Minha mãe na varanda de casa

Neste blog eu sou novo, mas em outro beeeem velho. Bom, provavelmente nós não nos conhecemos então haverá muito o que falar. Por hora irei contar sobre uma parte da minha vida onde ainda nos dias de hoje eu venho levando. Nada aqui é brincadeira e eu fiz isso pela a primeira vez anos atrás, para ter onde e com quem falar uma vez de que não poderia comentar com um amigo. Por isso eu criei também o meu espaço pessoal onde nos reunimos e aproveitamos juntos.

Mas agora vamos seguir

Há alguns anos eu vivia numa verdadeira seca por alguns problemas que tive. Tive uma vida muito agitada e conturbada na questão sexual. Isso eu pretendo abordar mais a frente em outro texto.

Mas naquela época minha rotina se resumia nisso, encarar qualquer mulher na rua, fantasiar mil coisas na cabeça, me masturbar freneticamente e só. Cheio de acne, me achando horrível comigo mesmo e com os hormônios explodindo, eu não tinha a mínima chance de conseguir um namoro ou qualquer coisa parecida.

Acontece que naquele tempo eu passava por uma das piores fases da minha vida. Futuramente vou esclarecer melhor esse período mas foi uma época de vício sexual. Eu estava perturbado mentalmente em relação a sexo. Hoje eu digo que sei o que se passa na cabeça de um perturbado que pega alguém a força pois eu mesmo tinha pensamentos semelhantes. Foi um tempo horrível mesmo.

Mas vamos lá

Num final de semana, rolou um churrasco nosso, só a família em casa. todo mundo reunido, carne na brasa, som alto, cerveja e refrigerante, energético. Eu ficava só beliscando pedaço de carne aqui e ali enquanto os outros bebiam e curtiam. Nada demais

Como de costume, eu dava umas espiadas discretas nas minhas cunhadas. nada de muito, mas, no meio daquilo tudo, meus olhos acabavam parando na minha mãe, não exatamente porque eu queria. Mas ela chamava a atenção de todo mundo. Tudo porque era a única pessoa dançando e balançando a bunda no meio da gente. Ninguém mais mexia o corpo por conta da musica, só ela. De short jeans curto, regatinha soltinha, latinha na mão, toda relaxadona. Ela lá balançando o corpo ao ritmo da música e eu de cá olhando, de repente o negócio acordou meu amigo. Mais forte do que quando eu olhava para as outras mulheres. Eu vivia de pau duro naquele tempo pra tudo o que fosse mulher, mas ali o pau estava empedrado mesmo, sabe quando fica só a veia saltando? Tudo sem perceber e de tanto olhar pra ela. Como naqueles momentos que a nossa mente voa longe e ficamos parados olhando pra o nada. Foi rápido, mas impossível ignorar aquele pandeirão se mexendo de um lado para o outro. Era minha mãe, mas o meu corpo reagiu sozinho. Ela tinha e tem um bundão, era isso o que chamava a atenção. Eu esqueci que era ela ali, eu só via aquela raba com o short socado balançando

Fiquei no meu canto, tentando controlar a situação, querendo ficar de boa até que ela veio na zoeira, insistindo para eu dançar um sertanejo com ela. Eu relutei, não quis, não dançava também, mas além disso estava com o volume da barraca armada, fora que eu queria ficar na carne, mas meus irmãos começaram a incentivar e com ela me puxando pelo o braço, não teve escapatória. Fui, meio desajeitado mas fui. Ela dançava, rebolava, e aquele rabo, encostava em mim de vez em quando quando ela dava voltinha ou mesmo quando ficava de lado,a carne da bunda dela remexendo batia em mim, me deixando ainda mais doido da cabeça. Para disfarçar, eu pressionava o corpo contra o dela sempre que possível , era a melhor forma de esconder. Ou então iam me ver de pau duro ali. Pensei que ela não ia dar atenção se sentisse alguma coisa. Estava com tesão mas não foi na safadeza que fiz. Foi por vergonha de verem. Tentava levar na brincadeira, sem exagerar também. Eu mais ficava na minha que qualquer coisa, ela que ficava curtindo

A coisa piorava quando ela virava de costas. A bunda encaixava certinho na minha vara, e o rebolado fazia tudo balançar contra mim. Qualquer homem sabe q uma mexidinha mínima já basta para o pau pulsar. Eu estava perdido, tentando me segurar ali com aquele rabão balançando em mim. Foi tenso pra caralho

