Publicado por by: Tuga069
Data: 17/02/2026 07:34:22
PARTE 1 - A ANTECESSORA DE SUZANA
Márcia levou um susto quando o telefone da sua baia tocou. Com uma sensação de pavor enraizada no estômago, ela tirou o fone do gancho.
— Aqui é a Márcia. Sim, Rogério, já vou aí. — O coração dela despencou. Como se estivesse sendo arrastada pra dentro de um campo de prisioneiros, ela se levantou e caminhou com passos duros em direção à porta do escritório do Rogério. Ela conseguia ouvir a voz dele atrás da porta, e abriu sem bater.
Rogério estava sentado na beirada da mesa, falando no telefone. O executivo de cinquenta anos, baixo, magro, meio careca, com aquela barba aparada curta, olhou pra Márcia e acenou pra ela entrar. A mulher de trinta e cinco anos, magra, usando uma blusa de cetim decotada e saia curta, fechou a porta atrás de si e se aproximou de Rogério timidamente. Sem nem pausar a conversa barulhenta ao telefone, Rogério abriu as pernas que ficavam penduradas da mesa e simplesmente apontou pro próprio pau.
Conhecendo a rotina, Márcia ficou entre as pernas de Rogério e abriu o cinto dele. Desabotoou as calças, desceu o fecho, enfiou a mão na cueca dele e puxou pra fora aquele pau que ela conhecia bem demais.
Enquanto Rogério continuava a negociação ao telefone, Márcia segurou o pau dele e masturbou até ficar duro. Rogério passou a mão livre pelos cabelos longos e grossos dela, ruivos cor de morango, uma vez, e então deslizou a palma pelo peito exposto dela, pra dentro da blusa, por cima do sutiã branco de renda. Os dedos dele deslizaram pra dentro do bojo do sutiã, e ele apertou o seio esquerdo pequeno dela.
Quando Rogério soltou o mamilo duro dela e tirou a mão de dentro da blusa, Márcia sabia que era a deixa dela. Ela se ajoelhou no carpete, se inclinou pra frente e colocou os lábios na cabeça do pau do Rogério. Deslizou os lábios pelo pau quente e cheio de veias e chupou num ritmo médio.
Márcia ouviu a porta se abrir, e olhou pra trás de relance. O chefe dela, Gerson, fechou a porta atrás de si e caminhou tranquilamente até a mesa. Ele pareceu ouvir a conversa ao telefone do Rogério por um momento. Depois abriu o próprio cinto casualmente, abriu as calças e deixou a calça social e a cueca caírem até os tornozelos. Depois de umas punhetadas rápidas no próprio pau, Gerson se ajoelhou atrás da Márcia.
Márcia sentiu o ar frio bater na bunda quando Gerson empurrou a saia dela pra cima, expondo a bunda nua, sem calcinha. Ela sentiu ele deslizar o pau morno e roliço pela rachinha da bunda dela algumas vezes, sentiu ele agarrando as bundas expostas dela, e então sentiu os dedos dele abrindo os lábios da buceta dela. A cabeça do pau foi enfiada na buceta dela, que pra humilhação costumeira da Márcia, estava úmida e escorregadia.
Márcia gemeu baixinho quando Gerson meteu o pau fundo na buceta dela, batendo forte na bunda dela e quase fazendo ela perder o equilíbrio. Ela conseguiu se segurar no pau que tinha na boca e continuou chupando enquanto era fodida.
Meu Deus, ela rezou em silêncio. Até quando isso vai continuar? Quantas vezes eu vou ter que voltar pra casa pro meu marido com gosto de pau de outro homem na boca? Com porra de outra pessoa escorrendo da minha buceta? Quantas vezes eu vou ter que inventar desculpas pra não transar com ele antes dele descobrir que eu tô sendo arrombada quase todo dia no trabalho? Ela se lembrou daquela fala do filme O Exorcista: "Sua mãe chupa paus no inferno!" Márcia chupa paus regularmente no que parece o inferno, e ela não queria que os filhos dela descobrissem isso nunca.
