Era uma tarde de quinta-feira, verão em Salvador, próximo ao Carnaval, época que os ânimos ficam à flor da pele. Eu estava com muito tesão e com vontade de experimentar algo diferente. Lembrei desse cinema pornô que fica próximo à praça Castro Alves. Já tinha estado umas duas vezes lá, uma vez recebi uma mamada nas cadeiras do cinema e na outra comi uma travesti.
Passei em uma farmácia, comprei um pacote de camisinhas (depois me arrependi de ter comprado apenas um), e fui para o cinema. Levei o dinheiro trocado para não dar muita bandeira, paguei o ingresso e entrei rapidamente. Logo que entrei fui tateando as cadeiras, até as vistas se acostumarem com o escuro, e sentei bem no meio nas últimas fileiras. Não queria ser incomodado em um primeiro momento. Fique tentando encontrar alguém que me interessasse. Mesmo sendo escuro, depois que os olhos se acostumam dá pra ter uma ideia pelas silhuetas.
Chegou um rapaz, alto, magro, cabelo rasta não muito comprido, parou encostado na parede e ficou mexendo no pau por cima da bermuda. Percebi que ele tava com muito tesão, e pude notar também o grande volume que se formou na bermuda. Pensei comigo mesmo: "É ele". Fiquei observando-o, ele foi em direção aos banheiros da esquerda que ficam mais iluminados, voltou, deu a volta pela frente da tela e saiu da área fo cinema para o bar que fica na antessala. Pensei que tinha ido embora, teria que procurar outra vítima.
Para minha surpresa, não demorou muito ele voltou, e foi em direção ao quartinho escuro que fica atrás da tela. Não pensei duas vezes, levantei e fui atrás. No corredor passei por dois carinhas nada interessantes, e me dirigi ao quartinho escuro, os dois do corredor logo vieram atrás de mim. Embora o quarto seja totalmente escuro, naquela hora da tarde entra um pouquinho de luminosidade pela sistema de ventilação, então dá pra ter noção de algumas coisas pelas silhuetas. Aos entrar no quarto percebi que tinha vários homens, ouvia alguns gemidos, sons de punhetas, eu estava muito excitado, com a pica duríssima e o cuzinho piscando. Tinha dois caras sentados chupando dois caras em pé. Um ajoelhado chupando outro em um canto. E os outros todos em pé. Fui para um cantinho na parede para os dois que vieram atrás de mim não me importunarem, enquanto eu tentava localizar a minha presa.
Localizei, lá estava ele, encostadinho na parede, pegando na rola por cima da bermuda. Nao perdi tempo, fui chegando perto, encostei meu braço no dele, ele percebendo o que eu queria tirou o pau para fora da bermuda, então levei a mão para sentir a rola dele, e para minha surpresa, que jeba enorme. Grande e grossa, quase minha mão não fechava em volta dela. Estava muito dura. Me ajoelhei na frente daquele caralho gigante, baixei a bermuda dele até os joelhos e comecei beijar aquela cabeçona. Estava doido, passava a língua, sentia aquela glande entre meu lábios. Aos pouquinhos comecei a mamar aquele mastro tentando engolir todo. Passei a mão na barriga dele, senti a barriga chapada e peluda, adoro barriga peluda. Desci a mão para a base do pau e pude sentir que estava bem pentelhudo. Agora que descobri os pentelhos, queria sentir meu nariz enterrado neles, então comecei a tentar engolir toda aquela jeba enorme para meu nariz mergulhar naqueles pentelhos suados, até que consegui. Às vezes engasgava, mas que sensação maravilhosa.
Mas eu queria mais, queria sentir aquela trojoba toda dentro do meu cuzinho apertado, que raramente via um pau. Nem sabia se iria aguentar aquilo tudo, me arrependi de não ter comprado um lubrificante. Enquanto mamava com volúpia, comecei a cuspir na mão e lubrificar meu buraquinho com cuspe. Quando já estava cheio de cuspe, tirei uma camisinha do bolso e coloquei nele, que não esboçou reação. Levantei, e levei aquela casseta grande na direção da minha bundinha. Dei mais uma cuspida e botei a cabeçona na portinha do meu anelzinho. Mal encostou ele já me pegou pela cintura e começou a forçar. Tava difícil de entrar aquela tora enorme no meu rabinho apertado. Então dei mais uma lubrificada, encaixei de novo e me abaixei para facilitar a entrada, ficando com o rosto na altura da cintura. Nesse momento sinto outras duas rolas batendo na minha cara, uma mais grossa do mesmo tamanho da do rasta e outra não tão grossa, mas pentelhuda e dura igual uma pedra. Dois descarados, estavam acompanhando a minha putaria de perto, só esperando uma oportunidade.
