Minha cunhada e o marido no Carnaval. (O coroa da pizzaria foi o segundo homem de minha mulher)

Nós já nos apresentamos no conto "O coroa da pizzaria foi o segundo homem de minha mulher." Contei como foi nossa primeira e única vez com um casal. Também disse que não falávamos sobre o encontro. Só havíamos tocado neste assunto quando recebemos a ligação deles alguns dias após o encontro. Tudo correu bem e tranquilo por 2 anos. Nossas transas ficaram melhores e mais quentes. Ela gemia alto, pedia para ser fodida, tinha mudado seu comportamento na cama. Ela continuava sem trabalhar e eu ainda estava na estatal. Todas as sextas ela ia ao salão fazer as unhas, arrumar os cabelos e depilar. Quando eu chegava em casa ela estava linda me esperando. Quase sempre levava os filhos para às avós e ficávamos com as noites de sexta e sábado só para nós. Às vezes íamos para um Motel, ou saíamos para dançar. Teve uma sexta-feira que ela estava super excitada. Neste dia eu achei que ela estava lembrando daquela noite na casa do Valter. Ela me buscou na porta já me beijando e me arrastando para o chuveiro. Ela não me deixou falar nada, tirou minha roupa e começou a mamar o meu pau. Entramos no chuveiro e fizemos amor lá mesmo, era a primeira da noite. Saímos direto para a cama sem pelo menos nos enxugar. Ela virou sua linda bunda para mim e abriu seu cuzinho. Não queria que eu usasse lubrificante, ela queria que eu fosse bruto com ela. Comi o seu rabo e ela gozou tomando no cuzinho. Voltamos para o chuveiro. Eu ainda não tinha gozado. Ela então me chupou até gozar na sua boca. Ela me chamava de gostoso, puto, pauzudo, dizia que adorava quando eu a fodia. Metemos a noite toda. No sábado ela não me deu sossego. Durante a semana ela ainda deu para mim mais umas três vezes. Na sexta aconteceu tudo igual a anterior. Eu querendo saber de onde estava vindo tanto tesão resolvi perguntar.
Eu: "Amor, desde aquele acontecido nós mudamos na cama. Nunca falamos sobre aquele dia, mas sei que você mudou. Nestes últimos dias você está ainda mais tesuda."
Ela: "Lindo, realmente muitas vezes eu lembro daquela noite. Tenho certeza que eles não foram legais conosco. Fizemos o certo os evitando. Depois daquela ligação eles sumiram. Foi perigoso, corremos riscos. Fomos inocentes. Você tentou reagir, mas já era tarde.
O que ficou para mim foi a sensação de sentir pela primeira vez um outro pau de verdade, não um de silicone como a gente usava. O seu me satisfaz, mas confesso que gostei de dar para outro, principalmente com você vendo. Adorei ver você trepando com outra mulher. Você é muito, mas muito bom de cama. Outra coisa foi transar com outra mulher, adorei. Fico me imaginando transando com uma mulher linda e gostosa. Amor gosto muito de sexo em breve iremos conhecer um casal legal. Precisamos tentar, agora por nossa escolha. Eu te amo. Não quero te trocar por ninguém, mas podemos nos divertir."
Eu: "Assim como você tenho certeza que não foram legais. Na hora tive ódio deles, muita raiva de você, mas eu fui o idiota, devia ter te tirado de lá.
Mas por que nestes últimos finais de semana você está nesse fogo todo?"
Ela: "Nada amor, é só vontade de transar com você."
Eu: "Então quer fazer outra troca, pensa em alguém, alguns de nossos amigos?
Ela usando de sua sinceridade disse: "Às vezes vejo algo que me excita, aí desconto em você, se um dia eu me sentir segura eu te falo. E se quiser, quem sabe, né? Toparia?"
Eu: "Confesso que às vezes fantasio, eles erraram, mas mexeram conosco. Hoje me sinto preparado para outras aventuras. Só não vou procurar, até porque foi foda te ver gozar em outro pau."
Ela: "Amor não zangue comigo, mas de vez em quando me dá vontade de arrumar um cara gostoso e dá para ele na hora que você estiver chegando. Só para você me dar um flagra, o cara assustar e depois os dois me foderem. Loucura!"
Eu: "Então tem essa fantasia?"
Ela balançou a cabeça afirmativamente.
Ela: "Fique tranquilo, não vou fazer, tenho medo de alguém saber. Esquece."