— É, o Gerson acabou de chegar. Deixa eu te colocar no alta-voz — Rogério falou pra pessoa do outro lado da linha. Rogério colocou o telefone na mesa, e ele e o Gerson continuaram uma conversa a três pelo alta-voz, enquanto continuavam enchendo os buracos da Márcia com os paus deles. Márcia agora reconhecia a voz no telefone. Era o Alexandre, um cliente importante. Alexandre também já tinha transado com a Márcia várias vezes.
Os três homens terminaram de fechar os negócios enquanto a Márcia cuidava das necessidades físicas deles. — E aí, Rogério, a Márcia ainda tá trabalhando aí? — perguntou o Alexandre.
— Tá, sim — grunhiu o Rogério. — Ela tá aqui agora. Márcia, fala oi pro Alexandre.
Como ordenada, Márcia tirou os lábios do pau do Rogério e disse:
— Oi, Alexandre.
— Ha ha, oi, Márcia — o Alexandre deu uma risadinha. — Bom, dá pra ver que vocês tão ocupados, então vou deixar vocês voltarem pro, hum, trabalho. Falou.
Com o assunto de telefone concluído, Rogério e Gerson trocaram alguns comentários sobre o negócio, e depois ficaram em silêncio, finalmente prestando atenção completa nos esforços da Márcia. Gerson meteu nela com mais força e rapidez, fazendo sons altos de tapas conforme a pelve dele batia na bunda dela.
— Tenho reunião daqui a dez minutos, é bom você caprichar mais na língua aí, Márcia — ordenou o Rogério. Márcia lambeu por cima da cabeça do pau do Rogério como se fosse um sorvete, e passou a língua rapidamente nele. Ela lambeu com a língua descendo por toda a extensão e chegando nos testículos peludos dele. O gemido do Rogério disse a ela que ela tinha feito um bom trabalho.
Márcia voltou a chupar rápido, e o Gerson meteu mais rápido e com mais força. Então veio o próximo momento de vergonha da Márcia. Ela sabia que estava chegando perto de um orgasmo. Ela odiava quando esses dois homens que ela desprezava tanto conseguiam fazer ela gozar, mas ela tinha tentado reprimir os sentimentos antes sem sucesso. Então dessa vez ela deixou o orgasmo dela ir crescendo. Ela gemeu e choramingou, e empurrou a bunda pra trás pra encontrar o pau do Gerson.
— Hmmm, ela vai gozar logo, Rogério, dá pra ver — o Gerson riu.
— Urrg, eu também — grunhiu o homem sentado na mesa.
O Gerson gozou primeiro, esvaziando a porra dele na buceta da Márcia. Isso por sua vez deu início à explosão final do orgasmo trêmulo da Márcia. E enquanto ainda estava se sacudindo naquilo, o Rogério descarregou uma carga de leite na boca da Márcia.
Márcia com destreza engoliu quase toda a porra do Rogério, não querendo que caísse no rosto, na roupa ou no cabelo dela. Quando o Gerson puxou o pau pra fora da buceta dela e se levantou, Márcia se inclinou pra trás e deixou o pau do Rogério escorregar pra fora da boca dela.
Depois de um momento ofegante e tonta, Márcia se levantou, alisou a saia pra baixo e limpou um pouco de porra do queixo com as costas da mão. Rogério e Gerson subiram os fechos, e voltaram direto pra conversa sobre o negócio. Sem uma palavra da Márcia ou um reconhecimento dos dois homens, Márcia saiu silenciosamente da sala, fechou a porta atrás de si e foi em direção ao banheiro pra se limpar, tentando não reparar nos olhares sabidos que vinham na direção dela no corredor.
O ar-condicionado zunia baixinho nas paredes do corredor. Cheirava a café velho e papel de impressora. Lisboa fervia lá fora, mas ali dentro, no décimo terceiro andar daquele prédio comercial perto das Avenidas Novas, Márcia sentia o frio penetrar nos ossos. Ou talvez fosse só a vergonha.
