O dia que minha mãe me punhetou

Meu nome é Jorge, tenho 19 anos e isso aconteceu exatamente ano passado. Sempre fui filho único e meu pai morreu quando eu tinha 17 anos. Minha mãe e ele nunca foram o casal perfeito, pois minha mãe me disse que a vida casada com ele era difícil, pois ele era muito controlador e a privou de fazer muitas coisas. Por conta disso, ela até que conseguiu passar pelo luto meio rápido e agora que estava livre do meu pai, começou a fazer acadêmia e virou outra mulher práticamente. Ficou mais confiante, mais alegre com a vida e é claro, ficou bem mais gostosa do que ela já era. Não vou mentir, eu já tinha vontade de comer ela desde os meus 15 anos de idade, mas só foi rolar algo mesmo ano passado.

Tudo começou numa manhã. Minha mãe costuma acordar bem mais cedo que eu para sair fazer corrida e ir para a acadêmia, por isso quando acordo, ela costuma não estar em casa. Eu tinha acordado e como sempre, ela não estava em casa. Eu tomei meu café da manhã e então resolvi ir tomar um banho pra começar o dia. Eu estava lá debaixo do chuveiro, esfregando a cabeça quando comecei a imaginar a minha mãe pelada, logo, aquela vontade de bater uma punheta começou a crescer, junto com meu pau que já estava duro. Então eu comecei a bater uma punheta ali mesmo, debaixo do chuveiro, imaginando eu pegando minha mãe de jeito dentro daquele banheiro. Enquanto eu punhetava o meu pau, ficava gemendo o nome dela, falando coisas do tipo "Isso mãe, rebola essa raba gostosa pra mim!" e quando senti que estava prestes a gozar, derrepente a porta do banheiro se abriu e quando abri os olhos, lá estava a minha mãe, com os olhos arregalados. Eu congelei na hora, fiquei encarando ela e ela me encarando. Logo eu percebi que ela deu uma boa olhada no meu pau duro, mas antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela fechou a porta do banheiro.

Quando eu terminei o banho e sai do banheiro, ela estava sentada no sofá da sala me esperando. Eu sentei do lado dela e ela já começou falando
"Desculpa filho, eu deveria ter batido antes de entrar no banheiro..." Ela parecia bem envergonhada

"Não tem problema mãe, eu que deveria ter trancado a porta." Eu respondi enquanto tentavamos evitar de olhar um pro outro

"Tá, vamos só esquecer que isso aconteceu, tá bom?" Ela respondeu, tentando se forçar a olhar pra mim

Eu só ascenei com a cabeça, mas não parava de pensar no jeito que ela olhou pro meu pau. Então ela se levantou, dizendo que ia tomar um banho támbem já que estava toda suada da acadêmia e então foi pro quarto dela pegar roupas novas. Eu levantei do sofá e fui pra cozinha beber água, mas não conseguia parar de pensar noque tinha acontecido. Daquele dia em diante, minha vontade de comer minha mãe só foi aumentando e toda vez que eu batia uma, era pensando nela, até que decidi que eu ia comer minha própria mãe. Comecei a andar pela casa com umas calça e uns shorts mais apertados, justamente pra deixar minha rola marcada pra minha mãe ver, as vezes até andava de pau duro. Ela sempre dava aquelas olhadas rapida, meio envergonhadas e as vezes até falava pra eu vestir alguma calça mais larga, ou pra parar de andar de barraca armada, mas com o tempo ela foi se acostumando com aquilo, foi ficando mais confortável de olhar. Fui fazendo isso por umas 2 a 3 semanas e quando senti que estava pronto, decidi dar um grande passo.

