Meu cliente me comeu

Olá!! Meu nome é Monica, tenho 24 anos, corpo atlético, por de anos de academia.

Defendi uma cliente na lei Maria da Penha, e sempre que eu o encontrava na rua, ele estava fedendo pinga e parecia drogado. Eu sempre fazia questão de me desvencilhar dele. Mas o bicho era muito insistente e sempre me seguia e me perguntava sobre o processo.

Estava de féria da minha profissão, então decidi ir no meu escritório em janeiro deste ano para relaxar, pois lá tinha sofá, uma TV para assistir, acabei levando um vinho e uma cachacinha mineira. Enfim, lá estava um sossego, pelo menos era o que eu achava.

Estava com shorts de lycra e uma regatinha. Já tinha bebido um pouco e já estava bem alegrinha rrrss. Estava ouvindo músicas aleatórias, até que começou a tocar funk. Instintivamente, e por causa da bebida, comecei a me soltar e comecei a dançar no ritmo do funk.
E quem estava lá me observando pela janela, ele, o cachaceiro, tomei um susto, abri a porta para expulsá-lo e ele entrou duma vez.

Ele é um cara bem feio, baixo, e vivia bêbado e cheirando a cachaça.

- Dotora, continua dançando, a dotora dança bem.

Mandei ele ir embora, mas em vão. Já estava pra lá de Bagdá para conseguir expulsá-lo.

-Dotora, quero saber do meu processo. Se eu vô se preso, dotora.

- Eu já te disse que seu processo terminou e você fica me perguntando a mesma coisa. Você não vai ser preso, caralho. Para de me perguntar.

Ele viu a cachaça em cima da mesa e já foi se servindo. Fiquei irritada e tomei da mão dele.

- Deixa dotora, só um copinho, nunca tomei dessa coisa chique.

Acabei deixando.

- Vi a dotora pela janela, a dotora tava bebendo e dançando e já ficou bêbada com um copinho. A senhora é muito fraquinha, não aguenta beber. Dúvido a senhora beber mais que eu.

Fiquei mais irritada ainda com o comentário. Eu tenho um problema com bebida, com dois copinhos eu fico soltinha e me irrito fácil quando alguém me desafia e acabo tentando provar que eu consigo. E foi o que aconteceu.

Com voz tremula respondi:

- Eu aguento sim, eu já bebi dois copinhos de cachaça e uma de vinho.

Duvido, eu não vi a dotora bebendo isso não. A palavra duvido bateu fundo no meu ego de bêbada e eu quis provar que eu posso. Acabei tomando mais um copinho.

Fiquei mais tonta ainda, passei do meu limite. Do limite que eu posso controlar minha sanidade. Estava a mercê dele e ele percebeu que podia me desafiar que eu iria querer provar que eu sou capaz. Ele enche o copo de vinho e me desafiou a beber, acabei tomando.

A música de funk ainda estava rolando e ele disse:

- A dotora até que dança mais ou menos, não sabe dança não.

- Eu sei sim – dizia eu com a voz embargada e com os olhos serrados. Mal conseguia ficar em pé.

- Eu duvido, eu vi a senhora dançando e não é lá aquelas coisas.

- Vou mostrar que eu danço muito bem.

Comecei a rebolar, pelo menos tentar, tropeça, caia, levantava e tentava de novo. O meu ego estava ferido, e na minha cabeça de bêbada eu precisava provar que eu sabia. Ele ria demais, por eu mal conseguia parar em pé.

- A dotora não sabe dançar, kkkkkk .

- Eu sei sim se cachaceiro, filho da puta.

- Sabe nada, não consegue nem ficar em pé. Mulher que sabe dança, dança tirando a roupa.

- Até parece que vou tirar a roupa, você tá se achando que vai me ver pelada.

- Não falei, a dotora e ruim de dança, não consegue nem fazer strip.

Ele me deu outra bebida e eu, por instinto, tomei. Nesse momento, começou uma música de funk que a letra era exatamente para tirar a roupa.

- A dotora não sabe dançar, kkk, se soubesse fazia strip.

A última dose bateu lá no fundo da minha cabeça e deu uma rasteira do meu pudor.

- Vou te mostrar que eu sei.

Comecei a dançar e lentamente coloquei os dedos na minha regatinha e a tirei. Girei no alto e joguei. Nem vi onde caiu. Cambaleando, tirei meus shorts, quase cai, rodei e atirei longe, depois tirei meu topezinho e fiquei com meus seios de fora.

