Lu, uma mulher quase da minha altura e com o corpo natural, me encontrou no bar com um vestido preto, sutiã de renda escapando da alça do vestido. Sua pele branca como uma folha de papel, seu cabelo preto como a noite. Um sorriso de mulher comportada mas que tem o desejo de soltar a safada que há dentro dela. Pedi uma cerveja e começamos a nos conhecer melhor, me contou que o divórcio aconteceu pelo marido não ter mais desejo e ela querer ser desejada, possuída. Me contou que por ser uma mulher muito controladora em sua vida, desejava abrir mão de todo este controle e se submeter a alguém sexualmente. Obviamente sorri maliciosamente ao ouvir sobre isso, pensando em como minha mão poderia ficar marcada nessa pele branca e em como seria despir aquele vestido apreciando cada curva que aparecesse.
Sabia que o desejo que eu sentia não poderia ser concretizado naquele dia por ela ter que buscar a filha em um compromisso, mas não podia deixar aquela mulher sair sem mostrar para ela como é ser desejada. E como eu desejava ela. Entre um papo e outro, uma cerveja e outra, chamei ela para me acompanhar até o fumódromo, visto que carrego este hábito pouco saudável mas que é uma ótima desculpa para mudar de espaço ou de clima na conversa.
Chegando lá, pude revê-la em pé, seus quadris largos, seu sorriso safado me olhando. Minha primeira reação ao entrar no espaço que estava vazio, foi segurar sua cintura e beijar sua boca. Sua boca era macia, sua língua buscava a minha naquele beijo repleto de tesão. Minha boca desceu para o seu pescoço beijando-a e mordendo enquanto eu apertava aquela bunda deliciosa e macia. Lu soltou um gemido contido, tentando ser discreta. Entre os beijos sinto seu sutiã de renda e pergunto em seu ouvido se a calcinha também é. Provocativamente ela me responde:
- Descubra
Minha mão desce instantaneamente do seu seio, para sua barriga até entrar por entre sua calça, onde sinto o calor de sua boceta. Ao colocar a minha mão sobre a sua calcinha sentir que estava molhada, mordi sua orelha e dei uma risada safada no seu pé de ouvido. Decidi que ia fazer ela gozar quantas vezes eu pudesse naquele fumódromo. Minha mão primeiro apertava sua boceta por cima da calcinha, sentindo os lábios engolindo aquele fio de renda, enquanto estimulava o seu clitóris com a palma da minha mão. Beijava e sentia sua respiração ficar ofegante, chamava ela de safada no pé do ouvido enquanto beijava seu pescoço, me afundando em seu perfume.
Lu começou a tremer, sua respiração cortada anunciava o seu orgasmo. Continuei com minha massagem até suas pernas apertarem minha mão, sua cabeça caiu sobre meus ombros, me mordendo para não gemer. Sussurrei em seu ouvido:
-Estava louco pra te ver gozando assim para mim.
Quando suas pernas afrouxaram, tirei minha mão e coloquei dentro de sua calcinha, enxarcando ela com seu meu. Estava louco pra sentir o gosto, o cheiro daquela mulher que estava na minha frente. Senti o cheiro doce de sua boceta, e chupei meus dedos olhando em seus olhos. Sorrindo ao sentir seu gosto em minha mão. Nos beijamos novamente e fumei um cigarro.
Depois dele, voltamos a nos beijar, minha mão voltou para a sua boceta. Ainda estava molhada para mim. Fiz ela gozar mais uma, duas e na terceira vez, passava um funcionário atrás das caixas de cerveja quando ela mordia meu ombro soltando gemidos abafados. Ficamos mais um pouco ali e depois fomos para o carro dela, onde novamente nos beijando fiz ela gozar novamente. Meu pau já explodia dentro da calça, chegava a doer. Ela então o tirou e disse:
-Hora de retribuir
Nisso ela engoliu meu pau inteiro, senti sua garganta acomodando meu membro. Chupava com vontade, com gosto, ali no meio da rua. Eu controlava o ritmo segurando seu cabelo, até que anunciei que iria gozar e ela começou a me ordenhar. Enchi sua boca de porra. Quando a safada levantou escorria um pouco, passei o dedo para limpar e ela prontamente lambeu. Demos um beijo e ficamos de marcar mais uma volta. Quem sabe eu conte ela por aqui.
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