Aos 55 anos, carregava suas curvas com orgulho. Não tinha mais a pressa das jovens, nem a insegurança das meninas. Tinha algo muito mais perigoso: experiência. E consciência do próprio poder, além de uma bunda enorme e uma buceta carnuda e extremamente peluda.
O problema começou numa tarde qualquer.
Rafael, o genro, estava na sala ajudando o marido dela com algumas coisas da casa. Camiseta justa, rindo alto, aquela energia jovem que parecia ocupar o espaço inteiro. Helena passou pela porta e, por um segundo que durou tempo demais, os olhos dela desceram além do que deveriam, viu o volume imensa daquela cobra.
Ele percebeu.
Não disse nada. Mas percebeu.
Nos dias seguintes, o clima mudou. Pequenos silêncios que antes não existiam. Toques acidentais que demoravam meio segundo a mais. Helena começou a usar vestidos um pouco mais ajustados quando sabia que ele estaria ali. Rafael passou a sustentar o olhar.
Até que numa noite, a casa ficou quase vazia.
Só os dois na cozinha. O barulho da geladeira, o tic-tac do relógio, o ar pesado de algo que nenhum dos dois ousava nomear.
— A senhora está diferente hoje — ele comentou, com um sorriso enviesado.
Helena cruzou os braços, apoiando-se no balcão, consciente da própria respiração.
— Diferente como?
Ele não respondeu de imediato. Apenas se aproximou o suficiente para que o perfume dela o envolvesse. A tensão cresceu como eletricidade estática.
— Como se estivesse me desafiando.
Ela riu baixo. Um riso que não era inocente.
O olhar dela desceu lentamente pelo corpo dele… e voltou para os olhos, firme, sem vergonha. Pela primeira vez, não desviou, o pau endureceu na hora.
— E você? — ela murmurou. — Está preparado para perder um desafio?
O silêncio que veio depois foi pesado, quente, quase palpável.
E foi ali, entre a linha do proibido e o impulso do desejo, que Helena percebeu: não era sobre o que ele tinha… era sobre o poder que ela sentia ao saber que podia tê-lo.
Não pensou duas vezes, levantou o vestido e mostrou aquela buceta imensa, greluda e babada.
Foi até o rapaz e pegou, a rola parecia que ia explodir, quando tirou a jeba para fora, viu que a cabeça era tão grande, que achou que não ia caber na boca.. não pensou duas vezes, ... (continua)
