A festa de formatura

A noite da formatura já vinha sendo comentada há semanas.
Larissa estava animada desde cedo. Passou o dia escolhendo vestido, maquiagem, perfume. Eu observava tudo com aquele misto de admiração e desejo silencioso. Quando ela saiu do quarto pronta, precisei de alguns segundos para reagir.
Larissa cabelos escuros com seus 1,55 corpo perfeito, bunda grande e peito lindo, marcava no vestido como se estivesse nua, cada curva me fazia pulsar de ansiedade para possuí-la.
— E então? — ela perguntou, girando devagar.
O vestido marcava cada curva com elegância. Não era exagerado. Era preciso. Sofisticado. Provocante na medida certa.
— Você sabe que está linda — respondi, aproximando para ajustar delicadamente uma mecha do cabelo dela.
Ela sorriu satisfeita.
Me deu um beijo, e eu retribui, passei a mão em torno do vestido sedoso, e pude sentir sua cintura aumentando o volume conforme iria abaixando a mão... que quadril, que bunda maravilhosa.
- Vamos nos atrazar- ela comentou.
- Eu não me importo- respondi puxando o seu vestido para cima, virando ela de costa e a apoiando em cima da cama, rosto colado no colchão, mãos repousando sobre sua cabeça.
Larissa estava com uma calcinha de renda preta linda, deu dó de puxar para o lado, mas não me contive, e em um movimento sincrono, lancei minha boca em sua buceta rosadinha. Cada movimento da minha lingua fazia larissa tremer, cada passada eu sentia sua buceta encharcar de prazer, a sensação de dar prazer e ter alguém sob meu controle era demais. Meu pau latejava dentro da calça, meu tesão aumentava a cada gemido
- Não posso deixar você ir linda desse jeito- falei quase sem folego de tesão.
- É, e porquê não?- me respondeu gemendo manhosa.
- Você ta muito gostosa, não quero os outros homens te olhando- eu disse
- Você sabe que eles sempre olham - repondeu Larissa empurrando sua buceta na minha lingua.
- E você gosta né safada?! - perguntei louco de tesão.
- Você sabe que sim amor- ela respondeu quase sem conseguir falar.
Foi quando larissa caiu sem forças, em um gemido baixo mas intenso, pernas ficaram fracas e tremulas, sua bocetinha encharcada do meu que eu adoro.
Aquela visão, da sua bunda linda, calcinha preta de renda entalada só realçava sua beleza.
- agora podemos ir - falei rindo, com um tom safado.
Larissa apenas riu com o rosto afundado no colchão.
Precisou de alguns minutos para Larissa se recompor.
Antes de sairmos, Larissa comentou:
— Vamos buscar a Duda. Ela vai com a gente.
Eu senti algo diferente no peito naquele instante. Um pequeno choque de expectativa que não soube explicar — ou talvez soubesse.
Entramos no carro. O cheiro do perfume de Larissa já preenchia o ambiente fechado, misturado ao couro dos bancos. A música baixa tocando, clima de antecipação no ar.
No caminho até a casa de Duda, conversamos sobre a festa, sobre quem estaria lá, sobre as fotos, as lembranças. Mas havia uma energia diferente naquela noite. Uma vibração que deixava tudo mais intenso.
Estacionei em frente à casa dela.
As luzes da varanda estavam acesas.
Larissa mandou mensagem avisando que já estávamos ali.
Alguns segundos depois, a porta se abriu.
E então eu a vi.
Duda desceu os pequenos degraus da entrada com calma, como se soubesse exatamente o efeito que causava. O vestido valorizava o corpo de maneira quase hipnotizante. O cabelo loiro solto, levemente ondulado. Maquiagem realçando os olhos azuis que brilhavam sob a luz da rua.
Ela estava… deslumbrante.
Eu não percebi que estava segurando a respiração até ela se aproximar do carro.
Quando abriu a porta traseira, o perfume dela invadiu o interior do veículo, misturando-se ao de Larissa.
— Vocês demoraram — disse ela, sorrindo.
Mas o olhar que ela me lançou pelo retrovisor não era apenas brincadeira.
Era consciente.
Ela cruzou as pernas no banco de trás, ajustando o vestido com delicadeza. No espelho, nossos olhos se encontraram por um instante a mais do que o necessário.
— Pronto pra essa noite? — ela perguntou.
Eu sorri, tentando manter a naturalidade.
— Mais do que nunca.
O caminho até o salão pareceu mais curto do que deveria. A conversa fluía leve, mas a tensão estava ali, silenciosa. Pequenos toques quando o carro fazia curvas. Risadas que demoravam. Olhares refletidos no retrovisor.
Quando chegamos à festa, as luzes e o som já podiam ser vistos da rua.
Saímos do carro.
Larissa segurou minha mão.
Duda se aproximou do outro lado.
E juntos caminhamos para dentro do salão, sem imaginar que aquela noite tomaria um rumo que nenhum de nós esqueceria.
E foi ali, sob as luzes da formatura, que a dança começou…

