O primeiro boquete da minha irmã

(Para melhor compreensão, sugiro ler os contos anteriores envolvendo minha irmãzinha)

Algumas horas atrás transei com a minha irmã, senti o doce sabor da sua bucetinha virgem e a forma como aquela buceta tão gostosa e apertada esmagou meu pau.
Devido a um barulho de notificação no meu celular, acabei acordando. Fechei os olhos novamente e tentei dormir, mas não consegui.
Fiquei olhando para o teto por um tempo, imóvel na posição que estava para que não acordasse minha irmã, que dormia agarrada em mim, com a cabeça apoiada no meu peito e a perna direita jogada sobre a minha. Sem conseguir dormir, fiquei olhando minha irmã, absorvendo cada detalhe, lembrando do que havíamos feito horas antes e ansiando colocar em prática tudo que tinha em mente. Deslizei minha mão pelas costas da minha irmã e fui descendo, até alcançar a bunda.

- Sem sono, maninho? - Disse Karina, com a voz sonolenta.

- Um pouco, maninha, mas pode dormir. - Falei, lhe dando um beijo na testa.

Karina se aninhou ainda mais no meu corpo. Minha mão seguiu roçando na bundinha redonda e durinha da minha irmã, mas foram os lábios que me fizeram perder o rumo.
Guiado pelos meus pensamentos, lembrando de como foi gostoso o nosso beijo, comecei a imaginar como seria gostoso ela chupando o meu pau, se conseguiria engolir cada centímetro, tudo. Pensei em tantas coisas relacionadas a isso, até ser interrompido pela voz da minha irmã.

- Acho que perdi o sono também. - Disse Karina, após alguns minutos tentando dormir.

- Espero que não tenha sido minha culpa. - Falei, com um pouco de risada na voz.

-Sua mão passando pela minha bunda é um carinho muito mais para acordar do que para dormir. - Disse Karina, soltando uma risada.

Apertei a bunda dela com força e lhe dei um beijo intenso, esmagando os lábios dela nos meus, sentindo aquela lingua gostosa tocar a minha.

- Chupa meu pau - Ordenei, interrompendo o beijo.

Minha irmã me olhou por um instante, sem jeito, como se eu tivesse falado a coisa mais absurda do mundo.

-Que foi, maninha? Tá tudo bem?

- Tá. Eu só nunca fiz isso e é diferente, sabe?!

- Diferente como?

- Quando transamos, eu não tive que fazer muita coisa além de me deliciar com esse pau gostoso, mas chupar é diferente.

- Por que diferente?

- Porque eu nunca fiz isso, maninho. Não sei como faz e tenho medo de te machucar.

Levantei da cama, ficando de pé ao lado da minha irmã.

- Vem, ajoelha aqui. - Falei, apontando para a minha frente.

Minha irmã se levantou e meus olhos devoraram aquele corpo gostoso. Os peitinhos, com bicos pequenos, a cinturinha, a forma como a bucetinha tava marcada na calcinha.

- E agora, o que faço? - Perguntou Karina, já ajoelhada na minha frente.

- Agora você se diverte, faça o que tem vontade, não o que acha que deve ser feito, o que acha que vai me agradar, faça o que você pensa que será gostoso para você.

Assim que concluí minha fala, um sorriso safado surgiu nos lábios dela.

- Agora chupa, quero sentir essa boca gostosa no meu pau.

Karina abaixou minha cueca e segurou meu pau, em seguida aproximou a cabecinha do nariz e inspirou fundo. Puxou a pele, deixando a cabecinha toda exposta e inspirou novamente. Posteriormente deu mini inspiradas por cada centímetro do meu pau.

- Maninho, seu pau tem um cheiro tão gostoso. - Falou, me olhando.

- Minha maninha gosta do cheiro da minha pica, é?!

- Eu amei. - Falou, sentindo o cheiro mais uma vez. Mas agora vou sentir o gosto.

Karina deslizou a língua na cabecinha, de baixo para cima e fez isso olhando pra mim, como se buscasse aprovação. A cena era linda e eu pensei que ia gozar só nisso, minha irmã, ajoelhada na minha frente, lambendo meu pau, com a bunda empinada, usando uma calcinha preta básica, e me olhando com malicia no olhar.

- O gosto é uma delícia também. - Falou, ainda me olhando.