- Puta que pariu, que gostoza do carai – diza ele.

Vi que ele estava com o pau pra fora e punhetando. Mas eu continuei e tirei a última peça e joguei longe. Estava completamente nua e dançando e rebolando e caindo, e levantando. Até que num giro que dei, cai sentada no colo dele em cima do sofá. Ele me agarrou e não queria me soltar.

- Me solta seu nojento – comecei a chorar porque ele ficava me apalpado os seios e passava suas mãos em todo meu corpo.

- Que dotora gostosa, tava loco pra ti fuder, sua biscate. Puta tesão de muié.

Comecei a chorar e ele me jogou no sofá e foi com a boca direto na minha buceta e começou a chupá-la.

- Para seu filho da puta, seu noia do caralho. Me solta seu pinguço.

Ele me chupava com tanta ferocidade, por causa da bebida estava relaxada. Comecei a ter prazer e a gemer, ao mesmo tempo que eu tentava me soltar. Ele começou a chupar meu corpo inteiro até que tive um orgasmo.

Depois ele tirou a roupa e vi que ele tinha um pinto enorme e grosso.

- Hoje a dotora aprende como uma mulher deve se tratada. Hoje a senhora vai aprende a me obedecer.

Ele me colocou sentada no sofá, puxou minhas pernas e abriu, minha bucetinha ficou a bastante vulnerável para o que ia acontecer. Ele pegou seu pau e já foi enfiando na minha bucetinha. A cabeça do pau era enorme, parecia um cogumelo. Tentei segurar o máximo que eu pude, apertando minha bucetinha com força para impedir daquele monstro entrar dentro dela. Chorava muito.

Mas foi vão, pois a cada estocada que ele dava, mais entrava dentro de mim. Estava sentindo invadida com aquele negocio grande, até que ele segurou meu quadril e enfiou tudo duma vez. Gritei de dor, pude sentir minha buceta abrir, parecia que ia rachar.

Ele começou a socar cada vez mais forte e com mais força e eu parei de chorar e comecei a gemer. Eu fiquei hipnotizada com aquela rola enorme e grossa entrando dentro de mim que nem um trem desgovernado.

- Aiii, para, que tá doendo, aaaiii, AAAHH, HUUUMM, NÃO PARA, CONTINUA,METE COM FORÇA, METE, ME ARRREGAÇA SEU NOIA CACHACEIRO.

- Sabia que a dotora tava a fim de mim, que rola, então toma vagabunda, toma putinha.

Ele me colocou de quatro e começou a meter sem dó, me puxava pelos cabelos, batia nas minhas nádegas. Depois ele me jogou no sofá de barriga pra cima e começou a me chupar de novo. Começou pelos pés e foi subindo até meus seios. E começou a suga-los com vontade.

- Gostosa, se vai sair daqui toda arrombada, sua putinha.

Ele deitou em cima de mim, começou a me beijar enquanto ajeitava a rola na minha buceta e começou a meter com força. E eu só gemia e o xingava e pedia por mais. Tive um orgasmo violento, quase desmaiei. Ele continuou a meter até que me agarrou e enfiou o pinto lá no fundo.

- AGORA É MINHA VEZ, EU VOU GOZAR BEM NO FUNDO DA SUA BUCETA.

- NNNNAAÃOOO -dei um grito – TIRA PRA FORA, NÃO GOZA DENTRO NÃO.

E ele gozou, bem lá no fundo. E foi muita porra. Chorei muito. Mas ele ainda estava com fome. Depois dessa gozada, ele ainda comeu meu cuzinho e me fez chupara até encher minha boca e meus seios com porra.

Depois que ele foi embora, eu fiquei ali sentada no chão, encostada na parede, pensando na besteira que eu fiz.

Nesse conto anexei minhas fotos e uma foto do cara que me comeu. Em outro conto, eu falarei o porquê que eu estou expondo meu rosto, só tenho esta foto dele, é a que está no processo.

Foto 1 do Conto erotico: Meu cliente me comeu

Foto 2 do Conto erotico: Meu cliente me comeu

Foto 3 do Conto erotico: Meu cliente me comeu

Foto 4 do Conto erotico: Meu cliente me comeu


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Comentários


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pabulosodre Comentou em 04/03/2026

Muito bom sua safadinha




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Ficha do conto

Foto Perfil monica2001
monica2001

Nome do conto:
Meu cliente me comeu

Codigo do conto:
256155

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
04/03/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
4