Que corrompe e transformam as pessoas, libertando seus desejos profanos e pervertidos, aqueles que normalmente ficam enterrados em nossos subconscientes.
Eu estava aqui pensando...
O que aconteceria se esse objeto amaldiçoado fosse parar nas mãos de um homem ou um garoto?
Como será que a entidade que vive naquele anel iria influencia-lo?
Ele iria se transformar em um homem sedutor, um Don Juan e sairia caçar mulheres para seduzi-las e corrompe-las?
..na região metropolitana de Porto Alegre!
Em um sábado comum bem cedo o dia nem tinha começado a clarear um medico qualquer se despede da família e embarca no carro saindo em direção a Torres para atender um paciente seu que esta lá, ele parte do bairro Bela Vista e por opção ele prefere a rota pela Estrada do Mar já à algum tempo rodando logo ao passar no entroncamento da RS-786 com a BR-389, os primeiros raios de sol começam a deixar o horizonte vermelho, aquela cena clássica do amanhecer.
Próximo a um posto de combustíveis ele avista uma garota, jovem e muito bela acenando pedindo carona!
Ele sabe que é uma atitude extremamente imprudente parar em uma situação dessas, ainda mais naquela horário, mas há algo diferente naquela jovem, tem algo que o atrai, que prende sua atenção, então ele sem pensar liga o sinal e encosta.
Conforme o sol avança no horizonte a luz dele ilumina o dia e ele já consegue observar pelo espelho a garota se aproximando.
E também o local é bem iluminado pelas luzes do posto de combustíveis então ele se certifica que ela esta só e ao menor sinal de perigo ele pode arrancar o carro, ele pensa.
Mas sua atenção fica presa observando a garota, ela é bela, atraente, esta usando uma calça jeans, justa, uma bota longa, com saltos por cima da calça, uma blusa fina que mostra o decote e a barriga, por cima um pequeno agasalho a protegia do frio característico daquela hora da manha, ela tem o longo cabelo preso em um rabo de cavalo.
Conforme ela se próxima ele vê mais detalhes, seu olhos marcados pelo lápis da maquiagem simples, nos lábios um batom escuro, um tom de vermelho vinho, mas que realça seus lábios, ela tem uma mochila no ombro e uma mala dessas de viagem, que ela arrasta.
Ele pensa, tenta encontrar uma explicação do porque ela estava ali pedindo carona aquela hora, deve ser uma estudante voltando para casa que perdeu o ônibus ou quer economizar a grana, podia ser algo pior, mais grave, fugindo de algum namorado abusador, ela realmente podia precisar de ajuda.
Assim que ela se aproxima da janela do carro, ele abre o vidro!
-o que faz ai no escuro essa hora garota não sabe que é perigoso?
-para onde vai?
E ela abre um sorriso e o efeito da luz, do amanhecer, do raiar do sol, ele não sabe mas ela olha para ele com aquele par de olhos, de uma cor que ele nunca tinha visto, pelo menos assim de perto, seus olhos são cinza;
-oiiii, ninguém quer para para mim, estão com medo eu acho! "sorrindo"
-vou para Santa Catarina, mas se me deixar em Torres eu me viro!
Homem - esta bem, sobe ai, deixa eu abrir a porta de trás para você soltar suas coisas!
Assim que ela sobe e coloca o cinto, ele nota que ela esta perfumada é delicada, uma garota frágil isso reforça sua preocupação e claro ele se sente atraído por ela;
-então me fale mais de você, como se chama?
Ela olha com aqueles grande olhos cinza para ele e abre novamente aquele sorrisodias antes....
Lembram o que aconteceu com a nossa querida Julia a filinha querida que se transformou em uma vadia, seduzindo e arrastando homens desconhecidos para sua cama, ela não parou no salva vidas, sua vida mudou e ela nunca mais foi a mesma, foram inúmeros outros e outras mulheres que ela corrompeu e todos nos sabemos que algumas coisas depois que entram em nossas vidas nos mudam e perversão não é diferente.
Depois de um tempo, ela não precisava mais do anel para ser sua nova versão, ela aceitou as mudanças, ficou viciada no prazer e na sua nova vida, então passou a mantê-lo guardado ela sabia o seu poder e o que podia fazer, mas com o tempo a caixinha que ela guardava se perdeu em suas coisas e ficou esquecido e em uma das suas mudanças acabou em uma caixa de roupas velhas que terminou indo para doação.
Em uma cidade qualquer do litoral norte do RS, um casal, ele pastor de uma igreja dessas em um bairro qualquer comprometida em pregar o evangelho e ajudar a comunidade carente, ela a mulher do pastor, dedicada ao lar, em ajudar nas atividades da igreja e criar os filhos, duas filhas mais velhas cursando a faculdade que praticamente já tinham vidas próprias, tinham empregos e já se sustentavam e claro membras da igreja e seu filho mais novo, já com 18 anos, mas ainda no ensino médio, tinha reprovado um ano e perdido mais um quando seus pais mudaram para o sul, em resumo uma família de crentes que até podemos afirmar, certinhos e conservadores.
Ele carioca, nascido e criado no Rio de Janeiro, ela paranaense filha de descendentes de alemães, tiveram filhos com traços interessantes, pele clara, as garotas com cabelos loiros escuro, quase um castanho e o garoto cabelos e olhos castanhos claro, Eduardo era o nome do garoto, além de estudar ele trabalhava como auxiliar em uma oficina mecânica, mas pouco sujava as mãos de óleo, fazia mais serviços de escritório já que o negocio era do seu tio.
Eduardo ainda achava tempo para se divertir com os amigos jogando futebol, gostava de correr na praia aos sábados pela manha e sempre que dava ajudava em algumas tarefas da igreja, quem antes eram motivo para o grupo de jovens com os quais ele mantinha uma amizade se reunir.
Mas agora era apenas ele, os outros jovens da idade dele tinham ido para o exercito e para tristeza do Eduardo que queria ir também, foi dispensado por excesso de contingencias, naquela semana Eduardo tinha prometido ao seu pai começar a classificar e separar as doações de alimentos e agasalhos que começavam a chegar das campanhas do agasalho, diversas outras igrejas da região, uma dezena de cidades do litoral coletava e muitas das doações chegavam para eles, eram caixas e mais caixas de roupas, calçados e alimentos.
Na sexta feira por volta das 22 horas, como havia combinado assim que saiu da aula foi para a igreja, como no sábado ele não trabalhava podia ficar até tarde, maioria das pessoas já tinham saído, o culto havia terminado fazia tempo e mesmo convidando outros jovens para ficar, acabou que ficou só ele mesmo, quando todos saíram e ficou só ele, foi para os fundos onde ficava o deposito e começou a abrir as caixas, separar e classificar, o que era roupa de inverno, adulta, infantil, feminina, masculina, sapatos, etc.
Ele não viu o tempo passar, faltava pouco para meia noite ele decidiu dar uma pausa e ir até cozinha que a igreja mantinha no fundos do prédio principal ao lado do deposito que ele estava, assim que levantou de um banquinho que estava sentado uma caixa que estava no alto de uma pilha atrás dele caiu e por pouco não o acerta.
Em um reflexo daqueles que temos, quando pegamos algo no ar sem muita explicação ele conseguiu segurar a caixa, não que fosse fazer diferença, afinal eram roupas, algo caiu dela e saiu rolando pelo chão e fazendo barulho, parou a alguns metros.
Obviamente ele saiu a procura do objeto que tinha caído!
A igreja passava por reformas em sua estrutura e ali no deposito haviam muitos itens relacionados a isso e um desses itens eram vidros desses temperados que usam em portas e fachadas, alguns eram desse que parecem meio espelhados, na verdade tinham sido doados por alguns dos membros.
