O INICIO - Virando putinha do meu amigo II

Olá, tudo bem?
Para entender melhor a história, recomendo que leiam os contos anteriores

Parte VI? (Continuação)

Eu imediatamente fui à cozinha preparar o café da manhã, meu e do meu macho. Neto continuou deitado enquanto eu cozinhava. Não demorou muito, coloquei a mesa e o chamei. Ele se levantou pelado e veio em minha direção. Eu fiquei paralisado observando ele, mais alto que eu, com um corpo normal, porém com uma rola imensa e pesada pendurada balançando de um lado para o outro enquanto ele caminhava.
Netinho puxou uma cadeira e se sentou, fiz menção de sentar também e ele segurou a cadeira. - Não, senta no meu colo. - ele deu um tapinha na própria coxa me convidando. Sorri e fiz o que ele exigiu. Ele começou a comer o pão com queijo com uma mão só e a outra ficou me alisando. Eu sentia um arrepio percorrendo meu corpo inteiro. Não sabia como explicar, mas uma energia forte tomava conta de mim. O cheiro dele também me embriagava. Netinho foi descendo a mão e encostou dois dedos na entrada do meu cu que de imediato começou a piscar involuntariamente. Ele continuou massageando, enquanto eu me derretia em seu colo, abrindo as pernas. Sem cerimônias, ele enfiou os dois dedos fazendo movimentos circulares, soltei um gemido fino. - Isso putinha, geme. - Neto iniciou um vai e vem com os dedos, simulando que estava me fudendo. Quando tentei me ajeitar no colo dele, senti a pomba pulsando e crescendo. Eu a agarrei e comecei a masturba-lo.
Em um movimento rápido, ele me segurou pela cintura, erguendo-me e posicionando de volta ao seu colo, mas dessa vez mirando a rola em direção ao meu cu. E sem falar nada, apenas me empalou. - AAAAAAAAH - eu gritei, minhas pernas formigaram e sem me dar conta eu ejaculei vários e vários jatos de gala. Meu cu piscava desesperadamente apertando a pombona do meu macho - Caralho que delicia, pqp. - Netinho falava no meu ouvindo com as unhas cravadas na minha cintura.
Eu continuei tendo espasmos e mais espasmos, gozando como nunca antes, enquanto isso Neto continuava com a rola cravada no fundo chegando ao meu estômago, apenas meu cuzinho arrombado trabalhava piscando e apertando ela.
- Eu vou gozar assim. - ao ouvir isso, eu continuei piscando e piscando até que sinto um estrondo. - Aaaaaah toma leite porra, toma leite viado do caralho - Netinho berrou mordendo minha nuca, me inundando com toda a sua porra. Ficamos um tempo parados tentando respirar, completamente suados. Eu sentia como se tivesse um litro de leite no meu estômago.
- Eu preciso me lavar. - avisei. Ele nada respondeu. Fiz menção de levantar, quando estava quase totalmente livre, ele me puxou de volta, cravando novamente a rola no fundo do meu cu e soltou uma risadinha. Eu dei um selinho nele e senti a pomba pulsar. Como era possível isso?
Levantei novamente e consegui sair, corri em direção ao banheiro e fui para debaixo do chuveiro. O leite grosso escorria pelas minhas pernas, parecia não ter fim. Netinho veio atrás de mim, entrou no box comigo, pegou o sabonete e começou a me lavar. Ficamos ali os dois debaixo da água sem dizer nenhuma palavra. Eu fiquei excitado novamente e ele também, mas dessa vez ele não tentou me fuder, apenas me limpou, desligou o chuveiro e se abaixou. - Deixa eu ver como está ficando a minha bucetinha. - ordenou. Usei as mãos para abrir a minha bunda o máximo que eu pude, enquanto sentia o nariz dele quase encostando no meu anel. Senti algo gelado encostar e quando olhei tive certeza, Neto estava enfiando a língua no meu cu. Ele passou uns 5 minutos nessa posição me chupando, e eu me contorcendo e gemendo baixinho.
Ele se levantou e beijando meu pescoço enfiou o dedo indicador que não teve problema algum para me invadir, em seguida ele colocou mais um dedo. - Pisca! - eu pisquei mas mal senti de tão aberto que eu estava. - Vamos ver agora. - ele colocou mais um dedo e entrou, eu soltei um gemidinho e tremi as pernas. - Ótimo! Agora a gente vai poder melhorar a nossa brincadeira. Netinho retirou os dedos e me deu a toalha. Me enxuguei e ele se lavou também.
- Eu tenho que ir embora agora, mas mais tarde falo contigo pra gente ficar de boa na pracinha conversando. - eu concordei. Ele se vestiu, mas antes de sair colocou a rolona pra fora e disse. - Beija! - me curvei e beijei. Ele sorriu. - O que aconteceu aqui vai ficar só entre nós dois e a quem eu quiser contar. - eu não entendi a última parte, mas concordei. Ele saiu lá de casa e eu fiquei sozinho. Aproveitei que ainda tinha algumas horas sozinho, aproveitei para bater uma lembrando de tudo que aconteceu.

Durante todo o dia Neto não falou comigo. Mas quando foi umas 19h, ele me mandou mensagem dizendo que estava na praça com Danilo e me chamou pra jogar conversa fora.

(Continua)

Foto 1 do Conto erotico: O INICIO - Virando putinha do meu amigo II


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


175748 - O INICIO - Virando putinha do meu amigo - Categoria: Gays - Votos: 11
139445 - O INICIO - Perdendo o cabaço - Categoria: Gays - Votos: 35
139414 - Meu vizinho adestrador - Parte I - Categoria: Zoofilia - Votos: 25
139345 - O INICIO - Chupando o primeiro pau - Categoria: Gays - Votos: 36

Ficha do conto

Foto Perfil pseudemonio
pseudemonio

Nome do conto:
O INICIO - Virando putinha do meu amigo II

Codigo do conto:
255254

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/02/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
1