A bebida não mata, ela humilha

"A bebida não mata, ela humilha", vocês já ouviram demais esse ditado popular. Antes de revelar uma das minhas grandes coragens, quero que me conheçam primeiro: sou um rapaz magrinho e definido, olhos pretos penetrantes, cabelos negros bagunçados, pardo com uma raba branquinha e um cuzinho rosa que pisca só de imaginar putaria. Alto, uns 1,77m, e viciado em preliminares que me deixam louco, babando de tesão.

       Ano passado, num belo dia qualquer, acordei sem imaginar nada. Falei com minha mãe, e ela me convidou pra ser o convidado dela na confraternização de São João da escola onde trabalha. Por que não?, pensei. Aceitei na hora. Como era à noite, dei uma batida no gilette no box – tirei todos os pelinhos do rabicó, deixando tudo lisinho e sedoso. Não era pra nada específico, só pra curtir as bebidas e a banda de forró. Até porque não gosto de pelos no corpo. Fiquei toda lisinha e sedoso, mas não pretendia nada, era apenas pra tomar todas e curti a banda de forró que foi contratada.

Chegando a noite, fui tomar meu outro banho, taquei meu hidrante favorito no corpo, me perfumei e coloquei aquela camisa xadrez como padrão e partimos logo em seguida para o evento. Chegando lá, conheci os colegas de trabalho da minha mãe e matei a saudades com quem eu já conhecia antes. O que me chamou atenção foi um rapaz que estava acompanhado de outro cara, ele é o marido do colega de trabalho de minha mãe. Alto, por volta de uns 1.90m, corpo musculoso, sorriso lindo e um jeitinho de favelado(amo), ficamos nos olhando apenas, mas nada aconteceu. Assim que a banda começou a tocar, chegou um casal, o rapaz vou chama-lo de Rafael **(nome fictício)** para não manchar a reputação do querido. Ele é casado, alto deve ter uns 1.80 de altura por aí, gordinho e braços fortes, moreno, olhos castanhos e pouco cabelo. Eu trabalhei com ele antigamente numa Usina aqui da minha cidade, eu era jovem aprendiz e ele aparecia quase sempre no setor onde eu trabalhava para fofocar com uns colegas de trabalho. Eu não gostava dele, porque ele sempre apresentou falas homofóbicas e afins. Assim que ele chegou, eu mesmo já revirei logo o olho e dizendo: só que me faltava, estragou o rolê. Sentou-se com sua esposa e depois de uns 10 min ele falou comigo, e perguntou como estava a minha vida e tal, fui objetivo e cortei logo. Não gosto de dar palco pra palhaço.

Nisso, eu fui bebendo e bebendo, tomei TODAS. Umas cervejas pra cá, umas doses de cana pra lá. Quem é novinho acha que pode tudo. Até chegou num momento que tive que evitar para não ocorrer algo ruim, até porque estava como convidado. E quando eu bebo, eu fico safada. Dar uma vontade louca de cavalgar na pica e só parar com leitinho na boca. Quando a festa acabou, por volta da meia noite, uma colega da minha mãe Jéssica **(nome fictício) me chamou para o after que ia ter, só que mainha não queria ir pois não estava se sentido bem, e eu queria muito ir, porque pra mim o rolê só começa depois da meia noite kkk. Quando vi, mainha não tinha deixado porque era perigoso eu ir com a Jéssica pois não confiava, mas eu falei que ia ser super de boa até porque eu sabia com quem eu estava andando e até então, ela liberou. Mas o que eu não sabia, era que o Rafael e a mulher dele ia também. E depois que a bebida bate, todo mundo vira amigo, não existe mais inimigo.

Deixei minha mãe em casa, e eles foram me buscar no carro e seguimos estrada para achar um bar aberto (quem mora em interior, as coisas fecham cedo), e encontramos um na beira de estrada que deixaram por um milagre. Chegamos, pedimos uma breja, que não pode faltar e seguimos conversando. Conversamos sobre música, cantamos, dancei com a dona do bar foi bem engraçado. Até então estava tudo de boa, até sentir uma vontade louca de mamar e queria muito pegar justamente o Rafael, mas ele nunca deu indícios de nada para mim. O que é perigoso, é gostoso. Meu coração estava acelerado, mas ao mesmo tempo eu queria muito. E foi aí que a bebida e a coragem se unem. Eu olhei para ele, e ele retornou e eu simplesmente fiz um gesto de mamar com a boca, eu tinha verificado antes se alguém estava prestando atenção em mim mesmo antes do gesto, e foi ai que lancei, e ele simplesmente se levantou e disse a esposa que iria no banheiro. Eu fiquei tão chocado, que eu demorei uns 2 minutos para saber se era isso mesmo que estava para acontecer.

Me levantei e fui ao banheiro. A lâmpada do banheiro estava queimada, mas dava para ver por alguns vestígios de luzes do lado de fora e ele estava com a pica pra fora. Como estava meio escuro, eu só ajoelhei e pus a mão para cheirar a cabecinha e dar aquela lambidinha na cabecinha. Chupei a cabecinha e fui aos pouquinhos botando tudo pra dentro, ele não tinha uma pica grande (decepcionada), mas eu estava doido pra mamar. Coloquei ela todinha dentro da minha garganta e ele ia quase caindo quando botei toda na boca, se segurando nas parede enquanto eu batia uma e chupava as bolonas dele (amo homens dos ovos grandes), retornei e comecei a engolir e sugar a cabecinha várias vezes. Esse homem ele gemia, e eu louca pra dar meu cuzinho para aquele pedaço de macho escroto. Foi quando eu levantei, e pedi para ele comer meu cuzinho, abaixei minhas calças e peguei no pau dele fiquei esfregando a pica entre minhas pernas.
Ele falou no meu ouvido pedindo para eu sair de lá, pois a mulher dele ia aparecer qualquer hora, e eu me retirei e entrei logo na outra cabine, num deu 1 minuto, e ela apareceu. Eu sair ajeitando a calça, como se estivesse acabado de fazer xixi e fui me sentar na cadeira. E eles ficaram brigando no banheiro, só sei que essa mulher era ciumenta pacas.

Eu sentei na cadeira desnorteado ainda do que tinha acontecido, e fiquei conversando com a galera. Eles demoraram um pouquinho, e se sentaram. Tivemos muitas trocas de olhares, mas não rolou mais nada. No fim pagamos a conta, e não dei para ele. E mais nada aconteceu. Fui para minha casa, e eu fiquei em choque por 1 mês pelo que tinha acontecido.

Se tiver dois likes, eu conto da vez que fiquei com meu padrinho pela primeira vez. E me diz o que posso melhorar nos contos para vocês.
Até logo.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario vivianecd

vivianecd Comentou em 21/02/2026

aMIGA, GOSTEI DO SEU CONTO, GOSTEI QUE VC É CORAJOSA E FICA SEDUZINDO OS MACHOS, eU SOU TIMIDA. BJINHOS




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico daddyissues

Nome do conto:
A bebida não mata, ela humilha

Codigo do conto:
255162

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
21/02/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0