Eduardo perdeu alguns minutos procurando pelo objeto que ele viu cair da caixa quando a segurou e ao passar pelos vidros apoiados na parede se sentiu observado como se alguém o olhasse.
Por um instante pareceu que alguém estava parado atrás dele, refletido no vidro!
Quando estava quase desistindo da busca, lá estava uma caixa de madeira, imitando um baú desse de historias de pirata, só que pequeno, com tamanho suficiente para caber um anel, na verdade era uma caixa de anel.
Assim que pegou aquela caixinha imediatamente ele abriu e lá estava um anel dourado com uma pedra violeta com um tom e um brilho único, parecia refletir a iluminação fraca do deposito com tanta intensidade que dava a impressão ter luz própria, a visão chegava a ficar ofuscada quando uns dos raios atingia seus olhos.
No mesmo momento que ele abriu a caixa houve algo que ele não deu bola, talvez por não ser uma pessoa assustada, por não acreditar em coisas paranormais, talvez pela criação religiosa, crenças ou talvez sua atenção estivesse focada no anel.
Uma corrente de ar, um vento sacudiu as lâmpadas penduradas do deposito, as grandes portas de acesso sacudiram, sabem aquele movimento característico em dias de vento de tempestade, até o telhado estralou.
Mas Eduardo não deu bola, isso sempre acontece aqui quando tem vento, ele pensou, mas mal sabia ele que o céu estava estrelado com nenhuma nuvem naquela noite, na verdade uma lua cheia daquelas características da praia iluminava a noite a tornando praticamente dia.
Ele manteve o plano original, com a caixa na mão admirando seu achado, pensando, tentando decidir se iria comunicar que tinha encontrado o anel ou iria guardar o segredo para ele.
Na verdade seria um desafio, como vou encontrar seu dono, ou dona, pode ter vindo de qualquer lugar, tinham caixas ali de mais de uma dezena de cidades do litoral e da região metropolitana, eu posso ficar com ele e dar de presente.
Ele tinha uma pretendente e por um instante pensou eu fico com anel dou para ela, só preciso achar uma desculpa para sua origem!
Na cozinha em quanto prepara seu lanche, café com leite e um sanduiche, ele olhava para o anel em cima da grande mesa que ficava no centro da sala.
O brilho que e pedra emitia exercia um encanto sobre ele!
Quando quase tinha terminado seu lanche, ele pegou a caixinha e tirou o anel de dentro e o ficou segurando na mão, então notou uma escrita na parte de dentro do anel, eram três palavras escritas em um idioma que ele não conseguia identificar, com certa dificuldade ele consegui ler mesmo sem saber o que significava.
dîn wille geschehe
Assim que leu aquelas três palavras, sem sentido nenhum para ele, novamente aquela sensação de estar sendo observado voltou, era como se houvesse alguém parado atrás dele e para quem não tinha medo ou não acreditava ele se sentiu incomodado com aquilo e antes que pudesse tomar qualquer atitude algo diferente, realmente diferente aconteceu.
Sua mente foi inundada de pensamentos, imagens que mexeram com ele, cenas de sexo, diversas mulheres, todas elas belas mulheres, atraentes, como se chamassem por ele, faziam movimentos como se sensualizassem, provocantes como uma dança do ventre.
E por um instante ele voltou a si, soltou o anel na mesa e ficou tentando entender o que tinha acontecido, mas tinha algo incomodando, ele tinha gostado, estava excitado e uma ereção violenta e vigorosa denunciava isso entre suas pernas.
Eduardo era virgem e vivia em celibato, por muitos motivos, criação religiosa, doutrina da igreja, ele acreditava em casar virgem, mas ele era humano e a natureza segue seu curso então claro que ele sabia o que acontecia e claro que ele tinha seus segredos e alguns eram mundanos como diria seu pai.
As vezes ele assistia algum vídeo ou outro conteúdo pornográfico na internet e se masturbava e claro que já tinha experimentado uns beijos mais quentes com uma de suas namoradinhas, então ele sabia sim e muito bem o que acontecia.
Aquelas imagens que ele viu eram vividas, intensas, provocantes, as mulheres usavam exatamente o tipo de roupa que ele achava atraente, roupas justas, coladas ao corpo, exibiam suas longas pernas, algumas usando meia calça, salto alto, pareciam as garotas que ele tinha visto uma das poucas vezes que fugiu dos seus pais e foi para a balada com amigos da escola a diferença é que ali naquela visão elas notavam ele, chamavam por ele.
Sua excitação, aquela ereção não passava, ele se sentia atraído, compelido a ver mais, ele queria mais, como será que isso funciona pensou ele, em pé parado ao lado da mesa ele voltou a segurar o anel em sua mão.
E desta vez não precisou nem ler as inscrições, ele se viu novamente rodeado por aquelas garotas e a visão era muito mais real, muito mais intensa, era como se estivesse em uma festa e ele fosse o único homem e elas o desejassem de forma ardente.
Elas se aproximavam dele, chamavam seu nome, pediam sua atenção, guiavam suas mãos para seus corpos, exibiam suas curvas, suas lingeries tentando prender sua atenção, ele sentia as mãos delas em suas pernas, uma das garotas desamarrou o cordão da calça de abrigado que ele usava, outra puxou para baixo, uma terceira enfiou a mão dentro da cueca e segurou seu pau, duro como ele nunca esteve antes.
Outra duas o mantinham ocupado exibindo seus corpos, com seios bem desenhados, empinados dentro de lingeries sensuais, uma delas pega sua mão e leva para sua virilha e guia seus dedos direto para sua buceta, que esta molhada, pingando de excitação, escorrendo em quanto ele tenta se conversar que aquilo esta acontecendo mesmo, se é real ou uma alucinação, sente uma boca quente, molhada, envolver seu pau, ele sente o contato da língua da desconhecida.
Antes mesmo que ele consiga processar aquilo tudo a outra garota lamenta não ter o que chupar e pega a sua outra mão e começa a chupar seus dedos, aquela que ele penetra os dedos na buceta se aproxima dele para beija-lo, em quanto outras duas garotas se revezam chupando seu pau, era como se ele tivesse caído em um mundo de amazonas todas sedentas por um homem para satisfazer seus desejos sexuais reprimidos.
Havia uma quinta garota que ficava parada na frente dele, apenas observando ela se limitava apenas a guiar as outras, talvez ela fosse a mais bela de todas, ela tinha algo que ele não conseguia definir porque sempre que ele tentava focar nela outra ficava na frente ou desviava sua atenção ou simplesmente a sua visão ficava turva.
Então ele sentiu que seu orgasmo se aproximava e claro, não demorou ele gozou, muito, intensamente, elas disputavam por sua porra era uma cena digna de um filme pornô e a fantasia, alucinação, seja lá o que aquilo fosse se desfez e quando ele voltou a si tinha soltado o anel na mesa e feito uma bagunça, estava sem as calças e tinha gozado mesmo.
Como pode, estou sem calças, será que eu mesmo tirei?
Foi a conclusão dele, isso foi uma alucinação mesmo, não é real, mas é muito bom, ele se sentia o homem mais sortudo, tinha encontrado algo que não tinha explicação mas era incrível e decidiu guardar o segredo para ele mesmo.
E claro, esse tipo de coisa, quando esse impulso esse instinto é despertado em nos, queremos mais, ninguém consegue resistir a esses impulsos sexuais ainda mais da forma que ele tinha experimentado então obviamente ele queria mais, não via a hora de repetir aquilo tudo, mas já era tarde ele tinha trabalho a fazer.