Era noite quando eu fui pro quarto da minha mãe com um plano em mente. Chegando lá eu vi ela deitada na cama, mexendo no celular. Apesar de ser denoite, a casa estava bem abafada aquele dia, por isso ela estava usando uma regata e um shorts de acadêmia bem abertado, dava até pra ver a marca da calcinha dela debaixo do tecido. Já fiquei doido ali, mas me contive e me aproximei dela daquele jeito de quem não quer nada. Me sentei ao lado dela falando*
"Oi mãe, tá fazendo oque?"

"Nada, só mexendo no instagram." Ela falou enquanto rolava pelo feed do Instagram.

"Ata... ei mãe, eu queria conversar sobre uma coisa com você..." Falei meio quieto, olhando pras minhas próprias mãos

"Que que foi Jorge? Aconteceu alguma coisa?" Ela perguntou já meio preocupada, colocando o celular no chão do canto da cama

"Não é nada demais mãe, é só que... sei lá, ando sentindo umas coisas... desde aquele dia."

Ela ficou me olhando meio confusa e perguntou "Que dia?"

"Cê sabe que dia mãe... aquele dia do banheiro..." Quando falei aquilo, ela arregalou os olhos levemente, se lembrando na hora

"Ah... aquele dia... que que tem aquele dia? O que você anda sentindo?" Ela perguntou meio sem jeito, olhando pro lado

"É que naquele dia... eu tava me masturbando..." Falei com um pouco de vergonha de admitir aquilo "Só que... eu tava pensando em você naquele dia."

Ela deu outra arregalada de olhos, quase caindo de lado quando ouviu oque eu disse. As bochechas dela ficaram vermelhas na hora e ela disse "J-Jorge, credo! Eu sou sua mãe! Eu te vi crescer!"

"E-Eu sei, tá bom! Eu sei que é errado... mas, é o que eu sinto mãe! E não pense que eu não percebi o jeito que você olhou pro meu pinto aquele dia! E aquele seu olhar que me deixou ainda mais atiçado!" Eu falei enquanto apertava as mãos de forma nervosa em cima da calça.

Ela abriu a boca como se fosse falar algo, mas então fechou e olhou pro lado com uma expressão meio pensativa. Então falou "O-Olha filho... eu estaria mentindo se eu nega-se, mas sim... eu fiquei encarando seu pinto naquele dia..." ela admitiu com um tom meio baixo, mas então olhou pra mim falando "Mas você támbem começou a usar essas suas calças apertadas e começou a andar de pau duro pela casa só pra me atiçar támbem!"

Eu respirei fundo e falei* "E-Eu sei mãe... Mas é que... eu queria que você olhasse mais, entende? Queria que você me deseja-se igual eu te desejo..." Então eu levei uma mão de forma meio hesitante até a coxa dela, passando a mão bem de leve na pele da coxa dela

Ela pareceu querer afastar minha mão, mas não afastou. Invéz disso ficou olhando eu passar a mão na coxa dela e ficou pensando por uns segundos antes de falar "Jorge... a mãe te ama, tá bom? Mas isso... isso é errado. Uma mãe e um filho não deveriam... fazer essas coisas."

Eu mesmo fiquei pensando noque ela disse, mas dai falei "Então... por que eu sinto esse tesão todo por você?"

Ela olhou pra mim e ficamos nos encarando por alguns segundos, o rosto dela ficou ainda mais vermelho e então ela disse "Olha filho... isso que você sente é passageiro. Espera só você encontrar uma garota da sua idade que você realmente goste e você vai ver que essa vontade vai sumir..."

Eu balançei a cabeça em negação, falando "Não mãe, não quero outra mulher... eu quero você. Por favor mãe... só... só toca nele pelo menos. me ajuda a aliviar esse tesão do caralho que eu to sentindo..." com isso eu peguei a mão dela e levei até minhas calças. Ela arregalou os olhos mais uma vez quando sentiu meu pau duro por debaixo das calças, mas dai ela retirou a mão rápido, falando

"J-Jorge! P-Para! I-Isso é errado!" Mas eu continuei segurando a mão dela, encarando no fundo dos olhos dela enquanto pedia "Por favor mãe... só uma punhetinha pelo menos." Ela desviou o olhar, pensando antes de olhar pra minha virilha denovo e suspirar "Tá... só uma punheta, tá bom?" com isso ela mesma voltou a apertar e acariciar o meu pau por cima das calças, me deixando ainda mais duro.

