Siririca para o vizinho gostoso na sacada

Sábado à tarde, sol forte, e eu tava em casa ardendo igual cachorra no cio.

Tinha dormido com o plug no cuzinho na noite anterior — daqueles grossos, que deixam a gente aberta, lembrando que tem algo ali. Acordei com ele ainda enfiado e já coloquei a mão na buceta. Gozei antes de levantar. Depois gozei no banho. Depois gozei tomando café. Depois de almoço mais duas. Umas cinco gozadas e minha xoxota não sossegava.

Ela tava pesada, inchada, babando o dia inteiro. Eu troquei de calcinha duas vezes só pra não ficar com a sensação de mel escorrendo pela perna. Mas voltava. Sempre voltava.

Meu boy só ia me ver no final do dia. Eram três da tarde e eu não sabia mais o que fazer comigo mesma.

Tentei academia. Fui, malhei pesado, fiz agachamento até a perna tremer. Pensei: cansa o corpo, apaga o fogo. Mentira. Voltei pra casa mais suada e mais puta. O exercício só fez meu sangue bombear mais forte e minha buceta lembrar que tava ali, pulsando, me esperando.

Tomei outro banho. Água fria. Não adiantou.

Foi quando eu olhei pra sacada.

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Moro num apartamento que dá vista direta pro prédio da frente. Não é longe, dá pra ver tudo. E eu já sabia que naquele horário, sábado à tarde, o sol batia na sacada dele.

Meu vizinho gato.

Moreno, alto, corpo definido. Já tinha visto ele de toalha depois do banho, já tinha visto ele sem camisa fumando cigarro. E sempre via ele com garota diferente. Cada final de semana uma. O esquenta começava ali, na sacada, ele fumando enquanto elas passavam a mão nele, enquanto ele beijava o pescoço delas. Eu adorava acompanhar quando tava em casa.

Naquele dia, eu pensei: por que não?

Abri a porta da sacada. O calor bateu no meu rosto. Eu tava só de camiseta — fina, branca, sem sutiã. Os biquinhos marcando. E calcinha. Uma calcinha preta que já tava úmida antes mesmo de eu pisar no concreto.

Olhei pro lado dele. A sacada vazia.

Respirei fundo. E sentei.

Puxei uma cadeira, mas não era cadeira que eu queria. Eu queria o chão. Sentei no piso frio da sacada, de frente pro gradil, as pernas dobradas. Fiquei olhando pro nada por um minuto, sentindo o sol na pele, o vento quente.

E aí minha mão desceu.

Devagar. Passei pela barriga, senti a pele quente, e quando cheguei na calcinha ela já tava encharcada. Passei o dedo por cima, sentindo o tecido grudado. Fechei os olhos.

Empinei um pouco o quadril, puxei a calcinha pro lado.

Minha buceta apareceu. Inchada, os pelos todos melados, brilhando no sol. Passei o dedo no meio, devagar, sentindo a textura. O mel escorreu pelos fios, escorregou pro meu dedo. Levei na boca.

Meu gosto. Sempre me deixa mais louca.

Comecei a tocar devagar. Círculos leves no grelinho, sentindo ele inchar mais a cada volta. Minha cabeça jogada pra trás, o sol batendo no rosto, a brisa quente passando pela minha buceta aberta. Eu sabia que qualquer um podia me ver. Qualquer um nos prédios em volta. E isso só me deixava mais molhada.

Foi quando ouvi um barulho de porta arrastando.

Estalei os olhos.

Ele tava na sacada.

Meu vizinho. Moreno, peitoral definido, uma bermuda folgada. Acendendo um cigarro. E olhando pra mim.

O coração disparou. Minha mão parou por um segundo, mas só um segundo. Porque ele não desviou o olhar. Ele continuou me encarando, levou o cigarro à boca, tragou devagar. E ficou.

Eu olhei pra ele, olhei pra minha mão na minha buceta, e pensei: foda-se.

Continuei.

Dessa vez mais devagar. Mais teatral. Passei a mão pelos pelos, mostrando, exibindo. Enfiei um dedo, mostrei ele melado, chupei na frente dele. Ele deu um sorriso de canto, daqueles de quem entendeu o recado.

Apertei meu peito com a outra mão, puxei o biquinho, gemi baixinho. Ele se apoiou no gradil da sacada dele, o cigarro pendurado nos dedos, os olhos fixos na minha buceta aberta.

Vi a mão livre dele descer. Vi ele coçar a bermuda na altura do pau. Vi ele já duro, marcando.

Aí ele puxou o celular do bolso.

Meu coração acelerou mais ainda. Ele apontou a câmera na minha direção, deu um zoom — eu vi o movimento, vi ele ajustando o foco. E enquanto filmava, a outra mão dele desceu pra dentro da bermuda.

Começou a se tocar me filmando.

Eu enfiei dois dedos. Fundo. Gemido mais alto agora, sem vergonha. Tirei, passei no grelinho, voltei a circular. Minha respiração ficou curta, meu corpo começou a tremer. Eu olhava pra ele, ele olhava pra mim pelo celular, a mão dele subindo e descendo no pau, filmando cada movimento meu.

— Goza — eu falei sozinha, mas era pra ele. — Me vê gozar.

O orgasmo veio forte, violento, minha xoxota apertando, minhas pernas tremendo, um gemido que deve ter saído alto pra caralho. Eu arquei as costas, joguei a cabeça pra trás, senti o mel escorrendo, escorregando pelo meu cuzinho.

Quando abri os olhos, ele ainda tava lá.

A mão dele parada agora. O cigarro apagado no cinzeiro. Ele só me olhava, com uma cara de quem queria atravessar a rua naquele momento.

Eu sorri. Puxei a calcinha devagar, tampei tudo, levantei.

Entrei em casa, fechei a porta de vidro, e fui deitar na cama.

Meu corpo ainda tremia. Minha buceta ainda pulsava. Mas o fogo tinha baixado. Só um pouco.

Quando meu boy chegou mais tarde, eu já tava de perna aberta esperando. E quando ele me perguntou se eu tinha tido um bom dia, eu só sorri e puxei ele pra dentro de mim.

Mas na minha cabeça, enquanto ele metia, eu ainda tava na sacada. Com os olhos dele em mim.

Tirei uma foto do meu grelinho nesse dia, ficou bem vermelho, depois de tanta siririca.

Foto 1 do Conto erotico: Siririca para o vizinho gostoso na sacada


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Comentários


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pelotoque Comentou em 21/02/2026

Adoraria estar ali no lugar dele observando cada instante de prazer

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Eros2019 Comentou em 21/02/2026

QUE DELICIA DE BUCETA....MARAVILHOSA.......

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ronin1350 Comentou em 21/02/2026

Belissimo conto! É inegavel que se exibir e provocar são uma delícia!

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lucasemarcia Comentou em 21/02/2026

Delicia! Também adoramos provocar... qualquer dia vamos ser presos ou expulsos do condomínio! Bjos, Ma & Lu




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Ficha do conto

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luna1996

Nome do conto:
Siririca para o vizinho gostoso na sacada

Codigo do conto:
255189

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
21/02/2026

Quant.de Votos:
5

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