Virei propriedade de um velho

Meu nome é Rafael e fantasias com homens nunca tiveram muita vez por aqui, pelo menos até esse verão. Trabalho em uma empresa com algumas filiais e precisei visitar Curitiba em janeiro. Junto comigo no avião, foi o dono da empresa.
Seu Raul é um senhor de uns 60 e poucos anos. Cabelo grisalho, alto, uma certa barriguinha e de poucas palavras. A viagem foi igual a todas, mas durante a volta, ele perguntou como estava a vida, dinheiro, essas coisas. Comentei que estava passando por um momento mais complicado financeiramente e que procurava algo extra até esse momento passar. Seu Raul, depois de alguns minutos em silêncio, me disse que tinham algumas coisas na sua casa para resolver e perguntou se gostaria de fazer. Me interessei. Perguntei do que se tratava e ele apenas disse:
- Você está precisando de dinheiro, não está? Não está na hora de escolher trabalho. Pago o que você ganha no mês por um fim de semana de trabalho.

Achei ótimo, embora estranho. Disse que aceitava e que estaria no sábado pela manhã na sua residência.
Naquele sábado, toquei a campainha de uma casa grande, mas muito reservada. Pouco se podia ver de fora.
Ele atendeu, me disse para entrar e sentar no sofá da sala. Aparentemente, não havia mais ninguém por lá. Logo em seguida disse:
- Vou ser bem direto e você pode desistir agora, mas se aceitar, não aceito desculpas.
Achei estranho, mas ele continuou.
- Você será meu durante esse fim de semana. Fará tudo o que eu mandar e da forma como eu mandar.
Naquele momento gelei por dentro. Seria uma brincadeira? Do que ele estava falando.
Ele percebendo que eu não estava entendendo o que ele queria, foi mais direto.
- Você já transou com homens Rafael?
Respondi rapidamente.
- Não! Tenho namorada, o senhor sabe.
- Sim eu sei. Por isso escolhi você. Você será minha putinha esse fim de semana. Vou te ensinar muita coisa e, em troca, te pagarei uma boa quantia.
Fiquei imóvel, querendo fugir dali, mas precisava muito daquele dinheiro. Juntei coragem e perguntei:
- Mas como isso funciona?
Ele respondeu.
- Você vai passar o fim de semana aqui. Farei absolutamente tudo o que quiser com você e sempre que você descumprir uma ordem, será punido. Domingo à noite você poderá voltar para sua namorada com seu dinheiro.
Com muito medo, aceitei. No instante seguinte, sem conversa ou tempo para qualquer coisa, levei um tapa na cara e ele disse:
- Tirei sua roupa, tome um banho e voltei aqui em 5 min.
- Sim senhor.

Entrei no banho, tomei uma ducha rápida e voltei à sala. Ele já estava ali de cueca. Ordenou que me ajoelhasse e começasse a chupá-lo. Cheguei perto. Senti o cheiro do seu pau. Fiquei um pouco enjoado. Nunca tinha sentido esse cheiro antes. Ele me pegou pelos cabelos e disse para tirar sua cueca. Seu pau apareceu. Naquele momento, já senti um frio na espinha. Era um pau grosso, não tão grande naquele momento, mas realmente grosso. Comecei a beija-lo, com certo nojo, e ele falou:
- Você vai chupar até eu gozar, mas cada vez que você engasgar, você vai conhecer um dos meus brinquedinhos.

Ali, tirou de uma pequena mochila um bastão que dava choques.
Estremeci. Comecei a engolir aquele pau que seguia crescendo. Não aguentei muito e engasguei. Ele falou:
- Eu avisei e mesmo assim você não respeitou minha ordem. Ponha as mãos para trás.
Coloquei e ele encostou o bastão no meu pênis. Uma dor que correu meu corpo todo. Completamente apavorado voltei a chupá-lo, com lágrimas nos olhos. Após a punição, seu pau ficou duro como uma pedra.
Me concentrei para não cometer mais nenhum erro, mas era impossível. Quanto mais ele se excitava, mais empurrava em minha garganta. Engasguei. Mais dor. Isso foi se repetindo até ele estremecer e falar:
- Vou gozar viadinho. Abra bem a boca e não deixe cair nada fora. Obedeci. Um, dois, três jatos de porra quente pela primeira vez na minha boca. Não consegui engolir, acabei cuspindo tudo no chão da sala.
Seu Raul ficou iradíssimo. Me pegou pelo cabelo e me atrasou até um pequeno quarto ao lado da sala. Ali, havia uma mesa com amarras. Em pouco tempo está completamente preso, com a bunda empinada. Ele falou:
- Você está me dando trabalho, mas você vai aprender.
Não conseguia enxergá-lo, mas senti algo entrando em meu cuzinho. Parecia enorme. Disse em tom de súplica:
- Por favor, está doendo muito. Isso não entra. Quero ir embora!
- Você agora é meu, esqueceu? Esqueça. Cale a boca e aceite.
Nisso, aquele plug entrou em meu rabo. Queria muito tirá-lo, mas parecia preso em mim.
Depois de uma sessão de tapas e pequenos choques por todo meu corpo, já estava destruído. Não tinha mais forças para reagir ou gritar. Nesse momento ele falou:
- Agora você está ficando do jeito que eu gosto. Está quase pronto.

