Eu já estava casado há alguns anos com uma mulher maravilhosa e linda e foi com ela que a maior descoberta da minha vida aconteceu, a de que eu era uma Sissy. Ainda presa dentro de um corpo masculino mas uma Sissy que sempre existiu e que precisava renascer de verdade.
O masculino dentro de mim não precisa “morrer” mas deixaria de ser o protagonista da minha história e passaria a ser um mero espectador da vida que a Sissy “Luana” passaria a ter.
Primeiro vieram as lingeries, as meias calças e as calcinhas. Depois, os hormônios.
Sexualmente eu já não era mais ativo, não usava mais meu pau para mais nada além de fazer xixi. E isso agradava muito minha esposa que me comia gostosamente sempre com sua cinta e um pau delicioso acoplado nela.
No começo devido aos hormônios fiquei um pouco confuso. Eu olhava minha esposa e seu corpo lindo e tinha um tesão enorme mas diferente. Cada vez que eu via suas curvas, suas formas lindas eu tinha uma vontade louca de dar para ela, de ser a puta que ela quisesse que eu fosse, fazer o que ela mandasse eu fazer.
Com o tempo descobrimos que eu também era uma slave, que sentia muito mais prazer em ser usada, mandanda, humilhada, em obedecer ordens. E isso só apimentou mais a coisa e deixou o sexo muito mais gostoso. Cada parte minha desejava muito aquilo. Ser mandada, moldada, transformada por ela numa puta vadia, obediente, no objeto sexual de prazer dela 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Durante as conversas apimentadas em nossas transas muitas vezes minha esposa falava das farras que ela tinha aprontado. Dos paus grandes e grossos dos coroas que havia masturbado, dado e etc. Aquilo me excitava demais. Quase sempre eu ia para o banheiro e me masturbava com um consolo no cu imaginando aqueles machos gostosos e pauzudos dando prazer à minha esposa, imaginava ela gemendo de prazer e se realizando sexualmente naqueles machos. E sempre me imaginava ali, ao lado dela, vendo ela dar gostoso só esperando o momento daqueles machos e ela me fuderem gostoso, me humilharem gostoso e de eu ser a puta vadia de todos.
Eu não conseguia mais me masturbar de outra forma.
Certa vez minha esposa chegou da academia, num shorts de lycra que a deixava ainda mais gostosa e logo ao entrar já me pegou pelos braços me levando para o quarto. Ela abaixou seu shorts, sentou na beira da cama me pagando pelo cabelo e enfiou minha cara no meio da sua buceta enquanto ordenava:
Chupa seu viado!
Eu comecei a chupar e percebi que ela já estava excitada e molhada. E enquanto eu me deliciava naquela buceta deliciosa ela continuava:
Isso, seu viado do caralho, chupa gostoso que eu tô com muito tesão! Tesão no meu professor da academia. Ele deve ter um pau tão gostoso!! Quer que eu dê a buceta pra ele viadinho? - perguntou com um ar safado.
Quero muito sim! - respondi.
Ela riu e disse:
Sabia, seu corno viado!- respondeu abaixando minha bermuda enfiando dois dedos no meu cuzinho.
Eu me empenhava cada vez mais na chupada e ela com os dedos no meu cuzinho foi aumentando o ritmo até que gozou gostoso na minha boca. Ela então foi para o chuveiro e me fez ir também para ensaboar seu corpo. Depois que havia ensaboado ela me mandou virar de costas e abrir o cuzinho.
Isso, como foi uma boa menina vai ganhar seu presente! - e enfiou um consolo no cuzinho fazendo movimentos lentos e constantes até que eu gozasse.
Nossas transas eram cada vez mais quentes e cada vez mais eu me tornava passiva, puta e submissa à minha esposa. E cada vez mais eu adora ser a “mulher”, a cadelinha e puta dela.
Se tornou comum eu usar calcinha no dia a dia e em alguns momentos ela me chamar no quarto ou no banheiro.
Mostra, deixa eu ver a calcinha putinha!
Eu mostrava a calcinha, ela puxava de lado, enfiava dois ou três dedos no meu cu e colocava o plug.
Isso é pra você não esquecer o viadinho que você é!
Eu estava me tornando cada vez mais submissa, vadia e objeto sexual da minha esposa e Senhora, o que eu amava. Ela então decidiu que eu devia dar os cú o máximo que pudesse e como elas às vezes não podia me comer, por estar cansada do trabalho ou de outros compromissos, mandou que eu criasse um perfil num aplicativo gay e achasse machos para me comerem. Mas havia regras.
Primeiro, eu deveria ir de calcinha para os machos verem o viadinho que eu era. Eu deveria filmar ou fotografar o macho ( de preferência dotado) me comendo e assim que chegasse em casa ou na primeira oportunidade, mostrar meu cuzinho de puta arrombado para ela que terminaria o “serviço” com sua cinta maior.