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# SUZANA É PROMOVIDA
Na maior parte, Suzana Fonseca estava empolgada com a nova promoção. Com o marido tendo acabado de voltar ao trabalho depois de um longo período desempregado, o salto grande no salário era uma bênção. E parecia ser uma oportunidade maravilhosa pra jovem de vinte e oito anos formada em letras, que tinha mancado de um emprego administrativo vagabundo pra outro desde a formatura seis anos atrás. Esse novo trabalho de assistente de vendas não era algo pra qual ela tinha sido treinada, mas aparentemente a gerência achou que depois de dois anos na empresa ela conhecia o negócio bem o suficiente. Além disso, o anúncio repentino da antecessora dela, Márcia, de que o marido tinha aceito um emprego em outra cidade deixou o departamento de vendas numa sinuca com tantos contratos pra renovar nas próximas semanas. Disseram a ela que esse era um trabalho de vendas visível e de alta pressão, e ela tinha prometido ser durona e se esforçar extra pra manter contas antigas e conseguir novas.
A desvantagem era que ela nunca foi com a cara do Carlos, o novo chefe dela. O Carlos meio gordinho, meio careca, quarentão, parecia que passava o tempo todo fazendo piadinha e dando em cima das mulheres no escritório. Várias vezes no último ano ele tinha elogiado o cabelo dela, ou a roupa dela, de um jeito que deixava claro que ele olhava pra ela em mais do que um contexto profissional. Na verdade, ele uma vez fez o que ela considerou um comentário ofensivo pra ela, dizendo algo tipo: "Que blusa bonita, Suzana, destaca bem seus peitinhos empinados!" Ela não conseguia tirar aquele comentário dos "peitinhos empinados" da cabeça. E ela tinha medo do chefe do Carlos, o Rogério, um homem baixo, magro e desagradável. O Rogério simplesmente olhava carrancudo pra ela do jeito que fazia com todo mundo, só que ele parecia olhar pro corpo dela um pouco tempo demais às vezes. Suzana sabia que era uma mulher sensível, e sabia que teria que endurecer pra impressionar esses homens.
O primeiro dia da Suzana na nova posição foi relativamente tranquilo. Na maior parte ela organizou a nova baia, estudou algumas brochuras de vendas a pedido do Carlos, e preparou várias apresentações. Foi no segundo dia, por volta do meio da manhã, que o Carlos chamou ela pro escritório dele.
— Hoje à tarde o Cláudio e o Fernando vão vir aqui. Eles representam um dos nossos maiores clientes. Quero que você conheça eles — ordenou o Carlos.
— Claro — reconheceu a Suzana.
— E depois da reunião, quero que você saia pra tomar uns drinks e jantar com a gente. Beleza?
— Ah, tá, acho que sim. — Na verdade a Suzana ficou desapontada por não poder voltar pra casa pro marido dela. Mas ela realmente não tinha nada planejado depois do trabalho, e não queria recusar um pedido desses no segundo dia no emprego.
— Depois você vai trabalhar com eles de vez em quando. Mas hoje só preciso que você seja simpática, não precisa vender pesado, esse é meu trabalho. Só quero que eles conheçam você. Agora, o Cláudio e o Fernando são da velha guarda. São uns velhos babaca e nem aceitaram mulheres na gerência ainda. Caras mão-boba. Então você tem que aguentar eles mesmo se ficarem meio obnóxios.
A Suzana não tinha certeza exatamente do que o Carlos quis dizer com aquilo. — Mão-boba?
O Carlos não elaborou exatamente. — Deixa eu só dizer que não importa o que aconteça, você não pode arriscar ofender esses caras, eles são importantes demais pra empresa. Você tem que aguentar o que eles jogarem em você. Mas não se preocupa. Eles vão amar seus peitinhos empinados.
