Meu marido bebeu demais e foi corno

Tudo começou com o convite para o casamento da prima da Gabriela. Lembro perfeitamente da empolgação dela nos dias anteriores. Ela queria estar impecável e, honestamente, ela conseguiu. Naquela tarde, o quarto ficou dominado pelo cheiro de seu perfume. Gabi escolheu um vestido preto de seda, curto o suficiente para valorizar as pernas torneadas e a pele morena, com um decote nas costas que realçava cada centímetro dos seus 1,67m.
Ela passou horas na maquiagem. Quando finalmente ficou pronta, com os cabelos pretos lisos caindo pesados sobre os ombros e um batom que destacava o sorriso, eu soube que ela seria o centro das atenções. "— Você está perigosa hoje", eu brinquei, enquanto terminava de me arrumar. Ao chegarmos na festa, não deu outra: os olhares a seguiam por onde passava. Ela brilhava sob as luzes do salão, e eu, sentia um misto de orgulho e ciúmes. Minha morena estava deslumbrante! Eu, que raramente baixo a guarda por causa da rotina na PM, me perdi nos drinks. A mistura de gin e cansaço me nocauteou mais rápido do que eu esperava. O serviço tinha sido pesado na semana, e me deixei levar pelos drinks da festa. Perdi a conta de quantos tomei.
O Marcelo, um amigão nosso, percebeu que eu já estava passando do ponto. Ele se aproximou da mesa, deu um toque no meu ombro e disse que não tinha como eu dirigir naquele estado. Aceitei a carona e fomos para o carro. Eu fui no banco do carona, tentando lutar contra a tontura dos drinks, mas meus sentidos, mesmo anuviados, captaram algo estranho. Mesmo muito tonto tinha a impressão que Marcelo não olhava para a estrada o tempo todo; ele buscava o reflexo da Gabriela no banco de trás. E ela, para minha surpresa, não desviava. Havia uma conversa silenciosa ali, uma eletricidade que eu sentia vibrar no ar do carro.
Quando chegamos ao prédio e subimos para o nosso apartamento, o Marcelo me ajudou a entrar. Eu desabei no sofá, naquele estado onde você ouve tudo, mas o corpo não obedece. Lembro de sentir a presença deles perto de mim, o perfume dela misturado ao cheiro de couro do carro dele. Ouvi o Marcelo se despedir com uma voz mais baixa, e notei que o toque dele no braço dela, na porta da sala, demorou muito mais do que um simples "tchau". O clima estava selado ali, na minha frente, enquanto eu apagava.
No dia seguinte, a rotina me chamou. Saí cedo para o plantão, deixando a Gabriela em casa ainda dormindo. Ao longo do dia, tentava lembrar da noite passada, mas devido a bebida só recordava vagarosamente de algumas coisas, que não sabia distinguir se realmente tinham acontecido ou se era minha imaginação. Logo após o almoço, Marcelo me mandou mensagem dizendo que tinha achado um brinco no carro e me mandou uma foto perguntando se eu sabia se era da Gabi. Eu o reconheci, era um dos preferidos dela. Marcelo trabalha embarcado e disse que no fim da tarde estaria embarcando para a plataforma, onde ficaria trabalhando por 15 dias. Como meu plantão era numa cidade vizinha, ficaria dificil de pegar com ele o brinco. Dessa forma ele perguntou que, se caso não me importasse, ele poderia dar um pulinho lá em cada e a entregar. Dessa forma, como o considero um irmão, pedi para ele passar lá então. Eu iria ligar para avisar a ela, mas a central me enviou uma ocorrência logo em seguida, numa área rural, onde fiquei sem sinal de telefone.
Ele já cheio de segundas intenções foi lá no nosso Apartamento e tocou o Interfone. Gabi como não esperava, se surpreendeu, pois não o esperava. Como estava de pijama ainda, colocou um vestido para o receber.
O Marcelo entrou, segurando o brinco de prata entre os dedos, mas o olhar dele estava fixo no decote do vestido dela.
— Aqui está o que você esqueceu no meu carro ontem — ele disse, com a voz mais grossa que o normal.
A Gabriela pegou o brinco, mas quando tentou se afastar, ele segurou o pulso dela com firmeza. Ela sentiu o calor da mão dele e tentou recuar, fingindo uma resistência que já estava morrendo.
— Marcelo, não! Você esqueceu que sou casada? O Paulo pode chegar! Ela sussurrou, desviando o olhar, mas sem puxar o braço.
— O Paulo está de serviço, Gabriela. E eu sei que você não parou de me olhar pelo espelho ontem. Eu senti aquela energia no carro — ele retrucou, dando um passo à frente e encurralando-a contra a parede do corredor.
— Foi a bebida, Marcelo. A gente não pode — ela disse, mas a respiração já estava ofegante, e a mão dela subiu para o peito dele, sentindo o coração dele batendo forte.
Ele aproximou o rosto, roçando o nariz no pescoço dela, sentindo o perfume que ainda exalava da pele morena.
— Não foi a bebida. Você me quer tanto quanto eu quero você desde que entramos naquele carro.
