Aliviando o tesão com uma amiga safada e um banho bem molhado

D gente sempre chamou atenção junto. Morena e loira, bundudas, fogosas. Quando saímos juntas, os caras perdem a linha. Teve uma noite que a gente foi pro carro com dois amigos — cada uma num banco de trás, os gemidos se cruzando no meio. Depois a gente ria, trocava detalhes.

Ela sempre foi minha parceira de putaria. Minha cúmplice.

Até a noite que a gente não precisou de boy nenhum.

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A gente tinha se arrumado pra sair. Maquiagem feita, camisola curta, salto na porta. Mas a preguiça bateu, o vinho tava bom, e quando vimos já era madrugada.

— Que saco — eu falei, jogada no sofá. — Tô morrendo de tesão.

Ela riu, deitou do meu lado, começou a passar a mão nas minhas costas. No meu cabelo. A mão dela era macia, quente.

Ela levantou pra abrir mais vinho. Eu aproveitei e tirei umas fotos sensuais pro Instagram, pra tentar chamar atenção de alguém.

Quando ela voltou, sentou direto no meu colo.

Fiquei dura na hora. Ela tava de camisola fina, calcinha aparecendo. O peso dela em mim, as pernas abertas encaixadas nas minhas, o cheiro do vinho na boca.

— Fica em casa comigo — ela disse, dengosa. — A gente se diverte com o que tem aqui.

Minha mão subiu, quase sem querer, e encostou na boca dela.

— Ah é? O que temos aqui?

Ela passou o dedo na minha boca também. Devagar. Me olhando nos olhos. E aí a mão dela desceu e puxou a alça da minha camisola.

Meu peito ficou nu. O biquinho duro. Ela olhou, demorou, depois voltou a olhar pra mim.

— Isso — ela falou. — A gente tem isso.

Minha mão foi pra alça dela. Quando os dois peitos ficaram de fora, uma na frente da outra, eu senti um calor subir do fundo da minha buceta.

— Você já me viu transar — ela falou baixo. — Já me ouviu gozar.

— Já. — eu respondi.

Ela sorriu de um jeito safado, lindo. E aí desceu do meu colo, ajoelhou no chão entre minhas pernas, e afastou minhas coxas.

Eu tava de calcinha preta, fina, de renda, mostrando tudo. Ela passou o dedo no meio, sentiu o calor, sentiu que eu já tava ensopada.

— Porra — ela falou. — Você tava assim esse tempo todo?

— Tô assim desde que você sentou no meu colo.

Ela riu e enfiou a mao dentro da minha calcinha. Com raiva, com fome. Eu gemi alto, joguei a cabeça pra trás, abri mais as pernas. Ela puxou minha calcinha com os dentes, arrancou, e colocou a boca na minha buceta.

Meu Deus.

Ela lambeu devagar primeiro, sentindo meu gosto. Depois chupou meu grelinho com força, com raiva. Eu gritei. Agarrei o cabelo dela, enfiei a cara dela mais fundo.

Ela parou, levantou a cabeça. A cara molhada de mim, os olhos brilhando.

— Quero que você goze na minha boca — ela falou. — Depois quero que você faça o mesmo em mim.

Ela voltou a chupar. Língua circulando no meu grelinho até eu começar a tremer. Quando eu gozei, foi com um gemido que deve ter acordado o prédio.

Ela não parou. Lambeu tudo, chupou até eu pedir arrego.

— Vem cá — puxei ela pelo braço.

Ela subiu, sentou no meu colo. Senti o calor dela, a calcinha encharcada. Passei a mão por baixo, senti o pano molhado.

— Tá tão molhada quanto eu.

— Mais.

Puxei a calcinha dela. Rasguei quase. Ela levantou, eu tirei, e quando sentou de novo era pele com pele. A buceta dela aberta na minha coxa, quente, babada, pulsando.

— Me toca — ela pediu. — Por favor.

Passei a mão. Devagar. Senti o grelinho dela inchado, duro. Enfiei um dedo, depois dois. Ela apertou, gemeu baixo no meu pescoço.

— Olha pra mim — eu falei. — Goza pra mim. Agora.

Ela gozou gritando meu nome e me xingando muito.

O corpo dela tremendo em cima de mim, a buceta apertando meus dedos. Desabou no meu ombro, me mordendo de leve.

Mas não acabou ali.

Eu só lembro das posições que a gente foi descobrindo junto.

Ela de quatro no sofá, o bundão empinado, a buceta toda exposta e melada enquanto eu lambia ela por trás. Minha língua passava devagar no começo, sentindo o gosto, e quando ela começava a gemer mais alto eu enfiava fundo, lambia o grelinho dela por trás até chegar no cuzinho, e sentia ela tremer e se abrir mais.

