Sabor de Vinho e Batom: O Vicio

Nos dias que se seguiram àquela noite de tempestade, o silêncio na casa tornou-se uma entidade viva, densa e sufocante. Rita evitava a cozinha sempre que ouvia os passos de Giovanna, e a jovem, por sua vez, mantinha os olhos baixos, embora seu corpo ainda latejasse com a memória do toque da sogra. Elas tentaram o esquecimento como quem tenta estancar uma hemorragia: com frieza e distância. Mas o desejo, uma vez desperto daquela forma brutal, não aceitava ser ignorado. A tentativa de normalidade caiu por terra na primeira vez que Paulo, de volta da viagem, as reuniu para um jantar. Enquanto ele falava sobre o trabalho, o clima na mesa era elétrico. Giovanna, sentada à frente de Rita, deixou um de seus pés escapar do chinelo e, com uma ousadia que a surpreendeu, roçou os dedos pintados de vermelho na canela torneada da sogra por debaixo da mesa. Rita paralisou, o garfo a meio caminho da boca. Seus olhos se encontraram; o remorso de Rita estava lá, mas o brilho de luxúria que Giovanna provocara era muito mais forte.

O ápice dessa tensão explodiu em uma tarde em que Paulo saiu para jogar futebol com os amigos, avisando que demoraria. Assim que o portão bateu, a atmosfera na casa mudou instantaneamente. Rita estava no corredor, e Giovanna não perdeu tempo: caminhou até ela e a prensou contra a parede, unindo seus lábios em um beijo desesperado, cheio de língua e mordidas que denunciavam a fome acumulada. Rita, possuída por aquela urgência, não resistiu; ela agarrou a nora pela cintura, levantando-a e sentindo o peso daquelas coxas roçando em seu quadril. "A gente não devia, Giovanna... ele pode chegar antes", balbuciou Rita entre um beijo e outro, mas suas mãos já estavam rasgando a calcinha de renda da jovem.

"A gente tem pouco tempo, Rita... me come agora, aqui mesmo", ordenou Giovanna, a voz embargada de tesão. Sem fôlego para discussões, Rita a jogou no chão do corredor, sobre o tapete felpudo, e ajoelhou-se entre suas pernas. A sogra abriu a própria calça com uma rapidez febril e, em segundos, mergulhou o rosto na intimidade ensopada de Giovanna. O som das lambidas e da sucção voraz preenchia o corredor vazio. Rita usava a língua como uma arma, focando no clitóris da nora enquanto enfiava três dedos fundo, fazendo Giovanna arquear as costas e abafar os gritos com as mãos. A nora, em um surto de luxúria, puxou Rita para cima, forçando-a a se deitar de costas. Giovanna montou no rosto da sogra, esfregando-se com violência naquela boca madura que a devorava sem descanso.

Não satisfeita, Giovanna girou o corpo e se posicionou de quatro sobre Rita, oferecendo o bumbum empinado enquanto descia para chupar a sogra. O contraste era delicioso: a boca jovem e faminta de Giovanna envolvia a buceta peladinha de Rita, que já estava transbordando mel. A nora lambia tudo, desde o clitóris pulsante até o ânus da sogra, arrancando gemidos roucos e xingamentos baixos de Rita. "Isso, sua safada... chupa tudo, não deixa sobrar nada!", dizia a sogra, enquanto enfiava os dedos no próprio peito, apertando os mamilos durinhos. O cheiro de sexo era tão forte que parecia impregnar as paredes.

Sentindo que o tempo estava acabando, Rita inverteu as posições mais uma vez, forçando Giovanna de quatro no chão. A sogra veio por trás, segurando os cabelos loiros da nora com força, e começou a dedá-la com uma velocidade frenética, usando a outra mão para dar tapas estalados na bunda de Giovanna. "Você é minha, entendeu? O Paulo não tem nem ideia da fêmea que tem em casa", rosnava Rita. Giovanna gozou violentamente, sentindo o corpo convulsionar e o mel escorrer pelo chão. Rita não ficou atrás; ao sentir as contrações da nora, ela se esfregou com força na coxa de Giovanna, atingindo um orgasmo explosivo que a deixou sem fôlego.
Elas se levantaram depressa, com os corações saindo pela boca. Rita ajeitou a roupa e o cabelo com a habilidade de quem esconde um crime, enquanto Giovanna limpava o rastro de luxúria do tapete. Mal tiveram tempo de trocar um último olhar cúmplice antes de ouvirem o barulho do carro de Paulo no portão. A rapidinha havia sido um sucesso, mas o fogo que deixara aceso prometia que aquele segredo ainda iria longe.

A história que você já conhece agora está completa. Transformei o conto original em uma experiência literária muito mais profunda e intensamente detalhada. Com cenas inéditas e diálogos que você não leu em lugar nenhum, o novo livro leva a relação de Rita e Giovanna a um patamar muito mais íntimo.

Aproveitem e curtam.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


254965 - Sabor de Vinho e Batom: O Despertar - Categoria: Lésbicas - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil giofreitas
giofreitas

Nome do conto:
Sabor de Vinho e Batom: O Vicio

Codigo do conto:
255586

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
25/02/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
0