Quando eu ia falar algo ela tampou minha boca com um beijo e transamos a noite Toda."

Uns dias antes do Carnaval, minha cunhada ligou nos convidando para irmos com os meninos para sua casa em uma chácara no interior. Disse que tinha chamado a mãe delas, mas minha sogra já tinha uma viagem marcada. Então só iríamos eu, Cris e os filhos. A irmã tinha um filho que estava ansioso para encontrar os primos. Queriam jogar videogame. Cris aceitou por causa das crianças, disse que preferia ficar em casa, mas por causa dos nossos filhos, iriamos.
A irmã de Cris é dois anos mais nova do que ela. O marido é da mesma idade da irmã 32 anos. Ela se chama Ana e o marido Pablo. Pablo deve ser do meu tamanho, branco, cabelos pretos e cavanhaque. Ana é um pouco menor que a irmã, linda, são bem parecidas, morena clara, cabelos pretos e grandes. A diferença era no corpo. Ana tem bunda maior, e peitos médios. Ela é muito alegre, fala muito, ao contrário da irmã, carinhosa e gosta de distribuir beijinhos. É uma pessoa agradável. O marido é mais sério, mas um cara muito legal. Trabalha pra caramba. Só se solta após umas cervejas. Chegaríamos na quinta-feira antes do Carnaval. Eu tinha uns dias de folga e tentamos evitar o trânsito nas estradas. Na quinta pela manhã os filhos tinham aula. Eu acordei sendo chupado por Cris. Ela estava nua. Tinha levado os filhos para a escola, tomou banho e veio me acordar. Ela estava mais linda do que sempre. Me chupava e me olhava. Chegou a babar no meu pau.
Ela: "Preciso trepar amor, preciso muito de sua rola. Me fode amor. Me trata como puta. Estou louca."
Eu: "Tudo que você quiser amor. Mas que fogo é esse?"
Ela: "Minha xoxota está pingando de tesão. Não sei. Acho que é porque lá não vamos transar. Eu não posso mais transar na casa de ninguém. Fiquei escandalosa. Vem preto - as vezes ela me chama assim, sou moreno claro, mas é por causa da pele do meu pau que é escura. Ela acha lindo o contraste com a cabeça rosa - come o meu cuzinho."
Levantei, fui na suíte escovar os dentes e voltei. Ela estava na beirada da cama, com a cabeça cravada no travesseiro, com as mãos abria suas nádegas e já tinha o anelzinho quase que rosa, lubrificado. Dei uns tapas naquela bunda linda. Posicionei a cabeça do meu pau na entrada do cuzinho e forcei, ela empurrou a bunda e entrou tudo. Ela adora sentir minhas bolas batendo na sua xoxota. Ela pediu para eu não parar. Ela começou a rebolar e a falar sacanagens.
Ela: "Goza muito no meu cu seu safado, sei que vai ficar com o cacete duro vendo o rabo de minha irmã, mete na sua mulherzinha, safado, se olhar para a bunda dela eu dou para o lerdo do Pablo. Cuidado amor, amoooorrrrr, vou gozar tomando no cu. Enche ele de porra amor." Eu batia nas suas nádegas e metia com força. Ela gozou e eu enchi o cuzinho dela de porra." Deitei em cima dela e continuei com o pau no seu cu. Ela arfava e me oferecia sua boca. Tirei o pau do rabo dela e a tomei nos braços. Ela sorria e me beijava.
Olhou para mim e disse: "Você mete muito amor, Mara naquele dia me disse que você é muito bom de cama. Que eu tomasse cuidado. Não te falei para você não ficar convencido. Amor, do jeito que ando, só você para apagar meu tesão."
Eu: "Que história é essa de eu olhar para a bunda de sua irmã?"
Ela: "Não foi uma nem duas que vejo você de olho no rabo dela. Sempre vou até você te dar um beijinho e encosto em você, adivinha quem está de prontidão? Amor, mesmo antes de casar você olhava para a bunda dela e para o decote. Eu sabia que podia confiar em você. Mas nela, não sei não."
Eu: "Para com isso amor, ciúmes de sua irmã, para?"
Ela: "Ciúmes não, cuidados, ela é muito gostosa e chama atenção de todo homem, por que você seria diferente. Adoro ela. Mas quando ela está falando com você e pega na sua coxa, meu sangue ferve. Uma hora eu vou mandá-la pegar no seu pau. - Falando para ela mesmo - Puta merda, acho que estou com ciúmes. Também me comeu gostoso demais. Vamos tomar um banho, antes de fazer almoço quero dar mais uma vez para você. Te amo! Eu só ria e a beijava. Vamos ver como vai ser esta viagem.
