Beijos
Era dezembro de 2023, nessa época morávamos na triplice fronteira de Foz do Iguaçu/PR, era verão e fazia um calor insuportável como de costume.
Eu havia passado o dia provocando ela, mandando vídeos de dotados arregaçando mulheres lindas, prints de conversas com pretendentes ameaçando socar gostoso nela, Uma provocação contínua, quase um jogo. Mensagens insinuantes, olhares demorados, promessas sussurradas. Era como se estivesse construindo, hora após hora, uma tensão que precisava de uma noite inteira para se desfazer.
Ao final do dia, sem tocar no assunto novamente, abri um espumante e fomos para a piscina.
A água da piscina brilhava em tons do verde ao azul somente com os leds da piscina acessssob a única luz acesa no quintal. Todo o resto da casa estava mergulhado na penumbra. O som constante da cascata abafava qualquer outro barulho que se pudesse ouvir da piscina, e só era rompido pelo e pelo leve tinlintar das taças de espumante que haviam deixado à borda.
O frescor da água arrepiava nossos corpos, e convidava à troca de calor corporal.
Os cabelos úmidos colavam levemente ao pescoço, e o brilho do LED da piscina desenhava sombras suaves sobre a pele. Eu a puxei pela cintura e nos beijamos lentamente, como se estivessem saboreando cada segundo.
O beijo começou suave, quase preguiçoso. Mas havia algo por baixo daquela calma — um calor crescente, uma urgência que se insinuava em cada respiração.
Minhas mãos dele exploravam o corpo dela com calma deliberada, como quem conhece cada curva e ainda assim se surpreende todas as vezes. Ela inclinava o corpo para perto, buscando mais contato, mais proximidade.
Ela já estava entregue àquele momento, os olhos semicerrados, a respiração mais profunda. O mundo parecia resumido àquele pequeno universo iluminado em azul.
Como de costume, estávamos na piscina completamente nús, eu ficava beijando e pincelando o pau na portinha. Ela estava louca de tesão, mesmo na água eu podia sentir a lubrificação facilitando a entrada, como que me convidando. Após algum tempo assim ela já estava tentando por para dentro à força, enquanto eu queria levá-la ao extremo da provocação.
Sem que ela soubesse, eu havia deixado o portão da garagem e a porta destrancados, tinha escolhido um sortudo e passado as coordenadas para um "amigo" vir.
Avisei que estaríamos na piscina, que ela estaria de costas para a entrada e que ele entrasse sem que ela percebesse.
Estrategicamente eu ficava mantendo ela de costas para a escada da piscina vi o cara chegando em silencio, ela estava tão concentrada em me fazer penetrá-la que nem percebeu o cara entrando na piscina. Deixei ela encaixar a cabeça do meu pau na entrada da bucetinha, e falei no ouvido: "não vá se assustar, chamei um amigo para me ajudar com vc"
Nisso o convidado a abraçou suavemente por trás, colando o corpo dele no dela , ela só colocou a mão para trás para conferir o tamanho, e só mexeu os lábios sem emitir som e pude ler o movimento labial "é enorme", com um sorriso no rosto. O amigo a abraçou completamente por trás e ela virou o rosto e ela se rendeu com um beijo na boca , me afastei, um pouco para deixar os dois "se conhecerem".
Sem desgrudar o beijo, ela virou de frente para ele, que já correspondeu puxando ela contra o corpo dele, com as duas mãos na bunda, imediatamente ela entrelaçou as pernas nas costas dele na altura certa para encaixar o pau na buceta, ele conduziu ela até que as costas dela encostassem na parede interna da piscina, e com o pau ainda fora mas colocado entre os lábios da vagina, como uma salsicha no pão de cachorro quente, eles ficaram atracados um no outro se beijando como se fossem um casal apaixonado que não se via há anos.
A respiração ofegante dela, me fez achar que o pau já estava de pau dentro, ela gemia e ofegava, completamente entregue. Mas ele segurou a onda. Tendo vindo de moto, correndo pela estrada ao vento, para ele a água estava fria de mais, e apesar da excitação ele batia o queixo de frio, atrapalhando a evolução da coisa toda.
Ela teve a iniciativa de pedir para irmos para o quarto de visitas. Foram de mãos dadas pelados pela casa, ela conduzindo ele. Chegando ao quarto de hóspedes, ela entregou uma toalha para que ele pudesse se secar e parar de tremer, após rirmos da situação inusitada, ele elogiou o sorriso dela e novamente se atracaram e um beijo, dessa vez a mão dele foi direto para a bunda dela uma em cada banda, apertando e separando, ela correu a mão pelo baixo ventre dele e foi direto punhetar aquele pau gigante
Eu cheguei por tras e fui beijando as costas a bunda, deitamos ela na cama, eu e ele explorando cada detalhe do corpo dela com as mãos, ela puxou ele para que pudesse chupar seu pau, iniciativa que ela raramente toma, ainda mais de maneira espontânea O pau era muito grande não cabia inteiro na boca, ela colocava o que cabia na boca, e o resto punhetava com as duas mãos O tesão estava no ar, não podíamos mais esperar, então nosso convidado vestiu o pau com camisinha, e devagar, centímetro a centímetro ele foi metendo aquele poste nela. Ela começou a gozar instantaneamente, mas como é alérgica ao látex, o canal vaginal começou a fechar, tornando desconfortável a penetração.
Sugeri a ela que aproveitasse para pedir para ele tirar o preservativo, ele retirou e passou para trás dela, tipo conchnha e começou voltou a penetrál-la, agora por trás, o barulho da buceta molhada de tesão encheu o ambiente, ela começou a balguciar me agradecendo, . dizendo que estava uma delícia, que tinha adorado sentir desse jeito, que na pele era muito melhor. Após alguns minutos se deliciando, sentindo a buceta no couro, pediu para ela ficar de quatro e montou nela por trás, se deliciando com a visão daquela bunda enorme e perfeita, enquanto atolava inteiro o cacete na buceta exposta, em um vai e vem aluciante, me aproveitei da posição e por baixo dos dois passei a massagear o clitóris dela enquanto ele metia, ela imediatamente começou a anunciar que estava gozando sem parar Ele aproveitou muito essa posição que permitia o pau entrar inteiro até o fundo, após alguns minutos, pediu para ela montar nele e susurrando mantiveram um breve diálogo.
Enquanto ela cavalgava compassadamente, ela perguntou se ele não ia gozar , ele respondeu "só vou gozar depois que você estiver satisfeita", ela respondeu "estou satisfeita, gozei muito" então o nosso convidado perguntou "onde vc quer que eu goze" e ela docemente: "onde vc quiser gozar" : "na sua buceta?" "huhum, pode gozar", então ele, mesmo por baixo acelerou os movimentos, e ela voltou a gozar em orgasmos multiplos, quando começa um onda de orgasmos multiplos é impossível contar ao certo, porque não dá para saber quando termina um e começa outro, é como se uma corrente eletrica circulasse pelo corpo procurando um lugar por onde sair sem encontrar, e ao sentir ele ejaculando ela goza mais forte ainda.
Ela desaba sobre o peito dele os dois com a respiração acelerada, e ainda é possivel notar o cuzinho dela se contraindo em espasmos, ela estava gozando ainda....., após um breve descanso, ele sai de cima dele, e em um ultimo deleite visual a porra dele escorre da buceta...
A madrugada avançava silenciosa do lado de fora, o quarto permaneceu preenchido apenas pelo som suave de respirações, risadas baixas… e pela sensação de que aquela noite ficaria gravada para sempre.




