Eles me convidaram para um barzinho discreto no Campolim, daqueles com luz baixa, música suave e mesas afastadas o suficiente para que ninguém perceba o que rola por baixo. “Vamos nos conhecer melhor antes de qualquer coisa”, Ana escreveu. “Meu marido aprova tudo, sem ciúmes, só tesão. Se rolar química, a gente leva você pra casa.”
Cheguei primeiro, pedi uma cerveja gelada e fiquei observando a porta. Quando eles entraram, o ar mudou. Ana, 40 anos, loira de olhos verdes penetrantes, usava um vestido preto justo que marcava as curvas generosas: seios fartos, cintura fina e uma bunda que pedia pra ser apertada. Carlos, alto, atlético, uns 42 anos, engenheiro, sorriu calmo e apertou minha mão com firmeza. “Prazer, Mário. Relaxa, a noite é nossa.”
Sentamos numa mesa de canto, semi-escura. Conversamos sobre trabalho, filhos já crescidos, viagens. Mas o clima foi esquentando rápido. Ana sentou do meu lado, coxa colada na minha. Enquanto Carlos pedia mais uma rodada, a mão dela deslizou pela minha perna, subindo devagar até encostar no volume que já crescia na calça. Eu retribuí, passando os dedos por dentro da barra do vestido, sentindo a pele macia da coxa interna. Ela abriu um pouco as pernas, me dando acesso. Meu dedo médio encontrou a calcinha fina, já úmida, e comecei a esfregar devagar o clitóris por cima do tecido. Ana mordeu o lábio inferior, fingindo prestar atenção na conversa com o marido, mas seus olhos estavam vidrados em mim.
“Você é safado mesmo, hein?”, sussurrou ela, enquanto eu aumentava a pressão, circulando o botão inchado. Carlos percebeu tudo, sorriu de lado e disse baixinho: “Gosto de ver ela assim, Mário. Continua.” Enfiei o dedo por baixo da calcinha, sentindo a buceta quente e escorregadia. Entrei devagar, um dedo, depois dois, mexendo ritmado enquanto o polegar continuava no clitóris. Ana apertava minha coxa com força, respirando pesado, tentando não gemer alto. O bar estava cheio, mas ninguém notava – ou fingia não notar. Ela gozou ali mesmo, corpo tremendo discretamente, mordendo o guardanapo pra abafar o suspiro.
Depois disso, o ar ficou elétrico. Carlos pagou a conta e disse: “Vamos embora. Nossa casa fica a dez minutos daqui. Quero ver você fodendo minha mulher na nossa cama.” Ana me olhou com um sorriso safado: “Vem, moreno. A noite tá só começando.”
Chegamos no apartamento deles, um sobrado bonito em condomínio fechado. Mal fechamos a porta, Ana me puxou pra um beijo faminto, língua invadindo minha boca enquanto tirava minha camisa. Carlos acendeu luzes suaves na sala e se sentou no sofá, abrindo a calça pra se masturbar devagar. “Mostra pra ele, amor. Mostra o que você faz quando fica louca de tesão.”
Tirei o vestido dela num movimento só. Sem sutiã, os seios grandes e firmes balançaram livres, bicos duros. Ajoelhei e chupei um deles enquanto minha mão voltava pra buceta dela, agora sem calcinha. Ela gemia alto, sem se importar com vizinhos. “Chupa mais forte, Mário… ah, porra…” Tirei a calça, meu pau duro apontando pra cima, veias pulsando na pele morena. Ana se ajoelhou e engoliu tudo, chupando com vontade, lambendo o saco, voltando pra cabeça, engolindo até a garganta. Carlos gemia junto, incentivando: “Isso, engole ele todo, amor.”
Deitei ela no sofá, abri as pernas e mergulhei de língua na buceta depilada, lambendo o clitóris inchado, enfiando a língua fundo enquanto ela rebolava contra meu rosto. Gozou de novo, esguichando um pouco na minha boca. Então montei nela, penetrando devagar no início, sentindo a buceta apertada me engolir centímetro por centímetro. “Que pau gostoso, caralho… mete fundo!” Comecei a bombear forte, batendo no fundo, enquanto Carlos se aproximava e enfiava o pau na boca dela. Dupla penetração oral e vaginal, o som molhado enchendo a sala.
Mudamos pro quarto. Coloquei Ana de quatro na cama, metendo por trás com força, batendo na bunda vermelha enquanto ela gemia: “Me arromba, Mário! Mais forte!” Carlos se deitou embaixo dela, chupando o clitóris enquanto eu fodia. Depois veio a dupla penetração de verdade: eu na buceta, ele no cu, os dois metendo ritmado, sentindo um ao outro através da parede fina. Ana gritava de prazer, corpo convulsionando em orgasmos múltiplos. No final, gozei dentro dela, enchendo a buceta de porra quente, enquanto Carlos gozava na barriga dela.
Exaustos, suados, rimos juntos na cama. “Você é foda, Mário”, disse Ana, beijando minha boca. Carlos apertou minha mão: “Quando quiser repetir, é só chamar. Aqui a porta tá aberta.”
Essa é minha história real, vivida aqui na região de Sorocaba/Votorantim. Sou um cara simples, divorciado, que curte uma aventura de vez em quando, sempre com respeito, discrição e muito tesão mútuo. Se você, leitor, é um casal (ou uma mulher casada com marido consentidor) e ficou excitado com o relato, quer conversar sobre algo parecido, me procure. Moro em Votorantim, mas sou de Sorocaba mesmo, trabalho aqui na cidade. Gosto de conhecer gente da região: Sorocaba, Votorantim, Itu, Salto, Campinas e arredores. Quem sabe a gente não marca um papo pra ver se rola química? Mande mensagem por aqui se você preferir. Casais curiosos, venham! ??