Leio muitos contos, e escrevo os meus também. Muitos parecem real, e muitos parecem uma fantasia do que gostariam que realmente tivera vivido.
Chego o momento de contar uma história real.
Quando adolescente descobri o amor, e me apaixonei perdidamente, esse amor carrego a anos, por alguém linda, vaidosa e de temperamento forte.
Essa menina hoje é uma mulher, maravilhosa, mesmo sendo mãe já, tem um corpo magnífico.
Linda sempre foi, o sorriso é nota 1000.
Só que havia um problema, esse amor sempre foi proibido, pelo simples fato dela ser minha irmã.
Ela foi casada muitos anos, teve filhos e recentemente separou.
Eu casei tive filhos também, segui minha vida, com esse sentimento escondido apenas para mim, durante esse tempo todo.
Quando jovens de forma precipitada e imatura tentei várias vezes revelar meu sentimento, mas ela refutava por ser irmão.
O tempo passou envelhecemos, mas pra minha sorte o tempo foi generoso comigo.
Era feinho que dói, agora aos mais de 40 chamo atenção de moças entre 20 e 30 anos, ptlra mim até estranho pois nunca fui de ser um bom pra Pra ninguém, agora as mulheres se aproxima com interesse.
Por ser casado e não poder viver o amor que realmente sinto, nunca dei muita atenção pra outras mulheres.
Tudo mudo com a separação da minha irmã, a gente acabou ficando mais próximos, ela passou por algumas dificuldades e começou a contar comigo, e eu prontamente fiquei a disposição.
Passamos a trabalhar num extra a noite.
Minha irmã por ser demais chamava a atenção.
Uma linda bunda, peito nem grande nem pequeno, ideial, cintura de um mulher perto dos 40.
Mas vou parar de me alongar, nesse trabalho extra na noite eu buscava e levava ela de casa pro trabalho e vice versa.
Numa noite o trabalho terminou cedo, ela me disse que não queria ir pra casa, queria parar em um barzinho. Que eu a dedica-se lá que depois ela chamava um Uber.
Eu disse que precisava me distrair , que eu daria um tempo lá com ela.
Sentamos e começamos a beber, dar risada e falar dos nosso casamentos, ela falou mais do dela que eu do meu, o pouco que falei foi que.
Eu havia me casado e que nunca fui realmente apaixonado por minha esposa, apesar de ter um carinho enorme por ela, que eu amava uma outra mulher, que a anos nutria esse sentimento, que admirava aquela mulher por sua força, por sua beleza, por ser maravilhosa.
Ela me perguntou quem era, e por que eu não tinha lutado pra ficar com ela?
Respondi que não podia dizer quem Era, e a mulher era proibida pra mim.
Notei que depois do nosso papo, ela ficou mais tímida, e deixava escapar sorriso pra mim.
Chego um momento ela me disse.
-Mano, me leva para casa.
Achei cedo, fiquei triste, estava adorando a companhia dela, estava me sentindo em um encontro com ela.
Chegando no carro ela voltou falar daquela mulher que eu tanto amava, dizendo.
-To morrendo de curiosidade, quem é essa mulher muito especial, adoraria que alguém senti-se o mesmo por mim.
Fiquei quieto, e corei na hora, ela notou que fiquei encabulada.
-Mano, sou eu a sua mulher do sonhos?.
Permaneci em silêncio, fiquei com medo de confirmar e ela se afastar de mim, ficar magoado, gente é muito difícil dizer pra sua irmã que você nunca a viu como irmã, mas como mulher.
Então ela pediu pra para o carro, fiquei com medo dela querer descer, e não querer me deixar levá-la em casa. Falei que a deixaria em casa, ela insistiu e me fez para no acostamento. Quando eu parei, pra minha surpresa, ela olhou no meu olho e falo.
-Você não quer dizer quem é, tudo bem. Mas se for eu, se existe alguma chance de ser eu, me beija, eu vou deixar.
Meu coração foi a 200 batidas por minuto, quase parei de respirar, estava com muito medo de ser um truque pra me pegar. Virei pra ela, coloquei a mão em sua cintura, nossos olhos um vidrado no outro, fomos nós aproximado lentamente, paramos a Milímetro um rosto do outro, sem falar apenas com expressão facial, foi como eu pergunta-se a ela se ela tinha certeza, e ela com a cabeça aceno positivamente. E aí aconteceu a coisa mais gostosa de toda minha vida, nosso beijo, demorou, longamente, ficamos praticamente sem fôlego, mas nem eu nem ela queria termina aquele momento. Sentindo o calor dela, o hálito delicioso, o toque suave das mãos dela me acariciando durante aquele beijo apaixonante. O beijo ch2gou ao fim, precisávamos respirar, liguei o carro e voltei a dirigir, não falamos mais nada, parei em frente ao apartamento dela.
