Ano passado, num belo dia qualquer, acordei sem imaginar nada. Falei com minha mãe, e ela me convidou pra ser o convidado dela na confraternização de São João da escola onde trabalha. Por que não?, pensei. Aceitei na hora. Como era à noite, dei uma batida no gilette no box – tirei todos os pelinhos do rabicó, deixando tudo lisinho e sedoso. Não era pra nada específico, só pra curtir as bebidas e a banda de forró. Até porque não gosto de pelos no corpo. Fiquei toda lisinha e sedoso, mas não pretendia nada, era apenas pra tomar todas e curti a banda de forró que foi contratada.
Chegando a noite, fui tomar meu outro banho, taquei meu hidrante favorito no corpo, me perfumei e coloquei aquela camisa xadrez como padrão e partimos logo em seguida para o evento. Chegando lá, conheci os colegas de trabalho da minha mãe e matei a saudades com quem eu já conhecia antes. O que me chamou atenção foi um rapaz que estava acompanhado de outro cara, ele é o marido do colega de trabalho de minha mãe. Alto, por volta de uns 1.90m, corpo musculoso, sorriso lindo e um jeitinho de favelado(amo), ficamos nos olhando apenas, mas nada aconteceu. Assim que a banda começou a tocar, chegou um casal, o rapaz vou chama-lo de Rafael **(nome fictício)** para não manchar a reputação do querido. Ele é casado, alto deve ter uns 1.80 de altura por aí, gordinho e braços fortes, moreno, olhos castanhos e pouco cabelo. Eu trabalhei com ele antigamente numa Usina aqui da minha cidade, eu era jovem aprendiz e ele aparecia quase sempre no setor onde eu trabalhava para fofocar com uns colegas de trabalho. Eu não gostava dele, porque ele sempre apresentou falas homofóbicas e afins. Assim que ele chegou, eu mesmo já revirei logo o olho e dizendo: só que me faltava, estragou o rolê. Sentou-se com sua esposa e depois de uns 10 min ele falou comigo, e perguntou como estava a minha vida e tal, fui objetivo e cortei logo. Não gosto de dar palco pra palhaço.
Nisso, eu fui bebendo e bebendo, tomei TODAS. Umas cervejas pra cá, umas doses de cana pra lá. Quem é novinho acha que pode tudo. Até chegou num momento que tive que evitar para não ocorrer algo ruim, até porque estava como convidado. E quando eu bebo, eu fico safada. Dar uma vontade louca de cavalgar na pica e só parar com leitinho na boca. Quando a festa acabou, por volta da meia noite, uma colega da minha mãe Jéssica **(nome fictício) me chamou para o after que ia ter, só que mainha não queria ir pois não estava se sentido bem, e eu queria muito ir, porque pra mim o rolê só começa depois da meia noite kkk. Quando vi, mainha não tinha deixado porque era perigoso eu ir com a Jéssica pois não confiava, mas eu falei que ia ser super de boa até porque eu sabia com quem eu estava andando e até então, ela liberou. Mas o que eu não sabia, era que o Rafael e a mulher dele ia também. E depois que a bebida bate, todo mundo vira amigo, não existe mais inimigo.
Deixei minha mãe em casa, e eles foram me buscar no carro e seguimos estrada para achar um bar aberto (quem mora em interior, as coisas fecham cedo), e encontramos um na beira de estrada que deixaram por um milagre. Chegamos, pedimos uma breja, que não pode faltar e seguimos conversando. Conversamos sobre música, cantamos, dancei com a dona do bar foi bem engraçado. Até então estava tudo de boa, até sentir uma vontade louca de mamar e queria muito pegar justamente o Rafael, mas ele nunca deu indícios de nada para mim. O que é perigoso, é gostoso. Meu coração estava acelerado, mas ao mesmo tempo eu queria muito. E foi aí que a bebida e a coragem se unem. Eu olhei para ele, e ele retornou e eu simplesmente fiz um gesto de mamar com a boca, eu tinha verificado antes se alguém estava prestando atenção em mim mesmo antes do gesto, e foi ai que lancei, e ele simplesmente se levantou e disse a esposa que iria no banheiro. Eu fiquei tão chocado, que eu demorei uns 2 minutos para saber se era isso mesmo que estava para acontecer.
Me levantei e fui ao banheiro. A lâmpada do banheiro estava queimada, mas dava para ver por alguns vestígios de luzes do lado de fora e ele estava com a pica pra fora. Como estava meio escuro, eu só ajoelhei e pus a mão para cheirar a cabecinha e dar aquela lambidinha na cabecinha. Chupei a cabecinha e fui aos pouquinhos botando tudo pra dentro, ele não tinha uma pica grande (decepcionada), mas eu estava doido pra mamar. Coloquei ela todinha dentro da minha garganta e ele ia quase caindo quando botei toda na boca, se segurando nas parede enquanto eu batia uma e chupava as bolonas dele (amo homens dos ovos grandes), retornei e comecei a engolir e sugar a cabecinha várias vezes. Esse homem ele gemia, e eu louca pra dar meu cuzinho para aquele pedaço de macho escroto. Foi quando eu levantei, e pedi para ele comer meu cuzinho, abaixei minhas calças e peguei no pau dele fiquei esfregando a pica entre minhas pernas.
Ele falou no meu ouvido pedindo para eu sair de lá, pois a mulher dele ia aparecer qualquer hora, e eu me retirei e entrei logo na outra cabine, num deu 1 minuto, e ela apareceu. Eu sair ajeitando a calça, como se estivesse acabado de fazer xixi e fui me sentar na cadeira. E eles ficaram brigando no banheiro, só sei que essa mulher era ciumenta pacas.
Eu sentei na cadeira desnorteado ainda do que tinha acontecido, e fiquei conversando com a galera. Eles demoraram um pouquinho, e se sentaram. Tivemos muitas trocas de olhares, mas não rolou mais nada. No fim pagamos a conta, e não dei para ele. E mais nada aconteceu. Fui para minha casa, e eu fiquei em choque por 1 mês pelo que tinha acontecido.
Se tiver dois likes, eu conto da vez que fiquei com meu padrinho pela primeira vez. E me diz o que posso melhorar nos contos para vocês.
Até logo.
aMIGA, GOSTEI DO SEU CONTO, GOSTEI QUE VC É CORAJOSA E FICA SEDUZINDO OS MACHOS, eU SOU TIMIDA. BJINHOS
daddyissues