Eduardo limpou a bagunça que tinha feito, voltou para o deposito e continuou a classificar as doações, guardou o anel em uma meia que pegou por lá mesmo, já que bastava toca-lo.
Nos dias que se passaram, ele se mostrou um belo pervertido, em qualquer oportunidade que tinha se trancava no quarto, no banheiro em qualquer lugar mesmo, lá ficava ele sentado ou em pé segurando o anel e cada vez que ele voltava naquele lugar as imagens ficavam mais reais, mais detalhadas, mais vividas, as suas sensações eram mais intensas.
Mas o tempo era sempre pouco e ele queria mais, queria ir até o fim, queria transar com as garotas, até agora tudo se limitava nas preliminares com elas chupando ele no máximo ele chupando os seios delas, ele não parava de pensar naquelas garotas, em transar com elas, vivia excitado.
E então surgiu o dia perfeito, duas semanas depois outra remessa de doações chegou e ele prontamente se prontificou a cuidar daquilo, naquela sexta feira não tinha aula, então ele chegou cedo na igreja, havia um culto, bastante gente por todos os cantos, mas ele foi paciente e assim que todos partiram ele tratou de trocar tudo, apagar a luzes e foi para o deposito.
Afinal ele teria tempo para explorar aquela fantasia!
Ele foi preparado, levou lanche, fez uma cama, um ninho digamos assim, a verdade é que ele não tinha planos de trabalhar naquele dia, se certificou de trancar bem as portas, inclusive a porta do deposito caso alguém fosse por lá não entrasse e o pegasse, pensou em tudo, fez muitos planos.
Mas o anel ou melhor a entidade que vivia presa naquele objeto tinha outros planos!
Assim que se aninhou confortavelmente e segurou o anel, nada aconteceu, leu as inscrições, nada, no dia anterior ele tinha segurado o anel no banheiro da oficina e tinha estado com as garotas, porque agora não funcionava, o que havia de errado? Eu estreguei o anel será?
Ele pensava em quanto caminhava com o anel na mão de um lado para o outro a frustração era tão grande que ele nem notava a presença que o observava, então uma voz falou de forma suave, uma voz feminina, um tom, um timbre agradável.
"Porque não coloca o anel no dedo?!"
Eduardo não deu bola, na verdade ele parecia um viciado em crise de abstinência, ele ouviu a voz é claro e entendeu o que ele disse, tanto que seguiu a sugestão e colocou o anel no dedo, no primeiro momento nada aconteceu.
Mas então, ele ficou tonto e só conseguiu chegar no seu canto que tinha preparado e se jogou, apagou imediatamente, então ele se viu no mesmo lugar que ia todas as outras vezes, mas agora havia algo diferente, ele estava só.
Não havia nenhuma das garotas, o lugar estava silencioso, deserto, pela primeira vez ele conseguia observar que era um lugar embora com um clima agradável digamos assim, nem calor nem frio, um aroma agradável pareciam ervas, flores talvez, no ar, não haviam moveis, nem janelas, ele chamou, perguntou se havia alguém, nenhuma resposta.
Já haviam se passado uns 5 minutos e ele cada vez mais impaciente, quando ele sentiu uma presença, havia mais alguém com ele ali;
Eduardo -oi!
-oi Eduardo!
Eduardo -como você sabe meu nome!
Era uma mulher, deslumbrante, da mesma altura dele, que a proposito tinha 176 de altura e pesava uns 60 quilos que oscilava, e a mulher provavelmente tinha o mesmo peso, bem distribuídos em um corpo esculturar.
Seios meios, empinados, chamativos, uma cintura bem desenhada com um quadril largo formando uma silhueta de ampulheta como se usasse um modelador, longas pernas que se tornavam chamativas com aquela meia preta transparente que ela usava e com um salto alto fino do tipo estiletto, que realçavam suas pernas e se sua bunda que parecia querer rasgar o vestido vermelho que ela usava, colado ao seu corpo, longos cabelos castanhos que passavam da metade das costas.
A verdade é que ela estava vestida exatamente da forma que Eduardo fantasiava, da forma que era atraente para ele!
-querido, você esteve vindo aqui o tempo todo nas ultimas duas semanas se divertindo com as garotas, pensou que eu não saberia o seu nome?
Eduardo -onde estão as outras garotas?
-hoje seremos só nos dois, querido!
Ela falava em quanto caminhava na direção dele e conforme ele ia contemplando a visão daquela mulher que a cada passo se tornava mais bela, mais sexy, ela tinha tudo que ele achava atraente e ela caminhava de uma fora sensual, seus movimentos era suaves, como se fossem pensados para prender sua atenção.
Quando ela saiu das sombras e ficou embaixo de um dos pontos de luz daquele lugar pela primeira vez ele pode ver seu rosto, era perfeito.
Uma maquiagem que realçava seus traços delicados mas o que chamava mais atenção eram seus olhos, grandes olhos cinza que pareciam hipnóticos.
Eles prendiam a atenção de Eduardo!
Eduardo -belos olhos!
-gostou querido!
Eduardo -sim, nunca vi olhos assim!
-é eles são raros!
Ele não parava de olhar para ela, analisava cada milímetro do corpo dele e repetidamente se pegava olhando ela diretamente nos olhos.
Será que era ela a garota que sempre ficava olhando quando ele estava com as outras garotas?
-pode olhar querido, não me importo!
-gosto que me olhem na verdade, gosto que me desejem!
-gosta do que vê?
Eduardo -ahhh, s...
-não fique envergonhado, com as garotas você não tem vergonha!
-porque comigo vai ter?
-gosta do que vê?
Eduardo -sim, g..... gosto!
-que bom!
-eu vesti isso porque sabia que gostava!
-você fica olhando as irmãzinhas da igreja quando vem assim, kkkk
-mostrando as pernas!
-não seu safado!
-gosta quando elas usam sapatos assim como este que estou usando
-acha que elas ficam atraentes não é? acha sexy!
Eduardo -s...im, gosto!
-você é um homem de bom gosto! Parabéns!
-gostou do vestido que escolhi?
-é igual aquele que você viu a garota usando lá na boate quando fugiu do seus pais!
Eduardo -como você sabe disso!
-querido eu sei tudo sobre você!
-não percebeu isso ainda!
Conforme ela falava com ele ia se aproximando!
-conheço tanto que sei até que você gosta deste tipo de lingerie, você ficou excitado quando viu aquela revista sexy que o Paulo te mostrou.
Em quanto falava isso ela abriu o vestido, deslizando o zíper que tinha nas costas, revelando uma lingerie que iria mexer com qualquer homem, um espartilho delicado, preto com renda transparente que se ajustava as curvas do corpo dela, a calcinha do mesmo material perfeitamente ajustada a sua virilha com a transparência permitia ver através dela e as meias com cinta liga, era a mesma visão, a mesma lembrança que ele tinha da revista que ela tinha falado.
-viu só, você gostou!
A ereção que ele tinha denunciava, seu pau parecia querer furar o tecido da roupa!
Ela deixou o vestido cair no chão e foi para cima dele, sem muito rodeio, enfiou a mão dentro da calça do Eduardo e segurou direto no seu pau.
-olha só como ele esta!
-é por minha causa?
Eduardo -si..m, é sim
Em quanto ela fazia movimentos de masturbação e apertava o pau dele!
-vamos nos livrar dessa sua roupa!
Nisso ele mais do que depressa ficou só de cuecas e ela fez questão de puxar ela para baixo deixando ele nu, ele respirava tremido, bom ele tremia o nervosismo e a excitação eram óbvios em Eduardo naquele momento.
-você esta nervoso querido?
-prometo que você vai gostar!