Com todo o tesão a mil que já tinha desde antes, o álcool no ar e os nervos à flor da pele, acabei perdendo o controle. Foi como aqueles momentos de impulsividade que a gente vê em reportagens, saca? Quando a pessoa tá de cabeça quente, sem pensar direito, só age. Quem já passou por isso entende. E claro, todo mundo já deve ter passado por isso num momento de raiva

Eu simplesmente aproveitei ao máximo o corpo dela se esfregando no meu. Quando a música parou, saí dali com um braço na frente, fingindo coçar o outro, e fui me sentar.
Depois veio o almoço, a conversa em família. Eu fiquei calado, quieto no meu canto. Aos poucos, todo mundo foi se recolhendo para tirar um sono. Meus irmãos, cunhadas, sobrinhos, todo mundo tomou banho e deitou. Minha mãe resolveu ficar na cadeira de madeira ali mesmo na área de casa pra dormir.

Eu estava inquieto, desesperado para aliviar aquela tensão acumulada no pau. Bater punheta era meu ritual diário. O problema era que meu quarto estava ocupado pelo meu irmão e minha cunhada, o da minha mãe pelos outros. sem privacidade nenhuma. Tinha que ficar ali mesmo pela a casa

Sentei na mesa, cabeça a mil. Olhava para ela deitada, relaxada, e as imagens da dança voltavam: o rebolado, o encaixe, o pau duro. Comecei a me tocar por cima da roupa, olhando direto para ela. O coração disparado, medo misturado com excitação. Cheguei ao ponto de colocar a mão para dentro da calça.

Levantei devagar, cheguei pertinho dela e cutuquei de leve, nada, só roncos e cheiro forte de bebida. Sabia que a família estava apagada, conheço eles desde sempre. Eram umas duas e pouco da tarde, e ninguém acordaria antes das quatro ou cinco.

Mesmo assim, fui conferir, entrei na casa na ponta dos pés, brechei nas portas dos quartos, olhei tudo. Silêncio total. Voltei com o pau latejando e o coração na boca.

Eu meti na cabeça de fazer a maior merda da minha vida. Maior merda até então porque se fosse contar, seria a segunda maior merda que já fiz. Eu resolvi que iria tentar alguma coisa, mesmo que fosse só me aproveitar dela, do corpo. Tocar, qualquer coisa que desse

Mas e o medo? E a adrenalina? Eu fiquei doidinho com esses pensamentos de tentar alguma coisa. Doidinho mesmo. Meu coração faltava pular da boca, sentia bater forte no peito. A boca secou, ficou grudenta, a tremedeira no corpo então. Eu andava em circulos com a cabeça entre querer ir lá nela e o medo de ir lá, eu andava e voltava, andava e voltava. Eu ia lá onde ela estava e olhava ela, voltava e ia olhar os cômodos pra ver todo mundo dormir, e voltava nela, voltava dentro de casa, eu ia e vinha na ponta do pé pra ver se tudo estava ok, mas pra criar coragem também pra o caso de se eu realmente fosse fazer algo

Eu andava em circulos tentando criar coragem e tomar a atitude de ir, ao mesmo tempo que o medo me batia de uma vez, e eu fiquei e fiquei. Até que me veio na cabeça o pensamento de que se eu fosse fazer algo, tinha que fazer logo. Quanto mais o tempo passasse, mais rapido eles iriam acordar e naquela brincadeira eu havia gastado muito tempo entre medo e pensamentos. Foi quando eu tranquei meu cu e resolvi ir, no mesmo mesmo, me tremendo mesmo

Cheguei lá devagar. Olhei ela, senti aquele bafo de cerveja na minha cara, mas fui assim mesmo, todo cagado. Desabotoei o short dela bem de mansinho, baixei o zíper com cuidado, puxei do jeito que deu até a calcinha aparecer e o short descer mais lá nos pés, não foi fácil mas não tinha como voltar atras. Quando consegui descer tudo eu passei pelo o pé um lado do short dela. Abri a perna dela devagarinho. Ela tava apagadona, sono pesado como sempre, toda mamada de cerveja. O desejo explodiu ainda mais naquela adrenalina. Afastei a calcinha para o lado e fiquei admirando aquela visão por longos minutos, os pelinhos, a forma dela gordinha. Já tinha visto a xana dela antes mas nunca com segundas intenções. E nunca tão de pertinho assim, com ela bem na minha frente. Passei a cabecinha devagar nos lábios, sentindo a umidade dali, o calor que tinha. Encontrei a entrada e comecei a entrar aos poucos. Cada centímetro era uma sensação absurda, era quente, molhado, apertado. Empurrei até o fundo devagarinho,me tremendo inteiro, com os olhos revirando.