-Estou sozinha, meu filho foi passar o fim de semana com o pai, sobe, precisamos conversar.
Atendi seu pedido, guardei o carro na vaga dela no ap subimos, sem falar nada.
Já sentados na sala, não conseguia-mos conversar, passamos mais de uma hora só aos beijos, e carícias, aquela noite não conseguiríamos resolver nada.
Me tornei mais ousado acariciando seus seios, apaupando sua bunda com mais força, arrancando suspiros dela, deitei sobre ela, meu pau começou a roçar sua bucetinha, quando fui colocar a mão na sua buceta, ela segurou meu braço e disse que na sala não, que teríamos que ir pro quarto.
Quase faleci de tanta emoção, ela iria me dar.
Fomos ao quarto, ela me disse pra deitar e aguardar ela, que ela iria ao banheiro e logo voltaria.
Escutei o chuveiro.
Como sou muito apaixonado por ela, passou por minha cabeça que ela poderia se arrepender e aquela noite nunca mais acontecer, imaginando que ela não iria querer transar sem camisinha, E que ela deveria ter em casa.
Procurei e até com facilidade achei em um criado mudo, ai veio a ideia mais louca da minha vida, no corredor que leva a sala aos quartos tem um mural de fotos, presos com alfinete, corri peguei um e furei as 3 camisinha que estava lá.
Votei a deixar as camisinha no lugar, e coloquei o alfinete no lugar , escondendo todas provas.
Mais alguns segundo ela adentra ao quarto, enrolada em uma toalha, cheirosa, eu só queria agarra-la. Fui tomei uma dica rápido, encontrei sua calcinha no banheiro, cheirei muito.
Totalmente pelado voltei pro quarto, meu pau estava explodindo de tanto tesão, ela olhou pra ele, não que seja um monstro, mas tenho uma ferramenta satisfatória, ela ainda de toalha me aproximei, voltei a beija-la, eu de pé ela sentada na cama, paramos o beijo e ela me abriu a toalha e me puxou pra cima dela, os beijos estavam muito quente, eu morei meu pau em sua curtinha, ela me pediu pra esperas.
-Calma, eu tenho camisinha, vamos usar, não tô tomando remédio, e posso ficar grávida.
Eu disse que tudo bem.
Ela pegou uma das 3 camisinha, ela mesmo colocou em mim, me acariciando, voltamos a nós beijar, coloquei a cabeça do meu pau na entrada e fui colocando bem devagar, aproveitando cada milímetro, sentindo a delícia daquela buceta, apesar da camisinha tirar a delícia de sentir realmente o interior da vagina.
Comecei a meter devagar, cada vez que enterrava tudo, ela soltava um gemido gostoso em meu ouvido, comecei a sentir suas unhas na minhas costas, aumentei o ritmo, ela soltava gemido e eu amando o jeitinho dela na cama, ela me acariciava, senti ela ficando mais ofegante, ela gozou a primeira vez, eu continuei, chupando seus peitos, parecendo um bebê faminto, ficamos o tempo todo em um papai e mamãe, era nossa primeira vez, não arriscamos nenhuma posição difente.
Anunciei que iria gozar, aumentei ainda mais o ritmo, ela começou a gemer mais, senti que gostamos juntos.
Ficamos ali, quase desfalecidos, ela me segurou em cima dela, ela disse que adorava sentir o pau mudar dentro dela depois do gozo, quando o meu pau escapou de dentro dela, a gente deito e pegamos no sono.
Acordei pouco mais de uma hora depois, lembrei que era casado.
Mandei mensagem pra minha esposa dizendo que o trabalho iria até mais tarde.
Que ela poderia confirmar com minha irmã, mau sabendo que era minha irmã a mulher que estava chiafrando ela.
Comecei a beija-la, ela acordou, achei que ficaria brava, mas acordou com mais fogo que eu, chupei sua bucetinha, sentiu o delicioso gosto dela, lambida mordia, hora outra minha língua escapava em seu cuzinho. Ela retribuiu a deliciosa chupada em sua buceta, que fez ela gozar.
