língua, e já tinha uma certa intimidade com ele, justamente pelas aulas pelas caronas e pelo jeito dele nada muito discreto, na verdade e ele sempre jogou indiretas e deu em cima de qualquer criatura que tivesse o mínimo de pulsação e calor corporal, nada muito fora do esperado, principalmente para um homem bonito, rico, de meia idade, e com uma esposa que não se importava muito com o que ele fazia ou não. Falamos sobre a faculdade, as matérias, a os professores que estavam pra ser demitidos, até porque ele como coordenador do curso tinha as fofocas quentes e medo nenhum de contar, o que falássemos no carro sempre ficou no carro, logo ele me perguntou como andava meu namoro, pois até onde ele sabia eu namorava a 4 anos, foi quando eu comentei que meu namoro tinha acabado, dei uma risada e falei "Ai prof. tomei foi um par de chifres no meio da testa" nós rimos e ele ficou meio sem jeito por ter perguntado, falou "eu não acredito", e ficou quieto por um tempo, provavelmente achou que eu tinha ficado incomodada, pra quebrar o clima eu ri e falei "eu jogo nos dois times, então uma coisa que eu não gosto é falar mal de mulher, mas nem pra ter sido com uma gostosa" nesse momento ele olhou pra mim com um rosto um pouco diferente, mas achei que fosse coisa da minha cabeça. Olhei pra ele, e do banco do carona consegui reparar no momento que o azul dos olhos deles esquentou, e a mandíbula marcada relaxou, pensei "puta que pariu, falei bosta", ele engoliu a saliva e me falou, "serio? sabe uma coisa que eu sempre tive vontade, de assistir duas mulheres, o que vc acha? eu te deixo escolher a garota que vc quiser, e eu prometo que nem encosto em vcs, só quero assistir", eu não esperava por isso, salivei, mas não respondi, me fiz de sonsa, mudamos de assunto, e ele me deixou em casa, mas aquela proposta não saiu da minha cabeça, eu fiquei extremamente curiosa pra saber qual era o tipo de site ou catálogo que ele usava para escolher as garotas dele, e outra, essa minha tara em causar tesão começou a me corroer. Na semana seguinte já estávamos de recesso, e como eu morava em uma das cidades que ele tinha casa, eu fiquei encarregada de pegar com ele um cheque, já que ele tinha prometido pagar outro barril de chopp para a nossa turma, mandei mensagem pra ele para ver quando poderia ir buscar, conversamos um pouco, uma conversa sem nada de mais, só um quebra gelo, ele falou que eu poderia ir buscar o cheque no escritório dele no dia seguinte a qualquer horário da tarde. Pensa em uma noite e numa manhã que que demoraram a passar, quase que eu não durmo. No outro dia, esperei até mais próximo do final da tarde, para garantir que não tivesse movimento nem no escritório, nem na cidade, que por se pequena as 18:00 já estava praticamente morta. Quando cheguei eram quase 18:00 mesmo, a secretária já estava de saída, mas não importava né? eu não iria me demorar... Assim que entrei no escritório fiquei impactada, não com o escritório, era lindo sim, mas com ele, nem parecia o mesmo professor a pesar de ter o mesmo cabelo escuro com fios prateados, os mesmos olhos azuis a mesma boca, e estar com o mesmo tipo de roupa, sempre social, calça e camisa, algo estava estranho, magnificamente diferente, nos cumprimentamos meio que de longe, eu estava desconcertada, e nem sabia com o que, ele me olhou, obviamente percebeu que eu estava sem jeito, não tinha feito nenhuma gracinha nem falado nada hahaha, ele então quebrou o silêncio, "o jantar da turma vai ser amanhã?" então eu voltei a mim e confirmei, ele pegou o talão de cheques (nossa, era muito tempo que eu não via ninguém usar talão de cheques), preencheu e me entregou, eu coloquei no bolso e agradeci, quando fui pra me despedir, bateu uma coragem obscena, não sei