Ela se ajoelhou na frente dele e imediatamente começou a chupar o pau dele, obviamente ela sabia o que fazia, não precisou muito ele começou a gemer e sentia o orgasmo se aproximar de forma avassaladora ela era diferente das outras garotas, ele tentava se segurar nela para não cair.
Em sua mente Eduardo pensava, bem que podia ter uma cama por aqui!
Imediatamente ela parou o que fazia;
-algo errado querido?
Eduardo -não, não, nada
-claro que tem algo errado, eu sinto, você quer algo!
Eduardo -eu pensei que podia ter uma cama aqui!
-isso é fácil querido!
Eduardo - como?
-só você pedir uma, desejar uma!
Eduardo -como assim?
-sim, só você querer, deseje uma!
Eduardo -quero uma cama!
-haha, querido, você precisa se concentrar, com mais vontade!
Eduardo -uma cama, quero uma cama!
E sem explicação, literalmente como magica, como uma imagem fora de foco que fica nítida a cama se materializou em sua frente.
Eduardo -como isso é possível?
-aqui você pode ter o que quiser
-só pedir com vontade
-só desejar
-experimente, peça outra coisa!
Eduardo -não sei!
-tente!
-mude algo em mim, mude algo na minha roupa!
Eduardo -mudar algo, o que?
-meu sapato, você gosta de outro tipo!
-já sei, você gostou da bota daquela garota que viu ontem!
-porque não me da uma daquelas!
-vamos tente!
Eduardo -quero aquela bota para você!
E novamente, a magica aconteceu, o sapato dela se transformou em uma bela bota, tal qual ele tinha visto uns dias antes uma garota usando, um modelo longo, com salto alto, colada na perna.
-viu só querido
-aqui você pode fazer o que quiser
-ter o que quiser
-ser como ou quem quiser
-adorei a bota
-isso me excita, veja só
Ela se aproximou dele, quase colada, pegou sua mão e levou até sua virilha, afastou a calcinha para lado, ela estava extremamente excitada, escorria de tanto tesão que estava, guiava a mão dele a penetrar os dedos nela.
Eduardo mordia os lábios, ele estava eufórico com aquilo tudo!
No mesmo momento ela o empurrou para a cama e montou nele, que parecia incrédulo com tudo aquilo, mas principalmente por ter aquela mulher, a mulher dos seus desejos ali em cima dele, ela colocou as mãos em seu peito e procurou a sua boca para um beijo.
Depois de um beijo suculento, molhado, ela se afasta e posiciona a sua virilha, afasta a calcinha para lado e posiciona o pau dele e sem dificuldade o desliza para dentro dela;
-você gosta disso querido?
Enquanto rebola, primeiro de forma lenta, depois com movimentos mais intensos, ela volta a se curvar para frente e beija-lo;
-você gosta do que estou fazendo?
Eduardo -ahhh, sim
Eles ficaram um bom tempo transando a todo momento ela incentivava Eduardo a experimentar desejar coisas, mudar coisas, mudar detalhes nela, seios, cabelo, roupa, outros moveis, o tempo passava a percepção que Eduardo tinha era que já se passavam horas que eles estavam ali.
E em um momento ela tocou no ponto fraco de Eduardo e acreditem, não foi algo aleatório foi de proposito!
-querido, porque não experimenta como é ter um pau maior?
Ele ficou inquieto com aquilo e antes mesmo que pudesse expressar qualquer reação ela continuou;
-veja só
-olhe
-como as garotas se divertem com homem que tem o pau grande!
Ele olhou para o lado lá estavam as outras garotas, cada uma com um homem, extremamente dotado, eram paus enormes, surreais, pareciam terem saído de historias de mangá ou hentai, elas pareciam exposta em uma vitrine para que ele as visse, todas tinha expressões de prazer, mesmo com aquelas monstruosidades entrando e saindo delas de forma intensa, até mesmo aquela que estava fazendo sexo anal, ela empinava a bunda e aquele homem enterrava aquela tora, arrancando gemidos dela que fazia questão de olhar diretamente para Eduardo.
Nitidamente era uma provocação!
-veja querido, como elas gozam, olha só o prazer que elas sentem!
Como falei antes, Eduardo era digamos assim, puritano, certinho, mas ele tinha esse complexo, que seu pênis era pequeno e isso era motivo de insegurança que o dia que fosse casar sua mulher seria infeliz, que não conseguiria satisfazer uma mulher na cama, bom, todo homem tem essa preocupação até os que não tem o pênis pequeno e Eduardo tinha um pênis de tinha pouco mais de 16 centímetros, não era pequeno mas não tinha o tamanho que ele gostaria de ter.
Então, aquilo o desconsertou e o constrangeu!
-ahhh querido, ficou constrangido!
-não era minha intenção
-mas aqui você não precisa ficar assim
-faça como disse, mude isso
-deseje um pau maior
Eduardo até relutou um pouco mais lembrou de tudo que tinha acabado de fazer e que era a chance de saber como seria mudar isso, ele pensou e pensou;
Eduardo -não sei, que tamanho peço!
-um grande, como aqueles!
Ele então chutou um tamanho e fez seu desejo;
Eduardo -quero um pau grande como aqueles!
E nada aconteceu;
-querido, você tem que dizer eu quero!
Ele então novamente repetiu;
Eduardo -eu quero ter um pau grande como aquele!
E um formigamento que rapidamente ficou incomodo e virou uma dor tomou conta de sua virilha e a transformação começou, no inicio lenta mas por fim rápida, seu pau assumiu a forma igual aqueles que ele tinha visto, devia ter uns 23 ou 24 centímetros de comprimento e uns 6 ou mais centímetros de largura, com uma cabeça inchada que se destacava, talvez até mais grossa que o resto, cheio de veias.
No primeiro momento não estava ereto, mas rapidamente foi enrijecendo e ficou duro, ereto por completo!
Ela vibrava e comemorava em volta dele, incentivando, encorajando, bajulando Eduardo a todo momento e assim que teve a chance estava com aquele membro descomunal em suas mãos;
-nossa querido, não sei se vou aguentar tudo isso em mim!
Aquela situação, a forma que ela seduzia ele, manipulava, aquela insinuação toda, mexia com ele, fazia ele se sentir importante, confiante e ao mesmo tempo o desarmava e era tudo que ela queria.
-vem, vamos voltar para a cama!
Ela fez ele deitar e subiu junto, ficou no meio das pernas dele, segurou com as duas mãos aquele pau e olhando nos olhos dele o abocanhou.
Os sons que ela fazia tentando enfiar aquele pau na boca, eram um tanto coreografados, mas para Eduardo tudo aquilo era novidade, ele era o astro!
Ele olhava para ela que fazia questão de manter o contato visual o tempo todo, ele via aqueles grandes olhos cinza dela olhando diretamente para ele, enquanto ela fazia movimento para cima e para baixo, forçando para que aquele pau entrasse em sua boca.
Em um desses movimento a cabeça do pau, venceu a resistência e deslizou pela sua garganta, ela fez questão que ele visse a cena, segurando em sua barriga e peito cravando as unhas, mesmo sinalizando que iria engasgar ela não parou.
Lagrimas escorriam de seus olhos, mas ela continuou descendo a boca, engolindo mais e aos poucos os 24 centímetros daquele mostro desceram garganta a baixo daquela mulher que só tinha a aparência de frágil!
Eduardo ficou em extasie com aquela cena, ele se sentia em um filme pornô, ele delirava de tesão a sensação de ter o pau enterrado na boca dela era algo que ele nunca pensou.
