Publicado por by: Tuga069
Data:15/09/24
Nossa rececionista e telefonista, se casou e por isso, por exigência do marido, pediu para sair da empresa, depois de trabalhar connosco por seis anos. Chamei a minha secretária “Dona Márcia” que trabalha aqui na empresa há 30 anos, desde a época do meu pai e pedi a ela que contratasse uma outra garota que soubesse atender telefone, rececionar clientes, digitar corretamente e ter conhecimento com computador e internet. Ela ironicamente me perguntou se teria que fazer extras, ser acompanhante em visitas a fornecedores e eu disse que sim, ela me respondeu: “Acho que temos uma que é filha de um dos nossos funcionários, vou ver com ele se ela ainda quer trabalhar, ela acabou de completar 18 aninhos e ele quer que ela trabalhe! Vou chamá-la para o “Meu Filho e Meu Senhor” entrevistá-la”! Se levantou e saiu rebolando a sua deliciosa e linda bunda que como praticamente toda a semana e que ela dá gostoso com 58 anos de idade e que vocês podem ler aqui no meu perfil dois contos que já relatei com ela, comendo o seu cu em cima da minha mesa e gozando e mijando na sua boca sedenta e gulosa, com ela engolindo toda minha porra e urina.
No dia seguinte, logo cedo, às oito horas da manhã, a “Dona Márcia”, pelo intercomunicador, me perguntou se poderia mandar a Lola, filha de um dos nossos motoristas de caminhão, entrar na minha sala ou não! Autorizei a entrada e pedi dois cafés para bebermos. Quando a Lola entrou, eu fiquei embasbacado, de boca aberta. A garota era simplesmente linda, verdadeiramente deslumbrante. A mandei se aproximar, me levantei, a cumprimentei, dei dois beijos em seu rosto, um no canto da sua boca e ela sorriu deliciosamente e tesudamente. A fiz dar a volta na mesa, ficar ao lado da minha cadeira e pedi se ela poderia dar um giro no corpo, ela disse que sim, e deu um giro de 380 graus e o seu vestido subiu, um vestido transparente com estampas florais, ao girar o curto vestidinho subiu e ela mostrou a sua bunda e uma minúscula calcinha fio dental bege, as mulheres adoram usar calcinhas bege. A fiz girar umas três vezes com ela sorrindo gostosamente e muito maliciosamente. Perguntuntei a sua idade, eu já sabia, ela me respondeu me olhando fixamente nos meus olhos, falando: “Acabei de completar 18 anos há quinze dias atrás!”
Falei para ela que não empregava menores porque às vezes poderia precisar que ela me acompanhasse em algumas visitas e agendas, ela comentou; “A Dona Márcia” me deixou isso muito claro!” e por fim, deixei colocado: “Se algo acontecer, tem algum problema?” Ela explicou fazendo biquinho com a boquinha: “Nenhum problema, desde que meu pai que trabalha aqui não saiba, como também, o meu namorado!” Por fim, perguntei se ela tomava contracetivos e ela disse que sim. Eu já estava de pau duríssimo, pois, já tinha tomado o meu “Cialis” e decidi fazer o “Test Drive” e falei para ela: “Você não quer demonstrar uma de suas habilidades?” Me levantei, fui até a porta, a tranquei na chave e fui para o sofá, onde me sentei. Ela se levantou, fez um “streap tease” ficando somente com a minúscula calcinha fio dental bege, se aproximou, ficou de cócoras entre as minha pernas, desafivelou meu cinto, abriu minha calça de linho creme, desceu o fecho, enfiou a mão por dentro da minha cueca cinza e tirou meu pau bem duro para fora, me olhou e exclamou! “Nossa!”
Ela passou a lingua o lambendo e o salivando, o abocanhou, sugou, chupou, mordeu, voltou a chupar e sugar, para tirar meu pau da boca e falar, me olhando nos olhos; ‘O pau do meu namorado dá a metade do seu e muito mais fino, e só conheço o pau dele, o teu pau é muito grosso e grande!” Perguntei se poderia gozar na boca dela, ela disse que sim, mas que nunca tinha engolido. A fiz me punhetar me chupando e ela se mostrava em uma exímia penetradora, além de me apertar as bolas do saco, eu não aguentei quinze minutos e explodi em um farto gozo de porra grossa e muito viscosa no fundo da sua garganta a segurando pelos cabelos e a fazendo engolir tudo, ela meio que engasgou, e falei para ela pegar um refrigerante ou suco no meu “frigorifico’ da sala, ela pegou e tomou, gargarejando e limpando a boca! Ela me falou: “Foi a primeira porra que engoli na vida!” Se aproximou, deitou no sofá, colocou a cabeça no meu colo e me disse: “Agora sei porque as minhas amiguinhas, curtem chupar coroas!” Rimos muito e a empreguei como a minha rececionista e temos desde então, fodido muito.