O amigo do meu irmão me comeu

Dizem que quem tem irmão sabe: sempre vai existir aquele amigo dele que nos tira do sério — seja pela irritação ou pela atração.

Meu nome é Solange, mas todos me chamam de Sol. Aos 18 anos, carrego o apelido não só pelo nome, mas pela alegria que amo manter. Sempre me senti mais madura que as meninas da minha idade; amadureci cedo, ganhando curvas que logo atraíram olhares e comentários.

Sou a caçula de três. O mais velho, Guilherme, hoje com 37 anos, mora nos EUA e sempre foi meu protetor. O do meio é o Heitor, de 23 anos. Éramos muito próximos, mas conforme fui crescendo e meu corpo mudando, minha mãe começou a implicar com nossa proximidade, e ele acabou se afastando para focar nos próprios amigos.

Heitor é instrutor de luta, dono de um físico impecável e sem pelos. Lembro que, na adolescência, cheguei a vê-lo sem roupa e, mesmo sem maldade na época, notei que ele já era bem dotado. O tempo passou e, embora eu fosse jovem, já me vestia e me portava como uma mulher mais velha. Heitor evitava ficar perto de mim; eu percebia o desconforto dele e até alguns sinais físicos de desejo reprimido quando eu usava shorts curtos, mas ele sempre foi extremamente respeitoso.

Tudo mudou quando Heitor começou a dar aulas em uma academia perto de casa, por indicação de seu melhor amigo, Xande (ou Xandão). Xande tem 20 anos, é negro, alto, musculoso e trabalha com TI. Como meus pais passavam o dia fora — meu pai é médico e minha mãe lojista —, nossa casa vivia vazia. Com as mudanças de horários na academia após a pandemia, Heitor e Xande passaram a almoçar em casa frequentemente.

Naquele calor infernal, eu vivia de baby-look, shorts minúsculos ou apenas camisetas largas. Certa tarde, eu estava de baby-doll, deitada de bruços em um colchão na sala, assistindo ao filme Ron Bugado com fones de ouvido. Heitor e Xande chegaram de surpresa. Vi quando Xande me olhou e discretamente ajeitou o volume na calça.

Enquanto Heitor ia para a cozinha, Xande se abaixou ao meu lado e tocou minhas costas:
— Tá assistindo o quê? — perguntou.
Respondi, distraída. Quando Heitor o chamou para comer, senti a mão de Xande deslizar pela minha bunda em um aperto firme.
— Estava suja, só limpei — sussurrou ele, antes de sair.

Fiquei em choque, mas o tesão que eu sentia por ele me impediu de reclamar. Mais tarde, enquanto Xande lavava a louça (mesmo sob meus protestos), notei que ele me observava intensamente. Em certo momento, vi que ele acariciava o próprio membro por cima da calça enquanto olhava para mim. Fingi não ver, mas ouvi quando ele murmurou: "Puta gostosinha".

Naquela sexta-feira, o plano era perfeito: meus pais e Heitor viajariam, e eu iria para a casa de uma amiga. Porém, briguei com ela após descobrir que o namorado dela vivia me elogiando. Com raiva e sem querer ir com minha mãe, menti que estava saindo, mas voltei para casa assim que o portão fechou.

Aproveitando a casa vazia e o calor, tomei um banho demorado na banheira proibida dos meus pais e acabei pegando no sono na cama deles, nua. Acordei assustada com vozes. Vesti um roupão da minha mãe e, ao chegar na sala, dei de cara com o Heitor e mais seis pessoas. Ele ficou pálido.

— Sol? Não ia para a casa de sua amiga? — perguntou ele.
— E você? — rebati.

Fizemos um pacto de silêncio: eu não contaria da festa dele, e ele não contaria que eu estava em casa. Xande, que estava lá, logo se aproximou:
— Vai participar da festa só de roupão? Eu cuido dela, Heitor.

Subi e coloquei um vestido preto curto e salto alto. A noite seguiu com música alta e bebidas. Xande não saía do meu lado, impedindo outros caras de se aproximarem, mas me deixando beber escondido. Já tonta e sentindo o álcool subir, decidi me retirar antes que algo maior acontecesse. Voltei para o quarto dos meus pais, tirei o vestido, fiquei apenas de calcinha e me cobri com um lençol fino. O som da festa ainda ecoava lá fora quando o sono me venceu...