Ela fechou os olhos, sentindo o desejo vencer. Quando ele a beijou, foi com uma urgência que não aceitava "não" como resposta. O Marcelo, tomado pelo impulso, começou a empurrá-la em direção ao nosso quarto, mas ela travou o corpo na hora.
— Na cama que eu durmo com meu marido não Marcelo — ela disse, recuperando um pouco do controle, mas com os olhos brilhando.
Ela se soltou dele, foi até o quarto de hóspedes e, com uma naturalidade que deixou o Marcelo hipnotizado, arrastou o colchão de solteiro para o meio da sala, bem onde o sol da tarde batia.
— Se você me quer, vai ser aqui, do meu jeito! O recado estava dado.
Ela se ajoelhou, os cabelos pretos caindo sobre os ombros morenos, e desabotoou a calça dele com uma calma que contrastava com a respiração ofegante do Marcelo. Ela o fez sentar na borda do colchão e, com um olhar fixo e provocante, levou os dedos à boca. Ela cuspiu generosamente nas palmas das mãos, espalhando o líquido para que o toque fosse o mais liso e deslizante possível. Começou então uma masturbação técnica, alternando a pressão e a velocidade, sentindo o pulso dele sob sua pele. O Marcelo jogou a cabeça para trás, surpreso com a firmeza e a precisão do movimento.
Sem aviso, ela se inclinou para a frente. O que se seguiu foi uma garganta profunda impecável. Ela envolvia o Marcelo por completo, descendo com uma naturalidade que o deixava atordoado. Em certos momentos, a entrega era tão profunda que ela chegava a engasgar levemente, mas em vez de parar, ela usava isso para intensificar o momento, olhando para ele com os olhos levemente marejados pela pressão, mas cheios de desejo.
— Você não tem ideia do quanto eu quis isso desde que entrei naquele carro ontem — ele gemeu, as mãos cravadas nos cabelos dela.
Ela se levantou devagar, ficando por cima. Como ela adora cavalgar, ela mesma se guiou, sentando-se com as pernas morenas abraçando o quadril dele. O movimento era longo e rítmico. Ela subia e descia com força, sentindo a diferença clara no preenchimento. O pau do Marcelo era maior que o meu, ocupava cada espaço interno dela, esticando a pele e causando uma sensação de plenitude que a fazia arquear as costas de prazer.
Depois de alguns minutos naquela cavalgada intensa, o Marcelo a deitou e a colocou na posição de frango assado, colocando as penas dela em seus ombros. Nessa posição, a profundidade era máxima. A Gabriela sentia o impacto no fundo, uma pressão que a fazia perder o ar. Foi ali, sentindo-se totalmente dominada e preenchida, que ela atingiu um orgasmo barulhento, apertando o tecido do colchão enquanto o corpo moreno estremecia sob ele.
Mas ela queria mais. Ainda trêmula, ela se virou de quatro, e pediu: - Mete no meu cuzinho Marcelo... eu estou acostumada a dar o cu para o Paulo, mas eu quero sentir essa sua rola grossa. Me fode agora! — ela pediu, a voz rouca de desejo.
O Marcelo não hesitou. Ele a segurou firme pelos quadris e entrou. A sensação foi imediata e avassaladora. Por ele ser maior, o preenchimento era total, uma pressão constante que a fazia gemer alto no silêncio de nosso apartamento. Era um sexo visceral, sem as travas da rotina, onde cada estocada parecia marcar o território dele nela.
Para encerrar, ela se virou novamente, ficando de joelhos diante dele, exausta. Ela o segurou com as duas mãos, olhando-o de baixo para cima.
— Não para... eu quero sentir tudo. Goza na minha boca.
Ele descarregou com força, preenchendo-a por completo. Ela aceitou tudo, fechando os olhos e saboreando o ápice daquela tarde proibida.
Minutos depois que o Marcelo saiu do apartamento, meu celular vibrou no suporte da viatura. Era ele. Com uma voz perfeitamente controlada, mas que eu agora percebo que carregava um cansaço satisfeito, ele me disse: "— Fala, Paulo. Só liguei para avisar que passei lá no 401 e entreguei o brinco para a Gabriela. Ela já guardou." Eu, focado no rádio da polícia e na rotina do plantão, agradeci sinceramente pela camaradagem. "— Valeu mesmo, Marcelo. Quebra galho danado. Boa viagem para você, cara, vai com Deus." Desliguei sem imaginar que, enquanto eu desejava boa viagem ao meu amigo, ele levava consigo o cheiro da minha mulher e a memória de cada detalhe daquela tarde, e que o brinco que ele entregou era apenas o troféu de uma invasão que eu mesmo autorizei. Quando cheguei do plantão da PM, a sala estava em ordem, o colchão guardado e ela me recebeu com um sorriso sereno, como se tivesse passado a tarde apenas descansando.

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Comentários


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caroldothiago Comentou em 13/03/2026

Que maravilha de conto. Uma delícia completa...




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu marido bebeu demais e foi corno

Codigo do conto:
256806

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
13/03/2026

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