Sabadão em casa, era por volta das 11:30 e a fome já começou a bater. Como não estava com a menor vontade de cozinhar ou esperar entregar, pensei em sair para comer, já que estava trancado em casa a semana toda de home office. Coloquei um tênis, camiseta e boné e fui. O restaurante ficava a três quadras de casa e ainda estava praticamente vazio devido ao horário, uma ou duas mesas ocupadas. Me servi no buffet, pesei e me sentei na varanda.
O restaurante era de esquina, com mesas nas laterais. Enquanto comia, olhava o celular até perceber uma movimentação a duas mesas à frente: uma mulher de aproximadamente uns 40 anos deixou a sua bolsa e óculos na mesa e saiu. Minutos depois, ela retorna com um homem, ambos com seus pratos. Não dei moral e segui almoçando.
Tempos depois, quase finalizando o meu almoço, levanto o olhar para encaminhar um áudio a um amigo via WhatsApp e de fato vejo o homem que estava com a mulher. Um cara de aproximadamente 45 anos, branco mas queimado de sol, cabelo já ficando grisalho, forte sem ser sarado, uma barriguinha sem ser gordo — um homem comum e ao mesmo tempo atrativo. Ele tinha um volume interessante no meio das pernas, que estavam abertas embaixo da mesa. Ele sentava virado para mim; nada descomunal, porém interessante. Vestia um short claro e de tecido fino, tipo de academia, então dava para perceber o volume.
Confesso que sou tarado em mala, então comecei a dar umas manjadas, discretas é claro. No geral sou discreto, não dou pinta e tenho a cara fechada. Ao que tudo indica, sou o tipo de cara que, quando me conhecem, dizem: “Nossa, te achava um metido”. Acredito que a altura (tenho 1,85m) e a barba contribuem para esta imagem, mas na real sou só na minha. Mas talvez não tenha sido discreto o suficiente, pois o filho da puta percebeu, a ponto de realizar um pequeno aceno ao cruzarmos o olhar.
Eu estava de boa, ao mesmo tempo excitado e querendo ver até onde isso iria, mas sem muita expectativa, até porque ele estava com a esposa. E foi aí que veio a parte mais surreal: por debaixo da mesa, ele me mostrou a tela do celular. A calculadora estava aberta e um número iniciado por 9 digitado. Pensei: "Macho quando quer fuder ninguém segura". Como estava com o celular na mão, abri a câmera, dei zoom e tirei uma foto. Neste momento já tinha terminado de comer e só estava fazendo hora; aguardei mais alguns minutos, me levantei e fui para casa.
Não chamei de imediato. Cheguei em casa e, depois de um tempo, mandei um “opa” no perfil sem foto e nome no WhatsApp. A resposta veio rápida e direta: “Tá a fim de quê?”. Em resumo, ele disse que teria um tempo a partir das 15h, era somente ativo, não beijava nem mamava e que estava querendo uma sacanagem. Fazia um bom tempo que não dava, prefiro ser ativo, mas a situação era tão avulsa e excitante que topei. E também já o tinha visto, não era um rolê às cegas; qualquer coisa mandava embora e vida que segue.
Ele chegou por volta das 15:20. Falei o número que deveria tocar no interfone (meu prédio não tem porteiro), aguardei na porta enquanto ele subia e, ao entrar, rolou aquele papo de fila de supermercado. Ele deu umas apertadas na pica e percebi que já era hora de começar os trabalhos. Eu disse “chega aí” e fui em direção ao quarto. Me sentei na cama e ele se aproximou, ficando em pé na minha frente. O volume de antes já estava maior. O short era o mesmo e o abaixei junto com a cueca e conferi o que guardava aquela mala: uma pistola grossa, circuncidada e sacuda. Segurei e coloquei na boca e os 10% que faltavam para completar a ereção não demoraram nem um minuto. As mãos dele vieram para a minha nuca, me auxiliando no movimento.
“Curtiu”, ele disse, e eu só afirmei com a cabeça. “Eu também, você é bonitão”.
“Deita aí”, eu disse. Ele terminou de se despir e se jogou na cama. O picão apontado para o teto e os ovos gordos entre as pernas — uma puta visão. Mamei um bom tempo enquanto me punhetava e ele alisava meu rabo. “Tá limpinho?”, ele perguntou com o dedo forçando no meu cu rodeado de pelos. “Claro, carai”, respondi. “Vira!”, ordenou. Fiquei de bruços e, para minha surpresa, ele se posicionou e enfiou a língua no meu toba. Senti sua barba me arranhando; chupava forte, mordiscava as bandas a ponto de doer às vezes, mas já estava ali, né não?
Ele saiu da cama e foi até o short jogado ao chão e retirou uma camisinha. Ao ver esse movimento, peguei na mesa de cabeceira o lubrificante. Era o momento de engolir com o cu aquela pistola grossa. Me posicionei de quatro, pois acreditei ser a forma mais fácil. Untei bem meu rego e o pau dele, que nessas horas já estava encapado, e direcionei a entrada.
“Calma pô”, disse em uma das vezes que ele forçou sem dó nem piedade. Foram várias tentativas e vários entra e sai até sentir seu pentelho na minha bunda e suas coxas bem coladas às minhas. Ele alisava minhas costas e se movimentava devagarzinho, como se dissesse “vai se acostumando, cadela”. Não deu outra: assim que já estava mais relaxado, as estocadas aumentaram o ritmo e a profundidade, e eu só aceitei, relaxei e empinei.
Uma coisa posso garantir: o filho da puta sabia meter. Com certeza a esposa estava bem satisfeita. “Que vontade que eu estava de um cu”, disse em um dos momentos. Metia forte e em ritmo constante. Seu saco batia no meu rabo... cara, que tesão que aquilo me deu! Levei uns belos tapas na bunda; me assustei com o primeiro deles, mas depois me conformei que naquele momento eu era só uma cadela. Meu pau estava duraço e nem batendo uma eu estava.
Começamos a suar — ele muito mais, claro, mas isso só deixou as coisas melhores. Os corpos deslizavam com mais facilidade. Ele se deitou na cama ofegante e eu não perdi tempo: sentei de cócoras, subia e descia, entrava até o talo, minha pica na sua barriga a cada movimento. Momentos depois ele pediu para eu ficar de frango na beira da cama e assim levei mais umas par de estocadas, até ele anunciar que iria gozar.
“Goza então, caralho!”, disse. “Não queria cu?”. Ele gemia forte, arfava, até soltar um grunhido: “Ah... aahh... aaaahhhh!”. O pau latejou no toba, que nessas horas já devia ter ficado uma cuceta. Aquele grito me encheu de tesão ao mesmo tempo que tive receio dos vizinhos terem ouvido. Ele caiu sobre mim respirando forte, o cabelo molhado, o cheiro de suor misturado com desodorante e foda. Cheiro bom da pêga.
Ele se ergueu, me deu um tapinha na perna — tipo um “valeu aí, irmão” — e disse: “Preciso ir”. Tirou o pau do meu cu lentamente, amarrou a camisinha que continha uma boa quantidade de porra. Ofereci um banho, uma água, como todo bom samaritano. Trocamos mais algumas palavras e ele vazou. Voltei para o meu quarto que ainda fedia a putaria e leitei socando uma, com o dedinho no meu rabo que ainda estava largo.
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