O calor era infernal e o suor colava meu corpo nos lençóis enquanto eu despertava, zonza. Senti o peso de uma mão bruta apertando meu peito e uma língua ávida trabalhando entre minhas pernas, me deixando ensandecida. Me mexi, tentando processar, e vi o rosto do Xande. Antes que eu soltasse um som, ele prensou a mão contra minha boca, abafando meu suspiro.

— Shhh... fica quietinha. Sou eu — rosnou ele, com a voz grave.

Tentei raciocinar, mas o que ele estava fazendo lá embaixo me deixava elétrica. Ele me deu um beijo molhado e eu senti o gosto forte de álcool na sua boca. Tentei empurrá-lo, mas o cheiro de homem bêbado e suado só me deixou mais instigada.

— Xande, o que é isso? O que você tá fazendo? — perguntei, a voz falhando.
— Porra, Sol... tá na cara. Tô te dando o que você sempre quis. A gente vai namorar do jeito certo agora.
— Você tá louco? Você tá bêbado!
— E daí? Você também tá com a bucetinha pegando fogo.

Ameacei gritar, mas ele deu um sorriso perverso e mergulhou o rosto entre minhas pernas de novo, me devorando com uma fome que me fez arquear as costas. Ele parou, olhou no fundo dos meus olhos e desafiou:
— Vai fundo, grita. Aproveita e geme bem alto enquanto eu te como.

Ele voltou a me lamber com uma força que eu nunca tinha sentido. Era estranho, eu estava com medo, mas minha buceta estava encharcada. Eu implorava para ele parar, mas minhas mãos já puxavam o cabelo dele, forçando-o contra mim. Quando cheguei no limite, gozei gritando um "não" que parecia mais um convite, entregue ao desejo mais sujo.

Quando abri os olhos, Xande estava totalmente nu na minha frente. Eu nunca tinha visto nada igual: o pau dele era um monstro, grande, grosso e com as veias saltadas, pulsando de vontade. Ele arrancou minha calcinha com uma brutalidade que me arrepiou. Eu estava bêbada de álcool e de tesão, traída pela vontade de ser possuída por aquele pau, nem que fosse à força.

— Abre a boca e chupa, Sol! Agora! — ordenou, batendo a cabeça do pau no meu rosto.

Dava para ver o líquido lubrificante escorrendo da ponta, o cheiro de sêmen e desejo era forte. Eu recusei, mas ele insistiu, rindo da minha resistência inútil. Sem paciência, ele se jogou entre minhas pernas. Tentei fechar as coxas, mas ele era muito mais forte.

— Sol, relaxa que eu vou te arrombar com carinho... vai ser a melhor foda da sua vida.
— Sai daqui! Eu vou gritar!

Ele nem respondeu. Segurou minhas coxas com força, abrindo meu caminho de forma agressiva. Ele mirou na minha buceta que ainda era virgem, mas que latejava de excitação, e começou a esfregar a cabeça do pau na entrada. Quanto mais eu empurrava, mais ele forçava. Quando ele empurrou de vez, senti minha alma saindo do corpo. Cada centímetro daquele pau enorme me alargava, me arregaçando por dentro. Quando ele rompeu minha virgindade, gritei o nome do meu irmão, mas o Xande não deu a mínima.

Ele começou a socar com vontade. Por mais que doesse, era um prazer violento. Eu não conseguia mais gritar, só conseguia receber aquela estocada bruta. Parei de lutar e comecei a cavalgar contra ele, gemendo de puro vício. Ele saiu de mim por um segundo, encostou na cabeceira e me puxou pelo braço.
— Vem, senta aqui. No seu ritmo.

Eu sentei com tudo, sentindo ele entrar inteiro, preenchendo cada espaço do meu útero. Comecei a quicar freneticamente, possuída por um desejo animal. Ele apertava meus peitos e chupava meus bicos como se estivesse morrendo de fome. Gozei gritando o nome dele, enquanto ele me segurava pelos quadris e continuava a me dar estocadas rápidas.

Ele me tirou de cima e, em um segundo, o pau dele disparou jatos de leite quente na minha barriga e peitos. Ele gemia alto enquanto eu esfregava minha bucetinha na extensão do pau dele, lambuzada com o sêmen dele. Caí exausta no peito dele, chorando de alívio e prazer, e apaguei.

Acordei de conchinha, sentindo o pau dele ainda duro encostado em mim. Comecei a rebolar devagar e ele acordou no modo bicho, metendo com força total, erguendo minha perna para chegar no fundo.
— Puta que pariu, Sol... sonhei tanto em te possuir assim. Você é deliciosa.

