O relato a seguir envolve mais dois primos, Ramon, que nessa época tinha de 28 anos, e o Lucas, que tinha de 22. Minha família e eu havíamos passado o réveillon de 2019 pra 2020 com nossos familiares. Passado o réveillon, no dia 01 de janeiro, meus pais e meus tios iriam sair junto em uma viagem de casais, e como já era normal, eu ficava na casa dos meus tios com meus primos mais velhos, pra não ficar sozinha em casa. Poucos meses atrás, esses mesmo dois primos haviam tirado a virgindade do meu cuzinho como contei em outro conto meu, e à partir dali, havíamos ficado bem mais amigos e bem mais íntimos.
Estávamos os três sozinhos em casa desde então, brincávamos de nos provocar e eu me exibia pra eles o dia todo. Transamos de tarde, e ao chegar do entardecer eu estava só de calcinha pela casa, e ainda cheia de tesão. Conversávamos sobre a vida e experiencias, e eu comentei com eles que gostava muito de ser vistas, que gostava de exibição. Eles disseram já imaginar isso depois do que havia acontecido quando jogamos strip poker, cerca de um ano atrás, e eu não tiver pudor em me exibir pra eles e pra um amigo deles como também contei em outro relato.
Meus primos haviam pedido uma pizza pra jantarmos, e foi então que eles tiveram a ideia de eu ir receber a pizza do jeito que eu estava ali, só de calcinha. Confesso que a ideia me excitou, mas eu disse que tinha medo. Meu primo Ramon disse que não tinha perigo, porque eles estariam comigo. Além do mais, eu não estava na minha casa. O entregador não sabia quem eu era nem onde eu morava. Aos poucos eles acabaram me convencendo que seria divertido. Ouvimos então uma buzina de moto na porta. A pizza havia chegado. Meu primo puxou minha calcinha e colocou o cartão dele pra pagar a pizza dentro dela, e me mandou pegar no portão enquanto os dois iriam ficar na porta da casa me olhando de perto pra não ter perigo. Abri a porta e fui na direção do portão usando só uma calcinha.
Eu encarava o entregador que parecia não saber se olhava pro meu rosto ou pros meus peitos. Abri o portão adorando me exibir pro entregador, peguei a pizza, cirro pra porta de casa e entreguei para meus primos, e então voltei andando lentamente até o portão pra pagar pela pizza. Disse que ia pagar com cartão, e o entregador foi pegar no baú da moto a maquininha. Foi então que eu fiz algo que meus primos não esperavam, baixei minha calcinha até a metade das coxas, revelando minha bucetinha, peguei o cartão na calcinha e o aproximei da maquininha pra pagar. Ainda sem voltar a vestir a calcinha enquanto era observado pelo entregador incrédulo e mudo, tranquei o portão e voltei pra dentro de casa.
Já dentro de casa, terminei de tirar a calcinha e já não me importei em vestir novamente. Fomos comer a pizza na sala, sentados no sofá, dando risada da situação em meio a vários elogios dos dois sobre a minha coragem. No decorrer da conversa, acabei dizendo que adorava me mostrar, mas não o fazia porque era arriscado fazer isso em qualquer lugar sem alguém pra me proteger, e principalmente porque morávamos em uma cidade não muito grande e eu não queria ser reconhecida. Foi então que meu primo mais novo deu a ideia de me exibir em cidades vizinhas, onde não tinha conhecidos. Meu primo mão velho imediatamente teve a ideia de irmos agora mesmo. Ele teve a ideia de irmos pra outra cidade pra brincarmos de me exibir em público.
Ele deu a ideia de irmos para Canoas ou Nova Hamburgo, mas eu me neguei. Eu disse que tinha medo de alguém me conhecer. Ele então perguntou se eu faria se a gente fosse pra mais longe e deu a ideia de sairmos agora mesmo e ir pra praia em Tramandaí. Daria pouco mais de uma hora e meia de viagem, era longe o bastante, e ainda tinha praia. Eu aceitei, mas disse que eles teriam que ficar sempre comigo pra não correr nenhum risco. Eles aceitaram a aventura. Preparamos algumas coisas na mochila, meu primo me disse pra vestir somente um biquini e uma mini saia, e partimos rumo a aventura.
Fomos pelo caminha imaginando locais onde a gente poderia ir pra me exibir, eu estava extremamente excitada com a situação. Foi então que passamos pelo pedágio de Gravataí, e depois de termos passado, meu primo Lucas lembrou que perdemos uma chance, pois eu poderia ter passado pelo pedágio já nua no carro pra me exibir para o cobrador. Eu disse que não. Estava muito perto de São Leopoldo ainda. Rimos da situação, e então o Ramon lembrou que em Santo Antônia da Patrulha, bem mais próximo de Tramandaí, haveria outro pedágio. Ele me deu a ideia de começar a me exibir ali. Eu aceitei.
Meu primo Ramon estava dirigindo e eu estava na frente, no banco do carona, com o Lucas no banco de trás. Quase chegando em Santo Antônio da Patrulha, Ramon em disse pra tirar a roupa. Tirei a mini saia e o soutien, e fique só de calcinha. Ele então disse pra tirar tudinho. hesitei por um segundo, mas pensando melhor, tirei a roupa toda. Chegamos então da cancela pra pagar o pedágio. Meu primo abriu o vidro do carro e eu estava completamente nua no banco do passageiro. Enquanto Ramon pagava o pedágio, o cobrador não se conteve em me olhar espantado. E estava adorando aquilo. Era bom demais de livre assim.