Aquela expressão de novo! Suzana sentiu o rosto ficando vermelho. Ela instintivamente olhou pra baixo pra blusa branca dela, agarrada firme nos peitos. Os peitos dela nem são tão grandes assim. Eles meio que ficam pra fora num formato de cone no sutiã tamanho B que ela tava usando, mas ela não achava que a blusa era inapropriada pro trabalho. Suzana se ofendeu com o comentário, mas não sabia o que dizer. Outra falha da Suzana que ela tinha consciência era que às vezes ela não falava quando deveria. Ela não teve tempo de reagir verbalmente ao comentário dos "peitinhos empinados", porque o Carlos continuou falando, e voltou aos negócios.
Mas a mente dela vagou. Suzana nem se considerava excessivamente atraente. O rosto dela era bonito, com olhos castanhos grandes e lábios carnudos, mas o nariz não era perfeito. Com um metro e sessenta e cinco ela não era particularmente alta. As pernas eram bonitas mas não particularmente longas. A bunda era mais ou menos, ela achava, e a barriga era lisa, ela tava em boa forma, e o cabelo castanho comprido e liso era cheio. Suzana era confiante na aparência dela, mas não se achava alguém que virasse cabeças. Só uma esposa e funcionária de escritório média, de quase trinta anos.
Quando a conversa terminou, Suzana se levantou pra sair. Ela desejou ter tido algum aviso sobre a reunião e o jantar, porque percebeu que estava vestida meio casual. Junto com a blusa fina, ela usava uma saia estampada casual que ia um pouco acima dos joelhos, e nem estava de meia-calça. — Será que eu devia ir em casa e trocar pra algo um pouco melhor? — ela perguntou pro novo chefe.
O Carlos deu a volta na mesa e colocou o braço em volta dela. — Não, cê tá linda! Só mostra uma perninha pra eles, e vão te amar. — O Carlos deu um apertão na cintura dela, e então abriu a porta do escritório pra ela.
De novo, Suzana ficou desconcertada com o comentário do Carlos sobre a aparência dela, mas de novo ela não sabia o que dizer em resposta. E o braço em volta da cintura dela. É assim que ele ia tratar ela? Talvez ele estivesse testando ela. Será que eu tô realmente preparada pra esse tipo de vendas de vinho e jantar? "Endurece, Suzana", ela disse a si mesma.
A reunião em si incluiu Cláudio, Fernando, Carlos e outro membro do departamento de vendas chamado Tadeu. Suzana foi apresentada ao Cláudio e ao Fernando. Eles eram, de fato, velhos, cada um parecendo grisalho, de óculos, e na casa dos sessenta. O Cláudio era meio gordinho, e careca. A gola da camisa dele era pequena demais pro pescoço dele, e carne pendurava por cima da gola e da gravata. O Fernando era bronzeado, bem vestido, e a cabeça cheia de cabelo parecia ter sido fixada com spray.
Suzana acabou sentando ao lado do Cláudio na mesa de conferência. Exceto por se meter em alguns detalhes de produto, Suzana disse pouco durante a reunião. Os homens se comportaram, com a possível exceção do Cláudio talvez olhando prás pernas da Suzana um pouco demais.
Depois da reunião, o Carlos dirigiu os cinco até o restaurante. De algum jeito o Tadeu acabou no banco da frente, e a Suzana foi sentada entre os dois clientes no banco de trás. Suzana tinha usado uma jaqueta leve pro trabalho, mas deixou pra trás pra não acabar cheirando a cigarro do lounge. Durante o trajeto, tanto o Cláudio quanto o Fernando ocuparam mais que a parte deles do banco de trás do mercedes, pressionando as coxas nelas da Suzana. A saia da Suzana subiu com a fricção constante, expondo mais coxa do que ela gostava. O Cláudio dominou a conversa no banco de trás, mas a Suzana pegou os dois homens mais velhos olhando prás pernas dela. O Carlos queria que ela "mostrasse uma perninha" pra eles. Ela não queria, mas estava.