Na primeira saída minha pelo aplicativo, marquei com um mecânico que me disse que na hora do almoço a oficina ficava fechada e poderia me comer. Era um cara safado, bruto, parrudo com uma rola enorme. Assim que cheguei ele já me chamou pros fundos.
A gente não tem muito tempo, chupa! Tirando um pau enorme pra fora da bermuda.
Ajoelhei e comecei a mamar, quando ele me virou de costas pra me comer eu disse que teria que gravar a transa porque era ordem da minha esposa que gostava de me ver dando cú. Ele quase não acreditou e ficou mais espantado ainda quando abaixei minha bermuda e ele me viu de calcinha.
Que putinha safada! Puxou ela de lado e meteu sem dó no meu cu. Ele me comia com força e falava para a câmera.
Gosta de ver o maridinho na rola de macho, é? Olha como eu vou deixar o cu desse viado pra você! Toma no cu sua bicha vadia!
Quanto mais ele me fodia e arrombava meu cú mais eu pensava em como estava agradando minha esposa, em como ela ficaria feliz de me ver ali, puta de macho, sendo arrombada. E mais tesão eu tinha em dar o cu, em ser viado.
Sai de lá com o cu arrombado de tanto levar pau. Assim que cheguei em casa minha esposa já me mandou para o quarto.
Fica de quatro na cama! Deixa eu ver!
Fiquei de quatro e mostrei o cuzinho arrombado.
Que delícia! Tá arrombadinho, mas não o bastante ainda!
Ela logo colocou a cinta dela e começou a meter com toda vontade.
Puta e vadia tem ficar assim todo dia, com o cu bem aberto! Todo mundo vai fuder esse seu cu e vão saber o viadinho que você é!
As saídas foram várias, com vários caras e sempre ela me arrombava mais ainda depois. Eu tinha prazer em ser viado para ela, em ser o viado dela! Logo na cidade muitos já sabiam o viadinho que eu era e muitos já tinham me comido.
Até que um dia, enquanto estávamos nas preliminares ela me disse:
Eu preciso de um pau de verdade viadinho! Você só serve pra me dar esse cuzinho gostoso. Mas eu preciso sentir um pau de verdade, um macho gostoso me fudendo!
Ela então me contou que havia um tempo ela tinha tido uma relação com um coroa safado e que sentia muita saudade do pau grosso e gostoso dele, das fodas com ele.
Nessa noite, enquanto ela me arrombava com sua cinta,falava no meu ouvido:
Vai aceitar eu namorar com ele e ele ser nosso macho, viadinho? Eu vou sair de mãos dadas, com ele na rua, beijar ele na frente de todo mundo, apresentar ele como meu namorado e todo mundo agora vai saber que além de viado, que todo mundo já sabe, você é corninho!
Eu gemia e respondia que sim, pedindo pra ela me arrombar mais e mais. Até que ela começou a gozar comendo meu cu enquanto dizia:
Você só serve pra dar o cu mesmo, corno viado do caralho!
Às semanas se passaram e percebi que ela ficava mais tempo ao celular, em conversas longas que ela se afastava para mandar áudios. Até que um dia ela me disse para nos arrumarmos que iríamos sair e a noite seria muito divertida. Quando fui me arrumar ela pediu que colocasse uma roupa mais “feminina”, deixasse meus cabelos soltos, que desse mais “pala” do viadinho que eu era.
Fomos à um barzinho da cidade e meia hora depois de chegarmos aproximou-se da nossa mesa um coroa, de uns 55 anos, alto, bem apessoado. Ele chegou e ela logo se levantou para recebê-lo. O coroa deu logo um beijo demorado na boca dela, que retribuiu, com tesão. Depois do beijo, ainda abraçado com ela ele me olhou e disse:
Esse é o nosso viadinho?
Ela sorriu, disse sim e continuou:
Luana, esse é o Renato, meu namorado! Ou melhor, nosso namorado!
Eu o cumprimentei já excitado , doido pra dar para os dois ali mesmo.
Ele se sentou ao lado dela, abraçando-a e ficando já cheio de chamegos com ela enquanto eu sentado a frente observava.
O viadinho já tá plugado? - perguntou Renato à minha esposa.
Nossa, esqueci! - respondeu ela - Mas peraí que já resolvemos isso! - falou enquanto me pegava pela mão e saímos em direção ao carro que estava estacionado perto. Entramos no carro e ela falou:
Fica de lado e abaixa a calça!
Enquanto ela enfiava um plug no meu cuzinho dizia que ia adorar ser a putinha dela e do Renato e que iria adorar ver ela dando bem gostoso pro macho dela como bom corninho e viadinho que sou.
