Dois dias depois, o projeto foi aprovado. Antes de pegar a estrada, mandei a foto das bolinhas tailandesas de aço polido.
— Você vai colocar isso amanhã cedo, Claudia. Antes da primeira reunião. E só tira quando eu chegar. Quero que cada passo no escritório te lembre que eu já estou dentro de você.
Entrei na fábrica com o sangue fervendo. A despedida doce da Fernanda em São Paulo era o segredo que deixava tudo mais visceral. Claudia já me esperava: terninho azul, postura impecável, escondendo o caos. Mas no primeiro olhar, eu vi: pupilas dilatadas e o esforço monumental para esconder o cansaço do desejo. Ela caminhava rígida, as pernas travadas para não deixar o aço escapar.
— Bem-vindo, Benjamin — disse ela. A voz falhou. — A diretoria está esperando.
Cheguei perto, sentindo o perfume caro misturado ao cheiro de pele quente. Sussurrei no ouvido dela:
— Está usando, Claudia? Sente o peso delas a cada passo?
Ela só confirmou com a cabeça, engolindo seco. O suor fininho no lábio entregava: ela estava no limite.
A sala de reunião era o cenário perfeito. Três diretores sérios, café velho e ar-condicionado no talo. Joguei o papel do consultor frio. Claudia explicava os gráficos, mas eu só via as nuances: a mandíbula travada a cada vez que ela trocava o peso do corpo. O aço devia estar castigando o colo do útero dela.
— Claudia — interrompi, seco. — Esse gráfico está confuso. Chega mais perto. Explica os detalhes.
Ela teve que se esticar sobre a mesa. Vi as coxas tremerem sob a saia justa. Ela sabia que eu estava devorando o esforço dela. Os chefes anotavam tudo, sem desconfiar que a gerente exemplar estava a um passo de desabar.
— Você parece distraída, Claudia — provoquei, na frente de todos. — Senta. Vamos ver o orçamento.
Ela sentou bem na minha frente. A mesa era de vidro fosco, mas eu tinha o ângulo perfeito. Estiquei o pé e encostei o bico do meu sapato de couro no tornozelo dela. Ela deu um pulo, como se tivesse levado um choque elétrico.
— Algum problema? — perguntou um diretor.
— Nenhum... claro — gaguejou, me olhando com medo e fome.
Eu era o dono dela. A Fernanda me imaginava trabalhando, enquanto eu levava aquela mulher à loucura em público. Quando a porta finalmente fechou e ficamos a sós, a máscara da Claudia caiu. Ela se agarrou na mesa, tremendo.
— Por favor... Benjamin... — ela choramingou, a voz quebrada. — Eu não aguento mais. Essas bolas... eu te imploro.
Não me mexi. Continuei de pernas cruzadas, saboreando o desespero dela.
— Você me implora? Você começou o jogo, Claudia. Agora aguenta. Se quer alívio, tem que merecer. ?— Escuta bem — continuei, segurando o queixo dela com firmeza, obrigando-a a sustentar o meu olhar. — Você me procurou porque a sua obsessão não te deixava em paz. Mas, de agora em diante, quem dita o ritmo sou eu. O seu prazer agora é um projeto sob o meu comando. Se eu mandar você conduzir uma reunião sem nada por baixo dessa saia, você obedece. Porque o seu corpo, neste momento, é meu. Entendeu?
?— Sim, senhor... — ela sussurrou, os olhos brilhando com uma entrega que eu nunca tinha visto.
Sem pressa, girei o corpo dela e a conduzi até o vidro da sala. Lá fora, o pátio da fábrica seguia normal; aqui dentro, eu levantava a saia dela. Minha mão foi direto onde ela queimava. Estava encharcada. Trabalhei o grelo dela com dureza, sem dó. Não era carinho, era posse. Ela soltou um grito abafado contra o vidro gelado. O corpo arqueou, os músculos travaram e ela desabou. Uma onda de prazer violento molhou minha mão e escorreu pelas coxas dela.
Quando os tremores pararam, tirei a mão. Meus dedos brilhavam. Ela continuou lá, ofegante, com a testa encostada no vidro, destruída. Coloquei minha mão na frente da boca dela.
— Limpa. Tudo.
Ela foi ávida. Usou a língua para limpar cada dedo, de olhos fechados, bebendo o próprio desejo que eu tinha extraído dela. Totalmente submissa.
— Arruma essa roupa — eu disse, recuperando a frieza. — Te vejo mais tarde no hotel. Pode tirar as bolas agora. Você cumpriu a missão.
O quarto do hotel era moderno, impessoal. Perfeito. O barulho da porta abrindo foi o sinal. A Claudia seguiu minhas regras à risca. Ela não entrou andando; entrou engatinhando. Pelada, só de salto agulha preto, que batia no chão a cada movimento dos joelhos dela. Ela parou bem na minha frente, com o olhar baixo, humilde, e começou a beijar meus pés.
Olhei para ela de cima, curtindo aquele momento de poder absoluto. Tirei o cinto de couro devagar.
— Mãos nas costas, Claudia. Agora.
Minha voz estava calma, mas firme. Ela obedeceu sem piscar. Enrolei o couro nos pulsos dela e apertei bem. Agora ela era oficialmente minha propriedade por aquela noite.
Abri a calça e botei meu pau duro para fora. Agarrei o cabelo dela com força e puxei a cabeça para trás. Eu queria que ela me olhasse.
— Seu marido acha que você está fazendo hora extra, né? Ele não faz ideia da cadela faminta que está aqui ajoelhada na minha frente.