Ela abocanhou meu pau, brincando com minhas bolas, chupava e me punhetava , tive que me controlar pra não gozar.
Ela foi na gaveta pegou mais uma camisinha, colocou em meu pau, a gente se olhava e trocavamos sorrisos, não conseguia-mos dizer nada um pro outro.
Ela sentou em meu pau, eu fiquei parado, e ela de forma sexy, e deliciosa começou a roçar sua buceta em meu pau, tentei me erguer e tomar controle, ela me empurrou de volta, no sinal que aquele momento ela estáva no controle, eu apaixonado permiti, eu era dela, estava feliz por isso, ela bem devagar aproveitava meu pau em sua vagina, ela mordia meu peito, me beijava, ela sentiu meu pau inrigecendo anunciando o gozo, ela já havia gozado, explodiu em um extase.
Cansando e anestesiados de tanto prazer.adormecemos novamente.
No amanhecer Acordei, ela acordou, de certa forma caiu a fixa do que havíamos feito, tentei mais uma transar, mas ela me disse que estava confusa.
Mas eu precisava usar a terceira camisinha e sumir com possíveis provas contra mim, ela disse que não estava afim, respeitei levantei e fui me vestindo, ela foi na cozinha e fez um café pra gente. Tomando o café, comecei a falar.
-Desculpa, você está arrependida.
Ela respondeu
- não tô arrependida, confusa, preciso pensar, pois foi bom demais, eu queria somente transar, mas foi mais especial que isso. Me da uns dias.
Falei pra ela não se afastar de mim, queria estar perto dela.
Ela respondeu que agora ela não iria querer eu longe dela.
Passou uns dias ela me liga, pediu pra ir em sua casa, que estava sozinha, cheguei, a gente com muito pra falar um pro outro, mas nada foi dito, a gente se agarrou e fomos direto pro quarto, lambi sua bucetinha, ela deitada com o peito na cama e a bunda arrebitada puxei violentamente sua calcinha, peguei a camisinha em seu criado mudo e soquei forte, a gente não estava fazendo amor, a gente tava rodando mesmo, a gente queria realmente meter.
E metemos, ela gozou e logo foi minha vez, foi uma rapidinha, pra alivia a tensão e poder conversar melhor.
Depois da foda, nos vestimos e fomos pra sala, apreciamos namorados, ela me falando que tinha se apaixonado, que pensava em mim o tempo todo, que teríamos que ver como seria, mas tínhamos que ficar juntos, tínhamos que nos ver sempre que der.
Concordei com tudo, sempre fui apaixonado, fui na geladeira e fiz um sanduíche pra mim, ofereci pra ela, ela negou disse que estava meio ruim do estômago, que estava enjoada, achava que era algo que ela tinha comido.
Meu coração disparou, eu sabia antes dela o que estava acontecendo, somente eu sabia que as camisinha estavam furadas.
Eu estava tão feliz que disse que tinha que ir, pois ela iria notar minha felicidade e poderia desconfiar do que eu fiz.
Beijei ela muito, me despedindo da mãe do meu filho, e fui em um bar comemorar, eu tinha conseguindo, ela estava grávida.
Os dias seguintes foram longos, eu aguardando a mensagem dela confirmando, toda vezes que ela ligava ficava imaginando ela me dizendo da gravidez.
Mas alarmes falsos, até ela me falou que adorava a ansiedade que eu tinha de ouvi-lá.
Ainda lembro bem, uma quarta de manhã ela me liga.
Eu atendo.
- Bom dia amor!
Ela.
- Oi amor, preciso muito te ver.
Eu
- Eu quero muito ver você.
Ela.
- Vamos almoçar juntos?
Eu.
- Eu compro o almoço e vou no seu ap.
Ela
-Ok
Eu já imaginei que ela tava tensa, e que ela iria me contar que eu já esperava.
Importante disse que depois das 3 camisinha, transamos mais algumas vezes, já com camisinhas sem furos.
Cheguei no apartamento, coloquei o almoço na mesa, e ela nem esperou nada, me abraçou, a gente abraçado.
Ela começou a falar
- A gente fez tudo sempre direito, sempre se protegendo.
Eu
- Sim, mas por que amor?
Ela
- Você acredita que você é o único em minha vida?
Eu
-Jamais duvidaria disso.
Ela
- Não sei explicar, maaas
Uma pausa
Eu
- Mas o que amor?
Ela
- Tô grávida.
Desmaiei.
Continua....