Bora lá... Fui convidado por uma amiga (Leide) para passar final de semana no litoral sul do RJ (Costa verde). Aliás, lugar lindíssimo. Segundo ela a casa era para 8 pessoas, na beira mar. Eu, ela e mais 3 casais. O lugar realmente era lindo. Mas a casa na verdade era pra no máximo 5 pessoas. Só 2 quartos, sala, cozinha e varanda. E a "beira mar" na verdade era a 3 quadras da praia. Mas daí tudo bem, conheci o restante da galera na casa. Fiquei meio sem jeito, pq de todos, só conhecia mesmo a minha amiga e as outras mulheres, só de ouvir falar delas pelas minha amiga. Duas eram super simpáticas, mas 1 delas era bem nariz em pé, ciumenta. Mas o bofinho dela era bem gostosinho. É neles que a história vai focar. Ela (Suelen) era bonita, mora bem, bom emprego e se exibia por isso. Mas ele (Artur) dava de dez a zero nela em beleza, moreninho, corpo legal, principalmente de sunga de banho. Enchia ela de beijinhos, mas era bem safado. Longe dela, paquerava todas as mulheres que passava. E eu por outro lado, não parava de olhar para ele. No sábado, o Artur me flagrou olhando pra ele e fiquei sem graça. Mas ele levou numa boa. Até me chamou pra beber com eles. Adoro conversa de macho, contando como comeu as mulheres, contando quem já pegou, como foi a foda. E eu não sei se é porque eu tava caidinho no Artur, então dava mais atenção pra ele, principalmente quando ele começou a contar uma história de quando ele comeu uma garota na beira da praia, quando ele foi pra cabo Frio. Ele contando e eu imaginando. (Bati varias punheta depois lembrando a história). Eu não tinha nada pra contar, nunca peguei mulher e eles não iam querer ouvir minhas história transando com homens. Mas aí o Artur virou pra mim e disse: "Kenny, a gente já sabe que tu curte outra parada e que é amigo da Leide. Não vai contar nada pra ela não. Ela conta tudo pra garotas". "De jeito nenhum, vai ficar em segredo", respondi. Me senti mal na hora, mas olhei pelo lado positivo. Ele sabia que eu gostava de homens, o que era meio caminho andado e logo em seguida, fui incluído nas conversa deles e fiquei mais próximo. Até tentei jogar futebol com eles, passando maior vergonha kkkk. O Artur falava: "Vai seu gay, chuta esta bola, se fosse uma piroca, tu sabia o que fazer, né?". Mas meu chute era tão fraco que todos riam. Também já tava todo mundo chapado de uísque com energético.
Pra encurtar a história, o Artur começou a ficar mais intimo comigo, fazendo brincadeiras mais picantes, tipo falando que "Se a noite não tivesse boceta, o cu tava garantido". E eu adorando as brincadeiras. Já tinha perdido toda minha timidez e respondendo a altura: "Vai lá no minha cama a noite que vou mostrar como se faz um boquete de respeito". "Só boquete, vou empurrar neste rabo, faz tempo que não como um cu". Era tudo brincadeira, mas notei que o Artur e outro amigo ficaram um pouco com a sunga mais estufada. As besteiras que falamos tinha dado tesão neles. Mas as mulheres chegaram e quebraram o clima.
Paramos em um bar, pra tomar umas cervejas e o dono falou que a noite ia rolar uma vaquejada a uns 10 KM de onde estávamos. Ia ter forró a noite. Então fomos pra lá umas 21h e realmente tava animado. Com exceção de um amigo, todos o restante do grupo bebeu demais. Este amigo sóbrio, levou primeiro as mulheres e deixou eu, o Artur e outro amigo aguardando ele voltar na saída do evento .
Voltamos pra casa e encontramos a mulherada toda dormindo nos quartos. Aliás roncando. A cachaça foi braba kkk. Artur queria beber mais, mas ninguém aguentava. Ele insistiu e foi buscar cerveja na geladeira e quando voltou, os 2 amigos ja tinha caído no sono espalhados pelos colchonetes na sala. Eu aceso de tesão, sabendo que seria só eu e o Artur acordados, aguentei firme. Começou a chover e resolvemos sentar no sofá da varanda. Artur cambaleando sentou do meu lado. Servi ele e coloquei a cerveja do lado. Eu tava cheio de tesão, mas não podia arriscar. Heteros são assim, falam besteiras, sarram na gente, mas nem sempre quer dizer que querem nos foder. Então eu fiquei na minha. Ele bebendo, falando que a galera era fraca, que ninguém aguentava beber. Pediu mais cerveja. Quando fui colocar, o suor do gelo da garrafa escorreu e molhou a perna dele. Pedi desculpas e joguei um pano que tava do lado pra ele limpar, ele não pegou o pano e eu mesmo limpei a perna dele. Na próxima vez que ele pediu mais cerveja, levei a garrafa mais acima pra ver se caia perto do pau dele, mas foi muita acima e caiu entre o umbigo e a beira do short dele, molhando a camisa dele. Ele não ficou bravo, só tirou a camisa e vi que tava raspadinho. Ele foi beber e de novo o suor do gelo, só que agora do copo dele, foi pingando e escorrendo exatamente pra dentro do short dele. Ele não limpou, eu peguei a camisa e e enxuguei de leve a barriga dele. Mas na passada, meu dedo mindinho meio que entrou um pouco no short dele. Sem querer mas causou