DELICIOSA SURUBA NA MATA COM DESCONHECIDOS NO CARNAVAL

Esta História ACONTECEU QUANDO EU TINHA 28 ANOS, durante o carnaval daquele ano.
Olá a todos, meu nome é lauro, sou casado, branco, tenho 59 anos, 1,90m, 110 kg, corpo normal, cabelos e olhos castanhos, calvo, grisalho, bunda de média pra grande (fica enorme quando fico de 4), com pelos nas pernas, na bunda e no tórax.
Na época eu ainda era solteiro, morava com a família e trabalhava num local em que eu era chefe do meu setor, tendo 5 pessoas que eram subordinadas a mim. Um desses 5 era Ronaldo, um jovem de 21 anos, 1,75m, 70kg, branco, com cabelos e olhos castanhos claros. Ele era bem divertido, brincalhão e bem safadinho também, tanto que não demorou muito pro pau dele passar a visitar com frequência a minha boca... Kkkkkkkkkkk...
Ronaldo só gostava de ser mamado e se masturbar e gozou tanto na minha boca dentro meu carro que eu acredito que poderia reconhecê-lo pelo gosto da sua porra.
Pois bem, era o segundo dia de carnaval daquele ano e a gente havia se encontrado cedo para ir à praia. Passamos o dia juntos, nadamos, bronzeamos, almoçamos, fomos a vários bares e, é claro, paguei 3 boquetes demorados no pau dele, dentro do meu carro.
Depois da última gozada do dia, no caminho para a casa de Ronaldo, ele me fez a seguinte pergunta:
- Você já foi numa suruba?
- Já sim, algumas! – Respondi.
- E numa mata você já foi?
- Não, em mata nuca fui! – Menti.
- E você tem interesse em ir?
- Tenho sim, por quê? – Perguntei.
- É que eu conheço um local bem legal em uma mata onde tá rolando uma suruba nesse período de carnaval!
- Sério? – Perguntei.
- Sim, eu fui lá ontem, mas só fiquei olhando e me masturbando! – Respondeu ele.
Daí pra frente Ronaldo ficou me dando mais informações sobre o local e do que rolava lá. Disse que era numa mata próxima de uma represa, longe de casas e comércio, e que as pessoas chegavam lá geralmente de carro.
Disse também que o que iria rolar dependia da opção do viado ficar dentro do carro ou sair dele. Ficar no carro era a forma de DAR a entender que ele estava interessado só em boquete; se saísse do carro aí os machos poderiam comer o seu cuzinho também.
Pra abreviar a história, fiquei tão interessado que marquei para irmos ao local no outro dia.
E foi assim que, nesse terceiro dia de carnaval, chegamos na tal mata por volta das 13 horas após rodarmos por quase meia-hora numa estrada de chão esburacada assim que deixamos a rodovia. Depois de muitas subidas, descidas e poças de lama Ronaldo me orientou a estacionar o carro junto a outros 3 carros numa área próxima ao limite de uma mata onde já havia uma aglomeração de vários homens esperando a vez de ser mamado pelo(s) ocupante(s) dos carros.
Como eu havia dito que só ia mamar nessa minha primeira vez, Ronaldo saiu do carro assim que estacionei, mas ficou por perto pra ver o meu desempenho. Logo que ele saiu eu abri todo o vidro do meu lado do carro e fiquei esperando os machos chegarem.
Não demorou muito e um rapaz gordinho de uns 25 anos se aproximou do meu lado balançando e me oferecendo a rola. Sem perder tempo fiquei de lado no banco do carro e abocanhei a cabecinha do pau dele, DANDO início, assim, o meu 1º boquete da tarde.
Segundo Ronaldo o normal era os machos irem se revezando no viado e só depois de algum tempo é que eles gozavam, mas o gordinho já devia estar a algum tempo na fila esperando pra ganhar uma mamada, tanto que só largou a minha boca depois de jogar todo o seu leite dentro dela.
Após ele um homem de uns 40 anos se aproximou e eu mamei ele também, mas esse cumpriu a regra e revezou a minha boca com outros machos antes de depositar o seu leite no meu DEPÓSITO-DE-PORRA de machos.
Com a minha chegada no local a fila do boquete que estava concentrada em torno dos outros 3 carros foi praticamente zerada. Em pouco tempo eu havia esvaziado o saco de 9 machos.