Seu pau já estava ficando duro novamente. Colocou inteiro em minha boca e começou a fudê-la. Fiz de tudo para dessa vez fazer certo, não podia pensar em ser punido mais uma vez. Depois de alguns minutos Seu Raul disse:
- Agora você vai sentir o que é um macho destruir seu cuzinho. Vou te avisar só uma vez. Se eu ouvir qualquer grito ou barulho, você será educado exemplarmente. Entendeu?
Apenas balancei a cabeça e logo em seguida senti seu pau encostando em minha bunda. Começou a forçar. Tentei resistir. Fui pego pelo pescoço. Cada vez mais difícil de respirar. Aquele pau foi entrando. Vi estrelas.
Em pouco tempo, ele me comia com uma força incrível. A dor permanecia lá, tinha vontade de gritar, mas calei. Aguentei. Aquele velho me comeu por uns 20 min. Sem pena alguma. Meu cuzinho naquele momento estava completamente aberto. Ele tirou o pau, achei que tinha acabado, mas enfiou com tudo de uma vez. Não estava preparado. Gritei.
- Você não aprende mesmo. Seu cu vai pagar.
Pegou um pau de borracha e enfiou de uma vez em mim. Doeu, mas naquele momento já achava melhor do que ele me comendo. Me enganei. Logo depois ele começou a forçar o pau para entrar junto com o que já estava lá. Me debati, fiz de tudo para sair, mas entrou.
Assim foram mais alguns minutos. Ele tirou pau do meu cú e mandou eu abrir a boca.
- Dessa vez você não vai errar. Engole tudo.
Outro jato de porra quente direto na minha garganta. Tive medo de engasgar, mas engoli tudo. Ele deixou seu pau na minha boca até o pau amolecer e eu engolir cada gota.

Quando acabou, me olhando de cima para baixo, falou:
- Pensa que eu não vi seu pau ficando duro? Você já é uma mulherzinha. Minha putinha particular.
Fiquei envergonhado. De alguma forma, comecei a ficar com tesão daquilo tudo. Ele me desamarrou e começou a me masturbar. Naquele momento, estava com um tesão louco, mas cada vez que ia gozar, ele parava, dava um tapa no meu pau e esperava uns minutos. Por um tempo, que para mim foi uma eternidade, fiquei sendo um brinquedo na mão dele. Cada vez que ia chegar lá, ele parava e ria da minha cara. No fim, ele avisou:
- Você não tem permissão para gozar. Se lave e vá dormir no sofá. Amanhã teremos mais aulas.

Fico por aqui nessa história, se tiver um tempo conto como isso tudo acabou. O que posso adiantar é que nunca mais saí com outro homem, mas fantasio diariamente com homens mais velhos me fazendo de puta. Quem sabe acho alguém por aqui.....

Foto 1 do Conto erotico: Virei propriedade de um velho

Foto 2 do Conto erotico: Virei propriedade de um velho


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Comentários


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regisdocaralho Comentou em 03/03/2026

Adorei sua experiencia Rafa, meu sonho ser fudido por um macho maduro!

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rotta10 Comentou em 03/03/2026

Delícia adorei e queria estar no seu lugar?!

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ksn57 Comentou em 03/03/2026

Votado ! Isso é sadomasoquismo, mas.... Pelo menos recebeu o Salário prometido ?

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olavandre53 Comentou em 03/03/2026

Oi, quem sabe eu não sou este cara mais velho?




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Ficha do conto

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rafapoa001

Nome do conto:
Virei propriedade de um velho

Codigo do conto:
256025

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
02/03/2026

Quant.de Votos:
8

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2