0 meu preto.
Paulo, o preto de pau grande que sempre esteve ali, mas não éramos próximos. Conhecia-o de vista, de longe, mas qualquer coisa nele já me chamava sem eu admitir.
….Anos depois, já casados , chega o convite de amizade. Estranho. Por que agora? Aceitei na hora. As mensagens começaram educadas, quase formais… até que ele confessou, algo do tipo: “Sempre tive tesão por ti mesmo quando ainda eras adolescente..”
As conversas pegaram fogo devagar, depois explodiram.
Combinamos o encontro. Eu fui preparada, mas fingindo despretensão: maquilhagem leve, roupa que marcava sem gritar, como quem quer ser comida mas ainda não decidiu confessar.
Ele abriu a porta. algumas palavras e depois Beijo na sala mesmo, sem aviso. Abraço apertado, bocas coladas, línguas dançando com uma sincronia que parecia ensaiada há anos. Beijos molhados, famintos, daqueles que fazem a calcinha grudar. Ele tentava esconder um tremor nas mãos, uma pontinha de culpa ou timidez.
Paulo me desejava , mas tinha medo o culpa por estar a trair a esposa, eu nunca entendi ao certo , mas não me interessa, eu queria era mesmo gozar com o preto .
Enfiei a língua mais fundo, chupei o lábio inferior dele devagar, sentindo o pau já duro roçando na minha barriga por cima da roupa.
Fomos pro quarto quase tropeçando. As roupas caíram entre beijos e gemidos abafados. Por um do destino/ ou tesão a minha calcinha era exactamente da mesma cor do boxer dele. Rimos um segundo, mas logo a boca dele estava nos meus peitos, chupando com força, dentes arranhando de leve os bicos duros. As mãos grandes e quentes deslizavam pelas minhas costas, apertavam a bunda, subiam até o pescoço… era desejo misturado com algo proibido.
Eu já estava melada. A cona latejava, implorando. Ele desceu beijando a barriga, abriu as minhas pernas devagar e passou a língua só na entrada, uma lambida lenta, provocadora, como quem prova o mel antes de devorar o pote inteiro. Eu quase gritei. Queria agarrar a cabeça dele, esfregar a cara inteira na minha cona , queria soltar só soltar quando gozasse na boca daquele preto que eu mal conhecia direito. Queria gozar gritando, esguichando na língua dele.
Mas ele parou. Malícia pura so pode . quem para de lamber uma mulher toda melada querendo ser sugada ?
Subi em cima dele, roçando a cona melada naquele pau preto, grosso, latejante. A cabeça já escorregava na entrada, abrindo caminho. Eu rebolava devagar, sentindo cada veia pulsar contra os lábios inchados. A vontade era sentar de uma vez, engolir tudo até o talo e cavalgar até ele implorar. Mas segurei. Deixei-o louco também.
Chegou a minha vez. Ajoelhei entre as pernas dele, lambi as bolas pesadas, chupei devagar, sentindo o cheiro forte de macho excitado. Subi até a cabeça, rodei a língua na glande inchada, chupei só a pontinha, deixando-o pulsar na minha boca sem nunca engolir tudo. Ele gemia rouco, as coxas tremiam. Eu sorria com o pau na boca, sabendo que o estava torturando do jeito mais gostoso.
Até que não aguentei mais. peguei a camisinha , coloquei nele ,Subi, posicionei a cabecinha na entrada encharcada e desci devagar… depois rápido. Engoli aquele pau preto enorme até o fundo. A sensação de ser completamente preenchida,. Ele gemeu
Fodi o meu preto com vontade. Rebolava, subia e descia, sentindo as bolas baterem na minha bunda a cada estocada. Ele segurava meus quadris com força, marcando a pele, tentando controlar o ritmo. Depois pediu o cu. “Quero comer esse cu …”
Eu podia ter dado. Queria, confesso. Sentir aquele pau grosso forçando a entrada apertada, abrindo caminho centímetro a centímetro até me fazer gemer de dor e prazer ao mesmo tempo. Mas segurei. Malícia minha. Deixei-o implorando, com o pau babando, latejando dentro da minha cona, enquanto eu cavalgava mais rápido, mais fundo, até sentir o meu próprio orgasmo subindo como uma onda.
……Gozamos quase juntos.