- Você tá me devendo e você sabe disso. – foi incisiva a mulher. - E eu quero te pagar, acho que agora eu consigo. – respondi. Bem... Vou tentar explicar. Saímos, eu e a mulher, ela até nova, mas madura pra mim, 35 x 24 à época, ambos casados, ela uma magrela gostosinha que só, de cara não muito bonita, embora marcante, mas com uma bundinha indecentemente linda. Eu, um quase garoto, casado fazia quase três anos e com uma vida sexual chocha, nada rica, sou pardo/negro (chamavam à época de moreno, neguinho), boa altura, mais de 1m75, já deixando de ser magrelo, mais de 85 kg. e um pau respeitável. Não sei bem como, mas eu e ela, Dalva, de repente estávamos nos pegando, um caso que se iniciou durante um curso técnico rápido e que precisei ir pra me especializar, ela era de uma outra empresa, mas ainda era uma iniciante na área, eu já tinha experiência, trabalhava com aquilo desde os 16 anos, o curso nem me servia pra tanta coisa, achei que seria uma evolução, mas eu já conhecia quase tudo. Sei que certo dia tive que dividir o computador com alguém e Dalva me deixou comandando o computador, embora eu insistisse que ela que deveria comandar, afinal eu conhecia bastante aquilo e de repente senti as mãos de Dalva um pouco acima das minhas pernas, fiz de conta que não percebi, mas a mão subia, fiquei preocupado, pois podiam ver e meu pau começou a ficar duro de uma maneira absurda e dali em diante começou uma pegação de pau-buceta... Sei que tempos depois estávamos num quarto de motel, ela me levou, pois eu não tinha carro. Fodemos até bem, ela foi um bocado didática comigo, pois, apesar de casado, eu não sabia de nada e aprendi a chupar uma buceta de verdade, o grelo e os pequenos e grandes lábios, até beijo grego eu fiz e lambi muito o cu dela, um 69 com um boquete estupendo que ela me fez, e depois de muita foda “normal” e como saída ela me deu o cuzinho e até pediu pois seu marido não gostava e ela fizera antes de casar. Sei que foi difícil pra entrar, mas quando entrou fiz movimentos bem lentos, tinha medo de machucá-la e não tinha experiência na matéria mesmo, só que essa lentidão acabou travando algo em mim e mesmo depois de muito tempo socando no rabinho dela eu não consegui gozar e tivemos que acabar pois já estava dando o horário, durante a trepada ela sempre dizia: - Quando for gozar me avisa... Não esquece de me avisar quando for dar a leitada... E coisas assim, mas... Acabou que não pus minha porra no rabo dela e assim fiquei em dívida com ela. Menos de uma semana depois dessa cobrança do início, saímos de novo, e já no quarto fizemos o roteiro básico, língua-buceta (com enfiadas minhas no rabicó dela), boca-pau, pau-buceta e, por fim, eu ia pagar a dívida. Ela deitou-se de bunda pra cima e ficou bem solta, aí enfiei o pau quase de uma só vez, ainda ela falou: - Caralho! Ardeu um bocado, vai devagar. E eu pensando que não tinha gozado antes por ter ido tão devagar, aliás, preciso dizer que no “roteiro básico” eu gozei na buceta dela. Mas obedeci e fui bem lento, o pau chegou a ter aquela coceirinha básica, mas eu desacelerei mais ainda pra não gozar. E ela me disse: - Agora eu já sei até onde vai esse cacetão, vou ficar de quatro e você mete sem dó. Pôs-se de quatro e eu meti forte e de uma vez, ela pediu calma, mas pediu pra tirar que não tava aguentando. Aí pegou, deixou o tronco em cima da cama, colocou os joelhos no chão e, com a bundinha à minha disposição pediu: - Soca, mete... Eu soquei e meti e ela aguentou bem, empurrava a bundinha e eu pau entrava até o fundo e voltou o papo: - Quando for botar o leite me fala. Meti um bom tempo e avisei que ia gozar, ela então pediu: - Empurra fundo. Eu empurrei e ela começou a me apertar o pau e apertava, apertava, até que eu fui fundo e ela sugou quase todo meu leite com o cu, foi foda de gostoso, se eu pudesse eu não sairia do fundo daquele rabo. Sei que ainda ficamos um pouco e ela me disse que foi a última vez que fodemos, que ela ia tentar dar o rabo pro marido, que o tesão anal tinha voltado e ela a deveria satisfazer. Ainda assim saímos mais uma vez depois de um happy hour que ela ficou um pouco bêbada, mas depois nunca mais, mas fiz questão de agradecê-la pelos ensinamentos. Escrevi esse conto em 2015, sete, oito anos depois desses fatos, já não estou casado e sobre ela perdi o contato completamente, aliás, até a contatei uma vez via rede social, mas ela não respondeu e depois me bloqueou. Mas até hoje não esqueço a mulher que fez o melhor sexo anal comigo e a bunda mais linda que fodi na minha vida.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.