Então ela seguiu, explorando cada centímetro do meu pau. Lambendo de baixo para cima, lambendo a cabecinha e dando beijinhos. Isso já era suficiente para me fazer gemer.

- Maninha?

- Oi?

Curiosa para saber o que eu queria falar, mas feliz por saborear meu pau, Karina ficou me olhando sem parar de me lamber.

- Tá gostoso, mas vamos melhorar ainda mais, ok?! Sempre que puder, me olha. Me chupa e me olha, preciso ver que está se deliciando com o meu pau.

- Assim? - Respondeu Karina, lambendo meu pau sem tirar os olhos de mim. - Desse jeito que quer que sua irmãzinha chupe esse pau gostoso?

Karina fez movimentos mais rápidos com a língua, me fazendo soltar um gemido.
Tomando o controle da situação, segurei meu pau e a cabeça dela.

- Abre a boquinha.

Tão obediente e safada, minha irmãzinha prontamente abriu a boca.
Fui colocando centímetro após centímetro do meu pau na boca dela, até que veio a ânsia de vômito.

- Acho que aqui é o limite. - Falei, dando uma risada. - Agora, fica fazendo isso, para de lamber e começar a chupar.

Cada pedido meu era acolhido com prazer.

- Ai! - Exclamei. - Cuidado com os dentes, maninha.

Karina voltou a chupar meu pau, seguindo a recomendação. Colocava um pouco na boca e tirava, fazendo movimentos como se estivesse beijando de língua o meu pau. A boca carnuda, quente e macia engolindo um pouco e tirando.

- Agora chupa a cabecinha, sugando ela.

Mais uma vez minha irmãzinha fez o que mandei.
Aos poucos foi ficando ainda melhor. Safada e boa de aprender. Intercalava entre lamber, chupar, sugar e claro, me olhando com frequência. Uma delícia.

- Agora baba, maninha. Deixa meu pau bem babado.

- Assim? - Perguntou ela, tirando meu pau da boca.

- Não, pode babar bastante, deixar bem molhado.

Com a boca bem perto do meu pau, ela deixou a saliva descer, em seguida, espalhou com a língua, segurou meu pau, começou a bater uma e olhou pra mim.

-Assim, maninho?

-Isso, maninha, desse jeito.

Sem que eu precisasse pedir, ela voltou a chupar e lamber. Os movimentos lentos como quem saboreia seu prato favorito.
Em alguns momentos ela me olhava enquanto engolia meu pau e claro, nesses momentos eu forçava um pouco, empurrando meu pau um pouco mais fundo, a fazendo ter ânsia. Em outros ela parava de me chupar, começava a bater uma pra mim e ficava me olhando.

- Bate com ele na cara, maninha.

Assim ela fez. Com meu pau bem babado, ela bateu ele na cara, me fazendo delirar com a cena.

- Coloca a língua pra fora.

Segurei meu pau e comecei a bater com ele na cara dela, na língua, na boca gostosa, nas bochechas. Fiz isso com uma força maior do que ela mesma havia feito.
Minha irmã era uma cachorra, o sorriso que ela exibia no rosto evidenciava isso.

- Agora volta a me chupar que eu quero gozar nessa boquinha gostosa.

Já não aguentava segurar. Mesmo que fosse o primeiro boquete dela, era uma delícia.

- Puta que pariu, eu vou gozar.

Ela seguiu sugando a cabecinha do meu pau.

- Maninha, você vai engolir tudo, mas só quando eu mandar, ok?!

Poucos segundos depois eu gozei, gemendo alto enquanto olhava para baixo e encontrava os olhos da minha irmã me encarando, com um brilho safado, enquanto sugava a cabecinha do meu pau.

- Agora abre a boca, deixa eu ver.

A boquinha gostosa da minha irmã estava cheia da minha porra.

- Agora engole tudo.

Tão obediente, fez sem reclamar, engoliu me olhando e depois abriu a boca para me mostrar que tinha engolido tudo. Em seguida se levantou e eu a beijei na boca, um beijo gostoso e demorado. Dei um tapa na bunda dela, deitamos na cama e nos preparamos para dormir novamente.


Estou contando histórias que aconteceram muitos anos atrás, mas espero que gostem. Me mande sua opinião.

Obrigado por ler!


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O primeiro boquete da minha irmã

Codigo do conto:
255450

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/02/2026

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