O quinteto entrou no lounge lotado do restaurante e encontrou uma mesinha pequena com quatro banquetas. Suzana foi sentada de frente pro Carlos e pro Tadeu, e foi flanqueada pelo Cláudio e pelo Fernando, que ambos disseram que preferiam ficar de pé. Carlos e Tadeu rapidamente começaram a falar de trabalho um com o outro, enquanto Fernando e Cláudio viraram a atenção completa pra Suzana, falando alto no bar barulhento, os rostos enrugados a centímetros do dela. Suzana não era uma bebedora pesada — um copo de vinho ocasional geralmente era tudo que ela aguentava, ou talvez uma caipirinha de vez em quando. Mas na insistência do Cláudio e do Fernando, ela se juntou a eles em várias rodadas de doses muito, muito fortes. A primeira deveria ter acalmado os nervos dela, mas os nervos dela ficaram continuamente mais estilhaçados conforme os dois homens mais velhos começaram a dar em cima dela.
A conversa deles começou amigável o suficiente, com muitas perguntas sobre a vida pessoal dela. Mas conforme os drinks continuavam vindo, eles foram de flertes semi-velados pra insinuações grosseiras. Ainda pior era o comportamento "mão-boba" deles. O Cláudio, à esquerda dela, começou com o toque ocasional no braço dela. Então a mão direita dele descansou nas costas da banqueta dela, e então foi colocada na cintura dela. Então a mão esquerda dele acabou tocando o joelho dela. Do lado direito dela, o Fernando pressionava a coxa superior no dela, e ela conseguia sentir o volume do pau dele ocasionalmente pressionando contra ela. A mão esquerda dele ocasionalmente descansava no ombro dela enquanto ele falava com ela, mas os olhos dele na maior parte falavam com o peito dela.
As mãos do Cláudio e do Fernando estavam por toda a Suzana, que estava presa entre os dois homens. A conversa e o toque deles eram incessantes, e a Suzana, consciente do que ela considerava seu dever de "comer e beber com clientes", aguentou. A mão esquerda do Cláudio estava na metade da coxa nua dela por cima da saia, a mão direita do Fernando estava na outra coxa dela, e os dois tinham a outra mão no ombro e na cintura dela.
Finalmente a mesa deles ficou pronta, e foram chamados pro restaurante. Conforme a Suzana escorregou da banqueta do bar, o Fernando galantemente deixou ela andar na frente dele, só que colocou a mão no quadril dela e passou pela bunda dela, dando uma palmadinha rápida.
O restaurante era ainda mais escuro e quase tão barulhento quanto o lounge. Foram levados pra uma mesa redonda de canto, e de algum jeito a Suzana de novo ficou presa sentada entre os dois clientes velhos e grosseiros. Não foi coincidência, parecia. Carlos e Tadeu sentaram um do lado do outro e continuaram a conversa privada deles, com apenas o olhar ocasional do Carlos.
Mais uma rodada de drinks foi trazida, mesmo que a Suzana não tivesse pedido nada. Cada drink parecia ser mais forte que o anterior. Com o estômago vazio, Suzana sabia que estava bem bêbada. Os sentidos estavam entorpecidos e os tempos de reação lentos, mas ela estava agudamente consciente das mãos "mão-boba" que tinham retornado pro corpo dela. O Cláudio ainda estava à esquerda dela, e de novo a mão direita dele estava no quadril dela enquanto ele encarava ela, e a mão esquerda dele estava de novo na coxa dela, dessa vez empurrando a barra da saia pra cima debaixo da mesa. O Fernando, à direita dela, colocou o braço inteiro em volta dela e descansou a mão esquerda no ombro esquerdo dela. A mão direita dele estava na carne nua dela na metade da coxa.
Mantendo um sorriso no rosto, Suzana foi corajosa o suficiente pra deslizar a mão por baixo da mesa, colocar nas duas mãos nas coxas dela, e gentilmente empurrar elas embora. Isso manteve eles afastados por um momento, mas então o Fernando enfiou a mão direita debaixo da axila esquerda da Suzana, alcançando longe o suficiente pra que os dedos dele roçassem a lateral do peito dela por cima da blusa fina e do sutiã. A mão do Cláudio caiu abaixo do quadril da Suzana, dando tapinhas no topo da bundinha dela.