Vendo que os comedores haviam debandado do local após se saciarem Ronaldo entrou no meu carro e foi logo dizendo:
- Aí, quer andar um pouco pela mata pra ver o movimento?
- Ué, tem mais aí pra dentro? – Devolvi a pergunta.
- Tem sim, muito mais. Eu te falei antes. Essa aqui é só a área do boquete. O melhor mesmo tá lá pra dentro! – Respondeu ele.
Ronaldo então me lembrou o que havia me dito antes, que do lado da trilha principal havia vários locais onde os machos ativos se reuniam pra comer os passivos. O relato que ele fez me deixou tão excitado que não resisti e logo já estava seguindo-o.
Pouco metros à frente chegamos a uma clareira na mata. No centro havia uma lona e em cima dela um jovem negro, magro, de 4, estava sendo enrabado por um macho gordo branco, que comia com vontade o seu cu. Ao lado deles, em pé, vários homens (devia ter uns 15) estavam esperando sua vez, masturbando suas rolas.
Meio que hipnotizado com a cena, fiquei observando os machos se revezando em cima do viado negro até que ele, já não aguentando mais dar o cu, interrompeu a brincadeira, se levantou, se limpou com um pedaço de papel higiênico tirado de um rolo deixado perto de uma árvore, vestiu a calça e se afastou.
Nisso os machos comedores ficaram se olhando pra ver quem seria o próximo voluntário a assumir o lugar deixado vago. Alguns até começaram a sair dali em busca de outros pontos na trilha onde pudessem comer um cu. Foi nessa hora que Ronaldo me deu um leve empurrão no ombro, dizendo:
- Vai!
- Não sei. Acho que hoje só vou ficar no boquete mesmo! – Respondi.
- Que nada. Aproveita. Tem muita rola aqui pra você!
- Esse é que é o problema: Tem muita rola!
- E qual o problema? Você gosta de rola! – Argumentou ele.
- Gosto, mas aqui o pessoal tá pegando pesado. Desse jeito não tem cu que aguente!
- Besteira, vai lá, você aguenta!
Ronaldo então continuou a insistir para eu fosse dar para aquele monte de machos desconhecidos e eu, dividido entre a razão (que me alertava sobre os riscos) e o tesão (que gritava dizendo pra eu liberar geral ... Kkkkkkkkk...), argumentava que era melhor não ir, mas no fim o tesão falou mais alto... Kkkkkkkkkkk...
- Tá, eu vou! – Encerrei a questão.
Dito isso, apesar de estar um pouco receoso com a ideia de dar para tantos machos, saí da minha posição e me encaminhei em direção ao centro da clareira sob os olhares dos presentes. Como diz o velho-deitado: Quem está na chuva é para se molhar, não é mesmo? Ainda que a chuva seja uma Golden Shower... Kkkkkkkkk...
Com cuidado para não pisar nas muitas camisinhas jogadas pelo chão cheguei no local da lona, tirei o tênis, a bermuda e a cueca, coloquei tudo num canto e me posicionei ajoelhado, apenas de camiseta, esperando surgir o primeiro voluntário a me passar a pica.
Não demorou e dois machos, sendo um branco e outro mulato, vieram até onde eu estava e me ofereceram suas rolas pra eu chupar. Sem perder tempo caí de boca no pau do mulato, passando depois a revezar minha boca nos dois paus.
Nisso um rapaz negro se agachou do meu lado esquerdo, enfiou o dedo médio no meu cu e ficou dando dedadas em mim enquanto eu pagava boquete nos outros machos. Não demorou e ele se posicionou bem atrás de mim, abriu um pouco as minhas pernas e me penetrou assim mesmo de joelhos. Já com a pica toda dentro de meu burrão o rapaz me puxou pra trás, me fazendo ficar de 4, e passou a foder o meu cu com vontade. Ficou dentro de mim até gozar e aí deu lugar a outro comedor.
Com o meu burrão disponível logo um homem maduro, branco, se posicionou atrás de mim, entre minhas pernas, colocou a camisinha e me penetrou. Com seu pau todo dentro do meu ALOJAMENTO-DE-ROLAS o macho também socou com vontade até gozar.
Assim que terminou e se levantou detrás de mim um outro macho logo ocupou o seu lugar e daí pra frente os machos passaram e se revezar no meu cu, sendo que alguns que não queriam esperar a vez na fila se ajoelharam na minha frente e foderam a minha boca.