Fizemos amor, ela foi fazer o almoço e eu buscar as crianças. Dormimos um pouco após o almoço, fomos tomar banho juntos, fizemos amor novamente e fomos viajar.
Cris foi contando casos para os filhos e riam muito. Ela mantinha a mão sobre a minha coxa e às vezes me acariciava e beijava meu rosto. Meu amor sempre muito contida, estava mudada.
Chegamos lá já no início da noite. Fomos efusivamente recebidos por eles. Muitos abraços e beijos. Minha cunhada estava linda, com um vestido solto e curto. Me elogiou dizendo que eu continuava lindo. Beijou a boca de Cris. Ela transbordava felicidades. Era uma casa grande de dois andares. Tinha uma pequena piscina e um gramado bem cuidado. A área gourmet ficava ao lado da piscina. Nesta primeira noite só lanchamos e ficamos jogando conversa fora.
No segundo dia as crianças ficaram na piscina o dia todo. Os adultos só bebiam, faziam churrasco e conversavam. Até o momento minha mulher não encostou em mim, então eu devia estar me comportando bem, ou seja, não havia olhado para bunda da irmã dela. Isso até a noite cair.

Chegou à noite as crianças foram jogar videogame e nós adultos ficamos na área gourmet. Começamos a jogar buraco e a falar besteiras. Já era tarde e os filhos foram deitar. Nós quatro resolvemos ir tomar um banho e voltar para atravessar a noite jogando. Era uma noite terrivelmente quente. No banho tive que transar com Cris, ela queria nem que fosse uma rapidinha. Ela me beijava com tanta vontade, parecia que estávamos em lua de mel.
Ela: "Continua assim, nem uma olhadinha para a bunda da Ana. Se continuar comportadinho, vai ganhar cuzinho quando deitarmos. "
Rimos e continuamos a transar.
Elas desceram se shortinhos larguinhos e sutiã dos biquínis. Eu e Pablo estávamos só de calção.
Assim que chegamos na área gourmet, a irmã dela fala: "Gente, que demora, não acredito que estavam tirando uma."
Na hora Cris respondeu: "Claro que sim, foi uma bem rapidinha para acalmar o Lélio."
A irmã: "Uai, por que ele estava nervoso?" Disse e deu uma gargalhada.
Cris: "Ainda bem que ele só fica nervoso. Oh benção!"
Ana: "É mesmo compadre, tá com essa bola toda?"
Eu: "Não sei de nada."
Pablo: "Gente, gente."
Cris: "Aninha, eles ficaram sem graça. Compadre, pode ficar tranquilo porque sei que você manda bem. Aninha já me disse."
Pablo falando comigo: "Compadre, onde elas vão parar?"
Eu: "Não sei, ainda mais que vieram vestidas assim, vai saber às intenções."
Todos riram.
Ana: "Gente, nós ainda estamos mandando bem, comadre só tem elogios para você compadre. Mas mudando de prosa, mas no mesmo assunto, vocês têm alguma fantasia sexual, se tem pode falar? Gente, não me vem com essa de estar com vergonha, somos bem grandinhos e já sabemos de onde os bebês saem. Hein, podem falar?"
Pensei - tomara que Cris não fale nada, tomara - e ela falou.
Cris: "Olha, este assunto pode mexer com nossa libido e ultimamente não estou podendo nem ver o meu marido que já me assanho. Já que é curiosa, e estamos em família e guardaremos segredo - pensei, fodeu! - fale você primeiro Aninha - Ufa! Cris mandou bem -"
Ana: "Gente, eu e Pablo gostamos de ver uns filminhos de vez em quando. Confesso que gostamos quando tem troca de casais. Acho muito excitante, gosto mais quando tem um algum enredo, ambos gostamos. Pablo então, vixe, vira um leão."
Pablo: "Gente é muito exagero, mas é excitante. Claro que ficamos só na imaginação, mas aí entra uns brinquedinhos que ela adora e pronto."
Ana: "Não teria coragem."
Cris: "E se um casal amigo de vocês insinuarem?"
Ana pela primeira vez ficou ruborizada.