Aos poucos ela começou a movimentar a boca como se fodesse o pau dele, geralmente seria o homem que faria esse movimento, mas ali naquele momento ela fodia a própria boca, os sons e gemidos abafados, sufocados pelo pau eram como um estimulante para Eduardo que rapidamente gozou na boca dela que fez questão de manter tudo lá dentro, não desperdiçou uma gota da porra dele.
Ele assistia aquela cena, parecia que ela queria que ele não perdesse nada!
Quando finalmente ela tirou o pau dele da boca, mesmo ficando flácido permanecia grande, ela mostrava uma expressão de satisfação e queria que ele soubesse disso;
-adorei querido
-nunca chupei um pau assim
-quase que não consigo engolir ele
-me beija
E foi para cima dele, o beijando!
-sente o gosto!
-é esse gosto que tem a tua porra, o teu pau!
Fez questão que ele sentisse o sabor, ela tinha segurado na boca com esse proposito e ele não se importou, aquela mulher exercia um domínio sobre ele que não sabia explicar.
Aquele beijo, longo, ardente, foi o suficiente para seu pau dar sinais que ficaria pronto de novo, bastou ela segurar que ele ficou rígido o suficiente para ela mirar ele na entrada da sua bucetinha e assim que Eduardo sentiu o calor que emanava dela, o membro descomunal que ele tinha agora, ficou completamente rígido.
Novamente ela de forma impiedosa, parecendo não ter pena do próprio corpo, deslizou aquele membro para dentro dela, Eduardo sentia a carne dela apertando em volta do pau, sentia ela esticando para ele entrar e ela parecia sentir prazer naquilo e novamente queria que ele visse, segurava o rosto dele voltado para ela, não demorou muito estava enterrado inteiro nas entranhas dela;
-nossa meu querido, não consigo respirar
-quase não aguentei
Ela pegou a mão dele e colocou em sua barriga;
-sente ele, esta lá dentro, olha só
E fez movimentos para cima e para baixo, havia uma satisfação na voz dela em narrar aquilo para Eduardo, que ouvia maravilhado, seduzido por toda aquela perversão e luxuria com aquela pitada de sadismo.
Ela cavalgou nele por algum tempo, sem piedade, subia e descia, seus gemidos eram profundos, as vezes angustiantes, as vezes parecia que lhe faltava o ar, ela cravava as unhas nele, que também delirava de prazer com os movimentos que ela fazia.
-nossa, querido, nunca senti tanto prazer assim!
-ahhhhhh, ahhhhhh, issso
Ela continuava se movendo, as vezes rebolando, as vezes pulando, Eduardo pensava que nunca poderia imaginar sentir tanto prazer assim, naquele momento ele se sentia o homem mais depravado que já teve noticias, se comparava com um dos habitantes de Sodoma ou Gomorra, mas aquilo estranhamente não lhe causada nenhuma culpa ou arrependimento pelo contrario, só servia de combustível para toda aquela luxuria.
E sem viso ela parou e olhando para ele, esbulhando aquelas grandes olhos cinza;
-eu quero mais querido!
Eduardo nem teve tempo de perguntar o que mais ela queria!
-eu quero ele na minha bundinha
-quero ele no meu cuzinho
Ela parecia não ter pena daquele corpo e sem rodeios, quando ela saiu de cima e tirou o pau da buceta dela, ficou aberta ela fez questão de mostrar;
-olha só safado
-seu pau destruiu minha bucetinha
e voltou a montar nele, com a mão juntou um pouco do suco que escorria de sua buceta e usou como lubrificante, aprontou aquele pau para a entrada da sua bunda e não preciso dizer o efeito que sexo anal tem nos homens, não importa se é no mundo real ou em um mundo magico.
O pau do Eduardo ficou duro como uma rocha e aquela mulher sádica começou a forçar a entrada, assim que a cabeça começou literalmente a abrir caminho é claro que Eduardo sentia dor também, mas ela não parou e nem ele pediu para parar, ele havia sido corrompido o suficiente para gostar daquela situação sem se importar com as consequências.
E a cabeça começou a deslizar para dentro e a dor foi abrindo caminho para uma sensação de alivio em Eduardo, misturada com a pressão da carne dela esticando para permitir a entrada do corpo estranho, uma sensação de poder, ele agora se deliciava com as expressões que ela fazia e claro ela fazia questão que ele as visse, falava com ele a todo momento;
-aiiiiiii, querido, você esta me abrindo ao meio!
-ahhhhhhhh, quero ele todo lá dentro de mim!
E aos poucos, entre gemidos dos dois, suplicas, entrou tudo e seus corpos encostaram um no outro, ela exibia uma expressão de satisfação de prazer que Eduardo observa com uma igual em seu rosto, ele admirava aquela mulher que ele nem sabia o nome, admirava que ela estava decidida a agradar ele a todo custo, a dar prazer a ele, se sacrificar daquela forma.
Então ela começou a repetir os mesmo movimentos de antes, claro que agora o efeito era outro, nela e nele, os gemidos que ela fazia eram mais intensos, haviam gritos também, que hora pareciam de dor, hora de prazer, principalmente quando ela subia e quase tirava o pau para fora e despencava de novo com em um brinquedo do parque de diversão.
Eduardo não precisava fazer nada, porque ela literalmente o fodia com seus orifícios, estava claro que ela queria dar prazer a ele ou queria o seduzir usando o prazer como arma!
Então ela se curvou para frente cuidando para manter o máximo daquele pau enterrado em sua bunda e em uma sequencia de movimentos cronometrador arrancou um ultimo orgasmo, mas não era um qualquer, era um intenso, profundo, daqueles que parece que seu coração vai para e sua alma vai sair junto;
Ele gozava, seu pau pulsava, tinha espasmos, ele tinha espasmos, ficou sem ar o mundo a sua volta ficou escuro, era um orgasmo como nenhum outro, ele despejava litros de porra dentro dela, ele sentia a própria porra quente dividir o espaço com seu pau lá dentro dela.
Curvada para frente, agarrada ele, ela também gemia, sinalizando um orgasmo, seu reto se contraia, seu esfíncter apertava o pau dele, seus peitos ficaram com os mamilos rígidos, duro como flechas ao ponto de Eduardo sentir cutucar o peito dele;
-querido goza, goza dentro de mim!
-eu estou gozando também!
-ahhhhhhh, isso é bom, muito bom!
-você gostou de gozar no meu rabinho, gostou?
Eduardo -sim....sim. gostei
Ele respondia quase se ar, sem forças, caminhando em uma linha fina entre a razão e o prazer!
-gostou!
-é bom não é?
Eduardo -é sim
-querido, nunca me senti assim, foi diferente de tudo que senti!
-você tinha que sentir o que estou sentindo
-você tinha que experimentar isso também
Ela dizia isso em quando tentava arrancar dele mais algumas gostas de prazer, com uma ultima rebolada, um ultimo movimento de quadril.
Eduardo -ahhhhhhhh e.....
Ele não conseguia falar!
-você tem que sentir como é estar preenchida assim!
-quer experimentar isso também?
-quer saber como é
-o que estou sentindo?
-quer?
Eduardo -q....
Eduardo -uero
Eduardo -eu quero experimentar!
Ele não deveria ter respondido!
Imediatamente ela saiu de cima dele e sua expressão mudou, havia um ar maquiavélico, um ar de poder, aquela expressão de garota submissa frágil sumia da face dela imediatamente, Eduardo ainda fora de si, eufórico, com o orgasmo de segundos atrás, tentava focar nela, no que ela fazia;
Ela colocou uma mão em cada pé dele e imediatamente um formigamento percorreu se corpo, semelhante ao que ele experimentou quando modificou seu pau, mas esse era diferente, ele tentou se mover mas descobriu que não podia;
Eduardo - o que esta fazendo?
