Minha vida amorosa sempre foi um turbilhão, mas o epicentro recente era Thiago. Ele era o ex da minha melhor amiga, Patrícia. Sim, eu sei, o clichê de sempre, mas a atração foi imediata e avassaladora. Começamos a nos encontrar às escondidas, e o que era para ser apenas um caso proibido logo se transformou em algo mais profundo. Eu me apaixonei por ele, por sua forma de me olhar, por sua ousadia em aceitar nossos segredos.
O problema é que Patrícia descobriu. A dor dela foi um golpe, mas, ironicamente, fortaleceu a ligação entre Thiago e eu. Ele decidiu que queria ficar comigo, e nós, de alguma forma, encontramos um equilíbrio. Um equilíbrio perigoso e excitante. Thiago tinha um fetiche peculiar: ele gostava de me provocar, de falar sobre outros homens, e logo assumiu, com uma aceitação chocante, que gostava de ser corno. Ele se tornou meu espectador, meu cinegrafista particular, filmando cada momento em que outro homem me possuía. Vivemos assim por um tempo, explorando os limites da nossa relação, até que decidimos, por um breve período, que eu pararia de traí-lo. E funcionou. Por um tempo.
Até que Vitor apareceu. Ele era a personificação do meu ponto fraco: moreno, com um sorriso que iluminava qualquer ambiente, alto, com um corpo malhado que parecia esculpido. Ele entrou na minha turma de faculdade e, desde o primeiro dia, sentou-se ao meu lado. A proximidade dele me deixava nervosa, um misto de pânico e desejo que eu não sentia há tempos. Vitor era direto, me cantava descaradamente, e um dia, me convidou para sair da aula mais cedo, para um "passeio". Eu sabia o que ele queria, e confesso, a vontade de ceder, de me entregar a ele, era quase insuportável. Mas eu estava com Thiago, e, por mais liberal que nossa relação fosse, eu ainda sentia um resquício de lealdade. Neguei.
Mas Vitor não saía da minha cabeça. A imagem dele, o cheiro, a forma como ele me olhava... era uma obsessão crescente. Não aguentei mais guardar aquilo para mim. Confrontar Thiago foi difícil, mas a verdade, por mais crua que fosse, precisava vir à tona. Contei tudo sobre Vitor, sobre a atração que sentia, e disse que ficaria imensamente feliz se ele me deixasse dar para Vitor, pelo menos uma vez. Thiago, com aquele sorriso enigmático que eu tanto amava e temia, cedeu. Ele gostava de ser corno, afinal. A condição dele foi clara: seria no meu apartamento, e eu teria que usar aquele vestido antigo, rodado, que mal me servia, aquele que deixava metade da minha bunda à mostra. Aceitei sem hesitar.
O domingo chegou, e com ele, Vitor. Ele bateu à porta do meu apartamento, e lá estava Thiago, pronto com a câmera, preparado para mais uma vez filmar sua "puta" sendo possuída por outro. A tensão no ar era palpável, uma mistura de excitação e apreensão. Assim que Vitor entrou, o clima mudou. Aquele vestido, que eu mal conseguia fechar, parecia ter sido feito para a ocasião. Vitor me olhou de cima a baixo, um sorriso malicioso brincando em seus lábios. A noite começou com uma intensidade que me deixou sem fôlego. Transei com Vitor por uma hora, cada toque, cada beijo, uma explosão de sensações.
Então, ele pediu para irmos para o meu quarto. "Quero dormir com você", disse ele, com uma voz rouca que me arrepiou. "O corno fica na sala." Meu coração disparou. A ideia me assustou, mas a promessa de exclusividade, de um momento só nosso, era irresistível. Thiago tentou argumentar, mas Vitor foi firme, bateu a porta do quarto na cara dele. E ali, naquele santuário particular, experimentei um sexo que nunca imaginei ser possível. Gemia, gritava, e sabia que Thiago ouvia tudo na sala. Vitor me possuía com uma ferocidade que me deixava sem chão, mas também com uma ternura que me desarmava. Transei com ele por horas, cada movimento dele em mim era uma descoberta, uma nova onda de prazer.
Por volta das duas da manhã, Vitor, ofegante, pediu para eu mandar Thiago ir para casa. Ele queria passar o dia comigo, só nós dois. Meu coração acelerou ainda mais. Com uma autoridade que eu não sabia que possuía, mandei Thiago ir embora, conduzindo-o até a porta com um beijo rápido, quase desdenhoso. Vitor era diferente. Ele me comia como se eu fosse sua posse mais preciosa, mas depois, me tratava com um carinho que me derretia. Era fofo, atencioso, parecia meu namoradinho.
Acordamos cedo na segunda-feira, e o dia começou com mais sexo. E não parou por aí. Durante todo o dia, nos entregamos a uma paixão avassaladora. Cada transa era melhor que a anterior, uma exploração sem fim dos nossos corpos e desejos. Dormimos à tarde, eu aninhada em seu peito, ouvindo seus elogios sussurrados. Vitor foi embora no final da tarde, mas a saudade já apertava. Mal podia esperar para vê-lo na faculdade.
Na segunda-feira seguinte, nos encontramos no carro dele, estacionado ali mesmo, na frente da faculdade. O perigo, a adrenalina, tudo se misturava ao prazer. E hoje, no banheiro da faculdade, eu chupei o pau dele. Thiago está desesperado, me ligando sem parar, e confesso, sinto uma ponta de pena dele. Mas a verdade é que meu coração acelerou de um jeito diferente. Acho que estou me apaixonando por Vitor. Essa paixão que começou como uma traição, um desejo proibido, está se transformando em algo mais profundo, algo que me consome e me faz questionar tudo o que eu achava que sabia sobre amor e desejo




O importante é ter e dar prazer! Todo o resto é deixar acontecer!
Se alguém quiser recordar algum dos antigos relatos que havia postado aqui, podem comentar que tenho lembrar e contar tudo com detalhes rsrs