O Colega de Trabalho


Levei um bom tempo para convencer minha esposa a realizar meu fetiche de vê-la com outro homem, à medida que os acordos e limites foram firmados surgiu outra dificuldade: a de encontrar a pessoa certa. Fizemos cadastros em sites, mas era difícil confiar em um encontro com estranhos. A ideia já estava até um pouco deixada de lado quando surgiu um um novo funcionário na empresa em que trabalhávamos. Um rapaz jovem, moreno, alto, entrou para trabalhar no mesmo setor que eu gerenciava, enquanto minha esposa trabalhava no RH. Comentei com minha esposa sobre ele parecer um rapaz discreto. Já que se fizéssemos isso com alguém da empresa não queria correr o risco de todo mundo ficar sabendo. Interagia bastante com ele já que eu era seu chefe, e como eu sempre almoçava no mesmo horário da minha esposa, foi só convidá-lo para almoçar com a gente e a amizade começou a fluir.
        Depois de um mês foi natural já ter o Whatsapp do rapaz, a essa altura eu já sabia que ele era solteiro e já tinha conversado tudo o necessário com minha esposa. Sempre combinamos o máximo de coisas possíveis: O que vai ser confortável de fazer, o que pode rolar e o que não pode. (Esses combinados eram sempre tratados enquanto minha esposa me masturba). Então com tudo ajeitado só faltava ver se ele aceitaria. Tirei uma foto bem sensual da minha esposa usando uma lingerie preta e enviei no contato dele e em seguida escrevi: “opa, desculpe, enviei sem querer” . Aguardei curioso para ver a reação dele. Ele deve ter ficado assustado ou nervoso e respondeu secamente com um “ tudo bem”. Então fui mais direto: “ Ela é gostosa não é? Quer comer ela?” .Ele visualizou e demorou um tempo para reagir “ Cê é doiiiiiido “ Ele respondeu. Mas daí em diante foi só ir conversando, explicando que éramos liberais, não demorou muito para ele aceitar.
        Combinamos um motel em um final de semana prolongado. Minha esposa trocou mensagens com ele durante uns dias para ir criando um clima. Chegando no motel ele estava claramente sem jeito. Entramos na suíte, minha esposa e eu tomamos um banho primeiro e depois foi a vez dele. Ele saiu da ducha minutos depois, sem camisa e enrolado na toalha. minha esposa olha pra mim esperando um sinal de confirmação. Dei um beijo nela e disse: “Vai lá sua safada”.
        Ela foi. Se aproximou com a mão diretamente no peitoral do rapaz, deu selinho e foi descendo as mãos explorando o resto do tronco, olhou para mim mais uma vez e ajoelhou ( tínhamos combinado mais ou menos como tudo aconteceria). Me sentei na poltrona do canto para aproveitar a cena. Ela abriu a toalha e a jogou no chão, revelando o pau do rapaz já meio duro. De longe senti a respiração dela ficar ofegante. Ela começou a punhetá-lo olhando para cima com aquela cara de safada que me enche de tesão. Não demorou muito para a rola dele estar completamente rígida. Minha esposa mamava com vontade, de vez em quando ela desviava o olhar para me ver. Ao ver aquela cena meu membro parecia explodir na minha calça. Depois de um bom tempo babando naquela rola ela levantou e pediu para ele deitar na cama. Mas antes ele perguntou se podia chupar ela. Minha esposa procurou meu olhar e sentiu a confirmação só de ver meu sorriso. Ela deitou, abriu as pernas e ele caiu na boca em sua boceta. Depois de alguns minutos e me levantei e fui até eles, achei que era hora de levar meu pau duro como uma pedra e colocar na boca de minha esposa. Ficamos ali por um bom tempo, ela gemia por sua chupada com minha rola na boca. Depois mudamos de posição, Ela ficou de quatro chupando ele, enquanto eu meti meu pau em sua boceta. Era difícil segurar o tesão, tive que parar de bombar algumas vezes para relaxar. Em seguida fizemos o que minha esposa tanto queria. Ela subiu para cavalgar no pau do rapaz, dei um tempo para ela aproveitar aquela rola e me aproximei fazendo sinal para ela empinar bem. Espalhei uma quantidade generosa de lubrificante em sua bunda, comecei enfiando um dedinho em seu cuzinho para abrir espaço e começamos uma dupla penetração. Eu achei que não aguentaria por muito tempo, mas o movimento ritmado ajudou. Ela gemia numa altura que nunca fazia em casa, soquei meu pau o mais fundo que pude, ela berrava até perdeu as forças, acho que gozou umas duas ou três vezes. Perdi a noção do tempo e ficamos ali até que ela pediu um descanso. Tirei meu pau do cuzinho dela e fiquei orgulhoso de vê-lo todo arrombado. Vi ela fazer um movimento de tentar cavalgar mais um pouco, mas vi que ela já estava exausta. Ela levantou e disse:
- Goza nos meus peitos, os dois. - Ela ordenou.
Senti uma pontada de felicidade ao ouvir aquilo. Eu sabia que não ia aguentar por muito tempo. Ela desceu da cama e se ajoelhou, ficamos ao redor dela e ela abocanhou o pau do rapaz para fazê-lo gozar. Fiquei observando a cena enquanto punhetava com cuidado e equilíbrio na tentativa de gozar junto com ele. Eu estava muito excitado de modo que quando vi que ele ia jorrar soltei meu leite quase ao mesmo tempo. Cobrimos os seios da minha esposa de porra, de modo que escorria de cima passando pelas aréolas e bico do peito e desciam por todo o abdome. Olhei para o rosto dela e ela sorria. Sorria com o tesão de uma puta e esposa realizada.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Colega de Trabalho

Codigo do conto:
255611

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
26/02/2026

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