Olá, sou novo por aqui e me deparei com este site onde encontrei algumas histórias muito bem escritas e excitantes. Vou deixar para falar de nossa história, minha e de minha esposa Sandra, para outra oportunidade. Por hora gostaria de compartilhar com vocês nossa experiência primeira, onde Sandra e eu fomos colocados à prova mas ao mesmo tempo, levados pela situação do momento do qual precisamos algum tempo para digerir e aceitar a nossa fantasia como algo natural ou se teria sido demais para nós.
Já casados a vários anos, sempre tivemos fantasias na cama onde ela era objeto de desejo de outros homens e até já havia sugerido ela se submeter a outros homens. De fato eu me excitava em pensá-la transando com outros, ela, por sua vêz, se excitava bastante e até fantasiavamos isso na cama, mas nunca aceitou de verdade. Era só eu, seu marido.
Então aconteceu sem esperarmos, naquele verão, viajávamos de carro desde o Rio Grande do Sul para a casa de meus pais, só eu e ela no carro. Ela como sempre viajava à vontade, uma saia bem leve e na altura dos joelhos, blusa solta e um sutiã que aparecia sob o tecido fino da blusa. Eis que ela estava reencostada no banco ao meu lado, saia levemente levantada, quando nos aproximamos de um caminhão antigo, mas muito bem cuidado o que me chamou a atenção pois gosto de carros e caminhões e aquele antigo mercedinho 1111 estava uma joia, com uma carga leve, ele rodava lentamente mostrando o cuidado do seu proprietário, passei por ele lentamente observando, após a ultrapassagem a esposa comentou - O rapaz deu uma boa olhada nas minhas coxas. Ví pelo retrovisor que o motorista era jovem, tinha um pouco de barba. Achei excitante aquilo e mantive um ritmo lento também até que ficamos atrás de outro caminhão e ele encostou em nós. Daí é que eu digo que as coisas acontecem para nós sem esperarmos. Liberou a faixa da esquerda, eu tirei o carro para passar mas o caminhão da frente também entrou para a esquerda e ficamos bloqueados, então o mercedinho emparelhou ao nosso lado e, para minha surpresa, minha esposa não protegeu as pernas permanecendo com o vestido no meio das coxas, deixando que ele olhasse. Eu não o via do meu lugar mas ela sim e se mantinha olhando para frente deixando ele admirar suas belas coxas. Não trocamos uma palavra sobre aquilo mas a excitação estava no ar. Atrasei mais o carro com a desculpa que era por segurança pois a terceira faixa já iria acabar e me coloquei atrás do mercedinho. Seguí atrás dele por algum tempo até que a estrada ficou bem vazia e ma preparei para ultrapassá-lo, então comentei com a Sandra - vai lá, levanta um pouquinho mais a saia para distrair esse motorista solitário e fazer a viagem dele mais alegre. Sandra achou graça e falou
- pois é né, um agrado para o coitado- e levantou mais um pouco a saia
- mais um pouco, vai - eu disse - ela puxou mais um pouquinho - até na calcinha, vai amor, faz o motorista feliz! Ela sorriu meio indecisa e subiu a saia até aparecer a pontinha da calcinha e ainda abriu um pouco as pernas. Aquela atitude, vinda da minha Sandrinha foi como uma bofetada, me deixou tonto de tesão. Então aproveitei a reta longa em leve subida e comecei a ultrapassagem lentamente, quando emparelhei com a cabine eu diminuí para que o jovem pudesse observar minha esposa um pouco, depois, lentamente fui acelerando para completar a ultrapassagem. Percebi que a Sandra se manteve com um leve sorriso malicioso nos lábios como quem está aprontando. Ela estava muito excitada, com certeza. Ao me distanciar, percebi a piscada de farois, um agradecimento dele. Aquilio significava uma comunicação muito íntima entre nós dois por eu ter compartilhado a intimidade da minha fêmea com ele. Mesmo sem falarmos havíamos nos entendido.
Então mais dois minutos de estrada e apareceu, ao lado direito da estrada, uma clareira, como um espaço grande de manobras, só que estava vazio, uns vinte metros de largura. Sem nem pensar, saí da estrada e guiei o carro bem para o canto, sob umas árvores bem na extremidade do lugar e liguei a seta indicando para direita, encostar. Sandra tomada de surpresa, perguntou o que acontecia. - Nada, só vamos esperar o caminhoneiro - Ela estava linda, com os cabelos em cachos grandes, soltos, expressão de férias, aquela roupa leve de verão, me parecia irresistível. Ela se assustou, - mas por quê? Você vai passar ele de novo? - Não, vamos ver se ele para. Se parar vai ganhar o grande prêmio. Havia a possibilidade de ele achar que era uma armadilha e seguir direto, mas eu contava com o instinto do macho e se parasse...
