As raízes de uma Sissy

Ser uma Sissy hoje em dia tem raízes no passado. E tudo começou na minha primeira experiência sexual.
Eu era ainda muito novo e sempre à tarde, depois da escola ficava vendo televisão. Alex um vizinho meu quase sempre ia a minha casa para assistir tb.
Um dia, meu pai havia saído para trabalhar e minha mãe disse que iria à cidade fazer algumas coisas.
Fiquei em casa assistindo tv quando Alex chamou no portão e entrou para assistir também.
Ele era moreno, tinha a minha idade mas era mais alto, mais forte, parrudo e do tipo “safado”, o famoso sem vergonha mesmo.
Em certo momento ele simplesmente tirou o pau duro pra fora da bermuda e começou a bater punheta do meu lado. Quando vi o pau dele tomei um susto. Era o dobro, quase o triplo do meu, tanto em tamanho quanto em grossura.
Seu pau era lindo. A pele recobrindo parte da cabeça, as veias, retinho. Senti uma sensação estranha percorrer o corpo.
Eu não conseguia tirar os olhos do pau dele. Então tomei coragem e eu mesmo propus.
-Quer fazer um troca-troca?
Ele deu uma risadinha safada, como se já soubesse que isso iria acontecer ao mostrar seu pau para mim.
Ele aceitou e falou.
-Mas vamos para a casa da “árvore” porque pode aparecer alguém.
A casa da “árvore” era uma casa de veraneio, em que não havia ninguém e praticamente ficava o ano todo fechada. Pulamos o muro e fomos em direção aos fundos que era bem escondido.
Quando achamos um cantinho onde ninguém nos veria ele falou.
-Quem vai dar primeiro?
-Eu dou! - tratei logo de responder.
-Mas chupa um pouco porque tá meio mole.- disse ele já de bermuda baixa e segurando o pau.
Eu ajoelhei na sua frente, segure seu pau, e abri bem a boca para engolir pois era bem grosso. Que delícia sentir o gosto daquele pau. Eu chupei com vontade aquele pau.
Depois de um bom tempo chupando ele pediu para me comer.
Eu fiquei em pé, abaixei a bermuda e virei de costas para ele.
-Abre bem a bunda com as mãos - ele pediu e eu obedeci.
Ele encostou a cabeça do pau no meu cuzinho e começou a enfiar. Como era bem grosso, foi meio difícil entrar. Doeu um pouco, mas assim que entrou senti algo que não sei descrever. Ele então segurou minha cintura e começou a meter. Em pouco tempo meu cu havia se acostumado com o pau dele e ele metia gostoso.
Depois de um bom tempo me comendo ele parou, tirou seu pau e falou.
-Agora é sua vez.
Eu não queria comer ele, queria continuar dando, então falei.
-Eu não quero. Quero que você me coma.
Ele novamente deu aquela risadinha safada.
-Fica de quatro então.
Eu fiquei e ele continuou me comendo até que gozou.
Naquela noite e no outro dia eu só conseguia pensar em como era gostoso o pau dele e em como eu queria dar o cu de novo para ele. Ficamos uns 2 dias sem nos vermos até que no terceiro dia ele apareceu em casa no fim de tarde e perguntou se eu não queria dormir na casa dele. Era comum à época um dormir na casa do outro. Minha mãe deixou e fui pra casa dela, já que éramos vizinhos.
Ficamos na casa dele conversando e fomos dormir. Assim que ele percebeu que os pais dele haviam dormido ele trancou a porta do quarto e veio já com o pau pra fora da bermuda em minha direção. Não foi preciso dizer nada. Eu já caí de boca naquele pau gostoso.
Ele então me pegou pelo braço e disse.
-Eu vou te comer igual os homens comem as mulheres.
Me colocou deitado na cama e veio por cima, num papai e mamãe. Que delícia sentir o peso do seu corpo sobre o meu e o pau entrando e saindo gostoso do meu cu. Ele não me beijou na boca, apenas beijou meu pescoço e orelhas enquanto dizia.
-Seu cu é tão gostoso! Vou comer você sempre se você quiser!
Naquela noite eu dei o cu pra ele por horas.
Alex passou a me comer sempre. Muitas vezes era eu quem ia atrás dele para dar. Não era preciso muitas palavras. Apenas ele botar o pau pra fora da bermuda ou eu mostrar meu cuzinho e a foda já começava.
Como essas coisas sempre vazam, Alex acabou dando com a língua nos dentes e contou que me comia para o Rodnei, um cara da rua que já tinha seus 20 e poucos anos na época.
Eu estava voltando da escola quando o Rodnei me parou na rua e perguntou se eu não podia ajudar ele a levar duas bikes na bicicletaria. Eu iria numa e ele em outra. Eu disse que sim, já que todos nos conhecíamos no bairro e fomos até a casa dele. Quando chegamos vi que não havia ninguém na casa. E então ele falou pra entrarmos pra ele tomar uma água.
Ele então usou a mesma tática do Alex (que deve ter dito pra ele) e tirou o pau pra fora da bermuda. Seu pau era ainda maior que o de Alex. Eu fiquei preocupado de alguém aparecer.
-Relaxa, ninguém vai aparecer. Eu sei que você gosta.
Rodnei por ser mais velho era mais sacana, falava mais putaria. Acho que foi com ele que comecei a gostar de ser humilhado.
Eu ajoelhei e comecei a chupar seu pau.
-Isso viadinho, chupa gostoso! Boquinha gostosa.
Ele então me levou até o quarto dele, me colocou de quatro na cama e começou a enfiar os dedos no meu cu.
-Olha que bundinha branquinha gostosa. Cuzinho já tá querendo rola, né?
Ele enfiava os dedos, me xingava, humilhava. Aquilo era diferente mas gostoso.
-Abre o cu, abre!
Eu abri ele meteu. Ele comia mais forte que o Alex, além de falar muita putaria. Dei o cu pra ele quase a tarde toda naquele dia.
Durante uns 3 anos eu dei meu cu para Alex, Rodnei e para outros meninos sempre que podia. Até que resolvi dar um tempo pq a coisa poderia sair do controle. Nesse mesmo tempo eu comecei a me interessar por garotas e comecei a namorar com uma. E foi assim que tudo começou.
Hoje em dia amo dar para Senhora. Em ser a Sissy dela, dar para ela e para quem mais ela quiser. Amo ser objeto de prazer.
Foto 1 do Conto erotico: As raízes de uma Sissy


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Comentários


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rabudocadela Comentou em 10/03/2026

Trsao de conto, meu sonho ser femeazinha de macho




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Ficha do conto

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Nome do conto:
As raízes de uma Sissy

Codigo do conto:
256540

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
09/03/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
1