Entrei no banho, tomei uma ducha rápida e voltei à sala. Ele já estava ali de cueca. Ordenou que me ajoelhasse e começasse a chupá-lo. Cheguei perto. Senti o cheiro do seu pau. Fiquei um pouco enjoado. Nunca tinha sentido esse cheiro antes. Ele me pegou pelos cabelos e disse para tirar sua cueca. Seu pau apareceu. Naquele momento, já senti um frio na espinha. Era um pau grosso, não tão grande naquele momento, mas realmente grosso. Comecei a beija-lo, com certo nojo, e ele falou:
- Você vai chupar até eu gozar, mas cada vez que você engasgar, você vai conhecer um dos meus brinquedinhos.
Ali, tirou de uma pequena mochila um bastão que dava choques.
Estremeci. Comecei a engolir aquele pau que seguia crescendo. Não aguentei muito e engasguei. Ele falou:
- Eu avisei e mesmo assim você não respeitou minha ordem. Ponha as mãos para trás.
Coloquei e ele encostou o bastão no meu pênis. Uma dor que correu meu corpo todo. Completamente apavorado voltei a chupá-lo, com lágrimas nos olhos. Após a punição, seu pau ficou duro como uma pedra.
Me concentrei para não cometer mais nenhum erro, mas era impossível. Quanto mais ele se excitava, mais empurrava em minha garganta. Engasguei. Mais dor. Isso foi se repetindo até ele estremecer e falar:
- Vou gozar viadinho. Abra bem a boca e não deixe cair nada fora. Obedeci. Um, dois, três jatos de porra quente pela primeira vez na minha boca. Não consegui engolir, acabei cuspindo tudo no chão da sala.
Seu Raul ficou iradíssimo. Me pegou pelo cabelo e me atrasou até um pequeno quarto ao lado da sala. Ali, havia uma mesa com amarras. Em pouco tempo está completamente preso, com a bunda empinada. Ele falou:
- Você está me dando trabalho, mas você vai aprender.
Não conseguia enxergá-lo, mas senti algo entrando em meu cuzinho. Parecia enorme. Disse em tom de súplica:
- Por favor, está doendo muito. Isso não entra. Quero ir embora!
- Você agora é meu, esqueceu? Esqueça. Cale a boca e aceite.
Nisso, aquele plug entrou em meu rabo. Queria muito tirá-lo, mas parecia preso em mim.
Depois de uma sessão de tapas e pequenos choques por todo meu corpo, já estava destruído. Não tinha mais forças para reagir ou gritar. Nesse momento ele falou:
- Agora você está ficando do jeito que eu gosto. Está quase pronto.
Seu pau já estava ficando duro novamente. Colocou inteiro em minha boca e começou a fudê-la. Fiz de tudo para dessa vez fazer certo, não podia pensar em ser punido mais uma vez. Depois de alguns minutos Seu Raul disse:
- Agora você vai sentir o que é um macho destruir seu cuzinho. Vou te avisar só uma vez. Se eu ouvir qualquer grito ou barulho, você será educado exemplarmente. Entendeu?
Apenas balancei a cabeça e logo em seguida senti seu pau encostando em minha bunda. Começou a forçar. Tentei resistir. Fui pego pelo pescoço. Cada vez mais difícil de respirar. Aquele pau foi entrando. Vi estrelas.
Em pouco tempo, ele me comia com uma força incrível. A dor permanecia lá, tinha vontade de gritar, mas calei. Aguentei. Aquele velho me comeu por uns 20 min. Sem pena alguma. Meu cuzinho naquele momento estava completamente aberto. Ele tirou o pau, achei que tinha acabado, mas enfiou com tudo de uma vez. Não estava preparado. Gritei.
- Você não aprende mesmo. Seu cu vai pagar.
Pegou um pau de borracha e enfiou de uma vez em mim. Doeu, mas naquele momento já achava melhor do que ele me comendo. Me enganei. Logo depois ele começou a forçar o pau para entrar junto com o que já estava lá. Me debati, fiz de tudo para sair, mas entrou.
Assim foram mais alguns minutos. Ele tirou pau do meu cú e mandou eu abrir a boca.
- Dessa vez você não vai errar. Engole tudo.
Outro jato de porra quente direto na minha garganta. Tive medo de engasgar, mas engoli tudo. Ele deixou seu pau na minha boca até o pau amolecer e eu engolir cada gota.
Quando acabou, me olhando de cima para baixo, falou:
- Pensa que eu não vi seu pau ficando duro? Você já é uma mulherzinha. Minha putinha particular.
Fiquei envergonhado. De alguma forma, comecei a ficar com tesão daquilo tudo. Ele me desamarrou e começou a me masturbar. Naquele momento, estava com um tesão louco, mas cada vez que ia gozar, ele parava, dava um tapa no meu pau e esperava uns minutos. Por um tempo, que para mim foi uma eternidade, fiquei sendo um brinquedo na mão dele. Cada vez que ia chegar lá, ele parava e ria da minha cara. No fim, ele avisou:
- Você não tem permissão para gozar. Se lave e vá dormir no sofá. Amanhã teremos mais aulas.
Fico por aqui nessa história, se tiver um tempo conto como isso tudo acabou. O que posso adiantar é que nunca mais saí com outro homem, mas fantasio diariamente com homens mais velhos me fazendo de puta. Quem sabe acho alguém por aqui.....


Adorei sua experiencia Rafa, meu sonho ser fudido por um macho maduro!
Delícia adorei e queria estar no seu lugar?!
Votado ! Isso é sadomasoquismo, mas.... Pelo menos recebeu o Salário prometido ?
Oi, quem sabe eu não sou este cara mais velho?