Descrição:
Sou uma mulher de 21 anos, tenho 1,56m, sou branca com cabelo preto, ele é bem grande, indo até a bunda e possui corte estilo franginha. Sou magra, mas com pernas até grossinhas e bunda relativamente grande e bem redondinha. Faço academia desde os 15, mas não sou fibrada ou secona.
Minha mãe é mais alta que eu, 1,72m e tem 38 anos, ela parece muito comigo, mas com cabelo curto e loiro (pintado), ela também é magra e possui pernas grossas e uma bunda maravilhosa, porém, ela cuida somente da alimentação e pratica ciclismo de vez em quando.
Moramos na Suécia desde o fimzinho de 2021, antes morávamos nos EUA. Porém, somos brasileiras e saímos do Brasil em 2013 por conta do emprego da minha mãe, ela se separou do meu pai em 2021 e nosso relacionamento começou em novembro de 2025.
O Fato 1: O dia seguinte ao da nossa primeira transa.
Acordei nua em sua cama, em minha cabeça represei cada cena da noite anterior, eu não conseguia acreditar que eu havia transado com minha mãe. Porém, meu coração se enchia de alegria. Senti a presença de seu corpo ao meu lado, ela ainda estava dormindo. Surpreendentemente eu não sentia ressaca, apesar de ter bebido muito na noite anterior, então eu decide que precisava sair um pouco, colocar minha cabeça em ordem e nada melhor do que correr para me acalmar e fazer minha organização mental. Então, levantei-me com todo cuidado do mundo e fui para o banheiro tomar banho.
Quando fui sair, minha mãe ainda estava dormindo e era mais ou menos 13:00 de um sábado. Era verão na Suécia, estava medindo maior ou menos 17ºC, fui aproveitar o que para esse país é considerado um dia relativamente quente, corri pelas ruas e aproveitei ao máximo a paisagem repleta pela natureza incrível daquele lugar. Mesmo nessa situação, tudo o que eu desejava era voltar o mais rápido possível e pular nua em cima da minha amada. Eu queria fazer ela entender o quão grande era o meu tesão e amor por ela, queria banhar junto com ela novamente, queria beija-la, chupa-la, dedar ela e encostar minha buceta na sua. Mesmo assim, consegui correr a minha meta de 5km para aquele dia e voltei por volta de uma hora e meia depois de ter saído, isso porque eu corro em uma área florestal que há próximo da cidade onde moramos, então eu tenho que ir até lá de carro. Entrei no meu Volvo XC40 que ganhei da minha mãe quando nos mudamos para cá, eu estava completamente suada e ofegante, no estacionamento eu estava completamente isolada, não havia ninguém lá. Eu não resisti, abaixei minhas calças, abri minha blusa de corrida e comecei com a mão esquerda massagear meus seios suados e com a mão direita me siriricar.
O tesão era tão grande que eu nem percebi quando outro carro estacionou a menos de 10 metros do meu, eu gemia alto no banco dianteiro. Um homem branco, por volta dos 40 anos, gordo bateu no vidro motorista. Eu assustei-me bastante, liguei o carro sem nem escutar o que ele dizia, engatei a ré e corri para casa. Como mencionei, cheguei uma hora e meia depois que eu saí de casa, por volta das 14:30. Já dentro do estacionamento do prédio, tentei parar de tremer, o susto foi grande e não havia se passado muito tempo depois do flagra. Recuperei o controle dos meus nervos e subi para o nosso apartamento, no prédio não há escadas, então quando abri a porta eu ainda estava bem suada.
- Oi filha. - disse minha mãe sentada a mesa na cozinha, ela estava com seu macbook aberto e uma xicara de chá quente ao seu lado. Sua entonação era neutra.
- Oi mãe, tudo bem? - eu falei com um sorrisinho de canto de boca.
- Tudo. Desculpa novamente por ontem, eu não sei o que dizer. Eu estava fora de mim, não devia ter feito o que fiz. - ela começou a falar com lagrimas em seus olhos.
Não a deixei terminar, corri para seu rumo e lhe arranquei um beijo a força.
- Cala boca, cala a boca. Eu a amo, você só deu o primeiro passo, mas não precisará dar mais nenhum sozinha. - eu falei com os olhos começando a marejar.
- Filha, você é linda e eu te amo. Mas acho que ultrapassamos um limite que... - ela disse antes de eu a interromper.