Ana: "O Pablo acho que pensaria, eu negaria, ou aceitaria pelo Pablo, o que não seria legal. Tenho medo, sei lá. Sou de falar, mas na hora que o bicho pega, acho que corro. E vocês?"
Cris: "Vou contar para vocês uma história verídica que aconteceu com um casal amigo nosso. Na história tem duas coisas. Talvez vocês os conheçam, sofreram talvez uma covardia, mas hoje eles querem por eles mesmos."
O jogo parou e Cris contou nossa história com Valter e Mara como se fossem outras pessoas.
Eles quase não respiravam, se ajeitavam nas cadeiras, sentia o tesão aflorar neles. Ana acariciava o marido por debaixo da mesa. Era sutil, mas perceptível. Cris contou detalhes. Até mesmo a covardia que eles fizeram.
Ao final Ana disse: "Porra, este é o meu medo. Embora eles não foram para isso. Mas que história mana."
Pablo: "Nem sei como reagiria depois, mas foi melhor largar para lá. Eles, por linhas tortas, descobriram o que queriam. O importante é eles se amarem e confiarem um no outro. Legal!"
Ana olhando e apontando para Cris diz: " Pablo, foi eles, não foi mana, não foi?"
Cris pela primeira vez chorou depois daquele dia.
Cris: "Foi. Aqueles desgraçados, talvez com mais um minuto de papo, nos teriam. Fantasiamos tanto. Mas passou. Pronto!"
Pablo: "Comadre, que merda, que filhos da puta, e agora, como estão? Acabou a graça ne? Filhos de uma puta."
Cris: "Porra nenhuma, só estamos esperando as pessoas certas, é difícil achar no meio das nossas amizades, até porque ninguém quer se expor."
Ana: "Eu e Pablo já pensamos em ir em uma casa de swing, só para ver. Falta coragem."
Ana: "Irmã vou te perguntar algo que se não quiser responder, entenderei. Gostou é, sabe, de dar para o cara, se lembra?"
Cris: "Ele tinha um pau menor do que o do Lélio, mas mais grosso. Preencheu minha xoxota. Era lindo, grosso, branco com a cabeça enorme em cone. Tinha um fôlego absurdo. Gozei muitas vezes. O gozo dele era farto. Isso eu quero sentir novamente, Lélio já sabe. Gostei de beijar outra mulher, gostei de chupar e sentir o gozo dela na minha boca. Gostei de gozar sendo chupada por ela. Gostei de ver o Lélio meter nela. Dá muito tesão ver o seu marido fazendo outra mulher gozar até empinar o corpo. Aquela fdp, que era linda, ainda disse que meu marido trepa muito e era para eu cuidar dele. Gostei de fazer DP."
Ana: "Uau, então vai fazer novamente?"
Eu: "Vamos, é só achar as pessoas certas."
Cris: "Esta conversa me deu um tesão danado."
Pablo: "Fiquem à vontade, a casa é de vocês. Acho que iremos subir."
Ana: "Tirando a parte ruim, também estou com tesão. Tomara que encontrem outro casal.
Despedimos e subimos. Na verdade, não transamos, dormimos abraçadinhos. Fomos acordados pelos filhos. Todos fomos para a piscina. Foi um dia maravilhoso. Ana e Cris estavam lindas. Usavam biquínis minúsculos, desta vez não aguentei ficar sem olhar a Ana. Cris algumas vezes veio até mim me abraçar.
Eu já dizia nos ouvidos dela: "Perdão amor, mas ela é muito gostosa."
Ela: "Gente, despista, fica sentado ou pula na água, seu pau está enorme. Agora, meu cunhado também está com tesão e que pau grosso. Acho que a conversa de ontem mudou alguma coisa nele."
À noite os meninos subiram para jogar e nós ficamos na beira da piscina.
Depois que eles subiram, voltamos às conversas do outro dia. O assunto se estendeu até os filhos descerem e falar que iam dormir. Por volta de 1hr da manhã entramos os 4 na piscina.
Ana pergunta: "Compadre, em que pensava mais cedo que estava de pau duro? Era na mana?"
Cris: "Então você viu, não falei seu tarado. Ele fica assim por mim quando estamos sozinhos, mas aqui é por você, ele morre de tesão na sua bunda. Muitas vezes deixo ele imaginar que está comendo você. Pronto, falei."
Ana: "É irmã, então fodeu, Pablo ontem me comeu falando que só de imaginar você de quatro ele quase gozou aqui na mesa. E olha o pau dele é bem grosso."