Ela apenas olhava para ele com aqueles olhos cinza, que agora pareciam amedrontadores!
Eduardo - o que esta acontecendo!
-você não acabou de me dizer que queria experimentar o que eu sentia,
-como era ser preenchida como eu estava
-como era sentir o mesmo prazer que eu sentia
-você só pode sentir isso sendo uma garota como eu
Eduardo gritou, pediu para parar, mas nada à fez parar!
O formigamento se espalhou por todo o corpo ficou tão intenso que parecia um choque elétrico, uma dor aguda que ele não conseguia identificar e onde vinha tomou conta.
Ele viu seus pés mudando, assumindo uma aparência feminina, unhas bem feitas, dedos delicados, viu cada pelo do seu corpo cair ou sumir, suas pernas foram tomando formas delicadas, femininas, roliças, suas coxas foram ficando mais grossas.
A dor se concentrou em sua virilha e voltou a se espalhar em seu abdômen, ele viu seu pau voltar ao que era antes e encolher a metade do foi originalmente, sua barriga afundou, seu quadril alargou, sua bunda também mudava, ficava carnuda, redonda, volumosa, rapidamente ele viu seu mamilos crescerem e se desenvolverem e em um piscar de olhos, seios pequenos como os de uma adolescente surgirem e em pouco tempo eram seios que facilmente passavam do 40.
Ele tentava desviar o olhar mas só o que fez foi ver as suas mãos se transformando, seus dedos, ficaram magros, finos, delicados, suas unhas cresceram, seus braços ficaram finos, em quanto ele tentava lutar, seu rosto começou formigar também e ele teve que para de mover a cabeça quando começou a se afogar com o cabelo que crescia também, o som de suas suplicas ficaram diferente, sua voz assumiu um tom feminino.
Nessa altura ele se entregou, viu que não adiantava resistir, lutar, ali naquele lugar não haviam regras, tão pouco alguém que fosse ajudar, em seus pensamentos ele tentava manter a ideia, a certeza que aquilo tudo iria desaparecer quando ele voltasse ao mundo real, que era tudo uma fantasia!
O formigamento parou e suas mãos e pernas foram libertas, ele podia se mover, em um pulo ele saiu da cama, seus cabelos tão longos quando os da mulher, davam no meio das costas, embora pequenos, sentiu o peso dos seios em seu peito, levou a mão na virilha, seu pau era algo ridículo agora, ele estranhava o próprio corpo, quando falou com ela a voz nem era mais a dele;
Eduardo - o que fez comigo?
-querida você me disse que queria experimentar o que eu sentia!
-não disse?
Ela foi na direção dele, que ficou parado, a voz daquela mulher exercia um controle sobre ele!
-como você vai saber o que sinto se não for uma garota?
-bom, quase uma garota!
Ela falou isso segurando o que tinha sobrado de masculinidade nele, o pequeno e ridículo pau, como ele mesmo pensava, isso fez o novo corpo do Eduardo reagir de uma forma que era nova para ele, sentiu suas bochechas ficarem quente e corarem.
-ahhh, querida, ficou com vergonha!
-não precisa!
-você me disse não disse que queria experimentar?
Eduardo -disse sim!
-então, agora você pode experimentar!
-e também, você ficou bem interessante assim sabia!
Eduardo não conseguia entender o controle que aquela mulher tinha sobre ele, toda revolta, raiva, ira que ele tinha sentido instante atrás quando ela transformou ele em uma, ele nem sabia como se referir a si mesmo naquele momento, todos aqueles sentimento, sumiam quando ele ouvia a voz dela.
Ele ficou lá parado em quando ela falava com ele, aceitando, só aceitando!
-venha aqui!
-veja você mesma!
Um espalho enorme, surgiu, era como uma parede, Eduardo se via, ali em pé, feminizado, transformado em alguma coisa, que só não era mulher porque ainda tinha um pênis, embora fosse algo inútil, mas estava lá.
Pernas torneadas, longas, ele tinha cintura, quadril, peitos, uma bunda saliente e bem definida, sua pele mudou, parecia frágil, delicada, sedosa, seu rosto criou traços delicados, seus lábios, nariz, sobrancelhas bem desenhadas e grandes olhos, que por sorte ainda eram os dele, ao levar a mão no rosto sua mão era delicada, ele viu o cabelo castanho longo, custava acreditar que era ele porque definitivamente o que ele via era um corpo feminino.
Eduardo -no que você me transformou?
-adorei sua voz assim querida!
-agora você é uma garota, trans
-como vocês costumam falar atualmente
-em um estagio bem avançado da transição, kkkk
-podemos dizer!
Ela ria em quanto descrevia para ele a sua atual situação, no que ela o tinha transformado e não era uma risada descontraída, era um risada perversa, que causada medo em Eduardo.
-mas olha só o lado bom
-assim você pode experimentar tudo que eu senti e experimentei
-na verdade, tudo que eu experimento! hahaha
-veja, só!
-até as roupas que você gosta tanto de ver a garotas usando!
E lá estava ele agora, usando a mesma lingerie que ela usava antes, mesmas botas, a mesma maquiagem, as unhas das mãos com um esmalte vermelho, seus lábios com batom, exatamente como ela estava no inicio;
-veja isso!
-você não fica nada mau!
-veja, olhe!
-você não ficaria atraído por aquela garota ali?
Como Eduardo era manipulado por aquela mulher, chega a irritar!
Ele começou a olhar a imagem e realmente a garota que ele via refletida no espelho era sexy, atraente e naquela lingerie, certamente despertava o tesão nele.
Tanto que seu pequeno e agora insignificante pênis dava sinal de vida, ficando duro!
-olha só querida, você ficou com tesão! kkkk
-não que isso ai consiga fazer alguma coisa agora!
-mas você gosta do que vê não é?
-mas só tem um problema, esse sim é um Grande problema
-a garota lá é você!
-mas não fique triste!
-vem aqui, caminhe, experimente como é andar usando esses saltos
-mas espere, só não vamos ficar iguais
E a lingerie da mulher mudou, ela voltou usar sapatos de salto, agora vermelhos e uma lingerie também vermelha sem meias, só a calcinha e o sutiã.
-pronto melhor assim!
-venha!
-vem querida!
-com calma, você consegue!
Eduardo então deu alguns passos e claro que e a mulher não queria ensinar ele andar de salto alto, tratou disso dando seu jeitinho magico!
-viu, você sabe andar, eu não iria te transformar em uma garota desajeitada que não sabia andar usando saltos!
E novamente ele se rendia ao jogo dela, tinha adorado a sensação, não demorou muito ele já nem se importava mais quando ela se referia a ele no feminino chamando de querida ou de garota;
Eduardo nem se importava mais em quanto tempo tinha passado, ele tinha esquecido do mundo real, ela então o levou de volta para frente do espelho;
-olhe, olhe para você!
-olhe de cima a baixo!
-observe os detalhes e em como se sente assim!
-veja só que bela garota!
-Eduarda, vou te chamar assim agora
-posso te chamar assim?
-quer que eu te chame assim?
Eduardo -sim, quero, pode me chamar de Eduarda!
Ele falava hipnotizado com seu reflexo no espelho, ele gostava do que via, gostava de como estava se sentindo!
-perfeito Eduarda
-mas agora temo um problema
-eu fiz isso para que você pudesse experimentar o que eu sentia
-você quer experimentar?
-quer saber como é o prazer que eu senti
-quer sentir como é ficar preenchida, como é que uma garota se sente quando é possuída
Eduarda -ehhhh, eu.....
-quer?
Eduarda -quero, sim quero
-quer mesmo?
