Quando minha prima Kesia engravidou na adolescência e sofreu todo o julgamento familiar, nós que éramos como irmãs, eu fui uma das únicas que fiquei ao lado dela sem julgá-la, dei meu apoio de estar ao lado dela e tentar animar ela, já que eu também era adolescente na época. Então ela deu à luz ao Leonardo, um bebê lindo que eu tratei como sobrinho, ajudei minha prima em muitas coisas, ninar, colocar pra dormir, até trocar as fraldas, e assim ele foi crescendo eu acompanhei toda a infância dele.
Quando fiz minha transição também sofri o julgamento da minha família, e recebi o mesmo apoio da minha prima, Kesia não me abandonou, e mesmo o marido dela sendo muito escroto comigo, ela não deixava o preconceito dele nos afastar, ele se irritava com a Kesia ensinando o Leonardo me chamar de tia, e logo o Léo tinha entendido e já me chamava de tia. E assim anos se passaram, Leo agora maior de idade tinha se tornado um lindo rapaz, alto pele morena, olhos castanhos, meio puxados tipo indígena, cabelo estiloso muito bem cuidado, vaidoso era um príncipe, educado e respeitável. Sempre me tratou como tia, me contava suas peripécias e eu tinha um cuidado quase maternal com ele, quando ele entrou na adolescência ele ficou um pouquinho mais atrevido, acho que queria mostrar que não era mais uma criança, uma vez a mãe dele e eu comentamos sobre como ele estava crescido, agora era mais alto que a mãe e eu, olha que tenho 1,78 de altura, ele disse que agora ele que ia me botar no colo, a mãe dele já foi logo lhe dando bronca e mandou me respeitar ele apenas saiu sorrindo, mas era piadas, o pai quando não era babaca fazia brincadeiras assim de comentar minhas roupas se marcavam alguma parte do meu corpo, ou quando eu arrumava o cabelo, uma maquiagem que ele achasse bonita, mas sempre levamos na vibe de brincadeira, minha prima não se importava pois sabia que jamais eu ficaria com o marido dela, e eu sempre afirmava que não pegava homem casado.
Bom então vamos ao ocorrido, era um churrasco na casa da prima, eu fui para ajudá-la com os preparativos da comida, Cleiton o marido da minha prima estava na churrasqueira e Léo ajudando ele, tinha alguns amigos deles e rolou uma cervejas, eu que não bebo cerveja Léo me preparava caipirinhas de vodka, e parece que a cada copo ele aumentava a dose, até pedi pra ele fazer mais fraca, sei que estava todo mundo já bem alterado, Cleiton começou a zoar dizendo que o filho tava cuidando demais de mim, e mandou eu tomar cuidado com o moleque. No final fiquei bêbada, e minha prima não quis me deixar ir embora, Léo me ofereceu sua cama pra eu dormir, eu relutei mas ninguém deixou eu ir embora, ajudei Kesia arrumar as coisas e no final ela me emprestou um babydoll pra eu dormir, tomei banho e vesti era vermelho com detalhes de renda, um pouquinho curto porque sou alta, Cleiton assobiou quando me viu, começou com as palhaçadas dele, eu perguntei onde Léo ia dormir, ele disse que no quarto também que tinha um colchão e que eu dormisse na cama dele. Falei pra ele que eu dormia no colchão, mas ele não deixou, eu já estava bem bêbada parei de discordar, só deitei na cama, ele foi tomar o banho dele e eu capotei, dormi.
Lembro de sentir algo molhado na minha bunda, comecei a resmungar, estava tonta, senti um dedo me tocando o cuzinho, e eu disse “Me deixa dormir. Não.” Estava tonta que nem lembrava onde eu estava, senti o corpo de alguém se encostando em mim, e logo uma dorzinha quando algo roliço duro e quente começou a invadir meu buraquinho, levei a mão para trás tocando a virilha dele tentando afastar ele. “Aí tá doendo, para, eu não quero.” Como eu estava sem forças, não consegui afastá-lo. “Calma, já está entrando, relaxa um pouquinho.”
Foi nessa hora que reconheci a voz de Léo e fiquei desesperada, “Leonardo o que você está fazendo, para com isso, a gente não pode…”. Tentei afastar meu corpo e fugir dele, ele me segurou forte, passando seu braço pelo meu tórax, quase travando uma briga na cama, Léo apesar de menos idade tinha muito mais força que eu, ele treinava na academia e praticava calistenia, no nosso combate corporal ele conseguiu me virar de bruços e deitou por cima de mim com o seu pau bem lubrificado e já encaixado no meu cuzinho, o pau dele acabou entrando em mim, quase gritei, ele foi rápido e tampou minha boca com sua mão enorme abafando meu grito de dor, quando seu pau robusto, duro e quente me invadiu. Lágrimas escorreram dos olhos, ele repousou seu peso sobre mim ofegante, sua respiração perto do meu ouvido, eu sentia um frio por dentro que arrepiava meu corpo inteiro, e lá embaixo, meu cuzinho ardia latejante tentando agasalhar o pauzão do meu sobrinho, toda essa situação me fez chorar abafado em baixo dele. “Calma, já vai passar. É só relaxar que vai ficar gostoso eu prometo” ele sussurrou no meu ouvido. Alguns segundos se passaram e eu senti ele movendo seus quadris tirando seu pau invasor de dentro de mim até quase sair e voltando pra dentro de mim lentamente, solucei levando a mão para trás, tocando a virilha dele tentando controlar suas investidas mas eu tinha quase nenhuma força. Quando ele percebeu que eu estava mais calma, gemendo baixo ele destampou minha boca e eu respirei fundo. “Já chega Léo, tira tá doendo!” Supliquei baixo. Ele continuou metendo ainda devagar sem mudar a posição, “Aguenta mais um pouquinho, tá tão gostoso seu cuzinho!” Ele beijava meu ombro e pescoço tentando ser carinhoso, mas eu sentia muita vergonha e escondia o rosto no travesseiro, abafando também os gemidos que antes eram de dor e agora de prazer, o moleque sabia fuder, metidas fortes e ritmadas, não sei como ninguém ouviu os estalos que a virilha dele fazia chocando com minha bunda. E assim foi noite adentro ele me fudendo até se saciar, eu sem forças nenhuma senti seu líquido me preencher e extasiados adormecemos, ele me abraçando eu quase debaixo dele. Acordei bem cedinho, eram quase 6 horas, vesti minhas roupas e fui pra casa deixando ele dormindo, nem me atrevi a olhá-lo de tanta vergonha. E assim foi o início de umas das experiências mais loucas que vivi, se quiserem eu conto mais.