Enfiei fundo na boca dela, até o talo. Senti ela engasgar, mas ignorei e ditei o ritmo. Quando tirei, o rosto dela estava todo molhado. Esfreguei meu pau e minhas bolas devagar nas bochechas e nos lábios dela, sujando ela com o meu cheiro. Depois segurei a cabeça dela firme e comi a boca dela como se fosse uma buceta, com vontade, até bater no fundo da garganta.
Tirei o pau e dei um tapa leve no rosto dela. Só para ela lembrar quem mandava ali. A bochecha dela ficou meio vermelha.
— Gostou? — perguntei baixo.
— Eu amo... amo tudo o que você faz comigo — ela sussurrou com os olhos brilhando. — Eu sou sua puta, Benjamin. Sua vadia. Sua cadela. Eu preciso do seu leite.
Agarrei ela pelas mãos amarradas e a levei para a cama.
— De quatro. Cara no colchão.
Me curvei sobre ela. A buceta já estava encharcada. Lambi com vontade, bebendo cada gota do mel dela enquanto ela tremia sob a minha língua. Mas aí veio a dor. Me levantei e desci a mão aberta com força na bunda dela.
Um. Dois. Três. Quatro. Cinco.
O som do tapa ecoou no quarto silencioso. A carne ficou vermelha viva, e ela soltou um gemido alto.
— O que você é para mim? — sibilei.
— Sua puta! — ela quase gritou. — Por favor... Benjamin... eu imploro... me come logo!
Segurei firme no quadril e enfiei meu pau duro nela com tudo. Comecei a socar cada vez mais rápido. Sem ritmo, só estocada bruta. A cama batia na parede a cada pancada. Me curvei no ouvido dela.
— Fala, Claudia. De quem é essa buceta? Quem é que está te fodendo desse jeito?
— Sua... só sua, Benjamin! — ela arquejava. — Eu sou sua vadia... me usa!
Aumentei a velocidade. A buceta dela apertava cada vez mais, ensopada.
— Você quer minha porra, né? Quer que eu te encha todinha.
— Sim! Por favor! Goza dentro de mim! Quero te sentir dentro de mim! — ela gritava.
Senti ela começar a ter espasmos. Ela veio com força. Naquele momento, eu me soltei também. Dei a última estocada até o fundo e descarreguei tudo dentro dela. Jato após jato, enchi ela até ficar vazio. Fiquei ali deitado pesado em cima dela, enquanto minha porra começava a escorrer devagar de dentro dela.
Olhei para ela ali, pelada e amarrada na minha frente. Meu esperma escorria pelas coxas dela, deixando um rastro branco. Cheguei mais perto e peguei minha porra que escorria com a palma da mão. Coloquei minha mão molhada direto na boca dela.
— Lambe, Claudia. Cada gota.
Ela não hesitou. Começou a lamber meus dedos com vontade, limpando cada gota até minha mão ficar limpa de novo. Segurei a nuca dela e dei um beijo profundo e apaixonado. Senti meu próprio gosto nos lábios dela. Soltei as amarras de couro, deixando o cinto cair no chão.
— Agora se veste. Do jeito que você está. Não vai se lavar. Você vai levar tudo isso para casa. Ela só assentiu, tremendo de tesão, e começou a catar as roupas no chão. Ela saiu sem falar nada.
No outro dia, liguei para a Fernanda. Ouvir a voz dela foi como um banho de alma.
— Tudo certo, amor. Muito trabalho — menti. Eu a amava. Mas o desejo pela Claudia era um vício. O lado sombrio estava crescendo.
Trabalhamos a manhã inteira. Depois do almoço, fomos para o escritório dela. Aí meu celular tocou. Chamada de vídeo da Fernanda.
Dei um sinal para a Claudia e atendi.
— Oi, amor! — a Fernanda sorria no jardim. — Saudade.
— Demais, amor — respondi firme.
A Claudia se ajoelhou e abriu meu zíper embaixo da mesa. No momento em que ela me libertou, senti os lábios quentes dela. Ela sabia que a Fernanda estava assistindo sem saber. Ela me envolveu com a boca, sugando com entrega total. Eu olhava para os olhos da minha mulher enquanto a Claudia estava me chupando ali embaixo. Eu tinha que travar os dentes para não gemer.
A Claudia estava em transe. Enquanto me chupava, ela enfiava a mão embaixo da própria saia. Dava para ouvir o som da socada na buceta ensopada.
— Você parece tenso, Benjamin — disse a Fernanda.
— Tudo... o projeto está... intenso — forcei. A Claudia acelerou. Eu via o corpo dela tremendo embaixo da mesa.
— Tenho que ir, amor. Começou a reunião — desliguei. — Te amo.
A tela apagou. Puxei a Claudia pelo cabelo.
— Você é doente — sussurrei.
— E você adora — ela gaguejou, me oferecendo os dedos molhados. Eu suguei o gosto dela.
Fiquei de pé, calça aberta. Claudia ajoelhada de novo.
— Você ouviu, né? Ela me ama. E você? Você está aqui no chão.
— Sim... — ela sorriu feito louca. — Me marca. Mostra que eu sou sua vadia enquanto ela acha que você é o marido fiel.
Comecei a me masturbar rápido na frente dela. Bati com meu pau nas bochechas dela, deixando rastro. Ela ficou imóvel, com a língua para fora, esperando. Aí eu jorrei tudo. Jato atrás de jato no rosto dela, na testa, nos olhos, nos lábios. Ela engoliu o que pôde, o resto escorreu pelo queixo como uma máscara. ?Ela se olhou no espelho. Limpou o canto da boca com a língua, saboreando a prova da minha posse que ainda secava em sua pele.
?— Olhe para mim... — ela murmurou, fascinada com a própria imagem desfeita. — Eu sou viciada nisso. Viciada na sua porra, na sua vontade... em tudo o que você faz comigo.
umgringo