- Que prêmio? Sandra perguntou. Era tudo muito rápido, não havia tempo para racionalizar nem medir consequências, eu estava excitadíssimo e saboreava aquele momento...então o mercedinho apontou longe na curva e veio se aproximando, já nos havia visto por certo. Eu liguei o pisca alerta de deixei piscar três vezes...esperei...ele se aproximou mais e embicou o caminhão para o acostamento entrando na área livre onde estávamos. Pronto, ele aceitara o convite, eu tremí, não era mais faz de contas, alguma coisa iria acontecer. A Sandra Olhou para mim, confusa. Eu, tinha intimidade suficiente com minha esposa para comandá-la sem pedir permissão, mas nunca tinhamos chegado nem perto de uma situação assim, envolvendo um parceiro real. Decidí deixar o instinto falar, percebí que ela estava temerosa. O mercedinho havia parado uns 40 metros para trás. Ele estava lá aguardando, eu sabia que tinha que ser agora . Olhei para a Sandra e falei
- Vai lá.
- O quê???
- Sim , vai lá, desça e vai, você tá tão gostosa!
Ela estava entre excitada e temerária....então incentivei de novo, e me inclinando sobre ela, abrí a porta do seu lado.
- Vai, que eu te espero aqui. Não tenha pressa meu amor.
Acho que essas palavras soaram como uma ordem para ela pois eu estava irredutível e acrescentei, - seu motorista está esparando.
Com uma expressão estranha, meio sorriso de excitação e safadeza como uma criança que quer muito um doce, Sandra deu uma mordiscada nos lábios, olhou para mim com os olhos "sorrindo" e a boca apertada, abriu a boca como quem vai falar alto mas permanece calada. Sorrí para ela que saiu do carro obedecendo minha ordem. Seguí-a com os olhos, ela se encaminhou em passo acelerado e reticente em direção ao caminhão, caminhando com dificuldade cuidando com o saibro no chão, seus cabelos soltos ao sol e ela se dirigindo para "brincar" como uma menina travessa.
Ao aproximar-se a porta do carona abriu-se, ela, como uma prostituta de beira de estrada, parou ao lado da porta e poiou-se para subir, recebeu ajuda de um braço que a puxou para cima e dentro da cabine do mercedinho.
Eu estava me sentindo em suspenso, como se estivesse levitando, não sentia o chão. ...mandei minha esposa para alegrar um estranho, sem nenhum controle de minha parte. Minha esposa estava por conta dele. O que ele faria com ela, se a respeitaria nos seus limites, se entenderia ela como prostituta de estrada, se a obrigaria a fazer coisas que ela não queria...e mesmo eu não gostaria....só dependia dele. E isso era muito excitante, esse risco que ela corria.
Eu não conseguia pensar bem, só aguardava, a sorte "dela" estava lançada, eu a coloquei lá para servir e ela...serviria. Inacreditável como aquilo aconteceu quase automaticamente, do nada, no meio da estrada. Nem lembro o tempo que se passou, só lembro que havia uma cortina fechando o para brisa do caminhão. Só me restava esperar. Eu não queria imaginar o que ela estava fazendo, só me contentava com uma extranha excitação que pairava no ar todo o tempo em que minha esposa permanecia naquele caminhão, pois sabia que ela estava "trabalhando" ou "sendo trabalhada". Fazia parte do fetiche, estar à disposição dele até que ele a liberasse.
Finalmente a porta abriu-se, devem ter levado uma hora ou mais. Vejo Sandra descer com cuidado, ela nem fechou a porta, parecia um pouco desnorteada, caminhando lentamente, cuidando ao pisar sobre o saibro, cabelos completamente desgrenhados que ficavam mais evidentes com o vento que batia e denunciava uma orgia.
Sandra finalmente chegou ao carro, sentou-se ao meu lado, calada, sem dizer uma só palavra sem ousar me olhar, parecia exausta. Eu a respeitei, dei partida no carro e saí lentamente. Ainda lembrei de acionar o alerta três vezes...ele piscou os faróis, agradecendo pelo empréstimo da esposinha.
Seguimos viagem, segurei na sua mão mas ela já dormia, não, só fingia, olhou para mim e deu um sorrisinho como quem diz, - serviço completo!
Foi difícil arrancar dela o que aconteceu naquela cabine de caminhão no meio da estrada, mas entendi que ela precisava do seu tempo.
Na próxima narrativa eu detalho mais sobre o que ela me contou.