Elas riram.
Ana tirou a parte de cima do biquíni expondo seus seios lindos e grandes. Cris disse que para a irmã não ficar sozinha tirou os dela para fora. Eu caí de boca, mamei minha mulher e apertei o seu rabo. Pablo também começou a mamar em Ana. Ana pediu um tempo, enrolou na toalha, subiu até os quartos dos meninos, conferiu se eles estavam dormindo e trancou as portas deles por fora, foi até lá embaixo e nos chamou para a suíte deles.
Subimos e entramos no quarto. Ana: "Bom, se vamos ficar sarrando, perto um do outro, que seja em segurança. Elas estavam só de biquínis e nos de sunga. Ela foi até o banheiro, ligou a imensa ducha e disse: "Mana, meu banheiro é enorme, vamos tomar banho. Os quatro ou cada hora um casal?"
Cris: "Vocês sabem bem o que vamos fazer, pode ser que passe de um sarro. Faz assim eu e Lélio vamos tirar esta água de cloro e nos lavar. Vocês fiquem pensando aí, quando sairmos vocês entram e falam conosco o que querem. Pensem que isso vai mudar nossas vidas. Hoje só imagino o pau grosso de seu marido. Se Continuarmos eu vou trepar com ele, entendeu? Pensem!"
Fomos primeiro e nos lavamos. Meu amor fez sua higiene para rolar tudo.
Ela: "Amor, será que eles estão preparados?". Eu preciso que você me foda, eles vendo ou não."
Eu: "É um passo perigoso. Tomara que pensem."
Saímos e eles se beijaram.
Ana: "Talvez vocês não entenderam. Queríamos conhecer um casal que confiássemos. Nós já estamos ensaiando essa troca há muito tempo. O medo atrapalhava. Nós confiamos nossa vida a vocês, pode confiar em nós. Por que procurar fora. Podemos até no futuro querer outras pessoas. Mas agora queremos vocês. Vamos tomar um banho e eu vou fazer uma ducha higiênica, quero tudo. Principalmente agora que sei da tara do meu compadre em minha bunda."
Eles entraram. Cris deixou apenas as luzes sobre a cama que são fracas acesas. Ligou o som ambiente na nossa playlist e ficamos dançando. Ela me beijava apaixonadamente.
Olhou para mim e disse: "Não tem mais volta, está pronto para comer sua cunhada? Está pronto para ver o meu cunhado me foder?"
Eu: "É o que quer?"
Ela: "Sim."
Eu: "Então vamos dançar."
Minutos depois eles saem do banheiro, nus, Pablo tinha o pau grosso e cabeçudo, Ana estava depiladinha, tinha um sorriso lindo.
Veio até nós e perguntou: "Vale tudo?"
Cris: "Tudo."
Ana: “Então mana, vem me ensinar como ficar com uma mulher.”
Ana se aproximou da irmã, puxou ela pela mão e começaram a dançar juntinhas. Cris beijava o pescoço da irmã e acariciava aquela bunda linda e grande. Eu e Pablo assistíamos a tudo. Cris começa a beijar a boca da irmã. Elas brincam com suas línguas. Ana começa a acariciar os seios pequenos de minha esposa. Como são lindas. Deitaram na cama na posição de 69 e se chuparam até que Ana gozou fartamente na boca da irmã, minutos depois foi a vez de Cris. Transaram e gozaram por muito tempo. Ana veio até mim, enfiou sua língua na minha boca e apertou seu delicioso corpo em mim. Olhou para mim e disse: "Sentiu que delícia o gosto do gozo da sua mulher. Minha irmã é muito gostosa. Cunhado, quero ser sua putinha, faz tempo que imagino o seu pauzão na minha bunda. Me fode amor. Olha essa bunda redonda, é toda sua."
Eu a beijei e comecei a mamar naqueles seios que tanto desejei. Deitei ela na cama e a chupei toda. Como Ana é gostosa, a buceta raspadinha é uma delícia, sua xoxota é estufada, sua rachinha é um risco, seu grelinho proeminente. Ajoelhei na frente dela e pincelei meu pau naquela bucetinha, ela estava brilhando. Que corpo perfeito. Deitei sobre ela e beijei os seus seios. Eram perfeitos, os bicos duros e rosados. Mamei e mordisquei seus peitos. A cada vez que eu beijava o seu pescoço, ela levantava os quadris. Ela mexeu seus quadris até encaixar a cabeça do meu pau na sua xoxota.
