Deixei o namorado da minha amiga me comer

Eu deixei o namorado da minha melhor amiga enfiar os 23 centímetros em mim

Em um verão, a gente alugou uma casa na praia pra passar o fim de semana. Dois quartos, quatro camas no total. Minha melhor amiga (vamos chamar ela de Jess) e eu dividimos um quarto com duas camas de solteiro. O namorado dela (vamos chamar ele de Alex, 22 anos) e outro cara ficaram no outro quarto. A gente bebeu pra caralho naquela noite, indo de bar em bar, tomando shots, dançando. Eu e a Jess somos quase iguais: 1,68m, curvas parecidas, cabelo longo e escuro, o mesmo tom de pele com pouca luz. Às vezes as pessoas nos confundem quando estamos vestidas iguais ja teve gente até que achavam que eramos irmãs.

A Jess capotou cedo, tava bêbadaça e roncando como uma motosserra.
Por volta da 1 da manhã, eu ainda tava ligada, mexendo no celular embaixo do lençol, só de top e calcinha. Lá pelas 2:30, a porta rangeu. O Alex entrou cambaleando, fedendo a tequila e bar. Ele achou que tava no quarto dele, acho, ou talvez ele simplesmente veio ver Jess. As luzes estavam apagadas, o quarto escuro que só, com um brilho fraco da tela do meu celular (que eu desliguei rapidinho).

Ele tirou os sapatos, ficou só de cueca box e se jogou na minha cama, achando que era a da Jess. Eu congelei. Coração disparado. Eu sabia que devia falar alguma coisa, "Cama errada, querido", mas o álcool, o calor, a emoção... Eu fiquei quieta. Curiosa. Não vi nenhuma maldade.

Ele se aconchegou atrás de mim, a mão escorregando direto pra minha bunda, pegando com vontade, apertando forte. Depois subiu pro meu top, cobrindo meu peito, passando o polegar no meu mamilo até ficar duro que nem pedra. Eu mordi o lábio pra ficar quieta. Minha respiração me entregou um pouco, superficial, rápida, mas ele tava bêbado demais pra perceber a diferença e eu tanbem tava bebada pra pensar consciente. A Jess tava roncando alto na outra cama, nem aí.

Ele rosnou baixinho no meu ouvido, "Com saudades, bebê." A mão desceu, por cima da minha calcinha, esfregando minha xoxota através do tecido. Eu tava ensopada, não tinha como evitar, era estranho mas meu corpo estava respondendo aos toques. Meus quadris balançaram pra trás instintivamente. Ele gemeu, sentiu como eu tava molhada, enfiou os dedos por baixo da cintura. Dois dedos entraram primeiro, grossos, me esticando devagar. Eu apertei forte em volta deles, não consegui segurar o gemido. Ele adicionou um terceiro, trabalhou eles pra dentro e pra fora, enrolando, me esticando gostoso e fundo enquanto o polegar fazia círculos no meu clitóris.

Aí ele puxou minha calcinha pra baixo. Eu levantei meus quadris só um pouquinho pra ajudar. O pau dele encostou em mim, quente, grosso, duro. Ele esfregou a cabeça na minha fenda, se cobrindo com a minha umidade. Eu me inclinei um pouco pra frente, abri minhas pernas mais, convidando ele em silêncio.

Ele entrou devagar. O esticão foi intenso, a cabeça grossa passando pela minha entrada, depois centímetro por centímetro deslizando mais fundo. Eu tive que morder o travesseiro pra ficar quieta. Ele era comprido, parecia que nunca ia acabar, me preenchendo completamente até os quadris dele encostarem na minha bunda. Ele gemeu baixo, "Caralho... tá mais apertada bebê." Começou a dar estocadas, devagar no começo, depois mais forte, mais fundo, a cama rangendo suavemente. Cada estocada raspava nas minhas paredes, pegando em pontos profundos que faziam meus dedos dos pés se contorcerem.

Eu empurrei pra trás pra encontrar ele, apertando em volta dele a cada saída. Ele acelerou, os quadris batendo suavemente em mim, a mão cobrindo minha boca pra abafar meus gemidos. A Jess roncava mais alto na outra cama, completamente alheia. O risco deixou tudo mais quente. Eu gozei forte, silenciosa mas tremendo, a xoxota pulsando em volta dele, ensopando o pau dele. Ele continuou, as estocadas virando erráticas.

Ele tirou na última hora, esfregou rápido na minha bunda. Jatos quentes caíram nas minhas costas e bunda, grossos, quentes, muito. Ele aproveitou cada gota, respirando com dificuldade, depois desabou do meu lado como se nada tivesse acontecido. Apagou em segundos.

Eu fiquei ali pingando, coração disparado, o esperma dele esfriando na minha pele. Não me mexi por um tempão. Só deixei a parada e cai no sono.

Na manhã seguinte, ele acordou de ressaca, confuso por estar no nosso quarto. A Jess riu, "Você entrou cambaleando bêbado ontem à noite, idiota." Ele pediu desculpas pra nós duas, sem ideia do que ele fez a noite. Eu só sorri e falei "De boa, nao fez nada de mais." Eu não podia falar os dois eram um casal e eu gostei então não precisa estragar tudo.

Mas toda vez que eu vejo ele agora nos encontros do grupo, eu sinto aquele esticão de novo la na buceta. E eu sei que ele sentiu também, mesmo que ele ache que ele fodeu a Jess mas ele nao sabe que fodeu a melhor amiga dela.


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Ficha do conto

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vitoriamat

Nome do conto:
Deixei o namorado da minha amiga me comer

Codigo do conto:
256023

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
02/03/2026

Quant.de Votos:
8

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