Aprontando no banheiro do Jabaquara

É meu primeiro conto de muitos que ainda pretendo contar. Tenho 26 anos, sou passivo, tenho 1,70 de altura, peso 76 kg, me considero definido, tenho uma boa pinta e me considero discreto.

Vamos ao conto.

Voltando de uma viagem, desembarquei na Rodoviária Tietê cheio de tesão para dar uma mamada. Fui ao banheiro e tinha uns caras de pau duro. Tentei algo, mas estava com muito entra e sai devido a ser de manhã. Não imaginei que tivesse todo esse movimento, ainda mais por ser um domingo. Decidi então seguir viagem.
Como eu iria no sentido Jabaquara, resolvi passar no banheiro e, para minha alegria, a agitação estava boa. Fiquei no mictório observando os caras de pau duro; uns ficavam, outros saíam. Até que apareceu um carinha com o pau mediano, devia ter uns 17/18 cm, meio fino, mas era uma delícia.
Decidi mamar ali mesmo, na frente de todo mundo. Do nada chegou um novinho que devia estar voltando da balada. Já botou a pica enorme para fora e eu mamei também. O que eu estava mamando acabou saindo e o novinho logo gozou. Não quis dar leite na minha boca porque disse que ia sair muito, e realmente ele gozou bastante. Minha vontade era de tomar tudo.
Logo ele saiu e eu voltei com meu pau duro. O carinha que eu já estava mamando voltou e eu sugeri irmos para o reservado, pois queria mamar ele tranquilo. Fomos, e comecei a mamar ele bem gostoso.
Ele queria muito meter, mas como eu viajei a noite toda e não estava preparado, disse que era melhor ficar só na mamada. Ele pediu para meter só a cabecinha. Eu, como um bom puto, não ia negar.
Fiquei de joelhos em cima do vaso e ele deu uma boa linguada no meu cu, que me fez soltar um gemido bem gostoso. Logo ele começou a meter a cabeça. Doeu um pouco, pois estava quase dois meses sem dar, mas era aquela dor boa.
Quando vi, ele já estava com tudo dentro, metendo sem parar. A pica deslizava sem parar, só no cuspe, e eu gemendo baixo. Uns caras bateram na porta, acho que queriam participar, mas o carinha estava tão faminto que quis meter sozinho.
Logo ele anunciou que queria me leitar no fundo. Eu não recusaria. Pediu para eu gozar primeiro, porque ele queria sentir meu cu apertando a pica dele.
Eu já estava quase gozando sem nem meter a mão no pau. Foi só ele falar que gozei na tampa do vaso toda. Não imaginava que ia gozar tanto assim. Ele sentiu eu gozando e começou a ir mais forte, até que começou a se tremer todo, soltando seu leite dentro.
Depois foi tirando bem devagar. Fiquei com medo de ter sujado ou algo do tipo, mas olhei para trás e estava limpo. Ele riu e pediu para eu limpar. Abaixei e tomei o restinho de leite que ainda estava saindo.
Terminei, ele levantou as calças e saiu sem nem olhar para trás.
Fiquei ali pensando se deixava mais alguém meter, mas quando vi a hora percebi que já estava atrasado para meu compromisso. Peguei um Uber e fui sentindo a porra escorrendo, com medo de melar tudo e o Uber ver quando eu saísse do carro.
Quando cheguei em casa não deu outra: estava com a cueca toda melada. Fui para o banheiro tomar um banho e chegou a hora de botar aquela porra toda para fora. Nossa, o cara gozou para caralho.

Peço desculpas pelo tamanho do conto. Como é o meu primeiro, quis contar bem os detalhes.

Até a próxima. Tenho muitos outros para contar.


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Ficha do conto

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gusputo

Nome do conto:
Aprontando no banheiro do Jabaquara

Codigo do conto:
256706

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/03/2026

Quant.de Votos:
4

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