- Para! você mudou de ideia depois do que me disse ontem? Você disse que me amava como uma amante, disse que passou meses pensando em mim com outras garotas, disse que me amava. Você disse! eu disse que também amava você, disse que queria aquilo. - falei em desespero, não queria perder o que ganhei no dia anterior.
Ela me encarava com total atenção.
- Sabe, mãe. Você têm razão, ultrapassamos um limite e não há mais volta. - falei fechando seu macbook com força empurrando a mesa que é leve e pequena para longe dela e sentando em seu colo.
A beijei, sentia o calor que meu corpo emitia e seu corpo recebia com total prazer.
- Eu vou banhar, espero que você entre naquele banheiro comigo e repita tudo o que fizemos ontem. Não ouse dar para trás agora. Lembre-se, sou sua filha e SOU a sua puta, certo? - falei levantando e indo direto para o banheiro, mas tirando as roupas pelo caminho.
Eu não queria ter pulado nela suada, mas sou bem cheirosinha e sentia que eu precisava fazer aquilo naquele momento. Quando liguei o chuveiro e olhei para trás, lá estava ela pelada e com os olhos marejados.
- Eu não vou dar para trás agora filha, eu prometo. Serei sua, assim como você é minha. - ela disse me puxando pela cintura.
Seu cheiro era maravilhoso, já havia tomado banho e passado seu melhor perfume. Me senti manipulada novamente, mas eu estava gostando disso. Não me importava em ser submissa àquela mulher, ela é inteligente, linda, cheirosa, gostosa e esperta.
Ela me virou e continuou me abraçando agora por trás enquanto o chuveiro nos molhava. Pedimos para a Alexa (aquela caixinha de som o sistema de inteligência artificial da amazon) colocar uma música romântica, a música era "Thinking Out Loud" do cantor Ed Sheeran. Ela me ensaboava e passava as suas mãos por todo o meu corpo, enquanto balançávamos em um ritmo dançante em baixo da água. Eu já estava totalmente limpa quando ela sugeriu irmos para a cama, não hesitei nenhum segundo. A música já havia mudado umas três vezes, o que denunciava o quanto namoramos no banho.
Na cama eu já me deite me ajeitando com as pernas abertas e a encarando com a mão em minha buceta, ela sorriu e foi se encaixando para me chupar.
- Olha só que putinha safada, é uma deliciosa essa menina safada. - Disse antes de lamber a minha buceta, me encarando com uma cara de predadora sem igual.
- Me chupa mamãe, chupa a buceta da sua filhinha. - falei com os dentes cerrados fazendo uma cara de vagabunda.
Particularmente, minha buceta é linda. Ela é branquinha e rosinha, totalmente sem pelos, parece com a da minha mãe, mas a minha é bem menorzinha, talvez até um pouco apertada. Foi nela que minha mãe meteu sua língua, foi fundo, foi por toda a sua extensão, mas no clitóris ela caprichou, lambendo, dedando e chupando. Senti liberdade de gemer mais alto do que na noite anterior, mas não tão alto quanto minha mãe havia gemido. Sou bem tímida e introspectiva. Mas, senti liberdade até para xingar em um tom alto.
- "Ain" vagabunda, mete em mim caralho. - falei já sem aguentar o tesão.
- Cuidado com que você pede filha, eu posso começar e não parar. - disse ela enquanto me dedava e sorria.
- Não para, não para amor, vai porra. - eu falava sem parar.
- Gaza filha, goza na boca da sua mãe, me dê esse seu melzinho. - ela falava e logo em seguida metia a boca em minha buceta.
Vibrei com o orgasmo delicioso que minha mãe me proporcionou, mas logo recuperei a consciência e a puxei para cima. Beijei sua boca que agora tinha um pouco do gosto da minha buceta, a virei para eu ficar por cima, desci seu corpo beijando seu pescoço, chupando seus peitos, lambendo seu abdômen e em fim chegando em sua buceta, onde cheirei-a com força e como uma fanática a chupei em total delírio.
Dessa vez, ela demorou mais para gozar do que na noite anterior, o que maravilhoso já que o gosto de sua buceta é o meu favorito. Depois que ela gozou, eu dei um último beijo em sua buceta, subi seu corpo, beijei minha amada com um beijo molhado e de língua e me deitei em seu peito. Passamos a tarde inteira juntas, assistimos séries e fizemos janta juntas, jantando a luz de velas em nosso apartamento. Fomos nos deitar, e nos declaramos mais uma vez uma para a outra, por fim, dormindo nuas e de conchinha novamente, sendo eu a concha menor e ela a maior.