Eu não conseguia falar. Na minha mente, o único comando era: "Me fode com força, porra! Me rasga inteira!" Ele gozou fundo dentro de mim, e dormimos grudados, encharcados um do outro.

Na minha mente, o que aconteceu com Xande tinha sido o paraíso, mas o despertar foi um soco de realidade. Ele já não estava lá. Saltei da cama, vesti qualquer roupa e corri para o quarto do meu irmão. A cena era pavorosa: a porta escancarada revelava um amontoado de corpos nus; havia muito mais gente do que eu lembrava. No canto, um cara bombado socava sem piedade uma menina que parecia desmaiada, o som da carne batendo ecoando pelo quarto.

A casa era um cenário de guerra e depravação. Na cozinha, o caos era total. Sobre a mesa, uma garota da minha idade estava largada, nua e imóvel; um rastro de sêmen escorria pela sua boca e pelos seus buracos, denunciando o rodízio que haviam feito com ela. Ignorei o nó no estômago, tomei meu café em meio ao cheiro de fluídos corporais e álcool, e fui limpar o rastro da minha própria perdição: arranquei o lençol manchado com o sangue da minha virgindade e escondi as provas.

Horas depois, Heitor invadiu meu quarto. Ele estava apenas de cueca branca, e o pau dele desenhava um volume absurdo e pulsante no tecido, denunciando que, mesmo assustado, o tesão daquela noite ainda não tinha ido embora.

— Sol, estamos fodidos! — ele exclamou, a voz rouca. — A festa saiu do controle, a casa tá um lixo.
— "Estamos" não, Heitor. Você está — retruquei, tentando não encarar o volume entre as pernas dele.
— Escuta aqui: estamos fodidos sim! Você mentiu pros nossos pais, bebeu tudo o que te deram e estava no meio da putaria. Se eles souberem da mentira, a tolerância é zero. Ou a gente se ajuda, ou a gente cai junto.

Ele tinha razão. Meus pais perdoariam a bagunça, mas a mentira nos custaria caro.
— Certo... o que aconteceu? Tinha gente pelada por todos os cantos.
— Batizaram a bebida com alguma droga pesada — Heitor passou a mão pelo rosto, nervoso. — Eu não estava em mim. Só lembro de ver você bebendo e depois minha mente apagou. Acordei no meio de um surubão, pelado e com a cabeça explodindo.

Virei-me para pegar um comprimido na gaveta e, quando retornei, Heitor estava com as mãos na frente do pau, mas era impossível esconder: ele estava em carne viva, ereto e apontando para mim. Ele pegou o remédio às pressas e saiu, mas a imagem ficou gravada. Não era um monstro como o do Xande, mas era grosso, cabeçudo e parecia pronto para o combate.

Passamos o dia expulsando as pessoas da casa. Tivemos que dar nossas próprias roupas para estranhos que acordaram nus e perdidos. O cheiro de sexo, suor e bebida impregnava as paredes. Xande ainda estava lá, e toda vez que nossos olhos se cruzavam, ele me dava aquele sorriso de quem sabia exatamente como era o gosto da minha buceta. Heitor percebia a eletricidade entre nós e tentava nos separar com ordens ríspidas.

Uma das meninas que ficou para ajudar não parava de comentar sobre o porte do Xande, mas meu interesse estava começando a se dividir de uma forma perigosa. Heitor não parava de me vigiar. O olhar dele mudou; não era mais o olhar de um irmão protetor, era o olhar de um predador faminto.

Peguei ele me espiando no banho pelo buraco da fechadura e, em vez de me cobrir, deixei a água escorrer pelo meu corpo, sabendo que ele estava ali, de pau duro, me devorando. Dias depois, passei pelo quarto dele e a porta estava entreaberta. O som de pele batendo e respiração ofegante me fez parar. Heitor estava esmurrando o pau, os olhos fechados, chamando meu nome entre dentes. Que pau gostoso... Agora eu entendia por que as ex-namoradas dele gritavam tanto. Era um pau e tanto, latejante, e eu só conseguia pensar em como seria sentir aquele peso dentro de mim, dividindo o segredo mais sujo daquela casa.

Foto 1 do Conto erotico: O amigo do meu irmão me comeu

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Comentários


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guto_poa_rs Comentou em 23/02/2026

tb quero comer essa cavala gostosa




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O amigo do meu irmão me comeu

Codigo do conto:
255374

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
23/02/2026

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3

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