de onde veio, e falei "Prof. sobre a proposta de outra noite, fiquei pensando muito" ele logo me interrompeu " espero que não tenha ficado ofendida, não foi a intenção" nisso eu ri e continuei "não, na verdade, fiquei foi com vontade, não paro de pensar nisso", vi os olhos dele esquentarem e a mandíbula soltar, entendi o que significava, ele abriu os primeiros botões da camisa como quem declara o final do expediente, eu reparei nos pelos do peito dele que dava pra ver que estavam aparados (não depilados nem raspados) nessa hora engoli em seco, adoro um homem ursinho, e aqueles quase 2m de altura dele me deixavam sem jeito. Ele se pôs em pé atrás da cadeira do escritório e com um sorriso sínico me pediu para sentar, sentei de frente para o computador, ele se inclinou por cima de mim e abriu uma página de acompanhantes, eu pude sentir o perfume e o calor do corpo dele, e antes que eu pudesse voltar à mim ele disse: "escolhe quem você quiser" eu sorri, e comecei a rolar aquela tela, uma mulher mais gostosa de que a outra, cada uma que eu olhava me deixava mais excitada de que a última, toda aquela situação estava me fazendo queimar por dentro, minha buceta estava pulsando e ardendo de tesão sem encostar em ninguém, foi quando vi Kamy uma ruiva absurdamente linda, nem pisquei, só falei "ela" praticamente babando e rosnando, ele deu uma risadinha e disse "claro, vou ver se ela está livre para hoje a noite e te aviso, pode ser?" "aham" respondi sorrindo, com uma cara de alegria quase infantil, agradeci pelo cheque para o barril e voltei pra casa, como se nada tivesse acontecido. Assim que cheguei em casa tomei um banho "premium" demorado, gostoso, com meus melhores produtos, prestei atenção em cada parte do meu corpo, e nem sequer sabia se iria acontece aquele dia, aquela situação me deixou com tanto tesão que assim que saí do banho me joguei na cama e comecei a me masturbar, quando estava quase gozando meu celular vibra, ansiosa desbloqueei e vi uma mensagem dele "estou passando te buscar" quase gritei, coloquei uma calcinha vermelha que realçava a cor da minha pele, e um vestidinho curto e soltinho, foi só o tempo de eu me vestir e ele já estava na frente de casa, falei pra minha mãe que iria dormir na casa da minha melhor amiga e desci as escadas quase que correndo, quando cheguei na porta de casa, fingi que estava calma e tranquila, saí, ele abriu a porta pra mim e eu entrei no carro, nos cumprimentamos com beijo no rosto, a final ele mesmo tinha dito que não encostaria em mim. Começamos a conversar, uma conversa boba para matar tempo, então ele disse, "vamos para minha outra casa, acho que fica mais discreto e confortável, nessa cidade não tem como manter o sigilo", só de ouvir a palavra SIGILO minha buceta que já estava quente ficou toda molhada, concordei, assim que chegamos deu mais uns 5 minuitos e ela chegou, eu não conseguia tirar os olhos dela, aquele cabelo ruivo, olhos verdes peitos médios, cinturinha fina, bunda pequena mas empinada, tínhamos mais ou menos a mesma altura, ela estava com um vestido vermelho justissimo que fazia ela parecer a mulher mais deliciosa desse mundo, perguntei se ela tinha alguma regra, ela sorriu e disse "não, eu vim pra te fazer feliz" eu não aguentei, não pensei em mais nada, pulei na boca daquela mulher ali mesmo, no meio da sala, e que beijo mais gostoso, quente, molhado ela segurou meus cabelos pertinho da nuca, com a outra mão começamos a alisar uma o corpo da outra mesmo por cima da roupa, eu queria conhecer cada centímetro dela, e não esperei, logo coloquei minha mão por baixo do vestido dela, levantando, deixando sua bunda e sua calcinha de renda expostas ela afastou as pernas um pouco, eu já sabia o que deveria fazer, coloquei a mão