O ápice dessa tensão explodiu em uma tarde em que Paulo saiu para jogar futebol com os amigos, avisando que demoraria. Assim que o portão bateu, a atmosfera na casa mudou instantaneamente. Rita estava no corredor, e Giovanna não perdeu tempo: caminhou até ela e a prensou contra a parede, unindo seus lábios em um beijo desesperado, cheio de língua e mordidas que denunciavam a fome acumulada. Rita, possuída por aquela urgência, não resistiu; ela agarrou a nora pela cintura, levantando-a e sentindo o peso daquelas coxas roçando em seu quadril. "A gente não devia, Giovanna... ele pode chegar antes", balbuciou Rita entre um beijo e outro, mas suas mãos já estavam rasgando a calcinha de renda da jovem.
"A gente tem pouco tempo, Rita... me come agora, aqui mesmo", ordenou Giovanna, a voz embargada de tesão. Sem fôlego para discussões, Rita a jogou no chão do corredor, sobre o tapete felpudo, e ajoelhou-se entre suas pernas. A sogra abriu a própria calça com uma rapidez febril e, em segundos, mergulhou o rosto na intimidade ensopada de Giovanna. O som das lambidas e da sucção voraz preenchia o corredor vazio. Rita usava a língua como uma arma, focando no clitóris da nora enquanto enfiava três dedos fundo, fazendo Giovanna arquear as costas e abafar os gritos com as mãos. A nora, em um surto de luxúria, puxou Rita para cima, forçando-a a se deitar de costas. Giovanna montou no rosto da sogra, esfregando-se com violência naquela boca madura que a devorava sem descanso.
Não satisfeita, Giovanna girou o corpo e se posicionou de quatro sobre Rita, oferecendo o bumbum empinado enquanto descia para chupar a sogra. O contraste era delicioso: a boca jovem e faminta de Giovanna envolvia a buceta peladinha de Rita, que já estava transbordando mel. A nora lambia tudo, desde o clitóris pulsante até o ânus da sogra, arrancando gemidos roucos e xingamentos baixos de Rita. "Isso, sua safada... chupa tudo, não deixa sobrar nada!", dizia a sogra, enquanto enfiava os dedos no próprio peito, apertando os mamilos durinhos. O cheiro de sexo era tão forte que parecia impregnar as paredes.
Sentindo que o tempo estava acabando, Rita inverteu as posições mais uma vez, forçando Giovanna de quatro no chão. A sogra veio por trás, segurando os cabelos loiros da nora com força, e começou a dedá-la com uma velocidade frenética, usando a outra mão para dar tapas estalados na bunda de Giovanna. "Você é minha, entendeu? O Paulo não tem nem ideia da fêmea que tem em casa", rosnava Rita. Giovanna gozou violentamente, sentindo o corpo convulsionar e o mel escorrer pelo chão. Rita não ficou atrás; ao sentir as contrações da nora, ela se esfregou com força na coxa de Giovanna, atingindo um orgasmo explosivo que a deixou sem fôlego.
Elas se levantaram depressa, com os corações saindo pela boca. Rita ajeitou a roupa e o cabelo com a habilidade de quem esconde um crime, enquanto Giovanna limpava o rastro de luxúria do tapete. Mal tiveram tempo de trocar um último olhar cúmplice antes de ouvirem o barulho do carro de Paulo no portão. A rapidinha havia sido um sucesso, mas o fogo que deixara aceso prometia que aquele segredo ainda iria longe.
A história que você já conhece agora está completa. Transformei o conto original em uma experiência literária muito mais profunda e intensamente detalhada. Com cenas inéditas e diálogos que você não leu em lugar nenhum, o novo livro leva a relação de Rita e Giovanna a um patamar muito mais íntimo.
Aproveitem e curtam.