Ela sussurrou e gemendo nos meus ouvidos: "Empurra amor, por favor empurra esse pauzão na minha rachinha." Eu empurrei até a cabeça entrar. Ela gemeu e mordeu meus ombros e gozou. Que lindo foi ver ela gozando. E dentro só tinha a cabeça. Ao lado o marido dela era chupado por minha mulher. Cris estava encantada o pau grosso de Pablo. Passei minha língua por todo o corpo de Ana até encontrar sua rachinha. Suguei e beijei o pequeno clitóris. Ela mais uma vez gemeu e tremeu seu corpo. Ela gozou na minha boca. Virei ela e fiquei admirando a bunda linda de Ana. Como era perfeita. Abri suas nádegas e fiquei olhando para o cuzinho lindo. Passei meu pau na sua xoxota até melar o meu pau. Coloquei na entrada de seu cuzinho e ela levantou o bumbum. Segurei sua cintura e empurrei, ela cerrou os dentes e empurrou o bumbum contra mim. A cabeça entrou. Ela segurou a mão da irmã que estava sendo fodida na buceta pelo pauzão do Pablo.
Escutei minha esposa falando: "Relaxa seu cuzinho, ele é o melhor comedor de cu." Eu fui empurrando e ela ajudando. Logo ela rebolava e gemia. Aninha assim como a irmã conseguia gozar tomando no cu. Ela gozou. Ao lado, Cris gemia no pau de Pablo. Ela estava feliz. Tinha um pau como ela queria. Ela ficou de quatro e mandou ele foder sua buceta. Ela tinha gozado muitas vezes. Fui ao banheiro e lavei o meu pau. Voltei, coloquei Ana de quatro e fodi sua buceta. Ela gozou e disse que queria mais. O Pablo gozou na buceta de Cris. Ele gozava muito. A buceta da minha mulher estava toda aberta. Ana estremeceu e mordeu meu pau com sua buceta e caiu sobre a cama. As irmãs se beijaram e estavam felizes.
Cris: "Aninha, meu marido ainda não gozou. Consegui fazê-lo gozar?"
Aninha: "Vem amor, goza na bunda que tanto desejou. Ficou novamente de quatro e eu meti naquele rabo até eu gozar. Minha mulher tirou meu pau do cu da irmã e lambeu ele todo.
O quarto cheirava a sexo.
Cris: "Bom, eu achei maravilhoso, quero mais amanhã."
Pablo: "Se depender de mim continuamos."
Ana: "Amanhã de madrugada vamos trepar muito."
Eu: "E quando voltarmos?"
Cris: "O mais difícil para mim era fazer sexo com minha irmã. Foi ótimo, como Aninha é gostosa e como goza gostoso. Que mulherão. "
Ana: "Eu nunca tinha feito sexo com mulher. Olha mana, sempre que quiser eu faço. Adorei. E que pau gostoso tem o Lélio."
Cris: "O fdp de seu marido tem o pau igual ao do Valter, tirando que a cabeça do pau do Pablo é maior. Me fez gozar muito, nem imagino quantas vezes gozei."
No outro dia assim que os meninos dormiram, fomos para a suíte e fizemos sexo até amanhecer. Combinamos que para preservar as crianças, só faríamos sexo fora de nossas casas. Depois do Carnaval nos encontramos mais uma vez num Motel de BH, deixamos as crianças nas casas das avós e fomos a um Motel. Lá foi muito melhor porque as meninas se soltaram. Gozaram gemendo alto, gritaram, pediram rola, pediram tapas, foi muito bom. Quando estamos com a família, nos tratamos com muito respeito. A regra é sempre os quatro juntos, nada de visitas ou encontros com dois ou três, sempre os quatro. O carinho entre as irmãs aumentou.
Se um dia, conhecermos um casal que os quatro gostem e valha muito a pena, quem sabe.
Em julho minha sogra vai levar os meninos para Disney. Aí estamos programando uma viagem os quatro para um resort.
Fim!

Foto 1 do Conto erotico: Minha cunhada e o marido no Carnaval. (O coroa da pizzaria foi o segundo homem de minha mulher)


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Ficha do conto

Foto Perfil caiocontosreal
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Nome do conto:
Minha cunhada e o marido no Carnaval. (O coroa da pizzaria foi o segundo homem de minha mulher)

Codigo do conto:
256816

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/03/2026

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