Cheguei em casa e abri o Grindr e, por acaso, o André estava online. Fiquei animado e chamei ele. Trocamos algumas mensagens, falei que morava sozinho e que estava a fim de uma aventura. Conversamos sobre alguns fetiches, na época eu não tinha muitas experiências, mas tinha muita curiosidade em experiências com caras machos, com uma pegada mais dominadora, mas tinha receio de extremismos, não curtia violência física, queria uma pegada dominadora mais leve, especialmente para conhecer.
André se animou, disse que curtia ser dominador, que poderia me dar uns lições e assim fomos conversando, até que eu chamei ele pro meu apartamento. Ele disse que tinha acabado de chegar do trabalho, que tava de pau duro há um tempo pelas conversas picantes que tivemos ali no Grindr. Eu queria que ele fosse logo, estava muito a fim dessa aventura.
Combinei com André que deixaria a porta do apartamento aberta, que ele deveria entrar e ir até o quarto, onde eu estaria esperando ele. Fui tomar uma ducha, quis ficar limpo e cheiroso para o macho que viria me usar.
André chegou em uns 15 minutos, a portaria me avisou, fiquei louco de tesão sabendo que um macho viria me domar. Fui para o quarto, fiquei olhando a janela lá fora, com persiana semi-aberta. Estava anoitecendo e o quarto ficou em uma certa penumbra. Estava apenas de cueca preta, uma cueca boxer apertadinha e mais nada. Estava recém saído da ducha.
Em poucos minutos André abriu a porta do apartamento e eu ouvi de lá do quarto, fiquei todo fogoso, mas continuei olhando a janela. Ao entrar no quarto, por eu estar olhando para janela, eu estava de costas, vestindo apenas a cueca. André entrou no quarto, não falou nada, apenas ouvia seus passos se aproximando e eu ficando cada vez mais excitado, pau já começava a latejar e babar.
André se aproximou, sem falar nada, encostou em mim pelas costas, encostou sua pelve na minha bundinha, me agarrou por trás, levemente. Já nesse momento eu senti que ele estava de pau duro, nitidamente duro, era uma rola que eu imaginava grande já sem nem ver ou tocar, apenas sentir.
André então sussurrou no meu ouvido, com uma voz grossa, tom de macho: você vai ser minha puta hoje, não quero frescuras, vai ser bem obediente. É claro que eu estava a fim, mas aquela voz sussurrando me deixou atônito, com as pernas cambaleando. Não consegui responder, apenas acenei com a cabeça, ainda não tinha vem olhado pra ele.
André exalava um cheiro másculo, sua voz grossa e forte e o jeito como falava com propriedade não me deixaram questionar nada.
Ele apenas colocou as mãos na minha cueca e tirou, deu mais uma encoxada em mim e eu já estava me empinando de tanto tesão. Aí aconteceu algo que nunca tinha vivenciado, André levantou minha perna e me vestiu uma calcinha, isso mesmo, uma calcinha, eu nunca tinha vestido. Eu perguntei, o que é isso? Olhei e disse que não curtinha. Ele simplesmente falou que eu não tinha direito de decidir nada, que eu era a puta dele, que eu só deveria obedecer calada. Fiquei minutos tentando entender aquilo, entre querer obedecer e o choque de fazer algo que eu não tinha feito e sem entender o que eu deveria fazer, mas fiquei sem reação e resolvi me entregar após ele me colocar a calcinha por completo. Era uma calcinha branca, fio dental, pequena. Percebi que eu continuava de pau duro com aquela situação, ele enfiou o fio dental bem apertado, encaixando no meu rego. Meu pau nessa hora pulsava, babava, vi que eu tava dominado totalmente. Ele continuava me apertando por trás, falando que eu era uma puta e devia ser obediente. Só acenei mais uma vez com a cabeça, ainda sem entender totalmente aquela sensação, mas já entregue aos poderes daquele macho.
André então tirou sua roupa e disse para eu continuar empinado de costas, do jeito que eu estava, ele pegou sua cueca, que estava babada, com o cheiro de um dia de trabalho, e colocou na minha cara. O cheiro de macho era delicioso, forte, viril, tava úmida de baba, pediu para eu continuar cheirando e sentir o o poder do seu mestre.
Então me vi ali, entregue, usando uma calcinha fio dental branca enfiada no meu rabo, cheirando a cueca daquele macho, empinado e meu cu simplesmente começou a piscar, e comecei a me ralar nele, que agora já estava nu, e percebi que sua rola era realmente grande e grossa. Ah e era quente, muito quente.
André então me colocou de frente pra ele, me fez ficar de joelhos, olhava para mim de cima com seu jeito dono de mim e disse: obedeça, que você é uma putinha safada, abra sua boca. Abri a boca e ele deu uma cusparada dentro dela e uma tapa na minha cara. Continuou e mandou eu chupar aquele cacete.
Cai de boca, a rola devia ter uns 20 centímetros, pesada, grossa, estava meia bomba, mamei com vontade e com tesão, me deliciei e vi que ele estava gostando e isso me deixou mais puta ainda.
André falou pra eu levantar, ficar de costas, continuar olhando pela janela o movimento da rua, colocou o fio dental de lado, deu uma cuspida na mão, passou no seu pau, deu outra cuspida na mão, colocou no meu cuzinho na tentativa de lubrificar. E foi forçando sua cabeçona me abrindo lentamente, foi sofrido e gostoso, mas eu queria ser domada, queria aquele macho dentro de mim, fui relaxando pra receber aquele cacete enorme.
Após uns minutos já estava completamente relaxada, recebendo as estocadas cada vez mais fortes de André, em pé com as pernas bambas, entregue, domada, com aquele macho falando que eu era uma putinha obediente, que eu iria levar a porra acumulada dele.
As estocadas eram fortes, eu gemia, mas queria, ele metia mais, adentrou após muita sedução todo o seu mastro em mim, me senti completa, completamente dominada e entalada na vara daquele macho, que curtinha, gemia, e arregaçava.
Mandava eu cheirar mais a sua cueca e assim meteu em mim por uns 15 minutos, eu estava cansada, mas adorando dar o prazer ao macho, até que ele urrou forte e derramou dentro de mim todo aquele líquido quente, escorreu pelas pernas, de tanto leite que foi.
Ele me jogou na cama, deu um tapa na minha bunda, disse que eu era uma puta mesmo. Deixou eu lá na cama, esporrada, de calcinha, cheirando sua cueca.
Vestiu sua calça e foi embora e disse que era pra eu ficar com seu cheiro na cueca, pra lembrar dele.
Essa experiência me marcou muito, pois o André foi o macho que me apassivou por completo!
gutoavelar26