-quanto você quer?
Eduarda -quero muito, eu quero muito, quero sentir como é ser uma garota
Ela puxou o cabelo da Eduarda revelando seu pescoço e começou a beija-la, mordeu sua orelha, e o novo corpo tinha pontos sensíveis, como os de uma garota.
Eduarda gemeu e se mordeu!
-você gosta disso?
Eduarda -gosto
-quanto?
Eduarda -muito!
Ela continuou beijando e explorando o corpo recém feminizado da Eduarda, suas mãos percorriam e exploravam, virou ela de frente e expos seus seios para fora da lingerie e assim que sua boca tocou nos bicos dos mamilos e chupou;
Eduarda -ohhhh deus, isso é bom, ahhhh
-isso garota, se solta
-quero ouvir você
Ela voltou a chupar os seios da Eduarda, agora com vontade e a garota reagia a altura, gemendo e demostrando o que sentia, ela saiu dos seios e beijou os lábios dela, Eduardo ainda habitava por trás daquele corpo feminino e sentiu o beijo de uma forma diferente, os lábios eram sensíveis, tudo era diferente.
Então ela a virou de volta de frente ao espelho e ordenou;
-você vai se olhar o tempo todo, não tire os olhos do seu reflexo
Foi para a bunda da Eduarda, afastou a calcinha e enfiou a cara no meio da sua bunda, quando a Eduarda sentiu a língua da mulher desconhecida que a controlava tocar seu orifício que até pouco tempo atrás tinha uma única função, Eduardo deixou de tentar se agarrar a sua existência e se entregou a Eduarda.
-ahhhhhhhhhh, como isso é gostoso!
E os gemidos da Eduarda tomaram conta daquele lugar desconhecido, ela batia com as mão fechada no espelho toda vez que a a mulher enfiava a língua dentro do buraco inexplorado dela, não demorou, ele penetrou um dedo, depois dois, alternando com a língua.
No começo havia aquele desconforto de algo estranho invadir o corpo, mas não durou muito e Eduarda empinava a bunda procurando por mais, e dois dedos viraram três.
E a mulher parou e voltou ao ouvido da Eduarda;
-é bom isso não é?
Eduarda -sim!
-você gosta desse corpo feminino?
-gosta das sensações que uma garota sente?
Eduarda -siiiiiim, adoro
Já respondia sem inibições, sem timidez nenhuma, ela parecia aceitar sua nova posição e condição!
-é bom sentir uma língua explorar você, não é, sentis os dedos de outra pessoa esticar você
Eduarda -sim é bom!
-quer mais?
Eduarda -sim
-quer mesmo?
Eduarda -sim, quero, sim
-quer saber como é ficar preenchida, ser invadida
Eduarda -sim, quero, quer ser invadida
E nisso, ela sentiu algo entre suas pernas, algo que vinha do corpo da mulher, era algo quente, que batia em suas pernas, algo vivo, ela procurava por aquilo seja lá o que fosse, ela se movia tentando descobrir o que era.
-aqui querida, pegue, sinta!
Era um pau, tão grande quando o Eduardo tinha fodido a mulher, tão grande ele tinha visto nos homens antes!
-muito grande querida?
E surpreendentemente, como disse Eduardo tinha se rendido, ele tinha deixado de se segurar a sua existência, nesse ponto Eduarda tinha o controle.
Eduarda -não, quero ele em mim!
-assim que se fala garota!
A mulher colocou Eduarda em posição, fez ela se poiar no espelho e deu a mesma ordem que ela não tirasse os olhos do reflexo, para que visse cada expressão, cada reação, fez ela empinar a bunda, posicionou as pernas e com uma maestria assustadora posicionou aquele pau descomunal que ela tinha entre as pernas, que parecia ter sido projetado para aquele ato.
Tinha a cabeça e mais ou menos um terço do seu comprimento que facilmente tinha mais de 20 centímetros, um terço a a parte da cabeça era mais fina, começava com dois centímetros e ia ficando mais largo atingindo sua largura total na metade e se mantinha até o tronco, como disse parecia ter sido pensado para aquele momento, tirar a virgindade anal da Eduarda.
Ela lubrificou com saliva e como tinha babado e preparado bem o rabinho da sua vitima, assim que ela encostou bastou uma forçada a cabeça começou a entrada.
Quando Eduarda sentiu a cabeça do pau, no primeiro momento, o primeiro contato, ela adorou, foi as nuvens, gemeu, se mordeu, mas quando a cabeça passou da metade e começou a esticar seu buraquinho virgem, ela respirou fundo e os gemidos mudaram;
Eduarda -ahhhhhhhh isso dói, ahhhhh deus!
-calma garotinha, virar mulher dói
E conforme a mulher penetrava aquela coisa na Eduarda ela sentia como se estivesse sendo partida ao meio era uma dor lacerante, aguda que se espalhava, se ela tentava apertar doía mais, logo ela descobriu que tinha que relaxar, a mulher segurava ela pela cintura de forma firme e por algum motivo Eduarda não saia, não pedia para parar, parecia que ela precisava daquilo, precisa sentir aquele pau inteiro dentro dela.
Eduarda se olhava no espelho, olhava suas expressões de dor, ouvia aquelas gemidos com aquela voz estranha que saia da sua boca, e pensava se meu pai me visse agora, seu filho aqui vestido de mulher sendo fodido assim e ele não se importava com aquilo, pelo contrario servia como um combustível.
A dor ficava mais forte, e os gritos da Eduarda também, ela pensava quando será que isso vai parar de me rasgar, ouvia a respiração e os gemidos da sua carrasca em suas costas, em alguns momentos parecia até que ria, havia um ar de satisfação no rosto dela quando Eduarda olhava para ela através do espelho.
Então houve um momento que a dor atingiu seu ponto quase beirando o insuportável que Eduarda pensou em pedir clemencia, pensou que iria desmaiar, mas a invasão parou, seus corpos encostaram um no outro e o braço da mulher a envolveu como em um abraço;
-pronto querida Eduarda
-agora você sabe como é que uma garota se sente quando é preenchida por um pau de verdade
-agora você nunca mais vai esquecer desse momento, dessa sensação
-você gosta disso?
-gosta do que sente?
E para Eduarda a dor foi sumindo, dando lugar a algo novo, seria a sensação que a mulher falava, seria aquilo se sentir invadida, sentir algo ocupando um espaço dentro dela, dentro das entranhas, curiosamente havia um prazer surgindo ali, era bom sentir aquilo, era bom se sentir esticada, invadida, preenchida;
Eduarda -sim, gosto, é bommm!
-quer saber como é ser fodida?
Eduarda -quero, me fode, por favor me fode!
Saiu da boca da Eduarda sem ninguém pedir, de forma espontânea!
E assim a mulher fez, começou a foder Eduarda, nos primeiros movimentos, leves, curtos, os gemidos era confundidos com um misto de dor e prazer, havia um receio, mas logo viraram profundos, eram intercalados com gritos e suplicas por mais e a medida que ela aumentava a velocidade e a força seus corpos batiam e faziam aquele som característico que dava eco no lugar.
Aquela mulher sabia o que fazia, ela deslizava praticamente todo o pau para fora e afundava até bater no fundo das entranhas da Eduarda;
-aqui querida, coloque sua mão junto da minha!
-sinta, sinta lá dentro de você!
-consegue sentir?
Eduarda -sim, consigo, esta dentro de mim
-você sente que ele esta te transformando, te mudando
Eduarda -sim, eu sinto
-esta transformando esse buraco do seu corpo, seu cu em um órgão sexual
-você nunca mais vai pensar nele da mesma forma
-será sua fonte de prazer a partir de agora
Eduarda -sim, sinto ele me mudando
-você esta pronta para se tornar mulher?