Suzana tentou se mexer pra sair da mão que roçava o peito esquerdo dela, então tentou empurrar embora com a mão direita. Mas enquanto isso, duas mãos acabaram nas coxas dela de novo, empurrando a barra mais pra cima. De novo ela empurrou as mãos pra fora das coxas, mas o Fernando revidou movendo a mão direita pela cintura dela, e agarrando um punhado rápido do peito direito dela. A mão direita do Cláudio trabalhou o caminho por baixo da blusa dela nas costas, e ela sentiu ela vagar pelas costas nuas dela, por cima do sutiã. Era uma batalha, com a Suzana empurrando mãos embora de um lugar, só pra ter outra mão colocada em outro lugar. Suzana olhou pro Carlos pedindo ajuda, mas ele só sorriu pra ela e acenou com a cabeça.
O jantar finalmente foi servido, e todo mundo comeu, mas o Cláudio e o Fernando conseguiram comer com uma mão na mesa e uma em baixo dela, acariciando as coxas nuas dela. A saia dela foi empurrada tão pra cima que uma olhada rápida debaixo da toalha de mesa deu à Suzana um vislumbre rápido do próprio virilha de calcinha branca. Suzana tentou "ser durona" e aguentar as apalpadas, e no estado embriagado dela não conseguia pensar rápido ou reagir o suficiente pra encontrar um jeito inteligente de sair. Conforme as mãos debaixo da mesa continuavam a apertar as coxas internas dela, ela estava resignada a comer com as duas mãos enquanto sentia as mãos se moverem cada vez mais perto da virilha dela. Quando o mindinho do Cláudio roçou a borda da calcinha dela na virilha, Suzana deixou ficar lá tempo demais antes de sutilmente alcançar debaixo da mesa e empurrar embora. Ela tentou manter as pernas pressionadas juntas, mas logo a mão do Cláudio estava de volta pressionando contra a calcinha dela. Dessa vez ela deixou lá, esfregando o monte púbico dela por cima da calcinha de algodão.
Carlos e Tadeu compraram mais rodadas de drinks, comeram devagar, e então pediram sobremesa enquanto o Cláudio e o Fernando terminaram as refeições e retornaram a atenção completa pra apalpar a Suzana. Com olhares sabidos do Carlos, ela não conseguia parar eles. A mão esquerda do Fernando estava de volta em volta debaixo do braço dela, apertando livremente o peito esquerdo dela. A mão do Cláudio incessantemente esfregava a boceta dela. Eventualmente eles mudaram de posição. Agora a mão do Fernando fazia cócegas na calcinha dela por cima da virilha. E a mão esquerda do Cláudio estava debaixo da blusa dela, sentindo a teta esquerda dela por cima do sutiã. Suzana alternadamente tentou parar ele, e então virou do jeito dele pra esconder as apalpadas da equipe do restaurante.
Suzana continuou tentando empurrar as mãos embora sem ser ofensiva, mas as mãos continuavam apalpando e cutucando. Os dedos do Cláudio estavam tentando trabalhar o caminho pra cima por dentro da parte de baixo do sutiã da Suzana. Enquanto a Suzana lutava contra essa tentativa, o Fernando enfiou os dedos pra dentro da calcinha dela, e vagou pelo pelo púbico dela.
Suzana teve um pensamento fugaz do marido dela, do que ele faria se soubesse que a esposa dele estava deixando dois velhos nojentos apalparem ela num restaurante. Ela se sentiu envergonhada, sabendo que nunca poderia contar pra ele sobre isso.
A mão do Cláudio conseguiu alcançar dentro do bojo esquerdo do sutiã dela por baixo, e ele apertou a teta nua dela e o mamilo duro. O Fernando esfregou a boceta dela rapidamente, então enfiou o dedo médio dentro da boceta dela. Suzana percebeu que a boceta dela estava encharcada, e o dedo encontrou bastante lubrificação.