Voltamos para a mesa e após algumas cervejas e uma conversa descontraída, Renato cochichou alguma coisa no ouvido da minha esposa que deu uma risada e acenou com a cabeça consentindo. Ela então se levantou , pegou ele pela mão e me disse ao pé do ouvido:
Espera um pouquinho aqui, corninho!
Os dois saíram em direção ao carro que estava estacionado embaixo de uma árvore, com pouca iluminação na rua. Demoraram uns 25 minutos e quando retornaram, minha esposa me deu um beijo de lingua demorado, onde pude sentir o gosto e o cheiro do pau de Renato na sua boca.
Agora vai você, viadinho! Você vai amar a pica dele! - disse ela dando uma piscadela pra mim.
Eu já estava com o tesão a mil e sai em direção ao carro com Renato, enquanto minha esposa ficou na mesa com ar de satisfação. As pessoas já deviam estar desconfiando de algo mas não liguei nem um pouco. Entramos no carro, Renato no motorista e eu no lugar do passageiro, ele me olhou passando a mão no meu cabelo .
-A Cá me disse que você já tá tomando hormônio! Ótimo, vamos ajudar você e você vai ser nossa putinha! Agora vem aqui sentir a rola que sua esposa adora!
Ele falou isso tirou o pau já duro da calça puxando minha cabeça em direção à rola. Era realmente um pau grosso, enorme, lindo.
Eu caí de boca e chupava com vontade, ainda mais por saber que minha esposa já tinha chupado ele antes e que ela adorava aquele pau.
Ele segurava minha cabeça e enquanto eu mamava.
Nossa que delicia viadinho! Chupa tão bem quanto a Cá! Isso, chupa putinha que hoje eu vou comer o cú dela na sua frente! O cu que ela nunca te deu e depois vou arrombar seu cuzinho também!
Ao ouvir aquilo eu fiquei com mais tesão e caprichei no boquete o que fez com que Renato gozasse na minha cara toda. Depois de me limpar voltamos ao bar e minha esposa tinha um sorriso de orelha a orelha quando olhou pra mim.
Eu também devia ter o mesmo sorriso.
Saímos então do bar e fomos para a casa em que Renato estava hospedado. Assim que chegamos eu e minha esposa fomos para o banheiro, para ela me montar. Fez uma make em mim, coloquei meia calça, calcinha, estava uma menininha completa.
Quando saímos do banheiro Renato já estava de cuecas deitado na cama. Minha esposa deitou-se ao lado dele e beijando ele gostoso me disse:
Prepara o pau dele pra mim, viadinho!
Eu mais que depressa fui chupar o pau do nosso macho. Enquanto estava chupando, minha esposa se juntou a mim e passamos a mamar juntas aquela pica.
Agora viadinho, fica aqui enfiando esse consolo no cuzinho enquanto nosso macho me fode!
Eu fiquei de lado na cama e enquanto ela cavalgava e beijava ele, mais eu enfiava o consolo no cu. Aquilo era tudo o que eu queria, ser corno e ser muito viado.
Cada vez que ela gemia e deslizava no pau dele mais tesão em ser corno e viado eu sentia, mais queria ver ela dando para aquela macho e com mais vontade de levar no cu eu ficava.
Depois de um bom tempo cavalgando e depois de não sei quantas gozadas no pau dele, Renato mandou Cá ficar de quatro e me disse:
Vem aqui viado! Abre o cu da minha puta que eu vou comer o cu dela!
Eu chupei o pau dele e abri o cu da minha esposa enquanto via o pau dele sumir lentamente dentro do cuzinho dela, que gemia de tesão.
Ela então me mandou deitar de pernas abertas na frente dela e começou a me dizer:
Tá vendo seu corno! Meu cu é so pra macho, não pra viado que nem você! Você nasceu só pra dar esse cú e nada mais, seu corno viado!
Ela enfiava três dedos no meu enquanto me humilhava , o que me dava mais prazer ainda.
Você quer comer o meu cú ou quer levar rola no cú, viado? Fala!
Quero levar rola no cu! - respondia doido de tesão.
Ela ria e falava:
Sabia! Por isso você nunca vai me comer, porque nasceu só pra dar!
Naquela noite, depois de comer o cu da Cá , ela e Renato me foderam e me humilharam muito, ela com a cinta e ele com sua rola grossa, me deixando completamente arrombado e feliz.
Dormimos os três juntos e pela manhã eu já estava chupando o pau do Renato que havia acordado de pau duro.
Eu continuei com os hormônios. Renato passou a ser nosso fixo, nosso macho e namorado e hoje, depois da transição eu sou uma mulher trans num trisal delicioso e amo ainda mais minha esposa.