Não me fiz de rogado, abocanhei logo uma enquanto punhetava a outra. Nesse momento percebi que estava realizando um dos meus maiores fetiches, levar rola pelos dois buracos enquanto pegava em outras rolas. Guloso que estava comecei a colocar as duas toras na boca ao mesmo tempo. Sentia aquelas duas cabeçonas dentro da minha boca, uma encostando na outra enquanto o rasta estava arrombando meu anelzinho. Foi então que senti os pentelhos do rasta pegando na minha bundinha, aquela tora gigante estava toda dentro de mim. Que loucura. Então ele começou a bombar dentro do meu rabo e o saco dele batendo nas minhas bolas ao mesmo tempo que sentia seus pentelhos nas minhas nádegas. Me concentrei na rola mais grossa para mamar com volúpia e logo estava sentindo a cabeça batendo na minha garganta, as bolas batendo no meu queixo e o nariz entrando nos pentelhos dele, sem esquecer de punhetar o outro caralho de pedra. Eu estava alucinado, queria gozar assim, com uma jeba enorme enterrada no meu rabo e outra na garganta. Mas naquela posição não conseguia me tocar, concentrei em dar satisfação aos três machos que me dominavam. Não demorou para sentir aquela tora pulsando dentro do meu cu, segurando a minha cintura com força e gozando feito louco dentro de mim. Queria sentir o outro ao mesmo tempo despejando leite na minha garganta mas fiquei com medo. Então assim que o rasta saiu de dentro de mim, deixando meu rabinho escancarado, me ajoelhei e comecei a mamar novamente os dois para dar tempo de me recuperar. Mas eu ainda queria mais, então escolhi o da rola menos grossa para continuar o serviço, pois meu rabinho ainda estava ardendo do mastro enorme do rasta. Coloquei a camisinha nele. Coloquei o da rola mais grossa encostado na parede, para eu ter apoio, comecei a chupá-lo enquanto o outro começou a me fuder. Entrou fácil, a pica dele era menor que a do outro e eu já estava todo arrombado. Nessa posição agora eu conseguia me punhetar para gozar, mas eu queria gozar com uma rola grossa me arregaçando todo. Não demorou muito aquele sacana encheu meu rabo de leite também. Mas não era suficiente, eu queria dar para o máximo de rolas possível naquela tarde, estava igual uma cadela no cio, mas só tinha mais uma camisinha.
Então tirei aquela tora enorme da garganta, lambia suas bolas pentelhudas enquanto punhetava ele, lambia seus pentelhos suados, passava a mão na sua bunda peluda enquanto mamava. Mas era a hora de gastar minha última ficha e dar o prazer máximo ao meu terceiro macho. Coloquei a minha última camisinha nele, lubrifiquei meu buraquinho com cuspe novamente, e senti a tromba entrando deslizando no meu canal. Mesmo sendo enorme não foi tão difícil a e trava, pois meu rabinho já estava laceado de tanta rola que tinha tomado naquela tarde. Logo senti o seu púbis batendo na minha bundinha, e eu novamente todo aberto e arregaçado comecei a me tocar. Queria gozar junto com o meu macho, então fiquei esperando e curtindo, que tesão. Tinha vários homens punhetando em volta e assistindo nossa foda, o que me deixava mais excitado ainda. Quando percebi que ele iria gozar, me agarrou forte pela cintura e gemer alto, acelerei a punheta e gozei junto com ele. Enquanto sentia a tora dele pulsando e expelindo a porta dele enterrado no meu cuzinho eu expelia jatos de leite. Estava exausto, com as pernas bambas, e agora estava com meu rabinho satisfeito. Realizei meu fetiche antigo. Mas foi tão gostoso que gostaria de repetir, mas desta vez em um ambiente claro e mais confortável, que possa aproveitar e saborear mais. Se tiver esse mesmo fetiche que eu pode entrar em contato pelo e-mail.
desbravador