-que saber como é gozar sendo possuída?
-depois disso você só vai sentir prazer com um homem te fodendo?
Eduarda -sim estou pronta
-quer?
Eduarda -eu quero
E a mulher aumentou os movimentos, indo o mais fundo que podia, atingindo o ponto G da Eduarda, que começou a sentir uma coisa nova, uma sensação que parecia uma vontade de ir ao banheiro, de fazer xixi, que rapidamente mudou se espalhou pela virilha dela e virou uma sensação de prazer, que tomava conta de todos os membros, fazendo seus músculos terem espasmos, sua respiração ficou confusa, seu coração batia fora de ritmo ela se babava, não conseguia fechar a boca, a visão ficou turva e escureceu, não tinha forças para continuar em pé tão pouco se apoiar.
A mulher a segurava para mantê-la em pé no lugar!
-isso querida, é seu primeiro orgasmo!
-goza, goza pra mim!
-deixa eu sentir seu corpo vibrando!
-ahhhh, isso, isso, Eduarda, você é minha!
-vou gozar dentro você
-quer isso?
Eduarda em um transe, fora de si, apenas acenou a cabeça e balbuciou, "siiim"!
E em uma estocada funda a mulher inundou as entranhas da Eduarda com seu gozo, eram jatos intensos, fortes, fartos, densos, quente, muito mais quente que o normal.
Em pequenos momentos de lucides Eduarda se assustava com aquela quantidade de liquido quente dentro dela, parecia queimar e não parava;
-isso, isso, calma querida, estamos quase lá,
-calma, fica assim
-paradinha
-aguenta tudo
-você gosta disso, fala pra mim, esta sentindo?
Eduarda -ahhhhhhh, eu adoro, gosto disso é quente!
-isso...
-é bom não é?
-sabia que você iria gostar quando te vi a primeira vez!
-estou esperando esse momento a muito tempo, mil anos de espera!
A essa altura Eduarda não se importava com mais nada, ela ainda sentia ondas de prazer percorrerem seu corpo, nem fazia ideia do que acontecia ali, naquele momento decisivo.
-sente querida Eduarda!
-minha porra esta dentro de você, consegue sentir
-você gosta disso?
Eduarda -sim, gosto
-ela vai ficar ai dentro, você quer isso
Eduarda -sim
-seu corpo vai absorver ela, uma parte minha vai ficar em você
-você vai deixar isso
Eduarda -sim, deixou, quero que fique em mim
Ela movia o pau dentro da Eduarda, tirando mais gemidos dela!
-sente isso Eduarda, sente querida
-vai sentir falta disso?
Eduarda -sim, vou sentir falta
-quer que eu fique dentro de você?
Eduarda -sim quero que você fique dentro de mim
-que bom minha querida, vamos ficar juntas, vamos ser uma só
-você quer que a sejamos uma só?
Eduarda -sim
-vamos ser uma só
Eduarda -vamos ser uma só
E quando Eduardo ou Eduarda a essa altura não faria diferença se deu conta do problema que tinha arrumado era tarde de mais!
Ele via o reflexo no espelho e mesmo que quisesse não podia fazer nada ou lutar, seus corpos estava se fundindo em um só, lentamente suas pernas, cintura, tórax, braços, mãos, no fim restou só cabeça que lentamente fui se fundindo com a dela, o tempo todo a voz da mulher, repetia e ela repetia junto;
-vamos ser uma só
-vamos ficar juntas
-nossos corpos serão um só
E no fim era só a Eduarda ou melhor uma nova Eduarda, agora com os olhos da mulher, aqueles olhos cinza, marcantes, mesmo consciente ele Eduardo apenas assistia atrás de seus novos olhos a mulher controlar seu corpo, se admirar no espelho;
Eduarda - nada mal este corpo!
O pouco que restava de Eduardo, se pegava que aquilo tudo era algo parecido com um pesadelo e que quando voltasse ao mundo real, tudo seria como antes, mas assim que a mulher acabou de admirar no espelho tudo ficou opaco, um brilho estanho tomou conta e ele acordou de volta no deposito da igreja.
Ainda deitado da forma que tinha caído, de bruços, por cima dos braços o anel estava no dedo dele, seu corpo formigada todo e no primeiro momento ele atribuía isso a posição que estava deitado.
Ficou de joelhos e todo seu corpo doía, ele não tinha noção de quanto tempo tinha passado, pensava que já deveria estar amanhecendo, mas tamanho susto quando viu que só tinham se passado 60 minutos, ele pegou a garrafa de refrigerante que tinha levado abriu tomou alguns goles e quando foi ficar em pé, havia algo diferente.
Ele sentia uma coisa que parecia ardência, um desconforto que podia ser confundido com uma sensação de vazio em sua bunda, sentia como se tivesse sido abusado, fodido, ele conhecia ou melhor reconhecia a sensação da sua fantasia, incrédulo ele levou a mão para dentro da calça de abrigo e deixou a garrafa cair;
-como isso é possível!
-é real!
Sua mão encontrou uma bunda lisinha, macia, com forma feminina e quando tocou em seu orifício, ele estava sensível, inchado, como se tivesse acabado de levar uma surra de pica.
Ele correu para as portas de vidro, ligou uma luz que ficava bem em cima para poder ser ver, baixou as calças e suas pernas não era mais as suas, eram as da Eduarda, a verdade é que enquanto ele olhava o reflexo no vidro seu corpo se transformava, quando ele tirou o moletom e a camiseta seu seios já estavam salientes e continuaram crescendo, ele lembrou do seu pau, mas já estava igual ao da sua fantasia algo ridículo, pequeno.
Quando ele ergueu a cabeça de novo, seu cabelo caiu sobre seu obro cobrindo um dos seios já quase chegando no mesmo comprimento da Eduarda;
-como isso é possível!
E enquanto ele se olhada, via a transformação do seu corpo terminar, ao olhar para seu rosto já envolto ao cabelo longo viu seu traços mudando e por fim seu olhos, clareando, mudando até ficar com aquele cinza.
-e agora como vou explicar i......
Ele não teve chance de terminar a frase uma dor em sua cabeça e um zumbido no ouvido e quando passou que ele voltou a ficar em pé ereto ao se olhar no reflexo do vidro;
-finalmente, foram longos mil anos até surgir um corpo compatível
Lá estava ela, Eduarda!
Uma fusão da duas personalidades que dava origem a ela, nunca ninguém soube o que era aquela entidade que se fundiu a Eduardo criando aquela versão feminina, ela se contemplou mais um pouco no espelho, seu corpo logo atingiu sua forma, ainda uma transexual, mas muito feminina, com um charme e sensualidade que era hipnóticas exercia um efeito de controle sobre as pessoas, aquele olhar, aquele par de olhos cinza era algo único.
Ela pegou uma mochila e uma mala dessa pequenas do tipo de mão que estavam por ali talvez de suas irmãs, talvez de doações, revirou o lugar separando as roupas e sapatos que lhe serviam e lhe agravam, liberalmente fez as malas, saqueou a igreja, pegou o dinheiro do caixa, notebook da secretaria, alguns objetos de beleza que suas irmãs mantinham por lá e no meio da madrugada partiu sem deixar rastros.
....de volta a Estrada do Mar, rumo a Torres!
-então me fale mais de você, como se chama?
Com aquele olhar penetrante e hipnótico que aqueles olhos cinza exerciam sobre as pessoas, com um sorriso inocente no rosto, ela se acomoda no acento do carro e estende a mão para ele;
-prazer, me chamo Eduarda!