por dentro da calcinha dela e comecei a massagear sua buceta com delicadeza, senti molhar quase que instantaneamente, ela colocou as mãos por dentro do meu vestido apalpando meus peitos com força e delicadeza que só uma mulher consegue fazer, começou a brincar com meus piercings com a ponta dos dedos, eu soltei um suspiro, e ela começou a beijar meu pescoço, desceu para meu peito, tirou as alças do meu vestido deixando meus peitos a mostra, sorriu quando viu os brinquedinhos que ela estava usando e começou a sugar, alternando força, delicadeza e mordiscadas, puxava o piercing até me fazer suspirar, nossa como eu estava adorando aquilo, podia sentir que minha calcinha estava encharcada, minhas coxas estavam começando a ficar molhadas também, Kamy continuou o caminho beijando, desceu para minha barriga, e foi tirando meu vestido para baixo, assim que passou pelo meu quadril, ele caiu no chão, antes que eu pudesse pensar em algo ela me empurrou para o sofá que eu nem lembrava que estava lá, cheguei dar um gritinho de susto, ela riu, veio na minha direção olhando como se ela estivesse com sede de mim, eu só tinha olhos para ela, não conseguia enxergar mais nada ao redor, de tanto tesão, tirou minha calcinha, esfregou na cara dela e lambeu, com um sorriso gostoso, jogou minha calcinha para o outro lado, e caiu de boca na minha buceta, ela passava a língua por toda minha buceta como se quisesse me devorar, eu estava adorando aquela sensação e gemendo como uma verdadeira vagabunda na boca de outra vagabunda, ela começou a lamber meu clitóris com quem toma um sorvete, aaaiii que delícia, fico com tesão só de lembrar, chupava e lambia alternando delicadeza e força, que chupada maravilhosa, ela percorreu toda a minha bucetinha, penetrou a língua pra sentir meu gosto, abriu mais minhas pernas e começou a lamber meu cuzinho, ela sabia exatamente o que fazer pra me render, eu gemia alto e revirava os gozei pela primeira vez na boca dela tentando miseravelmente não me contorcer, ela sorriu "então essa vagabunda ta gostando da minha língua é?" eu quase sem forças pra falar respondi "sim, tô adorando" ela riu, voltou a chupar meu grelinho e empurrou de uma vez 2 dedos dentro da minha buceta, eu gritei novamente de tesão, cada estocada que ela dava com os dedos enquanto me chupava me fazia delirar, ela continuou aumentando o ritmo até me fazer gozar novamente, nessa hora ela levantou tirou a própria calcinha, deixando a vista aquela boceta rosa, carnuda e molhada, eu salivei, puxei ela para o sofá e escorreguei para baixo, até que o encaixe fosse perfeito, a minha boca e aquela buceta maravilhosa, comecei a lamber e chupar como se minha vida dependesse disso, sentia ela se contorcer na minha língua, ouvia os gemidos abafados junto com o gosto doce do mel que cada vez inundava mais a minha boca e me deixava com mais vontade ainda, senti ela afastar um pouco mais as pernas e eu pude passar meus dedos por toda aquela bucetinha gostosa que estava enxarcada, quando meus dedos estavam molhados comecei massagear o cuzinho dela, até que me pedisse pra foder ele com os dedos, aaaah como eu adorei ouvir aquilo, "vai empurra esses dedos no meu cuzinho e me come" nessa hora coloquei ela deitada, e comecei a passar a língua e os dedos no cuzinho dela, empurrei os dedos primeiro um a um, de vagar, depois fui aumentando a velocidade até estar fodendo o cuzinho dela com 4 dedos, sem dó, nessa hora ouvi um gemido alto, e lembrei, meu professorzinho estava lá, assistindo tudo, com o pau na mão. "Ta gostando do que está vendo professor?" perguntei sorrindo com a maior cara de vagabunda enquanto meus dedos penetravam Kamy, "estou adorando, sabia que vc era uma putinha, só não imaginava que era tão gostosa", aquilo me