A música pulsava forte na festa de formatura, as luzes coloridas cortando o salão enquanto corpos se moviam no ritmo da batida.
Larissa estava deslumbrante, os olhos brilhando sob as luzes da pista. Ela dançava colada em mim, passando os braços pelo meu pescoço, roçando o corpo com intenção clara, como se quisesse marcar território no meio de todos.
Ao nosso lado estava Duda, a cada encontro de olhar, seus olhos azuis pareciam refletir cada feixe de luz da festa. O vestido valorizava as curvas dela de um jeito impossível de ignorar. Ela dançava próxima, rindo, jogando o cabelo para trás, mas havia algo diferente no jeito que me olhava. Um olhar que demorava meio segundo a mais do que deveria.
A bebida já deixava tudo mais quente, mais lento, mais intenso.
Larissa se afastou por um instante para falar com alguém, e foi nesse pequeno intervalo que o espaço entre mim e Duda deixou de existir.
Ela se aproximou primeiro.
Devagar.
O perfume dela misturou com o meu. Nossos corpos começaram a se mover no mesmo ritmo. No começo era só dança — ou pelo menos fingimos que era. Mas logo o toque ficou mais firme, mais consciente. O quadril dela encaixou no meu com naturalidade perigosa.
Os olhos azuis encontraram os meus.
Não havia mais riso.
Só tensão.
Ela mordeu levemente o lábio inferior enquanto dançávamos grudados, sentindo cada movimento, cada respiração mais pesada. Minhas mãos desceram pela cintura dela, sentindo a curva quente sob o tecido fino do vestido.
A música parecia ter desaparecido.
Existia apenas o calor entre nós dois.
Duda virou o rosto devagar, como se fosse me dizer algo — mas não disse nada. Apenas ficou ali, próxima demais, respirando no mesmo ritmo que eu.
Foi quando senti…
Duda em um movimento delicado, desceu sua mão por trás de seu corpo, alisou minha barriga e repousou sobre meu pau que já latejava em minha calça, Duda sentiu o tamanho com delicadeza e repentinamente apertou com toda força o meu pau. - senti um frio na espinha, a barriga gelou, coração disparou. A vontade era largar um beijo intenso e longo naquela menina.
Mas tinha que me conter, Larissa estava por perto, e a qualquer momento poderia chegar.
- Gostosa- falei no ouvido da Duda.
- Precisas ver de quatro- respondeu.
- Filha da puta- falei com a voz tremula de tesão.
Ela apenas riu e empurrou sua bunda contra meu pau.
- Delicia de pau- me falou virando a cabeça para traz, seu pescoço esticado me instigava beijar cada centimetro. Seu perfume me atraía.
Foi quando avistamos Larissa, cada um deu um passo e continuamos dançando, como dois amigos.

(Continua...)


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Ficha do conto

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tatay

Nome do conto:
A festa de formatura

Codigo do conto:
255282

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
22/02/2026

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