Comecei o movimento lento da metidinha,ela lá toda jogada sobre a cadeira inclinada com as pernas abertas e eu no meio, todo cuidadoso para não fazer barulho. Era como se ela me sugasse. Ignorei o cheiro de álcool nas respirações dela e foquei no prazer que sentia. Eu nem precisei de muito. Quando a gala veio, joguei a cabeça para trás, fechei os olhos e despejei com força, parecia que eu não gozava há anos. Corpo todo tremendo, pernas quase falhando. Depois, um cansaço enorme. Fiquei deitado sobre ela uns instantes, recuperando o fôlego, o pau amolecendo dentro.

Levantei e sai, limpei tudo com um pano que achei, ajeitei a roupa dela com todo cuidado e voltei sem forças para dentro. Desabei no sofá e apaguei. Naquele momento, nada mais importava pra mim, nem depois, nem amanhã. Só o agora. Eu só queria relaxar, não pensei na merda que tinha feito, não pensei no depois

Passei o resto do dia leve, dormi bem, e quando acordei com a consciência de volta, fiquei paranoico, esperando algum sinal de problema. “Que caralho eu fiz?”, mas nada aconteceu. Fingi estar normal mas por dentro me borrava de medo esperando alguma coisa acontecer.

Com a cabeça no lugar eu pensei em tudo, pensei que ainda que eu tivesse limpo ela, tinha porra dentro. Ela obviamente veria aquilo, iria sentir, escorrer, eram vários os pensamentos. E ai? Ela obviamente saberia o que seria aquilo, mas e ai? Como foi parar ali? Ela obviamente saberia que alguém se aproveitou dela. Ela obviamente isso, obviamente aquilo. Eu fiquei doido sem saber o que fazer, pra onde correr, a merda estava feita

Na hora da cagada eu não pensei em nada, no depois, em nada. Eu só queria saber daquele momento mas aquele momento já havia passado. E agora?

Mas a desgraça não veio. Eu passei o resto do dia isolado esperando a hora de me foder, mas a desgraça não veio. Quando sai do quarto quando me chamaram pra jantar ou qualquer coisa, e eu obviamente evitava contato, meu cu trancava e o coração acelerava. Eu pensava “chegou a hora, vou me foder” e ia já esperando o pior. Mas a desgraça não veio. Nada aconteceu

O dia passou, eu me isolava, ficava paranoico achando que a qualquer hora alguém bateria na porta e quando eu fosse abrir, iria dar de cara com a consequência do que fiz, mas nada acontecia. Eu evitava ao máximo dar as caras e sempre que me chamavam, eu demorava muito pra sair, mas nada nunca acontecia. Todo mundo agia normalmente e ela principalmente. Ela não me olhou torto em momento algum ou deu qualquer sinal de indiferença. Simplesmente nada acontecia. Ainda assim eu fazia o que tinha que fazer e me isolava. E assim foram os dias.

Conforme o tempo foi passando e nada acontecendo, eu fui voltando ao normal. Fui tendo minha confiança de novo até as coisas normalizarem e a minha vida voltar

guardei o que fiz na memória e segui a vida. Mas, depois de provar aquilo, o desejo de ter mais era muito forte. Como se fosse um vício de a gente querer repetir mais e mais. Minhas punhetas foram frenéticas a partir dai. Até sonhar com ela eu sonhava

Eu esperava pelo o pior, eu tinha plena noção do que havia feito, mas não ocorreu como eu imaginava que fosse ocorrer onde eu iria me foder legal

Por hora vamos manter até aqui. Como disse sou novo neste blog apesar de estar nesse meio há anos. A primeira vez em que me abri já faz muito tempo e de lá pra cá tanta coisa aconteceu. Criei o meu próprio espaço onde pude ter com quem falar sobre isso já que não teria como dizer a um amigo, isso foi comentado logo de início, e ao longo de todo esse período nós estivemos juntos em bons e longos anos, conversando e compartilhando das nossas próprias experiencias de vida

Se acaso você desejar estar conosco e nos conhecer. Será muito bem vindo(a)


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico dmtrunks

Nome do conto:
Minha mãe na varanda de casa

Codigo do conto:
256799

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
12/03/2026

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