O Fato 2: O pedido de namoro.
Eu tenho uma amiga sueca chamada Majken, ela é estilo Tomboy, cabelo curto e loiros, olhos azuis, magra e definida, possuindo algumas tatuagens, incluído uma próximo ao joelho esquerdo que diz "don't eat animals, eat pussies" (acho que não preciso dizer que ela é lésbica, né? -risos-). Ela sabe que eu tenho um relacionamento com minha mãe, quando contei a ela, a Majken não conseguia fechar a bocar, ria de vez em quando e pediu cada detalhe. Alguns dias se passaram desde que comecei a me relacionar com minha mãe e que eu havia contado a Majken. Ela junto a um outro amigo que eu também havia contado sobre meu relacionamento, chamado Harald, me ajudaram a preparar todos os preparativos que eu havia planejado para o pedido. Ele é bem bonito, bem magro, mais ou menos 1,90, cabelos negros e bem curtinho, ele têm aquela carinha de nerd bonito de filme, porém, é extremamente extrovertido e caloroso (parece com nós brasileiros, para um sueco ele é bem caloroso).
Eles foram buscar tudo o que eu pedi, me ajudaram a arrumar o apartamento e a reservar o restaurante que eu queria levar minha mãe. O restaurante escolhido foi o Bhoga (sem gracinha com o nome, lembre-se que é sueco), ele fica na cidade de Göteborg (Gothenburg) onde moramos. A ideia era o seguinte, nosso apartamento têm aquelas trancas eletrônicas, ou seja, consigo destrancar ela com meu celular. Enquanto eu e minha mãe jantávamos, eu destrancaria a porta para a Majken e o Harald para eles entrarem com a decoração, eles jogariam pétalas e tulipas pelo apartamento, colocariam um buque enorme na mesa, no quarto eles trocariam os cobertores, edredons, fronhas e as demais coisas para algumas que comprei de cetim vermelho. Além disso, pregariam um balão em formato de coração enorme acima da cabeceira da cama, também colocariam chocolate (Berzelii Choklad) na mesinha de cabeceira de cama. Tudo saiu bem carinho, mas eu paguei com todo prazer, eu trabalho como videomaker e fotografa, nunca gostei de depender de ninguém, mesmo minha mãe falando que eu não precisava e tinha que focar nos estudos.
A janta foi maravilhosa, foi incrível, não consigo descrever com exatidão. Ela sentou-se na minha frente, falamos dos EUA e o que faríamos quando voltássemos, falamos sobre nós, sobre como estávamos indo bem juntas, do restaurante, da comida, do trabalho dela e planejamos acampar no final de semana seguinte em um airbnb que ela havia reservado. Depois disso, fomos para a nossa casa, ela havia bebido um pouco de vinho, eu não pois estava dirigindo. Subimos as escadas do apartamento abraçados e rindo muito, a noite estava bem fria. Quando ela abriu a porta, parou e me olhou, depois voltou a encarar o apartamento.
- Não, eu não acredito que você fez isso. - ela disse séria.
Neste momento eu gelei, quase comecei a chorar por pensar que ela estava com raiva.
- Que foi mãe? Não gostou? Eu pensei que podia te pedir em namoro considerando tudo o que estamos vivendo. - nessa hora eu já estava com voz de choro.
Ela me olhou chorando.
- Amor, eu reservei o airbnb na montanha, reservei todo o fim de semana para isso também. Eu ia te pedir em namoro na montanha. Eu te amo muito e estou chocada com tudo o que você fez por mim, não deixou nem eu pagar a conta do restaurante - ela disse em lagrimas e chorando, continuou - eu devia ter desconfiado, ficou maravilhoso, incrível.
Eu soltei um riso de alívio, ela me agarrou e beijou. Segurou minha mão e me levou pela casa até o quarto, enquanto passávamos pelos cômodos ela elogiava cada detalhe, notou tudo, valorizou cada coisinha, me senti tão amada (eu estou chorando enquanto conto a você). Bom, deitamos na cama, ela tirou a minha roupa com delicadeza, em todo momento me chamava de amor, amada, linda e cheirosa. Fizemos amor, não uma foda como estávamos acostumadas a fazer, foi amor.
Eu a amo, ela me ama. Isso vale mais do que qualquer coisa neste mundo, e é isso que importa no fim.
Recado final:
Se você leu até aqui, agradeço muito. Comente, por favor, amo ler o que vocês têm a dizer. Um grande abraço a vocês.
redutodoscontadores