Já chegando em Tramandaí, passamos por um bar na estrada, eles pensaram em descermos, mas estava muito cheio. Andamos mais um pouco e meu primo avistou um boteco de beirada de estrada, pequeno, velho. Ramon diminuiu a velocidade do carro e entramos no acesso para o bar pra entender o ambiente. Era um bar bem pequeno, tinha um homem atrás do balcão e outros dois sentados em uma mesa. Ramon me mandou descer no bar do jeito que eu estava e comprar um refrigerante. Perguntei se eles não iam entrar comigo pra me proteger. Ele disse que estaria no carro, na porta, e disse pra ir naturalmente. Como eles não iriam comigo, eu disse que iria de calcinha. Eles toparam. Abri a porta e desci, estava há uns cinco metros da porta do bar, e imediatamente fui notada pelos três homens no bar e pararam tudo que estavam fazendo pra me olhar. Entrei no bar, fui até a geladeira, peguei um refrigerante de dois litros e levei ao balcão pra pagar, enquanto os caras me olhavam só de calcinha, com meus seios expostos.
Quando me virei pra ir ao balcão, notei do outro lado do bar uma outra mesa com mais dois homens, então eram cinco homens lá ao todo. Imediatamente um deles mexeu comigo. Elogiou meus peitos. Eu agradeci o elogio e fui ao balcão. Paguei pelo refrigerante e quando me virei pra sair, meus primos estavam entrando. Sentaram em uma mesa, me chamaram e pediram três copos ao dono do bar, que veio trazer os copos na mesa. Ramon e Lucas me pediram pra me sentar com eles e abriram o refrigerante. Fiquei lá sentada, exibindo meus peitos, enquanto conversávamos naturalmente. Nem tomamos a garrafa toda o Lucas disse pra irmos pra praia. Ramon topou.
Ramon segurou minha mão e me pediu pra me levantar, e então me puxou pra perto dele que ainda estava sentado. Ele então levou as duas mãos no meu quadril e segurou minha calcinha, e então começou a baixa-la. Naquela hora os homens no bar não paravam de me olhar e fazer “elogios” mais ousados, mesmo com meus primos ao meu lado. Ramon terminou de tirar minha calcinha e saímos rumo ao carro, comigo completamente nua debaixo dos olhares e brincadeirinhas dos caras. Entramos no carro e seguimos rumo a praia.
Chegando na praia, Ramon procurou um lugar onde deixar o carro e eu coloquei meu biquini pra podemos caminhar até lá. Era início de noite já, e seguimos os três do estacionamento até a praia. Passando pelas ruas próximas da praia vestindo um biquini sem nenhum problema, inclusive passando por uma praça onde uns garotos conversavam. Ao chegarmos na praia, e passamos por um quiosque onde algumas pessoas estavam comendo e bebendo. Seguimos rumo a água e paramos pouco antes de chegar lá. Eram uns 30 metros depois do quiosque. As pessoas não estavam muito próximas, mas podiam ver tudo perfeitamente. Meus primos tiraram meu biquini e deixaram novamente nua. Ramon se sentou na areia, me puxou pela cintura e começou a beijar meu bumbum, abrindo levemente pra beijar e lamber suavemente meu cu. Lucas em pé, chupava meus peitos.
Ficamos assim por alguns minutos enquanto as pessoas no quiosque nos observavam até que saímos rumo ao mesmo lugar de onde viemos, passando novamente bem perto do quiosque, só que dessa vez, totalmente nua. Saímos pela rua assim mesmo até que chegamos novamente na mesma praça por onde havíamos passado. Os garotos do outro lado da praça notaram de cara e começaram a olhar pra nós. Nos sentamos os três em um banco da praça de frente para os meninos, há poucos metros deles. Meus primos me colocaram sentada no meio deles e cada um deles puxou uma das minhas pernas para seu colo, me deixando de pernas abertas. Logo cada um deles começou a chupar um dos meus seios enquanto tocavam minha bucetinha.
Eu estava morrendo de tesão, e claro, eles também. Então nos levantamos e fomos pra trás do banco, onde os garotos na praça só podiam nos ver da cintura pra cima, mas ali, começamos a melhor parte da brincadeira. Ramon e colocou com as mãos apoiadas no encosto do banco, abriu minhas pernas e penetrou minha bucetinha. Eu gemia alto e sem pudor, então o Lucas enfiou o pau dele na minha boca enquanto o Ramon me fodia, e depois, eles trocaram as posições. Depois de alguns minutos, me colocaram de joelhos no chão e gozaram no meu rosto. Ramon não me deixou me limpar. Me segurou pela mão e fomos embora para o carro, nua e com o rosto lambuzado. Apesar de ser a noite, ainda haviam algumas poucas pessoas nas ruas que presenciaram nossa caminhada.
Chegando no carro, Lucas pegou no porta luvas do carro um pacote de lenços umedecidos e os eles me limparam todinha. Então saímos finalmente e fomos direto pra estrada, pegando novamente o rumo de casa. Foi minha primeira exibição de verdade, e até hoje, a única tão explicita. Não repetimos isso, mas me lembro com muito tesão da situação.

Você é uma delicia, uma tentação de mulher, queria eu pegar você por uma noite, colocaria uma cinta com um dildo bem grosso e te pegaria forte e sem dó, deixaria você acabada de tanto gozar, depois colocaria uma coleira no seu pescoço e tomaria posse como minha cadela, minha submissa que usaria e abusaria por todas as noites. Domme Camila.