reação nele e em mim. Ele bebeu e deixou pingar cerveja de novo, só que agora foi proposital, pq ele deixou o copo em cima da barriga dele. "Vai enxugar não"? Levei o pano e comecei a enxugar de devagar, ele puxou o velcro do short e abriu um pouco, deixou o copo em cima e pingou varias vezes, só que mais abaixo. Eu tava explodindo de tesão com aquele jogo de sedução. Eu levei o pano, de forma que meus dedos passasse por cima da sua púbis e nesta hora, senti as pontas do meus dedos encostar na piroca dele, já meia bomba. Como ele tava permitindo, eu fui descendo um pouco mais e palmeei todo o pau dele e senti a curvatura do pau dele, que era para baixo. Brinquei um pouco com o prepúcio, cobrindo e descobrindo a cabeçona do pau dele. Ele levantou e me assustei. Fechou o short e saiu andando pela sala, cutucando os amigos com o pé, pra ver se estavam dormindo. Em seguida foi até o quarto e fechou a porta. Voltou, sentou e botou o pau pra fora. Eu meio afobado, cai de boca, ele me pediu pra chupar devagar e não fazer barulho. Então eu engolia e subia minha boca devagar, sem deixar fazer estalos e nem barulho. Eu queria mais, ele queria mais. Então ele fechou a cortina, mas deixou uma pequena brecha que na posição que ele me colocou no sofá, dava pra ver o movimento todo da sala e da porta do quarto. Mas ele tava meio eufórico e o pau dele não entrava nem com cuspe. Aí amoleceu. Voltei a mamar ele e ficou durão de novo. Tentamos mas tava doendo e amoleceu de novo. Então entrei na ponta do pé no quarto onde tava minhas coisas e peguei o lubrificante na minha Mochila. Quando voltei ele tinha vestido o short e tava sentado. Já fui logo abrindo e caindo de boca de novo. Assim que tava grandão de novo eu já passei lubrificante no meu cuzinho e enquanto eu mamava, ele enfiava o dedo do meio no meu cuzinho pra ir amaciando. Enfio mais 1 dedo e já tava no ponto. Desta vez coloquei camisinha no pau dele, lubrifiquei e voltei na posição ajoelhado no sofá e ele veio por trás e desta vez, entrou tudo, até senti o saco dele batendo em mim. Como o pau dele tem esta curvatura para baixo, tava uma delicia. Ele fazia um vai e vem lento e tentava não bater a barriga na minha bunda, pra não fazer o famoso ploc ploc. E quando batia, ele parava um pouco e olhava pela brecha da cortina. Também não demorou muito, ele tava com tesão, fazia tempo que não comia um cuzinho, então ele gozou gostoso e pedi pra ele deixar dentro até eu gozar também. Nós vestimos e ele foi dar uma sondada pra ver se estavam todos dormindo e felizmente tava todo mundo roncando.
Bebemos mais cerveja, e enquanto isso eu dei mais uma mamada, queria sentir o gosto daquela porra e senti deliciosamente, quanto ele empurrou com vontade na minha garganta e gozou. Já era 4 e pouca da manhã e tava começando a aparecer a claridade do dia. Então fomos dormir felizes.
Acordei era quase 11h,com a galera falando na cozinha. Aguardei um pouco pra ver se o assunto era eu. Mas aí veio a Suelen, me deu um "Bom dia dorminhoco! Já curou desta cachaça braba?" Ri e disse que tava pronto pra outra. Então ninguém tinha notado nada. Dei um suspiro de alívio. Daí veio o Artur, já com um copo na mão, falando alto e chamando galera pra ir à praia. Tava tudo como antes. Virei de bruços pra continuar a dormir e senti o pé do Artur bem no meio do meu reguinho e dizendo: "Acorda safado, a noite foi boa, né?" Safado era ele, que fingia que nada tinha acontecido com um cinismo tão grande, que parecia que já tava acostumado a trair a noiva dele.
O dia transcorreu normal, tirando os momentos que a gente ficava sozinho e ele botava o pau pra fora e me fazia dar umas mamadas, mas sem gozar, só pra sentir minha boquinha quente na cabeçona do pau dele ou ele puxava minha mão e enfiava no short dele e eu ficava brincando com o prepúcio dele. Na ultima noite, ele embebedou geral de novo. Só que desta vez, ele arrumou uma desculpa pra ir comprar mais bebida e eu fui junto. Na rodovia, ele entrou com o carro quase na entrada de um motel chamado Love Beach. Ligou pro amigo dono do carro, simulando que o carro tinha furado o pneu, pedindo o amigo pra ir até lá ajudar, imaginando que o amigo não iria, mas o amigo se dispôs a ir, então ele teve de arrumar outra desculpa, dizendo que o pessoal da concessionária da rodovia estava no local pra ajudar e que não precisava. Aí só rolou uma mamada e ele gozou na minha boca, isso no carro mesmo.
Viemos embora na segunda de manhã. Ele pegou meu contato e mandou mensagem na terça. Ele quer me comer de novo. Só que agora, quer me levar em um hotel da Av Brasil, porque daí a gente pode fazer todas as loucuras possíveis. Tentando marcar pra este final de semana. Apaixonei pela aquela piroca. Com muito custo, consegui convencer ele a deixar eu tirar uma foto em uma das brincadeiras que a gente fez e que estávamos sozinhos. Olha só que pau gostoso, e ainda fica maior. Ele é muito safado.