Fiquei ali, então, passivo, com uma piroca no cu e uma na boca, servindo de COFRINHO-DE-LEITE para os machos se saciarem em mim. Nisso o número de comedores começou a aumentar não só ali na clareira onde eu estava, mas em toda a trilha. Mesmo de 4 com um piroca no cu e outra na boca eu percebia o fluxo do movimento ao meu redor.
Percebi que a maioria dos presentes preferiam se revezar no cu dos vários viados disponíveis na mata ao invés de ficar comendo um só até gozar. Eles socavam um pouco num viado e depois iam socar em outro numa outra parte da trilha. Sendo assim, depois de muito tempo levando pirocada, perdi a conta da quantidade de machos que tinham comido meu cu, mas calculo ser mais de 20.
Fora esses tinha, também, aqueles que não participavam dos revezamentos, ficando apenas se masturbando enquanto os outros se serviam dos passivos. Onde eu estava uns 3 desses se aproximaram de mim na hora de gozar, pediram pra eu abrir a boca e jogaram seus leites dentro dela. Os demais foram percorrer o local pra ver outras cenas de viados tomando no cu.
E eu bem entendo a decisão deles, pois percebi a excitação dos machos ao me verem levando rola em cima da lona. Alguns se masturbando até de forma frenética. Logo, nada mais do que normal eles buscarem prolongar a experiência indo ver outros viados sendo enrabados também.
Eu mesmo, nesse dia, percebi de forma bem clara que dar o cu e chupar piru na frente de outras pessoas é algo que me excita bastante. Até hoje eu adoro uma plateia me vendo ser comido, por isso gosto tanto de participar de surubas.
Pois bem, um bom tempo depois os machos terminaram de me usar e eu me levantei, peguei minhas roupas e fui até onde Ronaldo tinha ficado observando os machos me passando a pica.
- E aí, gostou da experiência? – Me perguntou, ainda se masturbando.
- Sim, gostei muito, apesar de estar bem ardido. O sexto que me pegou tinha uma piroca bem grande! – Respondi.
- Tô quase gozando aqui. Ainda dá pra gozar na sua boca ou você já bebeu porra demais e encerrou as atividades? – Perguntou, bem safado.
- Na minha boca sempre cabe mais porra, ainda mais se for a sua! – Respondi.
- Joia, então agacha que eu vou jogar um “creminho” dentro dela! – Falou.
- Tá! – Respondi e me ajoelhei na sua frente com a boca aberta.
Nem bem me posicionei e Ronaldo encostou a cabecinha do pau em cima da minha língua e gozou, enchendo a minha boca com seu leite saboroso.
Depois dele gozar tudo eu me levantei, me vesti e pegamos a trilha de volta até o meu carro.
No caminho de volta pela trilha vi que ainda havia muito movimento na mata. Tinha, pelo menos, uns 4 pontos com vários machos reunidos esperando a sua vez de comer um viado.
Como eu já tinha feito a minha boa-ação do dia ao deixar vários machos me usarem para o seu prazer, aumentando assim o número de camisinhas cheias deixadas no local, pude seguir o meu caminho com a consciência tranquila do dever cumprido.
Sendo assim, pegamos a estrada e, depois de deixar Ronaldo perto da casa dele, voltei para a minha casa do jeito que eu gosto: Com gosto de piru e porra na boca e com o cu ardido de tanta pirocada... Kkkkkkkkk...
Na quinta-feira, no trabalho, ele me disse que ficou sabendo que a polícia deu uma batida na região ainda no carnaval e acabou de vez com a nossa brincadeira preferida... Que peninha, não é? Kkkkkkkkkkk...
Um abraço a todos!

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Comentários


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aventura.ctba Comentou em 05/03/2026

Adorei seu contos, dá um tesao danado lendo! Votado com prazer, bjinhos Ângela. PS. Adoraria um comentário seu no meu ultimo conto.




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Nome do conto:
DELICIOSA SURUBA NA MATA COM DESCONHECIDOS NO CARNAVAL

Codigo do conto:
256234

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
05/03/2026

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