Eu só deitei as costas contra a parede atrás de mim, relaxando os músculos e deixando ela me tocar. A sensação era incrível e por dentro eu estava gritando de felicidade "MINHA MÃE VAI FINALMENTE ME PUNHETAR!". Então eu movi as mãos e abaixei as calças junto com a cueca até as coxas, botando o meu pau pra fora. Minha mãe ficou encarando ele duro com aquele mesmo olhar do dia do banheiro. Ela afastou a mão um pouco mas então agarrou ele firme e começou a bombear ele pra cima e pra baixo devagar, me deixando maluco de tesão. Eu gemia de leve enquanto ela me punhetava. Ela olhou pro meu rosto e falou "Tá... gostoso?" eu abri os olhos um pouco e falei entre suspiros e gemidos de tesão "Tá muito gostoso mãe... cê não faz ideia do quanto eu tava querendo isso..." ela ficou em silencio, mas senti ela dar mais uma apertada no meu pau e acelerar as punhetadas.

Chegou num ponto que eu não me aguentei mais e peguei num dos peitos dela por cima da regata dela, senti o biquinho da teta dela endurecer sob minha palma, já que ela estava sem sutiã. Apesar disso, ela não me impediu, só respirou fundo e continuou me punhetando. Então ela levantou a mãe livre dela e puxou a regata pra baixo, colocando o peito pra fora pra eu apertar "Aqui, pra você gozar mais rápido..." Ela falou enquanto encarava meu pau pulsando na mão dela. Eu fiquei ali, massageando e apertando a teta dela enquanto ela me punhetava, dando umas pausas pra cuspir na mão e então voltando a punhetar.

Quando senti que eu ia gozar, falei meio ofegante* "M-Mãe, t-tá vindo! E-Eu vou gozar!" Ela deu uma apertada no meu pau e falou "G-Goza na minha mão! N-Não vai sujar minhas cobertas com porra!" então com um grunido alto, comecei a esporrar na mão dela. Ela franziu a testa levemente, mas ficou observando o gozo escorrer pelos dedos dela. Quando terminou, ela soltou meu pau e levantou a mão pra fora da cama, falando "P-Pronto! T-Tá feliz agora?! Fiz isso só dessa vez, ta me ouvindo?!"

Com isso ela se levantou e saiu do quarto pra ir lavar a mão. Eu fiquei ali na cama com o pau agora mole entre as pernas, satisfeito... mas ainda com aquela vontade de meter nela. Pórem eu sábia que aquilo foi só o primeiro passo no longo caminho pra eu conseguir enfiar a rola na buceta dela. Naquela noite me diante, ela ficou uma semana inteira sem olhar ou falar muito comigo, mas dai voltamos a nos falar normalmente. Já fazem uns 4 meses desde que isso aconteceu, e a algumas semanas atrás, até convenci ela a me deixar tomar banho com ela. Agora ela não se importa muito em ver meu pau duro, ela até troca de roupas na minha frente as vezes. Pouco a pouco, to conseguindo tornar nossa relação mais sexual e minha próxima meta é fazer com que ela chupe o meu pau e quando eu conseguir, eu venho contar a experiencia.

Enfim, por enquanto é só isso. To levando ela no papo pouco a pouco, as vezes rola uma mão aqui e ali e a cada dia que se passa, fico cada vez mais perto de conseguir comer ela. Obrigado por ter lido meu relato até aqui e vou tentar manter as coisas atualizadas por aqui.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico elfino21

Nome do conto:
O dia que minha mãe me punhetou

Codigo do conto:
255060

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
19/02/2026

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