Depois eu sentada na cara dela, de frente pros pés dela, enquanto ela me chupava como se fosse a última vez. Eu olhava pra baixo e via ela toda entregue, os olhos fechados, a boca trabalhando em mim, e eu se rebolava na cara dela, enfiando a buceta cada vez mais fundo na língua dela.

Teve uma hora que a gente ficou de conchinha, as duas deitadas de lado, cada uma com a mão na buceta da outra. Eu sentia os dedos dela dentro de mim enquanto meus dedos estavam dentro dela. A gente se tocava no mesmo ritmo, se olhando, se beijando, os gemidos se misturando. Quando ela gozou, apertou meus dedos com força e eu senti o jato quente esguichar na minha mão. Ela esguichava muito, parecia uma mangueira — molhava minha mão, minha coxa, o lençol. Eu ria de tesão e ela ria de vergonha, mas aí eu falava "faz de novo" e ela ria e já tava pedindo mais.

A melhor posição foi a última que a gente descobriu: as duas deitadas de frente uma pra outra, de perna bem aberta, os grelinhos se encostando. A gente começou devagar, roçando leve, sentindo a textura, o calor. Depois foi acelerando, os quadris se mexendo juntos, os grelinhos se esfregando até não ter mais jeito. A gente gozou junto naquela posição, os corpos tremendo, os gemidos saindo ao mesmo tempo, uma agarrada na outra como se fosse a primeira e a última vez.

A gente fez tudo que duas mulheres podem fazer.

Perdemos a conta das gozadas. Minha buceta ardia, inchada. Meu grelinho tão sensível que qualquer roçada doía. Mas eu não conseguia parar. Ela também não.

A gente se olhou, suada, cabelo colado, maquiagem borrada — e caiu na risada.

— Tô de perna bamba — ela falou.

— Eu tô sem força nem pra falar.

O sol já clareava a janela.

— Vamos tomar banho? — ela sugeriu.

Fomos pro banheiro juntas. Água quente, vapor. Passei sabonete nela, ela passou em mim.

— Ai, preciso fazer xixi — eu falei.

Ela riu. — Também.

Ficamos em silêncio debaixo da água. Até que tive uma ideia. Peguei na mão dela, puxei pra perto.

— Vem cá. Faz comigo. Aqui mesmo.

Ela entendeu. Aquele brilho no olho.

A gente se posicionou de frente, segurando uma no ombro da outra. Levantamos uma perna, cada uma a sua, abrindo bem. Eu olhei pra baixo e vi a buceta dela na minha frente, inchada, os pelos molhados. Ela olhava a minha também.

— Agora.

A gente fez.

O xixi saiu quente, clarinho, escorrendo pelas nossas bucetas ao mesmo tempo. Foi o suficiente pra sentir aquele choque — a temperatura diferente, a intimidade absurda de se molhar junto. Eu olhei pra ela, os olhos arregalados, a boca aberta.

— Caralho — ela sussurrou.

O xixi escorreu pelas coxas, misturou com a água, desceu pelo ralo. A gente abaixou a perna devagar, ainda se olhando.

Mas minha mão já tinha ido pra buceta dela antes de eu pensar.

Ela gemeu, mole, surpresa. Não era mão de fome — era carinho, dengo, de sentir ela relaxada depois de tudo. Passei a ponta dos dedos no grelinho dela, devagar, lentíssimo.

— Relaxa — falei baixo. — Só sente.

Ela encostou a testa na minha, olhos fechados, respiração quente. Fiquei brincando com o grelinho dela, leve, enquanto a água batia nas costas da gente.

Ela não demorou nem um minuto.

Quando parou de tremer, abriu os olhos e sorriu. Cansada, feliz.

Desligamos o chuveiro, nos enxugamos, fomos pro quarto. Deitamos peladas, exaustas, a buceta ardendo. Ela se aninhou no meu peito, passou a perna por cima de mim.

— Essa foi a primeira vez de muitas — ela falou, quase dormindo.

— A gente nunca mais vai ser só amiga, né?

Ela passou a mão no meu rosto.

Foto 1 do Conto erotico: Aliviando o tesão com uma amiga safada e um banho bem molhado


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Comentários


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lozo Comentou em 21/02/2026

Lindo, lindo, lindo e delicioso conto. O amor, a paixão, o tesão entre meninas, mesmo que não sejam lésbicas, é maravilhoso, é delicioso demais, elas sabem onde tocar, onde lamber, onde fazer gozar bem gostoso. Parabéns. votado e aprovado

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lucasemarcia Comentou em 21/02/2026

Uau! Muito tesão... adoramos e votamos! Bjos, Ma & Lu




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255155 - Viciada em siririca com a buceta peludinha - Categoria: Masturbação - Votos: 10

Ficha do conto

Foto Perfil luna1996
luna1996

Nome do conto:
Aliviando o tesão com uma amiga safada e um banho bem molhado

Codigo do conto:
255175

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
21/02/2026

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