Suzana continuou a resistência e defesas inadequadas até o Fernando encontrar o grelo dela. No minuto que ele tocou, Suzana pulou. E então ela ficou paralisada conforme ele mexia rapidamente com dois dedos.
No começo Suzana achou que era a bebida, mas então ela percebeu que estava tonta porque estava prestes a ter um orgasmo. Ela fechou os olhos e tentou desejar embora, mas isso só piorou. Ela tentou sutilmente descansar a cabeça na mão direita com o cotovelo na mesa. O Tadeu e o Carlos não pareceram notar, mas os outros dois homens estavam olhando direto pra ela conforme os olhos dela reviraram pra cima, ela estremeceu e tremeu, mordeu os lábios, e chegou ao clímax num orgasmo de intensidade moderada.
Suzana se recostou na mesa por um momento. Então, disse: — Com licença, preciso sair — e praticamente empurrou o Fernando pra fora da mesa pra passar por ele.
Suzana caminhou bem cambaleante até o banheiro feminino, jogou a porta aberta, encontrou o único box do banheiro pequeno, e desabou dentro dele. Ela chorou em silêncio, incapaz de se recompor por vários minutos. O cômodo estava praticamente girando por causa do álcool, mas Suzana finalmente pegou um pouco de papel higiênico e começou a limpar a boceta e a virilha da calcinha encharcada. Quando tinha feito um trabalho rápido nelas, ela se levantou, abriu a porta do box, e ficou de pé diante do espelho em cima da bancada da pia. A maquiagem estava uma bagunça. Ela abriu a água na pia, se curvou, e lavou o rosto.
Suzana ouviu a porta do banheiro se abrir. Droga, ela não trancou! Então os olhos dela focaram na figura careca, grisalha, baixa e gordinha do Cláudio. Suzana ofegou e virou em direção a ele. O Cláudio rapidamente se moveu os vários passos em direção à Suzana, empurrou a parte de trás dela contra a bancada da pia, colocou os braços em volta dela, e beijou ela.
Suzana estava em tal estado de choque que não reagiu de jeito nenhum. Ela sentiu as mãos dele rapidamente vagando pelo corpo dela - levantando a blusa dela; erguendo os bojos do sutiã pra expor as duas tetas balançando; os lábios dele chupando o peito direito dela; pressionando a virilha dura dele contra a dela - tudo numa questão de segundos, parecia num nível. Mas também parecia que estava acontecendo em câmera lenta, e apesar da bebedeira a Suzana estava consciente de cada pequeno detalhe, mas de algum jeito parecia mentalmente paralisada e incapaz de reagir.
Suzana colocou as mãos na frente dela e empurrou contra o corpo do Cláudio. O Cláudio não foi dissuadido. Em menos de dez segundos, ele de algum jeito abriu as próprias calças, alcançou debaixo da saia dela, puxou a calcinha pra lado, e antes da Suzana ter qualquer ideia de que estava vindo, o velho meteu o pau inteiro na boceta escorregadia dela.
Ela caiu pra trás, e a bunda dela pousou na beirada da bancada. Ela alcançou pra trás e se segurou, colocando as duas mãos no balcão atrás dela. O Cláudio estava em pé entre as pernas dela, forçando elas bem abertas, comendo ela rapidamente como um cachorro no cio.
Suzana estava paralisada de choque. Ela se mexeu e rebolou um pouco, mas fora isso estava chocada demais pra oferecer qualquer resistência física ou verbal.
Foram talvez só três minutos ou algo assim que ela sentiu uma jorrada na boceta, e soube que o Cláudio tinha gozado dentro da vagina desprotegida dela. Ele diminuiu o ritmo das estocadas, e puxou o pau pra fora de entre as pernas dela. Suzana se deitou pra trás, ofegante, vendo o Cláudio subir as calças e fechar o zíper. Sem uma palavra, ele sorriu pra ela, virou, e saiu do banheiro feminino.
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Próxima parte em breve.