derreteu mais ainda, ver aquele homem sentado, sem camisa, com a calça aberta e o pau na mão me deixou com tanto tesão que comecei a chupar a buceta e comer o cuzinho da quela puta com mais vontade ainda, senti ela se gozar toda, então parei subi no sofá, e começamos esfregar nossas bucetas tão molhadas que dava pra ouvir a umidade se espalhando quando esfregávamos, era uma verdadeira delícia. Kamy me colocou de 4, me chupou até me deixar toda molhada e perguntou, nessa hora eu já estava sem controle dos meus próprios pensamentos, agindo por instinto, senti ela metendo um consolo na minha buceta, e gemi alto, ela lambia meu cuzinho e fodia minha buceta com aquele consolo gostoso, foi quando eu disse "Vem professor, chega de olhar, vem comer meu cu" nem vi ele chegando, só senti aquele pau grosso entrar de uma vez no meu rabo enquanto o consolo estava na minha buceta, eu gemia e gritava de dor e tesão, enquanto os dois me fodiam com cada vez mais força, arrebentando meus buracos, a cada estocada eu ouvia os urros do meu professor, e quando eu já estava quase alucinando tesão sinto a boca da Kamy no meu grelo inchado enquanto estocava o consolo na minha buceta, eu comecei a gozar instantaneamente, gozei tanto que fiquei molinha, mas é obvio que essa foda não acabou por ai, a final, fui eu quem pedi pro meu professorzinho me foder né? Aquela puta gostosa me botou ajoelhada no chão, e se ajoelhou do meu lado, e juntas começamos a mamar aquele homem gostoso como se não houvesse amanhã, como é gostoso dividir um pau assim, ele fodia minha boca até me fazer engasgar, e enchia meu rosto de tapas, depois fodia a boca dela do mesmo jeito, que maravilha engasgar e apanhar daquele homem enquanto aquela vagabunda brincava com meus peitos e me masturbava, que gostoso enfiar meus dedos na buceta dela enquanto ela engasgava naquele pau grosso. Aquele homem gostoso me pegou pelos cabelos, me fez fica em pé e me colocou de joelhos no sofá, Kamy veio sorrindo mostrando que realmente era uma verdadeira puta deitou por baixo de mim e abriu as pernas para se fodida enquanto me chupava, e que gostoso era sentir aquela língua passeando pela minha boceta enquanto sentia quele homem me beijando, chupando meus peitos e brincando com meus piercings ao mesmo tempo que alternava entre os buracos daquela gostosa, os gemidos dela eram abafados pela minha boceta na boca dela, e como era gostoso poder ouvir e sentir. Foi então que ele pegou meus cabelos com força e falou no meu ouvido "ainda tem um buraco que eu não entrei" meu deus, aquilo me arrepiou, Kamy sentou no encosto do sofá e ele me colocou de 4, a buceta daquela puta gostosa ficou na minha cara, eu não perdi um segundo, cai de boca era tão gostoso sentir o mel dela na minha língua, então senti o calor da pica dele na entrada da minha bucetinha, esfregando e forçando a entrada com calma pra provocar, bem diferente do momento que entrou no meu cuzinho quase rasgando, dessa vez dava pinceladas e esfregadas, até que de uma só vez enfiou tudo, senti cada centímetro me abrindo, e gritei, um grito de prazer absurdo que foi abafado com aquela buceta doce maravilhosa, esse homem espancava minha bunda enquanto o pau dele espancava meu útero, ouvir os gemidos dos dois ao mesmo tempo estava me deixando maluca, nunca tinha sentido tanto tesão de uma só vez até sentir minha buceta se encher de leite quente então gozei mais uma vez, com a bucetinha cheia e a boca docinha de mel de buceta. Kamy foi embora, e nós fomos deitar, tomamos um banho, deitamos para dormir, mas o tesão não passava, então e eu dei para o meu professorzinho casado mais uma vez antes de ele me levar para casa para voltarmos para a vida normal.
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